História O Contrato - Camren G!p - Capítulo 33


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Amor, Camila, Camren, Drama, Lauren, Romance
Visualizações 720
Palavras 2.701
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 33 - Capítulo 33


LAUREN

Ergui minha cabeça, apertando os olhos na escuridão silenciosa. Ficamos sentadas, abraçando uma a outra, necessitando dessa proximidade.

— Preciso colocar mais lenha — murmurei. — O fogo vai acabar.

— Está gostoso assim. Estou quente o suficiente.

Ri e beijei sua cabeça.

— Alguma hora teremos de nos mexer.

— Eu deveria fazer alguma coisa para comermos.

— Preciso encontrar um lugar para ficar.

Ela congelou.

— Você não vai ficar aqui?

Delicadamente, peguei seu rosto, beijando seus lábios.

— Eu quero. Mas não quero forçar nada.

— É uma cama queen.

Ergui minha sobrancelha para ela.

— Pequena para nós. Acho que terei de dormir de conchinha com você. Acho que se for esse o sacrifício que tiver...

Seus lábios se curvaram em um sorriso.

— Acho que sim.

— Fiquei com saudade de dormir de conchinha com você. Senti falta de seu calor e seu cheiro.

— Bom, então, acho que é melhor ficar aqui.

— Acho que sim. — Pausei, porque precisava lhe fazer a pergunta que estava martelando no fundo de minha cabeça por dias. — Preciso de perguntar uma coisa, Camz.

Ela passou o dedo por meu rosto.

— Gosto de ouvir me chamar assim.

Apertei seu nariz.

— Que bom. Gosto de falar assim.

Sua expressão ficou séria.

— Agora, o que queria me perguntar?

Eu me movi, bastante desconfortável.

— Na noite antes de você ir embora. A noite em que fizemos amor.

— É isso que foi?

— Sim — disse firmemente. — Foi.

— O que tem ela?

Fui direto ao ponto.

— Não usei camisinha. Há alguma chance de você engravidar?

Ela balançou a cabeça, parecendo envergonhada.

— Quando eu era mais nova, tinha muito problema com, ahn, minhas menstruações. Eles me fizeram tomar pílulas para regular. Ainda tenho problema, então ainda as tomo.

— Oh. — Suspirei de alívio.

— Não se preocupe, Lauren. — Ela desviou o olhar. — Sei o que pensa sobre ter filhos.

A tristeza em sua voz me magoou, e coloquei minha mão sob seu queixo, obrigando-a a olhar para mim.

— Você me disse que achava que se eu amasse a mãe, iria amar o filho. Acho que, talvez, você estivesse certa.

— Então você quer filhos?

Fiquei inquieta no sofá, sem saber como responder.

— Isso tudo é muito novo para mim. Nunca pensei que pudesse amar alguém. Mal consigo entender como estou tão apaixonada por você, não consigo viver sem você. Você derrubou tudo que eu acreditava ser verdade. Eu preciso de você. Eu te amo. — Balancei a cabeça com um sorriso torto. — Acho que é natural pensar que minha ideia sobre filhos também poderia mudar.

— É algo que podemos conversar... depois?

— Sim. Mas eu pediria um pouco de tempo. Quero ter você só para mim por enquanto. Conhecê-la, inteira, e quero que me conheça.

— Acho que é bom.

— Terá de me ajudar, carinho. Não sei nada sobre crianças. Nada. Só de pensar em ferrar alguém da forma como meus pais fizeram, me assusta demais, para ser sincera.

Ela inclinou a cabeça, analisando-me.

— Lauren Jauregui. Você atinge todos os objetivos a que se propõe. Acha mesmo que eu ia te deixar falhar como mãe?

Um sorriso curvou meus lábios.

— Acho que não.

— Não vai acontecer. Saber que está disposta a conversar sobre isso é um grande passo.

— Tem certeza de que não está grávida agora?

— Sim. Absoluta.

— Ok, então. Acho que vamos conversar sobre isso de novo no futuro.

Ela assentiu.

— No futuro.

Enfiei minha mão no bolso e peguei seus anéis.

— Enquanto isso, quero que os pegue de volta. Quero vê-los no seu dedo. — Peguei a mão dela. — Sei que acha que não significam nada, Camz, mas significam tudo. Significam que você é minha. — Indiquei seu dedo. — Posso?

Ela assentiu. Tirei a pequena aliança de diamante e transferi para a mão direita, colocando a aliança de casamento e o anel com diamante maior de volta em sua mão esquerda. Inclinando-me, beijei os anéis.

— É aí que eles devem ficar.

— Sim.

