História O Criador de Armas - Contenção - Capítulo 25


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Notas do Autor


E aqui está o capítulo prometido e pecaminoso desse livro hehehe

Espero que gostem, ou melhor... Espero que não condenem o livro por causa de um pouco de fan-service uhasuhasuhas

Boa leitura

Capítulo 25 - Capítulo 23 Dando banho na raposinha


Quando Gwen chega no prédio, Anne, abre a porta para ela passar e acompanha eles até a banheira, no banheiro, Anne testa a temperatura da água, que estava quentinha, então ajuda Gwen a tirar as roupas dele e colocá-lo com cuidado na banheira. Após isso, Anne tira seu uniforme ficando apenas de lingerie:

— Por que você tirou sua roupa? — Gwen

— O banheiro está quentinho, eu estava ficando com calor, então tirei. — Anne

— Bom… Então eu vou tirar também! — Gwen começa a tirar as roupas.

Anne ficou na direita de Fox e Gwen a esquerda, cada uma esfregava um lado dele, com sabão, Elas começaram pelos ombros e braços:

— Caramba, esses músculos são firmes. Apesar dele ser magro, sentindo assim, dá a sensação de que ele é muito mais forte. — Gwen

— Ele é ambidestro com preferência na direita em combate, então o lado direito é ainda mais firme. — Anne debocha dela.

Gwen encara ela e Anne continua:

— Mas não tem muita diferença dos dois lados. Então fica tranquila. — Anne

Depois Gwen foi esfregar as costas dele enquanto Anne se debruçou sobre a banheira para esfregar o peito e o abdome dele:

— Ele é tão gostoso, vai ficar doido se descobrir o que a gente andou fazendo com ele. — Anne ri.

Gwen desvia o olhar para o canto inferior direito e diz:

— Isso é tão errado. A gente deveria ter largado ele sujo e suado na cama dele. Não sei porque eu fui aceitar isso. — Gwen

— Porque você queria ver como ele é sem roupas. Sua safadinha. — Anne

— Cala a boca! Você que insistiu! Você que é uma pervertida. — Gwen

Anne mergulha o braço fundo na banheira, Gwen franze as sobrancelhas e pergunta:

— O que você está fazendo? — Gwen

— Limpando ele, ué? — Anne responde num tom inocente.

Gwen observa o movimento do braço de Anne já que não enxergava nada na banheira por causa da espuma e grita com ela jogando água nela:

— Sua safada! Pervertida! Como pode abusar dele desse jeito? — Gwen

— Ai! Ai! Ai! Está quente! — Anne pega uma toalha com a mão esquerda e seca a região dos seios sem tirar a outra mão da água — Você queria queimar meus seios? Eu só estou limpando ele! Já falei!

Anne volta a fazer o movimento suspeito, Gwen fica de frente a ela com a banheira separando as duas, elas se encaram:

— Deixa eu limpar também! — Gwen fala fazendo bico com o rosto levemente rosado.

— Limpa a outra perna, então! — Anne

Gwen vai esfregar a coxa de Fox próximo a virilha, e sente o pênis dele:

— O que é isso? — Gwen

— Não sei… — Anne fala desconfiada.

Gwen passa a mão e grita:

— Ah! Já sei… — Gwen volta a esfregar a perna dele.

— Espertinha… — Anne

— Quê? — Gwen envergonhada.

— Grandão, né? — Anne

— Não sei do que você está falando… — Gwen com muita vergonha.

Anne ri, elas continuam esfregando as pernas dele e quando acabam, Anne solta a tampa do fundo da banheira para a água sair pelo ralo. Ficando vazia, Gwen olha para Fox e Anne provoca:

— O calor, assim como a água quente faz o corpo dos homens reagirem, deixando o pênis deles ereto, é um mecanismo de defesa para não superaquecer ali embaixo. — Anne

— Quê? Anne! Você é uma médica pervertida! — Gwen

— A suja falando da mal lavada… Só que me faltava. — Anne

— O que você quis dizer com isso? — Gwen

— Exatamente o que você entendeu! Pegou no pau dele, e não foi por curiosidade, por que você sabia o que ele tem entre as pernas. Agora pare de encara o pau dele! — Anne

Gwen fecha os olhos e balança a cabeça como se dissesse não e retruca:

— Eu não… Não… Não estava encarando o pau dele! — Gwen

— Aham! Sei… Agora me ajude a secá-lo e vesti-lo com essas roupas e levá-lo para o quarto dele. — Anne

Anne se debruça sobre a banheira e seca ele pela frente, Gwen segura ele, depois seca as costas e logo Gwen ergue ele, segurando pelas axilas, enquanto Anne terminava de secá-lo:

— A gente não deveria ter feito isso. — Gwen

Anne levanta a cabeça e quase bate no pênis dele, ela desvia e olha nos olhos de Gwen:

— Vai começar de novo com esse papo? — Anne

— Eu to me sentindo uma abusadora, me sinto culpada. — Gwen

— Ele pode ficar doente se fosse dormir naquele estado. — Anne

— Ok… Mas ainda me sinto culpada. — Gwen

— Claro, você quis tirar a certeza de algo obvio. Agora vai ter que lidar com a sua consciência. — Anne

