História O Contrato - Capítulo 3


Escrita por: e OmmaKay

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jackson, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bdsm, Jackson Wang, Jikook, Min Yoongi, Namjin, Vhope
Visualizações 73
Palavras 7.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooi, tudo bom?

Voltamos com mais um capítulo, ÊHHHH

Esse foi escrito pela rainha Ommakay, e se preparem, pq tá babadeiro haha

Espero que não demorem a descobrir quem é o mestre de hoje.

Boa leituraaaa

Capítulo 3 - RUN.


Fanfic / Fanfiction O Contrato - Capítulo 3 - RUN.

Naquela tarde Nye se sentia estranha, era uma sensação de prazer e, ao mesmo tempo, de nervosismo. Ela não conseguia acreditar no que havia feito e, muito menos, com quem fez e da forma que tinha feito. Ela havia sido levado a um salão, que a deixou um tanto irreconhecível em pouco tempo. Ela estava bonita, e foi Jin que a fez se sentir assim.

- Um macchiato para viagem, bela flor? -Jin pergunta, ao lado dela, quando entraram na cafeteria que pertencia a ele.

- Acho que não, já é tarde para um café. - Nye disse sem ter coragem de erguer o rosto.

 Jin havia sido tão intenso, ela não sabia que podia fazer um homem como ele sentir tanto prazer, mas isso não queria dizer que ele faria de novo, ele podia estar sendo educado para ela não se sentir mal.

A confiança de Nye era deplorável, mesmo depois de transar com aquele deus grego, ou dele ter dito o quanto ela o excitava, o quão estava bela com todas as pequenas mudanças que ele havia proporcionado a ela. Mesmo sabendo que estava bonita, que era bonita, Nye não conseguia confiar em si mesma, sua insegurança era tamanha que, ao ver os olhares sobre ela na cafeteria, a mesma se encolheu inteira achando que todos viam-a como uma palhaça.

O maior, vendo a atitude dela, apenas pousa a mão sobre seu ombro e sorri, sussurrando próximo aos ouvidos de Nye de forma tão dominadora e sexy, que a calcinha de renda de Nye se molhou inteira.

- Não se preocupe, eles estão apenas admirando sua beleza, bela flor. - O maior faz um sinal a sua funcionária que estava, literalmente, se roendo de raiva e inveja, do outro lado do balcão, por aquela mulher estar ali, do lado do chefe que ela desejava e que nunca cedia a ela, mas que aparece, quase duas horas da tarde, do lado de uma qualquer.

Nye olhava para Jin, que tinha uma feição tão perfeita, tão impecável, tão lindo, tão excitante. Ela observa o corpo dele e percebe algo que, até aquele momento, havia passado despercebido.

- Sr. Kim... você usa uma aliança, é casado? - Ela falou um tanto abismada.

- Oh, me chame somente por Jin, certo? - Ela assente, ainda ansiosa para saber a sua resposta. - E, Sim... logo você irá conhecê-lo. -Foi tudo o que ele disse antes de se afastar, indo para o balcão falar com a funcionária que encarava Nye e não fazia seu trabalho.

Nye morde o lábio, "Jin era casado com um homem, isso quer dizer que...", pensou. Sim, ela realmente o deixou excitado daquela forma, e que o jeito como ele transou com ela, era porque ela o fez querê-la de verdade, afinal ele era casado com um homem.

- Aqui está, nos vemos logo mais. - Ele se aproxima dos ouvidos dela e, mordiscando, complementou: - Esteja aqui amanhã às seis, quero foder você na minha vitrine de doces! - Ele falou e se virou, deixando Nye plantada na porta com o corpo quente... "iria ter mais ?!"

Nye saiu da cafeteria seguindo o caminho para seu trabalho, ela não sabia como seria o resto de seu dia, mas ela estava morta de curiosidade. Ela caminhou se recordando de tudo que havia feito, das palavras que ouviu dele, da forma como ele a fez ter prazer e gostar de si mesma, do seu corpo.

"- Acho que eu vou gostar disso... " - Ela sorriu pensando que, se fosse fazer sexo daquela forma e ficar rica no final, que mal teria? Ela ia adorar.

"- E se os outros não me acharem bonita?" - a insegurança de Nye volta a controlar seu corpo e sua mente, ela morde o lábio e entra pela porta de vidro fumê do seu trabalho.

Enquanto estava perdida na sua insegurança e nos seus pensamentos pessimistas, ela entrou fazendo o mesmo percurso de sempre, indo em direção ao elevador de serviço, quando um rapaz lhe abordou.

- Senhorita, esse é o elevador de serviço, nós subimos pelo social. - O homem sorriu demais pra ela, Nye olhou para os lados procurando saber a quem o rapaz se referia.

- Senhorita?! - O rapaz falou vendo-a um tanto surpresa, foi quando Nye abriu a boca e na hora foi reconhecida, por sua forma rude de falar.

- Que foi? - Ela disse, se lembrando das palavras de Jin. Ela respirou fundo, mas já era tarde, todos a encaravam.

- Você é a garota do café? - Ele perguntou, percorrendo com os olhos o corpo de Nye que estava muito diferente. As roupas sociais, os cabelos bem arrumados, a maquiagem discreta, mas com lábios bem marcados, as unhas feitas, ela era outra mulher, uma completamente deslumbrante.

- Onde era que você estava escondida? - O rapaz perguntou com certa ironia.

- Eu? - Nye viu as mulheres olhando torto para ela, e decidiu seguir em frente.

Assim que dá o primeiro passo para o elevador de serviço seu telefone toca.

- Volte, você anda de hoje em diante pelo elevador social, até por quê eu quero ver, durante essa semana, o que foi feito em você, e quero que desfile para mim.

A voz era diferente da voz de Jin,  " Isso queria dizer que era outro?!", pensou.

Nye volta de ré, apertando o botão do elevador social ainda com o celular na mão.