Peguei meu casaco da cadeira e tirei os papéis dobrados do bolso de dentro.

— O que são esses papéis?

— Nosso contrato, as duas cópias.

— Ah.

— Não significam mais nada, Camz. Faz um tempo. Está na hora de nos livrarmos deles.

Segurei-os no ar, rasgando-os. Levei-os para a lareira e joguei nas chamas. Observei as beiradas ficarem pretas e curvadas, as chamas lamberam as páginas até não restar mais nada além de cinzas. Camz ficou ao meu lado, observando em silêncio.

Abracei-a pela cintura.

— O único documento entre nós agora é nossa certidão de casamento. A partir de hoje, é isso que nos mantém juntas.

Ela olhou para cima, uma expressão suave no rosto.

— Gosto disso.

— Talvez, quando as coisas se acertarem, você se casaria comigo de novo?

Seus olhos brilharam.

— Sério?

— Sim. Talvez um lugar mais bonito do que o cartório. Gostaria que tivesse o casamento que merece.

— Até que gostei do nosso casamento. Gostei de dançar com você

— É?

Ela assentiu.

— Você foi gentil.

— Prometo ser muito mais gentil de hoje em diante. Quero ser a mulher que devo ser para você.

— Você é.

— Seja paciente comigo, Camz. Vou estragar tudo às vezes.

Ela riu baixinho, acariciando minha bochecha.

— Todo mundo estraga. Ninguém é perfeito.

— Mas vai continuar comigo?

— Como uma cola.

Beijei sua boca carnuda.

— Então tudo bem.

Espiei por cima de seu ombro para os conteúdos da geladeirinha. As prateleiras antigas de ferro tinham uma pequena quantidade de comida. Colocando-a para o lado, peguei a caixa de ovos, abrindo a tampa. Só faltavam dois. O pão mal havia sido tocado, o pacote de queijo não estava aberto e o requeijão estava quase cheio. Havia duas maçãs, um iogurte fechado e, no balcão, algumas bananas. Era isso. Minhas suspeitas em relação à sua falta de apetite estavam confirmadas. Fechei a porta, virando-me para encará-la.

— Isso é tudo que tem de comida? Você andou comendo?

— Não muito — ela admitiu. — Não sentia fome.

Lembrei-me da cidadezinha pela qual passei no caminho para os chalés. Havia um mercadinho e eu sabia que havia passado por um restaurante.

— Vou levá-la para a cidade para a ceia. Você precisa comer.

Ela balançou a cabeça.

— Não tem nada aberto a esta hora da noite, Lauren. É baixa temporada. Teríamos de andar mais para chegar a uma cidade maior. É a uma hora daqui.

— Tudo bem.

— Posso fazer ovos mexidos para nós.

Cedi facilmente, porque não queria realmente ir a lugar algum.

— Tudo bem. Vou fazer torrada.

— Você sabe fazer torrada? — Ela abriu a boca, colocando a mão no coração.

Puxei-a para perto, beijando sua boca brincalhona.

— Sim. Minha esposa me ensinou. Ela é esperta.

Sua bochecha foi sugada para dentro, e eu sabia que ela a estava mordendo. Dei um tapinha na pele arredondada.

— Pare com isso.

— Gosto quando você me chama de sua esposa — ela admitiu.

— É engraçado como eu me pegava sempre pensando em você dessa forma. Nunca Camila ou Camz, mas minha esposa. Gostava da forma que soava, embora nunca me questionei por quê. — Bufei. — Muito idiota para perceber o que sentia por você, até na minha própria cabeça.

— Ou estava com muito medo.

O ar parou em minha garganta. Como sempre, ela acertou no alvo. Eu estava com muito medo de admitir o que sentia. De admitir que pensei de forma errada a vida toda.

— Não tenho mais medo de te amar, Camz. Só tenho medo de te perder.

Ela se enroscou em mim, apoiando a cabeça em meu ombro. Eu a puxei para perto, acariciando seu cabelo passando a mão demoradamente.

— Estou aqui — ela sussurrou. — Você me encontrou.

— Graças a Deus.

Coloquei meu prato na mesinha de centro antiga, com o olhar em Camz. A luz da lareira iluminava seu rosto, as chamas lançavam um brilho vermelho em sua cabeça. Ela puxou as pernas para o peito, descansando o queixo nelas conforme olhava ao seu redor. Não tinha comido muito, mas comeu toda a torrada. Acabei com todos os ovos e comi as duas maçãs. Iríamos substituir tudo e comprar mais coisas pela manhã. Por enquanto, no entanto, eu precisava saber como ela queria continuar junto na estrada diante de nós.

— O que gostaria de fazer, Camz?

