História O contrato do destino - Imagine Jungkook - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Adultério, Bts, Casamento, Casamento Arranjado, Drama, Família, Jeon Jungkook, Jimin, Jungkook, Romance, Você
Visualizações 280
Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem não ter postado a semana passada. Estava sem o pc. Por isso irei postar mais um capítulo essa semana.
Espero que gostem. S2

Capítulo 5 - Memories


Fanfic / Fanfiction O contrato do destino - Imagine Jungkook - Capítulo 5 - Memories

“É, eu te odeio

Desde que você partiu

Não houve um dia

Em que eu tenha te esquecido

 

Honestamente, eu sinto sua falta

Mas agora eu vou apagar você

Porque isso vai doer menos

Que ter ressentimentos

 

Estou soprando sua fria lembrança

Como fumaça, como fumaça branca

Eu digo que vou te apagar

Mas na verdade eu não consigo te deixar ir”

                                                                                                    Spring day-BTS

 

Finalmente em um quarto só meu.  havíamos chegado de viajem á dois dias. São exatamente três da tarde. O Jeon já havia ido trabalhar na sua gloriosa empresa. E eu fiquei aqui... sozinha. Levantei-me da cama e abri aporta daquele quarto, iniciando uma caminhada pelo extenso corredor da casa. Desci as escadas indo em direção á cozinha.

- Bom dia Senhora Jeon.-Disse a cozinheira.

- Bom dia. – Disse pegando uma maçã do balcão e me dirigindo de volta á sala. Talvez um pouco ignorante, mas é meu jeito. Eu sou assim, e quem convive comigo deve se acostumar ao meu jeito. Liguei a TV e assisti uma série qualquer. Eu ainda tinha que pegar algumas coisas minhas, na casa do meu pai. Eu havia trazido apenas algumas roupas e produtos pessoais.

Me levantei, indo ao meu quarto. Tomei um banho e vesti uma camisa branca, um short preto e um tênis preto. Sim , eu amo tênis. Peguei meu celular e saí do quarto. Desci as escada e fui até a porta da cozinha.

- Irei sair. – Avisei a mais velha, sem esperar que ela responde-se. Me dirigi a porta e saí de casa. Assim como a casa, o seu terreno é bem grande. Da entrada da casa até o portão de acesso da rua, havia um caminho grande, decorado por pequenas flores de cada lado.

Decidi ir a pé mesmo. Na verdade eu gosto de andar a pé. É um modo de termos um contato a mais com o mundo, com as coisas que nos rodeiam. Caminhei lentamente pelas calçadas da cidade de Seul, sentindo a pequena brisa que fazia alguns fios de cabelos meus voarem delicadamente, e que fazia algumas folhas das árvores, caírem e voarem para a direção que o vento determinava. Era tudo bastante movimentado. Pessoas iam e viam, e os carros deixavam tudo mais barulhento. Foram apenas mais alguns minutos de caminhada e logo cheguei a minha antiga casa. Eu entrei sem bater mesmo. Ainda não tinha me acostumado com outra casa.

-Tem alguém ai ? – Perguntei. A casa estava silenciosa.

- Há, ola menina.- disse a empregada saindo da cozinha- Todos saíram. Seu pai foi para a empresa, a senhora Sun-Hee foi ao SPA, sua avó foi encontrar algumas colegas e Jimin saiu agora á pouco.

- Ok, eu só vim pegar as minhas coisas.- lhe disse, e ela assentiu

Subi as escadas, e fui em direção ao meu quarto. Ele ainda estava do jeito que eu tinha deixei, um pouco bagunçado até. Peguei uma caixa que tinha ali, não muito grande, e coloquei as pequenas coisas, e poucas peças de roupa que faltaram. Fechei a caixa e saí do quarto, indo em direção á cozinha, para beber um pouco de água.  

Rolei meus olhos pela cozinha e olhei para a porta da dispensa. Acredite, ali guarda muitas coisas além de comida. Deixei o copo sobre a pia. A empregada não estava ali. Caminhei até aquela porta, agora com a caixa em mãos. A abri e na outra parede do pequeno tinha outra porta. Fechei a primeira e abri esta. Estava completamente escuro lá dentro, apertei o interruptor que fica perto da porta, e pude ver a grande escada que dava ao subterrâneo. É o porão. Desci as escadas e quando cheguei lá, acendi uma outra luz que ilumino todo o lugar, repleto de caixas e móveis antigos.

O lugar ainda era iluminado pela luz solar que entrava por uma pequena janela. Fazia muito tempo que não vinha aqui, nem me lembrava mais. Abri as caixas uma por uma, e pouco a pouco lembranças voltavam. Alguns brinquedos meus e do Jimin, álbuns de fotografias e objetos que eu nunca mais havia visto. Fiz uma vistoria com os olhos por todo o lugar, e avistei uma pequena caixa de madeira no alto de uma prateleira. Talvez um pouco familiar!?. Puxei uma poltrona para perto da prateleira, e subi nela, tirando de lá a pequena caixa. Sentei-me na poltrona e com as mãos tirei a poeira que estava sobre ela. Eu me lembrava muito bem dela. A anos que eu procurei por ela e nunca mais a encontrei. Abri a fechadura da pequena caixa e lá dentro tinha uma caixinha de música. Minha mãe havia me dado á muito tempo atrás, porém meu pai quis se livrar de tudo que era da mamãe e que lembrava dela.