- Vá para o elevador presidencial! 

 Nye engoliu em seco, ninguém entrava no elevador presidencial, até porque somente diretores e o presidente da empresa andavam nele.

- Mas... é que... - Nye olhava o elevador

- Pode confiar em mim

A voz do outro lado do telefone era calma demais, confiante demais.

Assim que a porta do elevador social abriu e o elevador presidencial também, ela ficou olhando para os dois, Nye não tinha coragem, ela não confiava em si para isso, era arriscado demais.

A mesma entra no elevador social, desligando o telefone na cara de seu novo mestre. Assim que entrou no elevador ela morde o lábio e leva a mão a cabeça, ela havia desligado o telefone na cara do homem que pode lhe dar uma fortuna.

O elevador vai parando em cada nadar, fazendo Nye ser impressada por várias pessoas que ocupavam aquele pequeno quadrado.

Assim que chegou a seu andar ela sai empurrando todo mundo, não importava se ela estava em lindas roupas. Nye ainda era a mesma Nye, um pouco mais bonita apenas, mas Nye ainda era rude, sem modos e sem tato.

A jovem vai até a sua mesa, vendo a cara da secretária do seu chefe que a mediu de cima a baixo.

- Nossa Nye, tomou banho hoje? - A mulher falou ironicamente para Nye, que não disse nada e seguiu para sua mesa em silêncio.

 Assim que jogou sua bolsa nova sobre a mesa seu ramal tocou, porém não era o número do Sr. Wang, era o ramal da presidência da empresa.

A jovem atende sem entender, provavelmente o homem ligou errado. Assim que ela diz alô, uma voz soou irritada do outro lado.

- Dois erros graves Nye. Primeiro desligar enquanto falo com você, e o mais grave,  não obedecer as ordens do seu mestre. Sabe que isso pode lhe custar não sabe? Era só um elevador, por que o de serviços é aceitável para você é o presidencial não?

Nye travou, nem ela mesmo saberia responder aquilo.

- Como você está ligando da sala do presidente, se pegam você pode ter problemas, você trabalha aqui? 

- Não é algo com que deva se preocupar, muito menos saber, porque eu, ao contrário de você, confio em mim mesmo e sei até aonde ir e o quanto arriscar. Isso se chama confiança, Nye, algo que deve aprender. Tenha uma boa tarde e espero que não me desobedeça novamente.

A ligação cai e Nye sente o corpo esfriar, seu próximo mestre era um completo maluco, como ele invade a sala do presidente? Segundo o que ela ouvia, o presidente da empresa era extremamente sério, não sorria para ninguém, muito menos dirigia a palavra a qualquer funcionário. Se ele pega esse maluco invadindo sua sala, ele estava morto. Tudo bem que o presidente estava fora do país, e retornaria somente no final do mês, então o cara deu sorte, ou no caso, sabia dessa informação.

Só que Nye raciocinou, se ele invadiu a sala do presidente, significa que ele trabalhava com ela. Ele podia ser o cara do elevador que falou com ela, ou podia ser qualquer pessoa daquele prédio.

A cabeça de Nye começou a criar todas as teorias de conspiração possíveis, que ela acabou por se assustar quando seu ramal tocou novamente, agora era uma chamada de seu chefe, Sr. Wang.

Ela atende e ele solicitou quase sem ar, alguns papéis que estavam com ela. Ele estava ofegante, Nye achou que ele pudesse estar doente, mas não era problema seu. A mesma pega tudo e caminha do mesmo jeito de sempre para a sala dele, encontrando, novamente, aquela mulher de antes, a namorada perfeita do Sr Wang. A mulher encarou Nye terminando de fechar a sua calça e puxar sua a blusa para baixo.

Nye ignora a mulher e ergue os olhos, encontrando Sr. Wang totalmente estático, com a camisa meio amarrotada, alguns botões abertos, o cabelo um pouco desgrenhado e com o rosto suado, encarando ela. Nye faz um gesto para ele arrumar os cabelos e ele apenas começa a se recompor. A namorada de Jackson encara a cena ficando levemente irritada, ele acabou de transar com ela ali e estava com aquela cara de idiota apaixonado para a estagiária, que nem sequer olhava diretamente para ele. Ela sempre tentava estragar qualquer coisa que o seu namorado pensasse em querer com a garota.

- Até mais tarde amor, nos vemos no NOSSO jantar de noivado. - A mulher disse passando por Nye, fazendo questão de pisar no pé dela com a ponta de seu salto.

Nye nada fez apenas repetiu a mania que tinha, de puxar a pelezinha do beiço, e depois que a mulher saiu, batendo a porta com tudo, a jovem levou a mão ao pé tirando o salto, massageando a região. Enquanto isso, Wang, não sabia onde enfiar a cara de vergonha, mas ele não teria tempo para lidar com isso, tinha uma reunião e já estava atrasado.

- Seus papéis, Nye diz colocando tudo na mesa de seu chefe saindo descalça, carregando os saltos um em cada mão, voltando a sua mesa sem nem notar que seu chefe prendia a respiração, enquanto vasculhou o corpo dela inteiro naquela roupa social.

Jackson se jogou em sua cadeira, "Como ela estava diferente, ela estava ainda mais linda...", pensou. O homem se levantou se condenando por não ter coragem de falar o que sentia, de ser covarde e se deixar ser dominado por uma mulher que ele não sentia nada. Se odiando por tocar em um corpo que ele não sentia prazer, só fazia por ser homem, mas ele era covarde demais para falar isso a sua família. Era covarde para falar que ele gostava da garota do café, tinha medo do que falariam, afinal ele era um diretor executivo que conseguiu a vaga porque a mãe dele mexeu seus pauzinhos, nada na vida de Jackson era mérito seu e, sim, de sua família, até a sua noiva, que o fazia de objeto sexual diariamente, era sua família que estava forçando a se casar.

