História O Contrato - Camren G!p - Capítulo 36


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Amor, Camila, Camren, Drama, Lauren, Romance
Visualizações 804
Palavras 2.781
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um...

Capítulo 36 - Capítulo 36


LAUREN

Carreguei a bandeja para a cozinha, deixando Laura e Camz conversando. Simon me seguiu, carregando a caixa e esperou para que pudéssemos ir ao escritório para conversar mais. Ele olhou para os papéis no balcão, pegando a vaga para Calgary.

— Sério, Lauren? — Ele sorriu de forma engraçada. — Você teria morrido de tédio lá.

— Eu não podia levar Camz para Toronto. Ela ficaria depressiva.

Ele me analisou por um instante, um sorriso atravessando seu rosto.

— Como você mudou.

— Cresci, você quer dizer.

Ele assentiu, batendo em meu ombro.

— É bom ver isso.

Olhei por cima de seu ombro para onde Camz estava, abraçando Laura.

— É bom — admiti. — Nunca pensei que ia passar por algo assim.

— A pessoa certa pode abrir seus olhos para muitas coisas, Lauren.

Ele tinha razão. Ele segurava meu novo contrato.

— Vamos assinar alguns papéis.

— Por que trouxe minhas coisas se planejava me recontratar?

Um olhar estranho tomou sua expressão, e ele abriu a caixa.

— A caixa está vazia, Lauren.

Fiquei boquiaberta.

— O quê? Por quê?

— Pelo mesmo motivo que aparecemos sem avisar. Eu queria ver como reagiria se pensasse que estava acabado. Queria ver sua reação verdadeira e impulsiva.

— E?

— Você parecia despedaçada.

— E estava. Queria continuar trabalhando para você. Quando vi a caixa, sabia que tinha ferrado além do que podia ser consertado. Não fiquei surpresa, mas me atingiu em cheio, porque queria muito. Eu sabia que não havia nada que pudesse fazer para mudar. Tinha causado isso para mim mesma, afinal.

— Sua reação me disse tudo que eu precisava saber. Você ficou chateada, mas imediatamente ofereceu consolo para Camz. Eu sabia que você tinha mudado de verdade. — Ele sorriu. — Desculpe a armadilha.

Estendi minha mão, a qual ele pegou, cumprimentando firme.

— Entendi.

Ele abriu a tampa.

— Use-a para trazer mais coisas para o escritório. Transforme no seu escritório, Lauren.

— Alguém sabe?

— De fora da família, não. A equipe acha que você viajou com Camz. Você vem na segunda e começa de novo. Ninguém vai te julgar.

— Obrigado. Não vou te decepcionar desta vez.

— Eu sei — ele disse e assentiu enfatizando. — Eu sei.

Um tempo depois, Simon estava me cumprimentando ao se despedir.

— Te vejo na segunda.

Laura deu um último abraço em Camz e virou para mim.

— Espero grandes coisas de você, Lauren.

— Vou corresponder.

Ela deu um tapinha na minha bochecha.

— Sei que vai.

— Tenho muito o que compensar, e farei meu melhor.

— Vamos começar de novo. Você chegará na segunda com tudo esclarecido com Simon e comigo. — Ela sorriu com pesar. — Pode acertar as coisas com Adam, Lea e Dianna sozinha. Eles disseram a mesma coisa sobre manter você, e todos foram a favor. — Ela arqueou uma sobrancelha para mim sabiamente. — Embora eu ache que um dos meus filhos possa ter mais a dizer em relação ao assunto do que os outros.

Sorri.

— Disso eu não tenho dúvida, e vou aguentar toda raiva que Lea quiser descontar em mim. Vou me certificar de falar com todos eles em particular na semana que vem.

— Bem-vinda de volta à equipe, Lauren.

— Obrigado.

Eu os acompanhei até o elevador, retornando alguns minutos depois. Camz não estava atrás da porta ou na sala. Subi correndo as escadas, surpresa quando a vi sentada na chaise em seu quarto antigo.

— Carinho?

Ela olhou para cima, um olhar sombrio.

— O que foi? Por que está aqui?

Ela deu de ombros.

— Eu estava pensando.

Sentei diante dela e segurei seu rosto.

— Sobre?

— Sobre como nervosa e com medo eu estava na primeira noite que passei aqui.

— Sobre ficar aqui... comigo?

— Isso e com o futuro. Com uma ação, você mudou toda minha vida. Não estava mais naquele apartamento pequeno e horroroso, estava saindo do emprego e não fazia ideia de como iríamos lidar com uma farsa tão elaborada. Tudo o que eu pensava era no quanto ia falhar, e não sabia como iria me recompor quando acontecesse. — Ela pausou, traçando o desenho do tecido da almofada com o dedo. — Meus pensamentos estavam caóticos e eu tinha muita dúvida.

