História O contrato - Jeon Jungkook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Contract, Contrato, Contrato De Casamento, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, The Contract, Yoongi
Visualizações 17
Palavras 2.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteiiiiiiii, e com um capitulo prontinho.

Me desculpemmmmmmmmmm, falei q ia postar um cap por semana, mas semana passada ñ consegui, então aqui esta. Vou me corrigir para que isso ñ ocorra novamente.

Desde já agradeço pelos favoritos e já peço desculpar por algum eventual erro de pontuação e ortografia.

Espero que gostem.

Bjãooo.

Capítulo 3 - Controle de Danos


Fanfic / Fanfiction O contrato - Jeon Jungkook - Capítulo 3 - Controle de Danos

 

 

 

 

Pode parecer que eu demorei muito tempo para a minha decisão final, mas, não demorei. Entre a proposta e diálogo da vozinha um e dois, levei cerca de dois minutos para calcular os prós e os contras da proposta que recebi hoje. Resolvi me apegar a um ditado popular muito sábio: Quando um não quer, dois não brigam. Está na cara de que a outra parte “envolvida” não vai levar essa história numa boa – eu não levaria – e eu prezo muito mais pela paz de espirito do que por dinheiro. E se por um acaso a minha vida dar uma desestabilizada, existe sempre um plano B.

 

- Não. – Peguei minha bolsa e me virei para sair da mesa.

 

- Não? – Agora pareceu surpreso.

 

- Olha, é realmente uma proposta muito boa – me levanto – mas, eu também não gosto muito da ideia de um casamento arranjado, acho que isso não daria certo. Tente conversar com outra pessoa ou peça que seu filho encontre uma mulher por ele mesmo ou deixe isso acontecer naturalmente. De toda forma, me sinto honrada em ser escolhida para esse tipo de coisa (eu acho) mesmo não sabendo o motivo da escolha.  Muito obrigada pelo jantar. – Faço uma reverência e começo a me afastar – tenha uma boa noite, Sr. Jeon.

 

Caminho em direção a porta antes que ele tente me convencer do contrário. Não chego nem na metade do caminho quando escuto a sua voz novamente:

 

- Como está a sua família? – Paro e viro na mesma hora.

 

- Muito bem, obrigada – sinto um arrepio da cabeça aos pés.

 

Por que será que ele está me perguntando isso?

 

- Tem certeza? – O tom de voz dele é o mesmo calmo e firme que ele usou em todo o jantar. – Se não quer fazer isso por você, faça por eles. Porque de acordo com algumas informações que eu tenho, eles precisam bastante.

 

Impossível. Conversei com o meu irmão ontem de manhã e estava tudo bem.

 

- Seu pai, Jorge, se envolveu em um acidente a um tempo atrás. Perda de freio, se eu não me engano e acabou atropelando uma pessoa. Ficou preso nas ferragens e acabou machucando o joelho. E o rapaz que ele atropelou? Ah, acabou tendo a perna amputada.

 

Como ele sabe disso?

 

- Seu pai foi encaminhado para um hospital particular, passou por cirurgia, mas o plano de saúde dele não cobria todos os custos, então você teve que desembolsar uma pequena fortuna para pagar as despesas. Fortuna que você não tinha e não desejo saber como você conseguiu. – Estou surpresa demais com as informações que só minha família tem, para falar alguma coisa – Posso ter a sua atenção novamente?

 

Fui em direção a mesa, me sentei, bebi um pouco d’agua e comecei a falar:

 

- Papai responde ao processo em liberdade porque foi comprovado que foi um acidente. O rapaz está vivo. Já foi tudo resolvido.

 

- O rapaz processou o seu pai, ele vai ter que reembolsar as despesas do hospital mais o tratamento pós hospitalar. Seu pai vai precisar de outra cirurgia que o plano de saúde novamente não cobri, ele tem a opção de fazer pelo que vocês chamam de SUS, mas a liberação pode demora meses. Seu irmão mais velho, Narciso, teve que trancar a faculdade de medicina e arrumar um emprego para ajudar a pagar o processo. Sua irmã, Morgana, que vai fazer quinze anos, não vai poder planejar a festa de debutante porque vão ter que pagar o processo. Seus irmãos gêmeos, Dean e Sean vão ter que sair da escolinha de futebol, porque vão ter que pagar o processo. Sua mãe, Flora, e seu pai não recebem o suficiente para arcar com todas as despesas desde o acidente. É... acho que sua família está ótima – termina de forma sarcástica, e da forma mais calma possível, como se não tivesse acabado de jogar uma realidade que eu nem conheço na minha cara, bebe a agua que está no copo e depois conclui – De toda forma, a escolha é sua, mas, quero que saiba que, hoje, eu vim disposto a conseguir uma resposta positiva.

 

- É, percebi. Investigou até a minha família – respondo de forma seca. – Não que eu acredite no que você acabou de me contar.

 

Isso não é verdade, eu meio que acredito.

 

- Se você acredita ou não, não me importa. Sua resposta é sim ou não?