Jackson sai, indo para a reunião com os pensamentos todos presos a sua estagiária, que estava perfeita naquele conjunto social, as pernas livres pela saia de alta costura curta, a camisa de linho e o terninho. O homem tem um estalo apertando os papéis em suas mãos, o salário de Nye jamais daria para roupas como aquela, aquilo queria dizer que, claro, alguém pagou pela roupa, mas não foi Nye.

Jackson afasta o pensamento, ele não queria pensar que alguém poderia estar com ela, mas ele sabia que, para toda aquela mudança acontecer, alguém tinha que bancar e de fato não era Nye.

O homem então respira fundo... a culpa foi sua, se ele tivesse tido atitude, mas era covarde demais e perdeu. Agora, provavelmente, Nye estava com alguém, era melhor ele apenas aceitar… aceitar que sua covardia deu de bandeja a alguém a mulher que ele desejou, mas era melhor assim, afinal ele estava noivando aquela noite.

O Wang decide, então, tirar Nye de seu pensamento e focar no seu trabalho e no seu noivado, era o mais sensato, assim Wang decide que Nye não era mais importante.

Enquanto Jackson se culpava por sua covardia, Nye vagava em seus pensamentos na sua mesa, com um sorriso enorme ao se lembrar das mãos de Jin em sua pele, a forma como ele a tocava, como ele a olhava, de como ele dizia que ela o excitava.

Nye estava totalmente perdida, o dia passou rápido e a garota voltou para sua casa. No dia seguinte, e nos dias decorrentes daquela semana, ela esteve com Jin, todos os dias ele fazia com que ela se tocasse para ele, e depois fodia ela em todos os lugares possíveis daquele café, ele ainda não beijava seus lábios, mas ela estava ciente do motivo, ele pertencia a alguém, e talvez essa fosse a forma dele se manter... fiel? No final, ela tinha sempre mais a agradecer do que reclamar.

Na sexta feira, Nye saiu mais cedo do trabalho, por ordem do seu novo mestre, que passou a semana pedindo para ela andar pelo escritório, apenas sem rumo. Volta e meia ela cruzava com o cara do elevador, que começou realmente a dar em cima dela por achar que ela estava de fato interessada, o problema é que Nye também foi proibida de dirigir a palavra a ele, ou seja, seu novo mestre gostava de deixar ela em situações complicadas.

A jovem voltava para a sua casa naquele dia, vendo o carro do vizinho do 65 estacionar e descer de lá o ruivo que já afrouxava a gravata. Se Nye se recordava bem ele era contador, e do outro lado do carro desceu o platinado de pele bronzeada, cheio de pircingns. 

Eles conversavam animadamente e o ruivo, vendo que ela os encarava, deu um aceno com a cabeça, Nye apenas retibuiu da mesma forma e entrou para sua casa, que estava repleta de sacolas de roupas espalhadas, já que, todos os dias, Jin entregava umas duas sacolas com  peças de roupa, segundo ele, era presente de outro dos mestres que ela tinha.

Nye sobe para seu quarto, tomando um banho, vestindo seu pijama largo e confortável, prendendo os cabelos e descendo para a sala sentando no sofá sorrindo. Ela estava adorando isso, sexo todos os dias, presentes todos os dias. "Ah isso era realmente fácil.", pensava.

Nye comeu alguma coisa, viu o jornal e subiu para dormir. No sábado ela fez todas as tarefas de casa,  já que nenhum de seus mestres ligou. Quando anoiteceu, Nye resolveu ver uma maratona de filmes, ela fez pipoca, escolheu entre as tantas opções cinematográficas e, quando o primeiro filme iniciou, seu celular tocou.

Ela vê o número desconhecido e atende.

- Vá para a estrada ao norte, há um bar ali, fique lá e me espere. Quero que use uma calça Jeans, alguma blusa que combine e uma jaqueta jeans... ah, não esqueça de usar uma bota cano baixo. Não use maquiagem, apenas um batom de tom vermelho escuro. Sente na primeira mesa que estará reservada para você e aguarde, não dirija a palavra a ninguém, a não ser para perguntar onde fica a sua mesa. Você tem uma hora Nye, olhe sua caixinha de correio, há algo lá para você.


A jovem olha para o celular depois que a ligação encerra.

- Nye, faça isso... Nye, faça aquilo... Nye sobe, Nye desce. Aishhhhh, esse deve ser um velho bem rabugento! - ela dizia em desdém.

Ela sai indo até a caixinha de correio, abrindo e vendo um celular novo, de última geração, juntamente com um envelope onde havia uma quantia considerável de dinheiro e um bilhete.

O celular é um agrado por seu bom desempenho com o mestre Jin, ele a elogiou bastante para todos. E também não queremos uma mulher do nosso lado que anda com essa quinquilharia dos anos 90. O dinheiro é para as despesas dos locais que passará a frequentar daqui para frente, e para seu transporte.”


Ela acaba rindo empolgada, dando pulos no meio do quintal e gritinhos eufóricos. Seus vizinhos do 65 que, aparentemente, estavam saindo apenas observaram a garota gritando feito louca por te ganho o celular de ponta,  o vizinho do 63, porém, gritou a xingando, ofendendo-a chamando de louca

Nye vendo a grosseria do vizinho pega as coisas e corre para dentro,  pensando que, talvez, ela não consiga dar para um velho, porém ela não podia negar, ela queria o dinheiro, nem que pra isso desse para um velho nojento e rabugento, e que o pinto nem subisse.

Ela sobe para o quarto pegando a roupa conforme foi mandado. Quanto a lingerie, ela optou por uma preta trabalhada com strass. Depois de vestida, arrumada, perfumada e com seu novo celular maravilhoso, Nye saiu, olhando pelo mapa de seu mais novo brinquedo o endereço, ela chama um táxi e segue indo para o ponto indicado.