 Pra falar a verdade, eu sempre esperei a minha mãe, sempre esperei que um dia ela tivesse a coragem de voltar atrás e de nos das uma explicação, mas a cada ano essa esperança morria aos poucos. Como uma mãe simplesmente pode abandonar seus filhos? Eu senti tanta falta de uma mãe, nós sentimos tanta falta de uma mãe. Por mais que eu não demonstre para ninguém, eu sinto falta de chamá-la de “omma”. Não que o esforço da vovó não tenha valido a pena, mas ter uma mãe de verdade é algo bem diferente. Girei a pequena chave e uma música começou a soar pelo ambiente empoeirado. E tudo voltou a tona.

“Éramos uma família feliz. A não ser pela ausência do appa. Ele vivia trabalhando, e quem fazia passeios em família era apenas eu, o Jimin e a omma . A omma sempre foi uma boa mãe, além de ser muito bonita. Seus cabelos eram pretos e curtos, olhos escuros e pele alva.

-aahh ommaaa, porque precisamos vir ao parque hoje, e cedo? Meu soninho estava tão bom.-  disse Jimin coçando seus pequenos olhinhos.

- É omma a cama estava boa. – eu lhe falei.

-Mas vocês não querem brincar com a omma ? – perguntou a mais velha, e concordamos – e então?! Faz bastante tempo que não voltamos aqui. -Estávamos em um parque, grande e bonito em que a omma nos trazia sempre para brincar.

-  Quando amamos muito alguém, devemos sempre criar bons momentos, para que posam virar boas lembranças. – disse sorrindo. -Então que acham de criar-mos boas lembranças juntos agora mesmo? – sugeriu, e concordamos.”

 

“- S/n?, filha porque está chorando?

-O-omma a Mi-Cha não quis me convidar para a festinha de aniversário dela.- disse soluçando do chorar

-Não precisa ficar assim minha princesinha. Essa não é a última festinha que você vai. No dia do seu aniversário eu vou fazer uma festinha pra você  também, e você convida a Mi-Cha.

-Mas omma ela nem me chamou para a dela!

-Mas você tem que fazer diferente, filha. Do mesmo jeito que você não gostou de não ser convidada, ela também não gostaria. Aliás, ela deve só ter esquecido. Não fique triste ok?

-ok.”

 

“ –OMMA A S/N ME MORDEU- disse Jimin aborrecido, atrapalhando a boa leitura da mais velha.

-OMMA ELE ME BATEU PRIMEIRO- cheguei logo atrás.

- Ora mas porque essa briga, hm?. S/n você não deveria ter mordido o seu irmão, isso é muito feio para uma mocinha como você. E Jimin, você não pode bater na sua irmã. Por você ser mais velho, deve dar exemplo á ela e sempre protegê-la. Os dois se desculpem agora mesmo.

-Mas omma..- disse Jimin

-Sem “mas” Park Jimin. Vamos, se desculpem e se abracem.-Nos abraçamos mesmo que sem boa vontade.

-Desculpa S/a.-disse Jimin

-Desculpa Chim.- lhe disse – Eu amo você

-Eu também amo você. “

 

“-Filha?

- oi omma. O que é isso aí? – perguntei curiosa.

-Um presente pra você.- disse sorridente- tome- me deu o presente e abri rapidamente.

-Nossaaa uma caixinha de música, muito obrigado omma, eu queria muito.- disse alegre.

-É pra você se lembrar sempre de mim

-você também deu algo pro Jimin?

-Sim, mas pro Jimin eu dei um medalhão.”

 

 

“-Jiminie

-Hum?

-A omma está meio triste esses dias, você percebeu?

-Ela não quer brincar tanto com a gente. –Ele falou pensativo.

-É - disse, enquanto observávamos pela brechinha da porta, a omma sentada na poltrona do quarto.

-O que os meus anjinhos estão fazendo aí?- disse ela com um pequeno sorriso. – Entrem. – e assim fizemos. Ela fez um sinal para que sentássemos em seu colo.

-Omma você está bem?- Jimin perguntou.

-Como assim?

- É omma, você está triste, e não está brincando tanto como antes com a gente.

-Não se preocupem.

-Se a senhora ficar triste nós também vamos ficar- Jimin disse cabisbaixo.

-Não fiquem por favor. – disse nos abraçando forte. -Ao invés de ficarem tristes, lutem sempre pela felicidade de vocês.”

 

“Chegamos a pensar até que o problema fosse a gente. Ela já não era mais a mesma. Sorria na nossa frente, mas por trás era uma pessoa completamente deprimida. Não nos ajudava mais nas atividades e nem corrigia. Andava sempre coberta e mal saía de casa. ”


Notas Finais


espero que tenham gostado!
falem aí oque vcs acharam.
S2


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