Ela virou o rosto para mim.

— Hummm?

Passei os nós dos meus dedos em sua face.

— Amanhã. No dia seguinte. No dia depois desse. Me diga o que está pensando.

— Não sei.

— Quanto tempo queria ficar aqui? Ou quer ir para casa? — Uma rigidez repentina envolveu meu corpo, me deixando sem ar. — Você vai voltar para casa?

Ela me deu a mão, uma palavra tranquilizou minha preocupação.

— Sim.

— Ok. Bom. Quando?

— Podemos ficar aqui por alguns dias? Ou, se tiver de voltar, vou logo em seguida?

Balancei a cabeça.

— Não sairei daqui sem você. Se quer ficar, nós ficamos. Vou trazê-la de volta no verão também.

— Os chalés não estarão aqui no verão.

— Por quê?

— Scott faleceu o ano passado. Seu filho, Bill, vai vender a propriedade. Depois de falar com ele, soube que quem comprar vai demolir todos os chalés e construir algo novo e moderno. — Ela olhou em volta, seus olhos absorviam as lembranças. — Ele me disse que os negócios estão fracos, mas é uma boa hora para vender por causa da localização. A propriedade vale muito dinheiro. É uma boa oportunidade para sua família.

— Sinto muito, carinho. Sei que este lugar é especial para você.

Ela sorriu, passando sua bochecha em minha mão.

— Tenho minhas lembranças. Estou feliz que Bill tenha me deixado voltar uma última vez. — Ela suspirou, o som baixo e triste. — Tenho mais uma boa lembrança para somar.

— Podemos criar nossas próprias lembranças, juntas. Novas.

Ela assentiu.

— Você quer que eu compre este lugar para você? — Busquei em seus olhos. — Posso pagar — complementei. — Se quiser, eu compro.

— Não! Não, Lauren. Não precisa comprar um resort inteiro por mim. O que eu faria com ele?

— Se fosse fazê-la feliz, eu compraria. Descobriríamos juntas. Provavelmente, é um bom investimento. Poderíamos reformá-lo, incluir um chalé azul-claro com persianas brancas só para você.

Ela se inclinou para frente, com os olhos cheios d'água e beijou o canto de minha boca.

— Obrigada, querida, mas, não. O fato de você oferecer significa mais do que posso expressar.

— Ok. Se mudar de ideia, me avise.

— Farei isso.

Reclinei de volta no sofá, olhando o lugar, com uma ideia se formando em minha mente. Eu teria de ver se conseguiria acertar tudo. Peguei as pernas de Camz, trazendo-as para meu colo.

— Vamos ter de responder muitas perguntas quando voltarmos.

— Eu sei. — Ela respirou fundo. — Você acha que eles nos perdoarão?

Fui sincera.

— Não sei.

Simon foi mais do que claro depois de nossa conversa. No entanto, eu sabia que não tinha acabado. Assim que descobri o paradeiro dela, não perdi tempo e jogar algumas coisas em uma mala e seguir para o carro a fim de chegar antes de escurecer. Eu havia ligado para ele antes de partir, dizendo que sabia onde Camz estava e que iria encontrá-la. Ele foi encorajador e me desejou sorte.

— Espero que encontre sua felicidade, Lauren. Acredite que merece e se segure a ela.

— Obrigado.

— Me ligue quando voltar. Vamos conversar.

— Vou ligar. Obrigado, Simon.

Não foi dito mais nada e nenhuma menção ao emprego pendente. Eu não fazia ideia do que o futuro guardava para minha carreira. Tudo o que eu sabia agora era que Camz era meu futuro. Isso era suficiente.

— Posso não ter um emprego, Camz.

— O que vai fazer?

— Nós — enfatizei a palavra —, nós podemos ter de mudar. Posso sondar Toronto ou Calgary, talvez Vancouver.

Ela assentiu, brincando com meus dedos. Ela ficava virando minha aliança de casamento, girando-a de maneira nervosa.

— Você vai comigo?

Sua cabeça se ergueu e ela encontrou meu olhar.

— Vou a qualquer lugar com você, Lauren.

— Ok, então. Vamos descobrir juntas.

— E se não precisarmos?

— Eu ficaria extasiada. Gosto de trabalhar com Simon. Gosto da energia positiva e do trabalho de equipe. — Dei risada. — Até me apeguei àquele dínamo que eles chamam de Lea.

— Acho que se apegou a todos eles.

— Também acho. É o que quero, e estou disposta a fazer o que for preciso para ganhar a confiança de Simon de volta. Contanto que ele me dê uma chance para tentar, nós ficaremos. Se não, teremos de nos mudar.