Durante o caminho, Nye ficou entretida com seu novo brinquedo, tanto não percebeu que já estava chegando, o taxista, então, resolveu alertar.

- Senhorita, já chegamos! - Nye ergue os olhos, vendo um bar de beira de estrada.

 Ela olha em volta assustada, havia inúmeras motos paradas em frente ao bar, pessoas nas ruas bebendo, mulheres praticamente sem roupas, homens estranhos. Nye olha novamente o endereço passado.

- Quer voltar senhorita ? - O homem falou vendo a cara de Nye.

- N-não, tudo bem. - Nye pega o dinheiro dá ao homem e, em seguida, desce. 

Muitos olhares recaíram sobre Nye, que se sentia insegura. Ela se encolheu toda entrando no bar, onde vários riam e falavam alto, a música eletrônica era muito alta e Nye sentiu uma fisgada em sua cabeça.

Ela caminhou até o balcão vendo um homem grande e gordo, todo tatuado servindo as bebidas.

- Onde é que está a minha mesa? Meu nome é Nye. - A forma estúpida e sem modos de Nye falar fez o homem arquear a sobrancelha, ele apontou uma mesa do lado de fora próxima a estrada.

Nye não achou ruim, para ela qualquer coisa era o suficiente. Ela caminha se sentando naquela mesa, olhando para todas as pessoas. Será que seu mestre era um daqueles caras... mas,  afinal de contas, que tipo de lugar era aquele?

A jovem estava olhando tudo em volta, quando uma moto chegou cantando pneu, um dos homens que estavam em uma das mesas se levantou falando.

- Parece que o coelho acabou de sair da toca. Essa noite coloco ele no lugar dele, esse moleque miserável!

Nye não disse nada, só viu o cara andar até uma moto vermelha, pegar um capacete, ligar a moto e cantar pneu também. O homem que tinha chegado apenas acelerou a moto, ele estava com um jeans bem claro, uma camisa preta, uma jaqueta jeans branca por cima e o capacete negro.

Os dois homens ficaram lado a lado, uma mulher pegou um lenço e parou na frente deles, foi então que Nye entendeu o que era aquele lugar, era uma pista de rachas. As pessoas faziam suas apostas, outras bebiam, foi quando um homem chegou perto de Nye no momento que as motos partiram, sobre os gritos eufóricos das pessoas.

- Hey, gostosa que tal eu, você e minha cama? - Nye apenas encarou os homens na moto dando a volta e o de branco começar a vencer. Nye se mantinha atenta a corrida, ignorando por completo o homem, ela havia recebido a ordem de não dirigir a palavra a ninguém e ela ia fazer isso.

- Hey, vai me ignorar? Quer se fazer de difícil? - O homem segura o braço de Nye que puxa com força .

- Nossa, a garotinha é bravinha, adoro bravinhas. - Ele tenta pôr as mãos em Nye que fica sem reação, ninguém antes nem olhava para ela e agora tentavam pegar ela a força. Nye ficou um pouco sem ação, foi quando o barulho das motos voltando fez ele soltar ela, só para ver quem ia ganhar.

- Não acredito aquele coelho vai vencer de novo, ainda bem que apostei nele. - O cara puxa o braço de Nye, que faz força para se soltar, ao mesmo tempo que as motos cruzam a linha de chegada. O homem se aproveita da euforia e tenta arrastar Nye, que bate nele sem parar.

O homem ria dela, afinal ele era muito mais alto e mais forte que ela.

- Pare de fazer doce, as prostitutas desse lugar não fazem graça, apenas abrem as pernas, anda logo!

- Solta a minha garota! - A voz atrás deles o fez se virar, vendo o homem de roupa branca tirar o capacete revelando seu rosto.

Nye faltou gozar com aquela imagem, o corpo alto e forte, a boca vermelha, cabelos castanhos escuros. Olhos negros, com uma postura arrogante e poderosa, pele clara e um sorriso ladino, que a fez compará-lo, por alguns segundos, com um coelho, mas de fofo, naquele momento, ele não tinha nada.

- Sua garota? Ela está sozinha a muito tempo nessa mesa, nem adianta tentar tirá-la de mim, Jeon!

- Solta ela antes que eu realmente me irrite com você! - A forma como ele falava, como ele agia, fez Nye ficar boquiaberta. Além de lindo,  ele tinha uma confiança, uma arrogância, um jeito... ah tudo nele exalava autoconfiança, coisa que nem em um milhão séculos Nye teria.

- Vai se foder Jeon, você sempre aparece tirando graça, dessa vez não! Eu escolhi essa prostituta antes eu vou pagar por ela.

- Nye... diga a ele que você é minha! - O olhar dele foi o suficiente para Nye saber que aquele era seu mestre... e também ele falou seu nome dando uma ordem como fez a semana toda.

- Eu estou com ele. - Ela respondeu, então as mãos de Jeon foram de encontro a sua cintura, a trazendo para seu corpo, enquanto o cara rangia os dentes com raiva, se afastando.

Nye não disse mais nada, ela sentia a mão dele em sua cintura apertando a região, ao mesmo tempo que a respiração dele batia em seus cabelos. Algumas garotas, vendo a cena, se aproximaram tentando chamar a atenção.

- Hey coelhinho, nós queremos sua atenção também.

O homem encara as mulheres virando de costas para elas em seguida.

- Venha Nye, esse lugar está cheio demais. Vamos para um lugar mais reservado. - ele disse num tom provocativo.

- Sim senhor. - Nye falou sem olhar para ele.

As mulheres em volta começaram a xingar Nye baixinho, por ter chamado a atenção justamente do cara que não dava bola a ninguém.

Jungkook ergue o assento da moto, pegando um outro capacete dando a Nye,  em seguida sobe na moto e olha pra ela, o mesmo estica a mão para ajudar Nye a subir, com dificuldade ela sobe, depois disso ele dá a partida, saindo daquele lugar cantando pneu.