 

- Por que, eu? - Estou quase aceitando esse acordo ridículo mas preciso saber.

 

- Porque qualquer pessoa que consegue lidar com o velho do Sr. Min, consegue lidar com qualquer outra pessoa, foi ele que me falou sobre você. Preciso de uma pessoa insistente, firme, que saiba dizer sim ou não dependendo do caso. Não estou dizendo que meu filho é um monstro, não é isso, ele é um bom garoto. O problema disso tudo é que ele já rejeitou duas possíveis noivas e elas não quiseram seguir adiante.

 

Uau, me senti importante.

 

- Se eu aceitar, quero O MELHOR plano de saúde para todos da minha família para o resto da vida.

 

- Feito.

 

- Quero que resolva a questão do processo.

 

- Pode considerar tudo feito a partir do momento que assinar o contrato.  O que mais você precisa?

 

- O resto eu resolvo – Me levanto – Preciso ir ao toalete - e vou direto para o banheiro. Preciso confirmar essa história.

 

No banheiro liguei para o meu irmão:

 

- Fala, maninha.

 

- Narciso Volpi Alencar, juro por tudo o que é mais sagrado que se você não me contar agora como estão as coisas aí, vou pegar o primeiro avião para o Brasil só para dar na sua cara. – Tive a confirmação só com a respirada funda que ele deu.

 

Quase vinte minutos depois, depois de escutar a mesma história só que em versão diferente, volto para a mesa. A minha taça de vinho está cheia novamente e o Sr. Jeon está mexendo no telefone.

 

- Você tem o meu, sim. – Falo me sentando. – Como isso vai funcionar? – Agora parece satisfeito com a minha resposte e logo me passa outro papel e começa a me explicar os termos do acordo.

 

- O casamento é daqui a um mês. A data de validade do casamente é de um ano após a transferência da presidência, ou seja, vocês vão se casar e só depois que a presidência for passada é que esse prazo começa a valer.

 

- Você está falando que isso pode durar anos?

 

- Infelizmente não consigo prever quando o meu pai me passara o comando da empresa, mas creio que não vá demorar muito tempo levando em consideração que ele mesmo já mostra interesse para tal coisa.

 

- Então ele sabe que vai ser um casamento arranjado?

 

- Não, esse é um acordo entre nós. É por isso que é que superimportante que vocês sejam convincentes. Vão ter que morar juntos, aparecer em eventos juntos. Enfim, da porta para dentro vocês fazem as suas regras e da porta para fora tem que ser o casal que todos sonham ser.

 

Beleza, vou saber lidar com isso.

 

- É só fingir ser a melhor esposa do mundo na frente das pessoas e quando ninguém estiver olhando fazer e ser o que eu quiser?

 

- Desde que seja discreta, sim.

 

- Posso lidar com isso – pensando bem, acho que vai ser moleza. – Onde assino?

 

- Vou preparar todos os documentos e você assina eles amanhã. Depois que conhecer o meu filho.

 

- Amanhã, já? – a rapidez de tudo isso está realmente me assustando.

 

- Quero agilizar as coisas, apesar de você concordar com o acordo, ele ainda não sabe. Quando mais cedo ele souber, melhor.

 

- Tem certeza que ele vai aceitar?

 

- Ele não tem escolha. - Com isso o Sr. Jeon se levanta. – Por hoje é só. Meu motorista vai leva-la até a sua casa e amanhã ira busca-la para que não ocorra eventuais atrasos, – pronto, jogou na minha cara que me atrasei – amanhã você vai receber as informações sobre o jantar.

 

- Tá ok, tenha uma boa noite, Sr, jeon. – Fiz uma reverencia e ele fez o mesmo. Logo depois mandou que o motorista me acompanhasse.

 

Nem preciso dizer que o motorista sabia exatamente onde eu morava, preciso?

 

 

 

 

 

...

 

 

 

 

 

Dessa vez eu me preparei. Assim que recebi a mensagem hoje de manhã com o local e hora do encontro, já preparei a minha roupa e tudo mais que fosse preciso.

 

Depois que voltei da faculdade, dei uma boa volta de duas horas com o Blade, no parque aqui perto de casa. Ele estava muito agitado, acho que ele sabe que alguma coisa está para acontecer – era isso ou deixar ele acabar com metade do meu apartamento. Assim que voltei com ele, tomei um longo banho passando mentalmente os prós e os contras e cheguei à conclusão que de que só tenho a ganhar com esse acordo. Sério, vai ser como um emprego muito bem remunerado, só tenho a ganhar.

 

Depois do banho me vesti com um vestido verde claro curto com mangas longas e um leve decote (tudo muito bem-comportado) e uma maquiagem simples, mas o batom vermelho. Me sentei e esperei que o porteiro me avisasse que o motorista tinha chegado, cerca de meia hora depois de eu estar pronta e vinte minutos antes do encontro.