— Eu também não ajudei muito, não é?

Ela inclinou a cabeça, analisando-me.

— Não, na verdade, sua calma, a forma como assumiu controle de tudo, ajudou. Você tinha tanta certeza, estava tão focada em seu objetivo; eu só tinha de te seguir.

— Ajudaria dizer que fiquei admirada com você desde esse dia, Camz? Você me mostrou muita coragem. — Sorri ao me lembrar de nossa conversa mais cedo. — A primeira vez que me mandou me foder... vi um brilho escondido. Você parou de ser o capacho que eu pensava erroneamente que era e se tornou uma força. — Tirei seu cabelo de seu ombro, mexendo nas suas mechas sedosas. — Você se tornou minha força. Minha luz.

— Você se tornou meu tudo — ela sussurrou.

Abaixei, passando minha boca na dela.

— Chegamos muito longe.

— Hoje foi um bom dia.

— Foi. Assinei um novo contrato; vou voltar ao trabalho na segunda para um lugar onde realmente quero estar. Podemos ficar em Victoria, e a melhor parte de tudo é que tenho você. Podemos ter uma vida juntas.

— Acho que quero voltar ao trabalho.

Fiquei surpresa.

— Por quê? Não precisa.

— Eu sei, mas o que vou fazer o dia inteiro, Lauren? Perambular pelo apartamento vazio? Pintar e repintar cômodos? Quero ser útil. — Ela suspirou. — Não tenho mais Penny para preencher meus dias.

A tristeza de suas palavras apertaram meu coração.

— E um trabalho voluntário além do abrigo? Você conhece tantos moradores do Golden Oaks... talvez pudesse passar um tempo lá. Tenho certeza de que eles iriam gostar da ajuda.

— Pensei nisso.

Movi-me para frente, puxando-a para perto.

— Camz, quero que faça o que quiser fazer. Trabalho voluntário, emprego, o que te deixar feliz. Mas, me escute, carinho. Os últimos meses foram uma coisa atrás da outra para você. Tudo que disse antes sobre como mudei sua vida é verdade. — Acariciei a maciez de sua face com os nós dos meus dedos. — E, embora tenha acabado bem, sei como foi tudo estressante para você. Tudo mudou na sua vida, e você perdeu Penny. Eu sei que, às vezes, isso deve te sobrecarregar, então vou pedir que pense nisso. Não apresse nada. Por favor.

Seus olhos estavam indescritíveis quando travamos nossos olhares. Não sabia como expressar como isso era importante para mim.

— Eu quero... — Engoli e respirei fundo. — Pela primeira vez na vida, eu quero cuidar de alguém. Deixe-me fazer isso. Vou apoiá-la no que decidir, mas deixe-me cuidar de você por um tempinho. Preciso saber que você está bem.

— Estou bem — ela insistiu.

— Por favor — repeti. — Só um pouquinho. Quero que relaxe. Decore nosso quarto. Leia. Durma. Faça alguns de seus jantares incríveis para mim. Asse cookies para mim. — Apertei a mão dela em meu peito. — Cuide de mim. Preciso de você, carinho. Tenho de saber que você também precisa de mim.

Ela segurou meu rosto, seus polegares traçaram pequenos círculos em minhas faces.

— Eu preciso de você, Lauren.

— Por mim — implorei, encostando a testa na dela. — Tudo que estou pedindo é um pouquinho de tempo.

— Tudo bem.

— Obrigado.

Ela encontrou meus lábios com os dela e eu os capturei forte. Passei meu braço por debaixo de suas pernas e nos levantei da chaise. Saindo do quarto, carreguei-a para nosso quarto. Eu a deitei na cama, sorrindo para ela estendida para mim.

— Acho que fomos interrompidas, e alguém me prometeu que ficaria para depois. Vou cobrar agora.

Ela me puxou para sua boca.

— Que bom.

Rocei os lábios dela com os meus, já cheia de desejo. Era um mistério para mim como eu negara minha atração a ela por tanto tempo. Tudo de que precisava era um olhar tímido ou um de seus sorrisos irônicos, e eu a queria. Tudo nela era sedutor e lindo. A forma como ela me apoiava, e me amava, era o afrodisíaco mais forte que eu já tinha conhecido. Meus olhos se abriram, encontrando seu olhar castanho e vivo. Em um segundo, o desejo repentino se transformou em uma piscina brilhante de sentimento. Tudo que acontecera naquele dia, tudo que tinha de bom na minha vida, era por causa dela.

Minha Camz.