Nye apertava a cintura do maior ela tinha medo, ela não gostava desse tipo de adrenalina.

- Nye... você confia em mim? - Jungkook perguntou calmamente.

- Acho que sim… senhor. - Ela responde meio que gritando, já que o capacete abafava a sua voz.

- Então, se segure. - Nye não teve nem tempo de responder, o homem empinou a moto a acelerando, enquanto Nye, literalmente, cravou as unhas na pele de Jungkook.

 O maior ria do desespero de Nye e fazia algumas manobras arriscadas, ele sabia que conseguia controlar sem problemas. Jungkook era bom em tudo o que fazia, na verdade, ele era o melhor em tudo que fazia, ele confiava em si mesmo o bastante pra isso.

Depois de alguns minutos apavorando a pobre Nye, ele para em frente a um luxuoso hotel.

- Chegamos. - Nye continuava agarrada às roupas de Jungkook, a pele dele até ardia um pouco, pois ela cravou sem dó as unhas nele.

Os dois descem e Nye segue Jungkook, que apenas para na recepção para pegar a chave e sobe direto com a garota.

Ao entrar no quarto Nye arregalou os olhos, haviam correntes presas ao teto, uma cruz no meio do quarto, um 'cavalo de madeira, entre outros apetrechos sexuais, um tanto quanto diferentes.

Nye mordia o lábio superior com força, era nítido que ela estava assustada.

- Não se preocupe, não pretendo usar nada disso em você.  - Jungkook falou tirando a jaqueta e a camisa, ficando só com a calça jeans.

 O ato de Jungkook de tirar as peças fizeram os olhos de Nye passear por seu corpo definido e marcado, totalmente delineado e delicioso. Ela, com certeza, queria aquele corpo a dominando, nem de perto parecia um velho caquético.

Jungkook sorriu ao ver como ela o devorava com os olhos. O mesmo caminha até Nye, ao chegar à sua frente ele segura com força o queixo dela fazendo-a encará-lo.

- Você foi uma péssima menina comigo... então irei punir você, pequena Nye. -Jungkook sorriu indo até o sofá, que tinha no meio do quarto, pegando a jaqueta branca colocando e cobrindo parte de seu corpo, porém os olhos de Nye ainda tinham acesso livre a seu abs. Nye mordia o beiço, ela, literalmente, babava vendo o corpo de Jungkook.

- Senhor, eu posso... tocar em você? - Nye perguntou abaixando o rosto, ela estava sendo atrevida demais. Pelo menos agora sabia como tratar seus mestres, Jin a fez aprender e decorar tudo o que estava naquele contrato.

- Por que? - A voz dele era lasciva e autoritária, Nye se sentia molhada com a visão do seu corpo e com a forma como ele agia. A confiança que ele tinha beirava a arrogância.

- Não foi para isso que viemos aqui? Pra você fazer sexo comigo? - Ela respondeu simplista, Nye não tinha nenhum pouco de sutileza.

- Você acha mesmo que eu transo com mulheres como você? - A fala dele era fria, Nye apenas negou, ela sabia que um homem como aquele jamais iria querer alguém como ela.

- Não, senhor. - Ela falou olhando para o chão e ficando calada em seguida.

Jungkook observou que ela não tomaria atitude, lhe faltava coragem e confiança, até mesmo para o desafiar e se defender. Ela apenas acatará as suas palavras, aceitando o que ele disser.

- Nye… o que você aprendeu com Jin?

- Que eu sou bonita, que meu corpo é atraente e que eu devo me amar.

- É por que, depois de tudo, ainda é tão insegura?

- Humm... - Ela dá de ombros, olhando para qualquer lugar menos para Jungkook.

- Espere aqui… não saia! - Ele diz se retirando do quarto, Nye fica exatamente onde estava mexendo em seu celular.

 Alguns minutos depois Jungkook reaparece, com um copo cheio de gelo e uma garrafa de conhaque. Ele se serve se sentando no sofá largo, abrindo bem as pernas observando Nye, que continuava no mesmo ponto.

- Venha até aqui. - Ele a chama com o copo na boca, sentindo o gosto do líquido descer em sua garganta.

Nye caminhou, parando a frente de Jungkook.

- De joelhos Nye. - A mesma se abaixou, ficando ajoelhada de frente a Jungkook.

O mesmo se ergue, indo a um pequeno armário no quarto, pegando uma venda, uma coleira e uma algema.

Jungkook olha Nye que castigava os labios, mordendo-os.

- Se levante e tire suas roupas. Fique nua para mim, Nye! - Ele diz autoritário, ficando de frente a Nye que se sente constrangida com a forma que ele falava. Aquela confiança, aquele ato de ter certeza de cada movimento que fazia incomodava e dominava a mulher.

Nye obedece tirando as roupas rápido, de forma desengonçada.

- Nye, devagar quero que seja prazeroso, e não um ato de desespero. Se controle!

- Tá bom! - Ela respondeu do seu jeito grosseiro de sempre, do nada um tapa foi desferido em seu rosto. Ela sentiu as mãos dele seguraram seu braço com força, ela se assustou com o gesto, "por que ele fez aquilo?", pensou.

- Não é assim que se fala, Nye. Fale de forma clara e não com grunhidos ou monossílabos, você tem inúmeras palavras as use, seja clara... entendeu Nye? Não vou aceitar que fale comigo, ou com mais ninguém como se você fosse um animal enjaulado! - Jungkook olha para ela, que sentia o rosto queimando. - Nye? - Ele aperta mais o braço dela.

- Sim, senhor. - Ela respondeu.

Ela sabia que deveria seguir as ordens corretamente, ela leu por horas aquele contrato, ouviu bem o que Jin falou todas as vezes que se encontravam. Os outros não seriam como ele, eles não tolerariam erros desse tipo. Era uma coisa simples: responder apropriadamente e de forma clara, ou receberia punição. 

