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História O Contrato - adaptação Beauany - Capítulo 6


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Capítulo 6 - 006


𝐉𝐨𝐬𝐡 𝐁𝐞𝐚𝐮𝐜𝐡𝐚𝐦𝐩.

De volta ao escritório, a srta. Gabrielly

estava em sua mesa quando cheguei.

Embora ela estivesse no telefone, senti seu olhos me observando quando cruzeiseu caminho.

Sem dúvida, ela estava esperando minha ira descer sobre ela por qualquer infração que eu tivesse escolhido hoje.

Em vez disso, balancei a cabeçae continuei andando até minha mesa, verificando os recados e a pequena pilha dedocumentos que aguardavam minha aprovação.

Sentindo-me estranhamente

desinteressado, levantei-me e olhei pela janela e para a cidade abaixo de mim; o alvoroço e o barulho abafados pelo vidro e pela altura em relação à rua.

A vista e o som seriam bem diferentes no Grupo Hidalgo.

Tudo seria bem diferente.

Frequentemente, no momento em que eu saía de qualquer tipo de reunião com David, eu estava uma confusão de

terminações nervosas, pulsando e ansioso.

Ele sabia como pressionar toda pessoa que trabalhava com ele; como dizer e fazer exatamente o que ele precisava para conseguir o que queria — independente se fosse positivo ou negativo.

Até aquele instante, não tinha percebido que o encontro com Graham, apesar de eu estar nervoso, devido à situação na qual estava me encontrando com ele, ainda estava calmo.

Em minha pesquisa em relação à sua

empresa, e do próprio homem, li várias

vezes sobre sua gentileza e generosidade.

Na verdade, além da opinião negativade

David sobre Graham, eu não tinha lido ou ouvido qualquer comentário cruel.

Sentado com ele, discutindo os conceitos em minha mente para a campanha damarca de sapato, senti um entusiasmo que não sentia há muito tempo.

Eu me senti criativo de novo, energizado.

Graham ouviu, ouviu de

verdade, encorajando meu processo de

pensamento com reforço positivo, e

adicionando ideias próprias.

Para minha surpresa, gostei de seu

conceito de trabalho em equipe.

Imaginei como seria não ser envolvido

diariamente pelo degoladormundo da

Anderson Inc. Como seria trabalhar com pessoas ao invés de contra elas.

Teria uma vida melhor?

Uma mais fácil, disso eu tinha certeza.

Sim, senti que não seria menos desafiador.

Tudo o que eu sabia era que, no

instante em que nossa reunião acabou,

meus motivos para querer trabalhar para ele não eram mais por vingança.

Eu queria sentir aquele entusiasmo — ficar orgulhoso de campanhas que criava.

Era uma situação inesperada, mas

agradável. Minha porta bateu e eu me virei, franzindo o cenho, tendo meus pensamentos interrompidos.

— David. — Olhei para ele de forma

desafiadora.

Ainda bem que não estava com um cliente.

— Any me disse que você estava livre.

Ela interfonou, mas você não atendeu.

Eu estava tão mergulhado em meus

pensamentos que não ouvira o interfone.

Pela primeira vez.

— O que posso fazer por você? — Ele colocou os ombros para trás,

preparando-se para uma discussão.

— Onde você estava esta manhã? Eu te

procurei, e você não estava atendendo

o celular nem retornando minhas

mensagens.

— Era um compromisso pessoal.

— Sua assistente disse que foi uma

consulta médica.

Eu sabia que ele estava mentindo.

Uma coisa em que a srta. Gabrielly era boa era guardar meus segredos.

Entrei no seu blefe.

— Por que ela diria isso? Não faço

ideia. Não disse à srta. Gabrielly onde

estaria. Como eu disse, era pessoal.

— Ele fez uma careta para mim, mas parou.

Andou um pouco, arrumando seupenteado; um gesto que eu conhecia bem. Ele estava se preparando para matar.

Girou para me encarar.

– Por que Noah Irrea veio aqui outro

dia? — Dei de ombros, movendo-me para me sentar para que ele não me visse sorrir.

Agora eu entendi sobre o que era tudo isso.

— Noah e eu somos amigos. Estávamos

marcando uma rodada de golfe.

— Ele não podia fazer isso pelo telefone?

— Ele estava aqui no bairro. Gosta de

flertar com a srta. Gabrielly, e passou aqui pessoalmente. Há algum problema?

— O que está tramando?

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Ergui minhas mãos em defesa.

— Não estou tramando nada, David, exceto uma partida de golfe e algumas horas fora do escritório. Me barre se quiser. — Peguei uma pilha de documentos.— Embora pense que, se você verificar, tenho muitos períodos de férias vencidas... desconte duas horas dali.

— Estou observando você — ele alertou, virando-se e saindo.

A porta bateu tão forte que as janelas

vibraram.

Sorri para a porta.

— Me observe, David. Me observe ir

embora.

Alonguei-me na cadeira e soquei o botão do interfone.

A srta. Gabrielly atendeu, soando mais

cautelosa do que o normal.

— Sr. Beauchamp?

— Preciso de um café, srta. Gabrielly.

— Mais alguma coisa, senhor?

— Alguns minutos de seu tempo. — Ela respirou vacilante.

— Agora mesmo.

Virei minha cadeira em direção à janela e suspirei. Não conseguia acreditar no que estava prestes a fazer.

Esperava não falhar.

Que Deus me ajudasse... de todas as

formas.


Notas Finais


Atingimos 76 visualizações! Eu sei que. Parece pouco mais pra mim isso já é muito. Muito obrigada gente!!!

Eu sei que o capítulo tá pequeno mais o próximo eu prometo recompensar!

Eu estava pensando em fazer maratona. Vocês querem???

Tem uma boa noite!!

Amanhã estarei de volta!

Beijoosss!!


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