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História O Contra-ataque da Vilã(Transmigração rapida) - Capítulo 6


Escrita por: MaisUmHot

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 6 - 1.(4) A jovem senhorita tímida e seu príncipe moderno.


1.(4) A jovem senhorita tímida e seu príncipe moderno.

O livro era descrito principalmente na visão da protagonista feminina e raramente do protagonista masculino.

Dito isso, era difícil entender completamente o pensamento de outros personagens. Por sorte Mellyn tem todas as memórias de Melly.

Analisando as memórias da vilã, Mellyn conseguia ter alguma noção da personalidade dos protagonistas e da vilã.

Então Mellyn sabia que a vilã conhecia Tomás o bastante para entender que ele era uma pessoa egocêntrica, que não suportaria ser colocado na posição de errado da história. Se ela se desculpasse e tentasse conversar sobre isso talvez tudo pudesse ser resolvido.

No entanto, no momento da discussão, Melly estava realmente irritada e decepcionada, afinal, no seu ponto de vista, Tomás dormiu com sua irmã e os dois chegaram de mãos dadas na sua frente, amorosamente, se protegendo, como se ela fosse a destruidora da união do casal.
Isso, juntamente com a discussão com a irmã na noite passada, era tudo como uma bomba relógio pronta para explodir. 

No ponto de visita do leitor tudo começou através de um mal entendido. Mas será mesmo?...

Enfim.

Para Melly se desculpar? Os dois eram traidores sem vergonha aos olhos dela. Que direito eles tinham de exigir qualquer coisa? Não seria ela quem deveria exigir um pedido de desculpa?

Com esse pensamento, Melly se manteve firme e nunca se desculpou. E ela esperava realmente que o pedido de desculpa dos dois viesse.

Mas ele nunca veio, ao contrário, Holly e Tomás se aproximavam cada vez mais um do outro. E quando Melly descobriu que os dois estavam até morando juntos, foi a gota d'água.

Sim, depois da discussão com Melly, Tomás viu o quão mal Holly era tratada em casa e não podia deixar seu salvador sendo "maltratado" naquela casa e, desconsiderando completamente os sentimentos da sua "noiva", convidou Holly para morar com ele.

Então os dois eram um par de homem e mulher vivendo a vida a dois como um casal.

O momento perfeito para os dois protagonistas desenvolverem sentimentos lentamente um pelo outro.

Mas ela ainda vai ser convidada para morar com ele depois de todo o show dessa vez? Mellyn não sabia.

Deixando os pensamentos sobre isso de lado, Melly entrou na garagem da Construtoras Wills.

Ontem foi o dia da sua festa de noivado então, normalmente, Melly não precisaria comparecer no trabalho. Mas ela sentiu que deveria aproveitar o momento para conhecer pessoalmente a empresa e praticar exercendo sua nova função.

Apesar de ter as memórias da dona do corpo e em seu mundo original ela também administrar sua própria empresa, era em uma área completamente diferente da atual. Além disso, ela precisava conversar com o pai sobre o show dessa manhã.

Melly subiu até o último andar, onde ficava o escritório do CEO.

"Senhorita?" O secretário pessoal, Philipe.

"Meu pai está dentro?" Melly olhou para as portas duplas de madeira escura bem polida.

"Sim. O senhor acabou de voltar de uma reunião com os acionistas." Ele falou de uma maneira solene."Eles discutiram a cooperação com a Ford Enterprise. Aliás, meus parabéns pelo noivado srta.Willston."

"Obrigada..."Melly abaixou o olhar e bateu na porta levemente. Philipe era um assistente responsável, um bom homem, com uma carreira estável e boa aparência.

Ela se lembrou da segunda missão. Ela tem que "conseguir um homem melhor que o protagonista". Exatamente o que isso significa? Porque, de certo modo, qualquer homem seria melhor do que aquele traste. Quais exatamente são os requisitos do sistema para se adequar a "um homem melhor que o protagonista masculino"? Apesar de perguntar isso na sua cabeça nenhuma resposta veio. Era como se o sistema tivesse entrado em um sono profundo. Talvez esse também fosse um "teste para iniciantes"?