Jungkook se aproxima, acariciando o rosto de Nye, em seguida, ele leva a venda aos olhos dela, tirando dela a visão.

- Você não irá ver, Nye. Terá que confiar nos seus sentidos, e se você fizer algo errado... - Nye sente um forte tapa ser desferido em sua bunda. - Vou punir você. 

A mesma se sentia nervosa, se ela não conseguia fazer nada certo de olhos abertos, imagina no breu que se encontrava? Ela sentia que seria naquela noite que perderia toda a fortuna, ela não ia conseguir fazer nada certo, iria apanhar e  perder a grana.

Ela suspirou, a forma pesada como ela fez isso deixou claro a Jungkook, ela estava desistindo... ela nem ao menos tinha tentado.

- Apenas confie em você Nye, não desista sem tentar. - Jungkook sussurra, observando ela naquela lingerie sexy. Ela era linda, ele já se sentia excitado apenas com a visão daquele corpo.

O mesmo algema as mãos de Nye às costas, e a coloca de joelhos novamente de frente ao sofá, ele se senta de frente a Nye.

- Essa noite, para que eu a toque, Nye, você deve, primeiro, me satisfazer. Boa sorte! - O tom de desafio de Jungkook era irritante, mas Nye não podia falar nada.

- Abra a boca, Nye. - A mesma obedece e sente algo gelado, era um cubo de gelo, "por que um cubo de gelo?.", se perguntava.

- Ande Nye... não tenho a noite toda para você, meu marido me espera em casa. -A fala dele fez Nye se sentir ainda mais insegura, "marido", como ela iria fazer isso?

- Apenas confie em você, Nye… - A voz sussurra em seus ouvidos.

Nye respira, ela estava com medo, isso poderia dar muito errado, mas ela precisava tentar. Com os olhos vendados e às mãos presas, ela anda de joelhos até bater nas coxas de Jungkook, o perfume dele era maravilhoso intenso e mexia com os pensamentos dela.

Nye viu que ele ainda usava a calça e que não conseguiria muita coisa. Ela se abaixou um pouco, ficando entre a virilha dele e, ao aspirar o cheiro da pele de Jungkook, ela sente algo pulsar ao lado de sua bochecha, e com o rosto sente o membro dele que dava sinais de vida.

Nye move o gelo para o canto de sua bochecha e com a língua vai procurando o fecho da calça jeans, assim que sente o gosto metálico ela, aos poucos, busca o zíper e com o dente agarra a pecinha a puxando para baixo.

Jungkook, que via a cena já estava totalmente duro, Nye era linda, um corpo lindo, e vê-la algemada e com a venda era realmente excitante. Ele solta um gemido contido quando a língua dela roça em seu membro por cima da Boxer preta que usava, já que ela tentava abrir agora o botão do jeans com a língua.

Aquela cena era estupidamente sexy, Jungkook queria fodê-la, mas sabia que ela, antes de mais nada, deveria ganhar confiança em si mesma, em seus atos, em suas decisões. E ela, apesar de estar com medo, fazia isso muito bem.

Nye sentia o membro dele pulsando acertando seu pescoço, enquanto, com os dentes, fazia força para puxar um pouco a calça.

- Haaaa Nye… ande logo, quero essa sua boquinha engolindo todo meu pau… - Jungkook falou de uma forma tão desejosa, dando um tapa leve no rosto da mulher que sentiu seu baixo ventre contorcer. Ela percebeu,  então, que estava indo bem, sentir o desejo de Jungkook deu a ela mais confiança para continuar, ela estava com medo, mas decidiu tentar provocá-lo.

Com a língua para fora, ela passou a lamber o membro teso de Jungkook por cima da Boxer, fazendo o mesmo arquear levemente o quadril, devido a língua dela estar gelada e por querer mais daquela fricção gostosa.

Nye vendo que aquilo o agradou, passou a fazer com mais vontade, deixou, além da língua, a ponta dos dentes arranhar a pele dele.

Um gemido escapou dos lábios de Jungkook, que acabou sorrindo.

- Continua assim, quanto mais confiante fica, melhor são seus toques… - Ele a orientou, e Nye afirmou. 

Agora, um pouco mais segura de si, ela sobe um pouco, mordendo a barra da boxer dele, o gelo queimava a boca de Nye, mas ao mesmo tempo ela percebia que a pele de Jungkook se arrepiava quando sua língua gelada o tocava.

Ele observa ela se mover mais confiante, seu corpo se movia, agora, mais seguro. Até sua postura estava mais solta e mais firme.

- Ahh, Nye... você vai ser punida se não engolir meu pau inteiro. Quero foder essa sua boquinha até ver você se engasgar, ou desmaiar sem ar. - A voz dele era baixa e grave, Jungkook estava ficando realmente muito excitado e isso deixava Nye ainda mais certa dos seus atos.

Ela puxa com os dentes o tecido, sentindo o membro de Jungkook saltar e acertar seu rosto, ela estava excitada, queria muito tocar, mas seus braços algemados às costas a impediam, porém sua boca salivou só com a ideia de chupar Jungkook.

Ela abre a boca pronta para levar o pau dele inteiro a boca, quando algo passa em seu pescoço.

- Daqui pra frente você será controlada por mim. Você confia em mim? - Ela afirmou de imediato e Jungkook sorriu.

- Confia em si mesma? Acha que pode dar conta Nye? - A mesma morde o lábio, mas ela queria tanto sentir ele que afirma sem nem pensar.

- Excelenten agora abra a boca Nye. - Ela obedeceu abrindo a boca, ela esperava que ele levasse o membro cuidadosamente a sua boca, porém ele puxa a coleira e enfia tudo de uma vez, Nye sente sua garganta se alargando e uma enorme ânsia de vômito, além de uma enorme falta de ar. Ele era grande e com uma grossura considerável.