 

Já tinha pesquisado sobre o local. É um restaurante em Gangnam, o lugar é mais para encontro de amigos ou casais do que para negócios. Assim que cheguei, informei meu nome e logo um garçom veio a meu encontro para me levar até a mesa. Ao contrário do local do encontro de antes este é bem aconchegante e íntimo. Gostei.

 

Confesso que estou um pouco nervosa mesmo sabendo que essa história toda vai ser só de fachada.

 

Reconheci a mesa de longe assim que vi o Sr. Jeon acompanhado de outro homem, que acredito que seja o filho dele, meu futuro marido. Nossa, marido é uma palavra que ainda soa muito irreal para mim.

 

Sobre o filho dele? Pesquisei quando cheguei em casa ontem. E meu Deus, pelas poucas imagens que consegui ver na internet, o homem parecia ser simplesmente maravilhoso (fisicamente). Ele tem 23 anos, trabalha na empresa da família e parece que já se formou. Não consegui muitos detalhes porque ele parece ser bem discreto.

 

Assim que fui chegando próximo a mesa, o Sr. Jeon fez da mesma forma da noite passada, se levantou:

 

- Srta. Demi – fez uma reverencia e puxou a cadeira.

 

- Sr. Jeon -  também fiz uma reverencia e me sentei. Na mesma hora um outro garçom veio e me serviu uma taça de vinho.

 

A mesa era redonda e com quatro lugares, o que fez com que eu sentasse de frente a ele e MEU DEUS, acho que nenhuma matéria de nenhum lugar seria capaz de descrever a beleza desse homem. Terno com blusa preta, cabelo preto um pouco acima dos olhos, a pele clara, os lábios um pouco rosados. E os olhos? Negros muito, muito belos.

 

- Srta. Demítria esse é Jeon Jungkook – me apresentou a ele. Jungkook está um pouco sério, para mim está bem claro que ele não queria está aqui.

 

- Pode me chamar de Demi. – fiz uma pequena reverencia, ele também.

 

- E Jeon, essa é a Srta. Demi... – o Sr. Jeon fez uma pausa e olhou bem para o filho dele – sua futura esposa.

 

Oi? Mas já??

 

- O que? – Perguntou ele meio chocado.

 

- A srta. Demi é a sua noiva, futura esposa. – Repetiu o Sr. Jeon.

 

- Você deve estar brincando comigo, não é? – Perguntou para o pai – Desde quando? Porque que eu saiba, não tenho nem namorada, muito menos uma noiva.

 

- Desde ontem, eu fiz o pedido e ela aceitou – apontou para mim que no momento só estava observando. Por fora eu estava imparcial, pleníssima. Mas por dentro...

 

- Ah, você aceitou essa proposta absurda sem nem ao menos me conhecer? – ele parece bem mais que chocado.

 

- Seu pai foi bem convincente – falei da forma mais natural possível. Agora eu estou preocupada, se ele não aceitar vou ter que ajudar a minha família de algum outro jeito.

 

- É aposto que foi. – Ainda olhando para mim cruzou as mãos em cima da mesa – Qual é o valor? Quanto você está recebendo? – Ele falava com o tom de voz bem baixo, mas dava para perceber que o que ele queria mesmo era estar gritando.

 

Agora eu sei o motivo do jantar ser em um lugar movimentado: Controle de danos. Acho que o Sr. Jeon conhece o filho muito bem para saber que o mesmo não faria nenhum barraco em público.

 

- Esquece, deixa pra lá. EU NÃO ACEITO. – se levantou empurrando a cadeira e se virando para o pai que estava ao seu lado, só observando – já te falei que não adianta você me apresentar pretendentes porque eu não vou aceitar esse tipo de palhaçada. – E saiu.

 

Depois que ele saiu – mais que pistola – me virei para o Sr. Jeon.

 

- Eh, me parece que ele é mesmo contra casamento arranjado, – bebi um pouco do meu vinho – no fundo eu já sabia que isso ia acontecer, desde o começo achei essa proposta um absurdo. No lugar dele eu faria o mesmo. – Por algum motivo o Sr. Jeon não parece nada surpreso com o que aconteceu, o velho continua inabalável.

 

- Ainda tenho o seu sim? – Pergunta como se nada tivesse acontecido.

 

- Não costumo voltar atrás com a minha palavra, se eu falei sim é porque é sim. Mas já que seu filho não quer... – peguei a minha bolsa que estava no encosto da cadeira e me preparei para sair – Já vou indo, tenho que cuidar da minha vida.

 

- Mesmo depois de conhece-lo?

 

- Mesmo depois de conhece-lo! – Jungkook não me assusta, acho que conseguiria conviver com ele durante um tempo. Me levantei já me preparando para sair – Mas... ele não quer, então...

 

- Sente-se Srta. Demi, ainda temos um contrato para assinar – ele se levantou e foi para a mesma direção em que o filho tinha saído.

 

Será?

 

 

 

 

 


Notas Finais


Então é issooooooo!

Espero q tenham gostado.

Até o prox. Bjãooooo.


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