"Entre" depois de alguns segundos uma voz saiu do outro lado da porta.

Melly afastou os pensamentos e entrou. O cômodo era bem mobiliado com tons de cinza, preto e branco. Com duas mesas de madeira maciça escuras e bem polidas. Apesar de minimalista, tinha seu próprio charme e elegância. Desde que se formou no colégio que a Melly original trabalha nesse escritório com o pai. Esse é o motivo das duas mesas próximas uma há outra, pois de acordo com o pai, se ela observar como ele lida com tudo se torna ainda mais fácil de aprender.

E realmente, Melly cresceu e aprendeu muito com e sobre seu pai nesse lugar, ela sabia que apesar de rígido ele era como qualquer outro pai que ama muito sua filha e quer o melhor para ela. 

Trabalhar perto um do outro tornou os dois muito próximos, ele sempre dava conselhos e dicas, cuidadosamente, guiando Melly pelo caminho certo.

Então era de se imaginar o quão arrasada emocionalmente Melly ficou com a morte do pai.

Ela aprendeu muito com o pai, inclusive o jeito rígido dele. Conforme Melly crescia ela passou de uma garota animada para uma mulher bela e rígida.

Ela nunca chorava, porque acreditava que desde que se esforçasse em dobro para ter algo, não haveria motivos para chorar mais. Mas no fim...

Ela perdeu ele também. E não importa o esforço, ele nunca seria trazido de volta.

"P-pai..."Melly sentiu o peito pesado como se doesse de tristeza, sua voz saia cada vez mais embargada e as lágrimas escorreram pelo seu rosto uma após a outra.

Aurélio olhou estupefato a filha derramando lágrima, tão fragilmente. Faz muito tempo dese a que ele viu ela chorar.

"O que aconteceu?" Aurélio largou os papéis e se levantou preocupado.

"Hic...pai!Waah" Mellyn seguiu o desejo desse corpo e abraçou o homem na sua frente.

"Tudo bem, tudo bem eu estou aqui. Acalme-se Mel. Papai está aqui." Melly chorou como nunca e foi consolada como uma criança antes do peso no seu peito diminuir gradativamente. Talvez fosse a última consciência da dona original desse corpo.

Depois que ela implicou continuamente com a irmã, Tomás suprimiu a empresa e ela e o pai trabalhavam como loucos apenas para não ver a empresa falir completamente. Naquela época a saúde do pai piorou muito e foi descoberto que ele tinha uma doença rara e que não viveria muito tempo. O tratamento apenas para estender sua vida por mais tempo era caro demais e só podia ser feito no exterior.

O pai se recusava a parar o trabalho para o tratamento por causa da crise da empresa. No final, a empresa faliu, o pai morreu e pouco tempo depois a mãe também morreu de depressão. Melly se afundou na auto culpa e auto-censura. Porque ela se apaixonou por alguém tão cruel? Porque ela insistiu tanto em tal homem? Porque tudo tinha que terminar assim? Era tarde demais para pensar em se arrepender.

"Melly?" Depois que o choro cessou, Aurélio finalmente pode perguntar preocupado "O que aconteceu?"

"Nada. Não foi nada. Eu só..." Melly que finalmente conseguiu se recompor se sentou no sofá cinza e abaixou a cabeça melancólica. Aurélio pediu para trazerem um copo de água morna e se sentou do lado no sofá esperando pacientemente a filha se recompor e dizer. Melly respirou fundo como se buscasse coragem.

Não estava nos seus planos mas talvez dê certo...

"Eu rompi o noivado." Romper um noivado já era algo estressante para uma noiva comum mas para a alta sociedade era ainda pior. Tem toda uma cooperação e negócios envolvido por trás do casamento. Mas Mellyn estava apostando que o amor e felicidade de sua filha seria mais importante para Aurélio.

"Você...?"
 


Notas Finais


N/A

A história está em andamento e pode ser editada a qualquer momento se eu achar que tem algum erro cronológico ou ortográfico.


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