Nye tenta tirar a boca da região, mas leva um tapa, e Jungkook dá uma forte estocada atingindo a garganta dela, novamente ela sente ânsia, seus olhos se reviraram e as lágrimas saiam... porém seu baixo ventre vibrou, sua intimidade inteira se contraiu.

-Haaaa, Nye, que boquinha deliciosa de foder... eu vou estocar sua boca até não aguentar mais, porém quero que diga vermelho, caso atinja seu limite e não aguente. Confie em mim, não irei além entendeu? Essa palavra é sua safeword, será usada com todos os mestres que tiver daqui para frente, até mesmo Jin deixará de ser tão doce com você, afinal você é nossa submissa! - Ele diz tirando seu membro da boca de Nye, ela apenas assente.

- Sim senhor, mestre Jungkook. - Ele sorri, o tom dela era mais confiante.

Nye estava totalmente absorta no prazer, ao sentir o membro de Jungkook entrar em sua boca indo até o fim. Ela passou a mover sua língua para dar a ele mais prazer, ela sentiu a mão dele segurar seu cabelo e a outra puxar a coleira, a fazendo engolir todo o membro dele que batia em sua garganta. Os olhos dela se reviravam de prazer ela queria tocá-lo, mas tudo que podia fazer era sentir.

Jungkook estava completamente enlouquecido de prazer, Nye, em poucos minutos, passou a mover sozinha sua cabeça chupando o membro de Jungkook da base a extremidade, ela deixava a ponta de seus dentes rasparem propositalmente naquela região, apenas para ouvir o gemido dele sair. Cada gemido contido de Jungkook, cada tapa em seu rosto, cada puxão de cabelo, deixavam Nye mais excitada. Ela sabia que o estava deixando louco e aquilo foi aumentando a confiança dela em arriscar coisas novas, ela sugou a ponta do pênis de Jungkook mordendo a cabeça de seu pau em seguida, o mesmo arqueou as costas, apertando os fios dela descontando, ali, o prazer que sentiu.

Jungkook afrouxa a coleira, deixando ela fazer por si só. Nye chupava todo seu membro, passando a língua pela cabeça, descendo pela extremidade, indo à suas bolas lambendo e chupando cada uma. Voltava lambendo e mordiscando todo o membro de Jungkook, em seguida o engolindo inteiro como ele a havia ensinado antes. Jungkook se perdeu naquele boquete que era feito com afinco.

Nye parecia querer realmente engolir todo o membro do maior. Ela estava totalmente molhada e excitada, porém não conseguiria se tocar e Jungkook, agora, sequer punha a mão em Nye, apenas recebia aquele oral maravilhoso que ela fazia.

O gelo da boca de Nye desapareceu, então o maior afastou a boca dela colocando outro bloco, vendo ela chupar o gelo e seu pau ao mesmo tempo. Jungkook estava próximo de seu limite, ele volta a segurar os cabelos dela, agora ditando os movimentos. Ele estocava com força e fundo na boca da mulher, que tudo que sabia fazer era gemer e chupar o pau divino de seu mestre que atravessava sua garganta.

Ela sente as mãos de Jungkook apertarem seus cabelos, e o líquido quente se espalhar em sua boca se misturando com o gelo, se tornando uma deliciosa bebida. Nye engole todo o líquido e lambe o membro de Jungkook, prolongando ainda mais o prazer dele, porém Nye não para, continua a chupar Jungkook até sentir ele duro de novo.

O maior sorri satisfeito, a mulher insegura de antes agora agia por conta própria, buscando ter o controle da situação, mesmo sem a visão, e com o tato comprometido, ela agia com experiência.

Jungkook geme novamente ao ver que ela, realmente, estava o chupando com vontade, ele apenas se deixa ser chupado por mais algum tempo, curtindo e deixando com que a confiança dela aumentasse mais.

Nye ficou tão excitada que estava quase gozando só de chupar Jungkook, porém o mesmo puxa a coleira, tirando ela do meio de suas pernas a fazendo ficar em pé, com biquinho de criança que teve o doce tirado da boca. Os joelhos dela estavam dormentes, então ela se desequilibra, mas seu corpo é sutilmente apoiado por Jungkook, que passa a distribuir beijos pelo corpo de Nye, chupando forte os seios dela.

- Bom, acho que posso te recompensar agora, afinal ganhei um dos melhores boquetes da minha vida. - Nye sorri ao ouvir isso.

Ela conseguiu, ela realmente conseguiu. Jungkook puxa a coleira levando Nye para a cama, ele a posiciona deixando parte das pernas dela fora da cama.

- Fique assim e deixe seus sentidos trabalharem por você agora. - ele diz.

 Ela vê as algemas sendo soltas, porém seus olhos continuam vendados.

- Fique de quatro na beira da cama! -Jungkook ordena e ela obede.

Nye sentia sua intimidade tão encharcada que, qualquer estocada, ela gozaria. Ela ansiava pelo pênis de Jungkook, mas, no lugar disso, ela sente pedras de gelo sendo colocadas dentro dela. Nye geme completamente manhosa, a sensação era incrível, seu corpo estava imensamente quente e o gelo dava um choque térmico delicioso dentro dela, porém ela sente algo sendo empurrado para dentro de sua vagina, assim que percebe o que era ela grita.

- Calma, não fique nervosa apenas confie em mim, se não puder aguentar use sua safeword. - Jungkook disse calmo, enquanto enfiava a ponta da garrafa de conhaque na entrada de Nye, virando um pouco do líquido dentro dela, por ser álcool ardeu e queimou a parte interna de Nye, porém ele não derramou muito, nada mais que duas doses. 