O amor e a dor que eu só sentiria por ela consumia meu corpo. Subindo nela, baixei minha boca até a dela, meu beijo gentil e cheio do carinho mais profundo. Ela envolveu seus braços em meu pescoço, seus dedos escorregaram para minha cabeça em um carinho tão leve que estremeci. Seu toque continha muita delicadeza. Seu amor entrava na minha pele toda vez que estávamos juntas, colocando meus pés no chão, trazendo meu foco quando mais precisava. Eu absorvia sua essência até sua alma fundir com a minha.

Tirei as roupas dela com mãos gentis, minha boca raramente deixava seu corpo. Acariciei sua pele quente, apreciando cada curva e perfeição com meu toque. Sorri conforme ela ficava impaciente, puxando-me para seus braços que me agarravam forte, sua voz implorando por mais. Escorregando para dentro de seu corpo receptivo, paralisei, refletindo sobre a perfeição de estar unida a ela da forma mais íntima.

Eu planejara fodê-la... forte. Provocá-la até ela implorar por alívio, mas tudo mudou em um segundo. Tudo o que eu queria agora era fazer amor com ela, reivindicá-la, deixá-la satisfeita, saciada e segura ao saber que era minha. E igualmente segura do fato de que eu pertencia totalmente a ela. Comecei a me mover, investidas longas e lentas. Eu a adorava com as mãos e minha boca, sem deixar nenhum espaço intocado, elogiando-a o tempo todo.

— Sua pele, baby, amo seu gosto.

Ela enfiou os dedos em meu cabelo, puxando com força, gemendo meu nome. Investi mais rápido, precisando de mais.

— Meu pau está muito enterrado em você.

Ela envolveu as pernas mais apertado, segurando-me perto, conforme segurou meus ombros, suas unhas afiadas enterravam-se na minha pele. Meus movimentos se tornaram frenéticos quando meu orgasmo começou a ganhar força, tomando conta do meu ser.

— Minha, Camz. Você é minha.

Ela se despedaçou, seus músculos ficaram tensos, e ela gemeu ao gozar. Ao enterrar o rosto na pele perfumada de seu pescoço, deixei as ondas de prazer me invadirem, intensas e profundas, sem nada na mente enquanto ficava à deriva, meu corpo cantarolava de satisfação. Erguendo minha cabeça, encontrei o olhar delicado e sonolento de Camz. Capturei seus lábios, sentindo sua maciez.

— Te amo — respirei.

Seu sorriso foi doce.

— Eu sei.

*******

Era segunda e eu estava nervosa quando entrei pela porta do Grupo Cowell. Não fiquei surpresa quando vi Simon me esperando. Ele apertou minha mão e me convidou para sentar com ele em sua sala para repassar tudo o que tinha acontecido enquanto estive fora. Ele despertou meu interesse com uma nova campanha e estávamos entretidos na conversa sobre isso quando Adam, Lea e Dianna entraram. Eu me levantei, estendendo a mão. Adam e Dianna a apertaram, no entanto, Lea ficou para trás, olhando friamente para mim.

Compreendendo sua raiva, assenti e me sentei de novo. Ela demorou para começar a participar da discussão, mas, logo, estava discutindo comigo como sempre sobre os conceitos e ideias. Eu estava grata pela normalidade do momento, sabendo que teríamos uma discussão muito mais pessoal mais tarde.

Eu estava certa.

Eu estava na minha sala, verificando mensagens, respondendo e-mails e vendo arquivos que Ally deixara para mim, quando Lea entrou e fechou a porta. Ela ficou parada diante da minha mesa com a mão na cintura, encarando-me.

— Só fale — eu a encorajei, embora soubesse que ela queria me fuzilar mais um pouco.

— Você mentiu para mim, sua desgraçada. Para todos nós.

— Menti, sim.

— Mila mentiu para mim.

Saí de minha cadeira instantaneamente, rodeando minha mesa.

— Ela não queria, Lea. Ela detestou mentir para você... para todos vocês. Fui eu. Foi tudo culpa minha.

— Eu confiei nela. Pensei que fosse minha amiga.

— Ela é!? Pelo menos ela quer ser. Sente falta de conversar com você.

Seus olhos lacrimejaram.

— Sinto falta dela.

Encostei na minha mesa.

— Fiz isso por motivos egoístas. Ela fez para assegurar que Penny estivesse a salvo e bem cuidada. Se quer ficar brava, fique brava comigo. Mas perdoe Camz. — Segurei minha nuca. — Ela já está perdida o suficiente. Não acabe com sua amizade.

Ela mordeu o lábio, inclinando a cabeça e me analisando.

— Você falou como uma mulher que está apaixonada por sua esposa.