— Ok.

— É simples assim para você? Depois de tudo, você vai fazer as malas e me seguir?

Ela apoiou a cabeça no sofá.

— Eu te amo, Lauren. Se tiver de partir, então também vou. O passado é só isso agora: passado. Desapareceu assim como o contrato que queimou. Não quero remoer isso ou ficar jogando na sua cara. Não é assim que o amor funciona. Não é assim que eu funciono.

Em um segundo, puxei-a para meu colo e estava beijando-a com todo meu sentimento. Cada pensamento e sentimento novo estava em meu beijo. Amor, disposição, desejo, alívio de tê-la encontrado, e um sentimento que eu nunca conhecera: alegria. Alegria por ela estar ali, alegria por ela corresponder ao meu amor, e alegria para o futuro, porque o futuro continha minha Camz. Ergui sua cabeça, precisando dela mais perto, querendo mais dela em todos os sentidos. Meus braços travaram-se ao seu redor, moldando sua maciez em meu corpo. Subi minhas mãos por dentro de sua camiseta, pressionando a extensão suave de suas costas, gemendo com desejo.

— Por favor, baby — implorei, precisando de mais.

— Cama — ela sussurrou contra minha boca. — Me leve para a cama, Lauren.

Levantei-me, carregando-a. Não precisava dizer duas vezes. A cama era velha e barulhenta. A cabeceira batia na parede repetidamente conforme eu a tomava, os lençóis envolviam nossos corpos devido aos nossos movimentos frenéticos. Nada disso importava.

Antes de chegarmos ao colchão, rasguei sua camiseta, tirei suas calças, deixando-a nua para meu olhar sedento. Passei as mãos por sua pele quente, querendo sentir a maciez sob meus dedos. Ela puxou minha camiseta, e caí em cima dela, precisando de sua boca de volta. Ela provou ser perita em usar os pés para tirar minhas calças a fim de ficarmos pele contra pele, meu pênis duro preso entre nós. Eu a memorizei de novo com minhas mãos e boca. Seus mamilos imploravam por minha atenção, tornando-se picos rígidos sob minha língua. A curva doce de sua cintura no lado direito sentia cócegas, e me deleitei com sua risada conforme a cobria com beijos leves e brincava com sua pele. Seu quadril se encaixava perfeitamente em minhas mãos quando o apertei delicadamente, abrindo-a para mim. Beijei seu umbigo, enfiando a língua para provar sua pele salgada. Enchi suas coxas de beijinhos; suas pequenas arfadas aumentavam meu desejo. Escorreguei meus dedos em seu calor úmido, gemi com a sensação.

— Deus, Camz, eu quero você, baby.

Ela se sentou, abraçando-me forte, deitou-me de volta.

— Me possua — ela implorou.

Envolveu suas pernas em meu quadril, levando-me ao lugar aonde eu estava desesperada para me enterrar. Fiquei parada quando escorreguei para dentro dela, centímetro por centímetro, até nossos corpos estarem unidos. Nossos olhos se travaram e baixei a boca até ela ao começar a me mover. Devagar, estocadas regulares até estarmos ambas perdidas no nosso calor. Ela se agarrou a mim, seus dedos fincavam em minhas costas, seguravam minha bunda, afastavam meu cabelo, conforme ela desejava e gemia meu nome. Eu a segurei firme, tomando-a, agora, com estocadas poderosas, nossa pele molhada de suor escorregava uma na outra, nossos corpos se moviam como um só. Com um grito gutural, enterrei o rosto em seu pescoço quando ela estremeceu, seu corpo se tencionou em volta de mim. Meu orgasmo me lavou, tornando-se mais forte, cada nervo pegava fogo conforme eu terminava fundo dentro dela, gemendo seu nome.

— Camz! Minha Camz.

Colocando meus braços em suas costas, rolei para o lado, segurando-a perto, beijando seu rosto, seu cabelo e pescoço. Ela murmurou, satisfeita e quente, em meu peito.

— Eu te amo — ela sussurrou.

— Eu te amo — respirei em sua pele.

Procurei no chão e encontrei um cobertor, que coloquei sobre sua pele nua, amontoando-o em seu pescoço. Ela se curvou para o meu lado, seus dedos traçaram uma linha lenta sobre meu coração.

— Amanhã — jurei. — Amanhã teremos um novo começo. De verdade. Para nós.

— Para nós — ela repetiu. — Sim.

Esperei até ela dormir antes de me permitir cair no sono. Fechei os olhos, sabendo que, quando acordasse, ela estaria ao meu lado.

Com essa certeza, eu dormi.


Notas Finais


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