Ele tira a garrafa de dentro dela, levando a boca até aquela região, e chupando a intimidade de Nye. Aquilo fez ela,  novamente, gritar, mas agora de prazer, e agarrar o tecido do lençol enquanto rebolava involuntariamente no rosto de Jungkook, que batia com força em sua bunda, enquanto chupava o líquido que escorria gelado de dentro de Nye.

O prazer que ela sentia era tanto que ela podia ouvir seu coração acelerado, sua respiração descompassada, no mesmo momento que a língua de Jungkook entrou dentro de sua intimidade, a fazendo gozar com duas leves estocadas.

Jungkook, então, chupou o conhaque misturado ao gozo de Nye.

- Melhor bebida que já provei. -Ele diz vendo o corpo dela caído na cama, ele ri.

- Abra as pernas, segure as bandas de sua bunda, vou foder você agora. - Ele diz, enquanto coloca a camisinha. Ele estava sedento para entrar nela.

Nye sentia seu corpo totalmente mole, o orgasmo foi tão intenso, assim como com Jin, porém ela tinha que continuar. Ela faz o que Jungkook manda e geme alto quando o membro dele invade ela de uma vez. Haviam algumas pedras de gelo, ainda, dentro de Nye, o que causou um efeito alucinante nos dois. Jungkook puxou os cabelos de Nye para trás, a deixando bem empinada. O som dos corpos se chocando era totalmente excitante, Jungkook não pegava leve, ele a estocava com força, com desejo. Nye rebolava para tentar excitar mais Jungkook, que batia em sua bunda, em seguida apertava a sua cintura.

- AH, caralho Nye, como você é gostosa. Isso... mexe, se mexe no meu pau. Mostra que você sabe, o que faz...

A confiança de Nye, naquele momento, estava nas alturas. Ela não tinha medo, ela não se sentia insegura, muito pelo contrário, ela se sentia tão confiante que moveu seu corpo se empinando cada vez mais para Jungkook.

Nye sentiu seu corpo se contrair no momento que ele acertou seu baixo ventre, depois daquilo Nye apenas gritava, pois ele passou a surrar aquela região, apertando forte a cintura de Nye, puxando os cabelos dela, e gemendo.

Nye sentia que ia explodir, Jungkook era maravilhoso, assim como Jin, porém de um jeito diferente. A transa inteira deles Nye não pôde sequer o tocar, porém ela não precisou tocar nele para dar prazer, mesmo tendo seus sentidos limitados ela o excitou, ela o deixou louco.

No momento que ela gozou, a venda foi arrancada de seus olhos. Seu corpo foi virado de barriga para cima, e Jungkook avançou sobre ela, a penetrando novamente com força, agora livre, ela podia ver o rosto dele suado, seu corpo nu definido. Ele olha para ela e a beija, enquanto apertava as coxas dela com força aumentando as estocadas. Nye pôde, finalmente, sentir o prazer dos lábios daquele homem, pôde percorrer o corpo de Jungkook, suas unhas se cravaram nas costas dele onde ela descontava o prazer que sentia. Enquanto suas línguas se agarravam abafando os gemidos que ambos davam, Nye movia suas mãos confiante pelo corpo de Jungkook, o beijava com vontade e agarrou as pernas dele às suas para que ele pudesse estocá-la mais fundo e mais forte.

Não demorou muito, Jungkook mordeu com força o ombro de Nye gozando, fazendo ela gemer e gozar mais uma vez.

O corpo de Jungkook caiu sobre o corpo de Nye, ambos exaustos, ambos satisfeitos.

Jungkook se joga de lado, puxando o corpo dela para si.

- Parabéns, passou no seu segundo teste. - Jungkook sorri e Nye o encarou.

- Sério eu... o que eu fiz??

- Hoje você ganhou confiança, Nye. Hoje você ganhou a confiança que sempre te faltou! - Ele se levantou levando a garota para o chuveiro, onde novamente eles foderam. Depois disso, Jungkook, deixou Nye em sua casa.

- Ficarei com você as terças feiras... você já sabe do que eu gosto. Vou comprar vinho da próxima vez, quero fazer várias bebidas dentro de você. Quero que você corra... corra muito comigo naquela pista de racha, e vamos ainda fazer sexo em cima da minha moto, enquanto venço aqueles idiotas. É bom que esteja muito confiante e preparada, quero gozar muito em você e ser muito chupado por essa boquinha. Ah, antes de eu ir, só um aviso: você não pode deixar marcas em meu corpo, entende, certo? - ele diz e dá uma piscadela.

Jungkook põe o capacete e desaparece na noite, enquanto Nye caminha para sua casa, porém não mais de cabeça baixa, agora ia de cabeça erguida. Nye não se sentia mais insegura, ela confiava em si mesma, e na segunda feira iria fazer algo que não fez por mera insegurança.

- Vou tentar a vaga de secretária executiva ao invés de auxiliar. Eu sei que posso! Agora eu sei que, se eu quiser, eu consigo! - Ela sorriu ao dizer.

 Nye estava aprendendendo muito mais do que só fazer sexo. Ela estava se descobrindo como mulher, e como pessoa.


Notas Finais


Muito obrigado pelos comentários no último capítulo, quase morri do coração, sério. Fiquei muito feliz que tenham gostado da minha escrita, amei saber que agradei os leitores da omma e os novos leitores também. Muito obrigado mesmo. Sou muito grata a ela que me ajudou e tudo isso devo a ela.

Agora vamos falar desse capítulo:

'Cavalo de madeira: é uma poltrona sexual, onde no meio ela tem um apoio que a pessoa monta (fica em cima). Como se fosse um cavalo ou aqueles touros mecânicos que tem nesses parques ahsuahsuajus

A capa está com os créditos na própria foto.

Então, o que acharam?
Ahhhhhhh

Eu (a beta) quase tive um treco quando li, MDSSSS

Comentem se gostaram, interajam, responderemos todos.

Não sejam leitores fantasmas.

Até a proximaaaa att.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...