— Eu a amo. Não a mereço, mas a amo. — Baixando os braços para a lateral do meu corpo, tamborilei os dedos na superfície dura de madeira. — Não sou de demonstrar ou de ser romântica, mas estou tentando. Por ela. Quero ser a esposa que ela merece... a mulher na qual ela depositou confiança.

Ela ficou me olhando.

— Olhe, Lea. Sei que você quer gritar e brigar comigo. Tudo bem. Eu aguento. Eu mereço. Sei que preciso ganhar sua confiança, e vou fazer isso. De alguma forma. Só não — acenei a mão, sem saber como pedir —... só não puna Camz.

Ela bateu o pé no chão.

— Gostei da ideia sobre o cruzeiro que você teve mais cedo.

Pisquei confusa em relação à mudança rápida de assunto.

— Ahn, que bom.

— Talvez possamos discutir mais isso à tarde.

— Claro.

Ela se virou, parando à porta.

— Quando eu estiver pronta para conversar mais, te aviso.

— Tudo bem.

— Até lá, fico feliz que tenha voltado. — Ela franziu os lábios, com a mão de volta no quadril. — Senti falta da sua grosseria por aqui.

Não pude deixar de rir.

— Obrigado. Senti falta de nossas conversas. — Pisquei, já que geralmente ela que falava e eu escutava.

— Não deixe subir à cabeça. — Ela bufou. — Não somos amigas de novo.

— Lógico.

— Ainda não — ela complementou e saiu.

Sentei-me de novo. Era um começo. Pelo menos ela estava falando comigo. Um pouco.

Na terça, senti que estava de volta. Os dias foram cheios de reuniões, discussões estratégicas e muito trabalho. Era quase como antes, mas, agora, eu tinha um lugar onde queria estar no fim do dia.

Em casa com Camz.

Eu adorava chegar em casa sabendo que ela estaria lá. Gostava de nossas noites juntas, sentadas, conversando e compartilhando nosso dia. Desejava sentir sua boca na minha e a forma como nossos corpos se moviam quando ficávamos juntas no fim da noite... ou mais cedo, dependia do clima. Usamos várias superfícies do apartamento: o balcão da cozinha, o sofá, até a parede. Minha mesa no escritório ainda era um dos lugares favoritos para me apossar de Camz. Normalmente, pensávamos depois do jantar... eu não me cansava de minha esposa. Naquela noite, parei e comprei flores por nenhum motivo, exceto querer mostrar para ela o quanto a amava. Ainda era uma sensação esquisita para mim querer expressar um sentimento diferente como amor, mas continuava tentando.

Descobri que Dianna era uma boa ouvinte e conselheira às vezes. Entrando no apartamento, ouvi vozes. Entrei na sala e parei quando vi Lea sentada com Camz ao balcão que separava a cozinha. Uma garrafa vazia de vinho estava entre elas, suas taças meio cheias. Lea saíra da empresa umas duas horas atrás, e suspeitei que tivesse ali desde aquela hora. Contive meu sorriso ao cruzar a sala e entregar as flores para Camz, beijando-a firme. Ela sorriu e arregalou os olhos de felicidade. Eu sabia o que Lea estar ali significava. O silêncio dela pesou no coração de Camz e me frustrava o fato de não poder fazer nada para melhorar. Era algo que elas tinham de acertar entre elas... e a bola toda estava com Lea.

— Devo pedir comida chinesa para jantar? — perguntei, abaixando e acariciando sua bochecha rosa. Ela sempre ruborizava quando bebia. Eu gostava de beijar sua pele quando estava quente. E foi o que fiz: passei meus lábios em sua face até o canto de sua boca, beijando seus lábios carnudos.

— Sim, por favor. E obrigada pelas flores.

Beijei de novo sua boca tentadora e me ergui.

— Dois rolinhos primavera — olhei para Lea — ou três?

— Quatro — Lea respondeu. — Dianna chegará daqui a pouco. Tenho certeza de que também estará com fome.

— Vou pegar mais uma garrafa de vinho.

Lea deu de ombros.

— Ou duas.

Rindo, apertei seus ombros ao passar por ela.

— Bom ver você, Lea.

Ela me rejeitou acenando a mão.

— Que seja.

Porém, flagrei sua piscadinha irônica para Camz. Elas começaram a conversar de novo. Parei no corredor e fiquei ouvindo. A risada de Camz era baixa e feliz. A voz de Lea tinha o tom normal de empolgação quando disse para Camz sobre uma nova exibição de arte a que todas tínhamos de ir juntas. Inspirei o ar de forma surpreendente trêmula e sorri.

Minha esposa tinha sua amiga de volta.

Camz estava, lentamente, recompondo sua vida, o que significava que a minha estava se alinhando à dela. Estávamos criando uma nova vida.

Juntas.


Notas Finais


Ei vocês nem estão comentando, vou parar a maratona...


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