Elas terminam de secá-lo e começam a vesti-lo. Ao terminarem, Gwen carrega ele até a entrada e pergunta se ela não iria chamar o Sir Elric, ela responde que não quer incomodar o sono dele. Gwen fica com raiva e fala que estava com dor nas costas, e cobra de Anne dizendo que ela tinha prometido, em contra-ataque, Anne diz que não tinha prometido, mas que disse que poderia chamar ele. Quando elas se aproximam da porta, veem um homem no escuro indo em direção a porta, ele abre e Anne diz:

— Ge-general? O que o senhor faz acordado tão tarde? — Anne

— O que vocês duas estavam aprontando? — General Gregorious Mantelar

— Se-senhor… Eu e Gwen estávamos levando o Fox para o quarto dele. Nada demais. — Anne

O general se aproxima e sente o cheiro:

— Percebi que vocês estavam dando banho nele. — General Gregorious Mantelar

— Quê? Co-como você sabe disso? Digo… Cof! Cof! General, eu jamais tocaria no corpo de Fox sem a permissão dele. — Anne

— Anne! Não minta para mim! — General Gregorious Mantelar

— Desculpa general… Fox fez as 115 mil flexões, estava exausto demais a ponto de desmaiar, e eu não poderia, como médica dele, deixa-lo dormir naquele estado. Ele poderia acabar ficando doente, então eu e Gwen trouxemos ele para um banho. Eu sei que eu amo tocar o corpo gostoso dele, mas eu juro que foi por questões de saúde. — Anne choramingando.

— Senhor, com todo respeito, pode chamar alguém para carregá-lo? Eu estou com dor nas costas, já carreguei ele de lá até aqui. — Gwen

— Sem problema, eu levo ele, Gwen, está tarde, se quiser, pode dormir lá em casa, não precisa voltar para sua casa na Capital. — General Gregorious Mantelar

— Obrigada, mas tenho que recusar esse pedido. Eu sei me cuidar e vou para casa mesmo assim. — Gwen — Se eu aceitasse e o Mark descobrisse, ele iria me matar, por isso é melhor eu recusar.

— Tudo bem, se é assim que você quer, vá com cuidado. Até amanhã. — General Gregorious Mantelar

Gwen entrega Fox para o General e se despede:

— Tchau senhor, até amanhã. — Gwen sai do local.

— Anne. — General Gregorious Mantelar

— Hai! — Anne

— Vai dormir! — General Gregorious Mantelar

— Ah… O senhor não quer que eu te acom… — Anne é interrompida

— Para a sua cama, agora! — General Gregorious Mantelar

— Ok… Senhor. — Anne entristecida.

— E quero amanhã de manhã, relatório da punição na minha mesa. — General Gregorious Mantelar

— O senhor quis dizer amanhã, ou hoje nessa manhã? — Anne

— Você entendeu bem! — General Gregorious Mantelar

— Hai! — Anne bate continência e sai.

— É garotão, só deus sabe o que você passou naquele banheiro, e as meninas também. — General Gregorious Mantelar

Na manhã, Fox acorda todo dolorido, sente cheiro de banho tomado e se pergunta:

— O que aconteceu? Eu me lembro de terminar as flexões, mas não lembro de ter tomado banho e vestido meu pijama. — Silver Fox

Anne entra no quarto com uma bandeja com o café da manhã:

— Bom dia, Foxy! Dormiu bem? — Anne

— Anne? O que você está fazendo aqui? — Silver Fox

— Eu vim te ajudar a comer bem e a fazer outras tarefas. Dãr! — Anne

— Quê? — Silver Fox

— Obviamente, você nem tem forças para se mexer. — Anne

— Anne… O que aconteceu depois que eu terminei as flexões? — Silver Fox

Anne fica com vergonha e responde:

— Depois? Éam… Você desmaiou. — Anne

— Como vim parar aqui? — Silver Fox

— O general te trouxe. — Anne responde aliviada.

— O general? E porque eu estou cheirando a sabonete? — Silver Fox

— Éam… — Anne ficou vermelha.

— Aaaaanneeeeeeee? — Silver Fox fica desconfiado.

— Quê? — Anne

— O que você fez? — Silver Fox

— Ok… Ok… Eu… Eu… Eu e a Gwen te demos banho. — Anne fica morrendo de vergonha.

— Ah! Bom… Menos mal… — Silver Fox

Anne estranha a reação dele e questiona:

 

— Como assim menos mal? — Anne

— Prefiro ser lavado por mulheres, né? Dãr! — Silver Fox

— Ah! Entendi… — Anne fala aliviada.

— Mas quando eu recuperar meus movimentos, eu vou te bater! — Silver Fox

— Quê? Por quê? ­— Anne

— Pensa que eu não sei que eu fui tocado por vocês? Suas aproveitadoras! Vou punir as duas! — Silver Fox

— Tocado? E como você esperava que a gente te desse banho? Não tem como não fazer isso sem te tocar. — Anne fala rapidamente.

— Como não? Esponja, esfregão… Sabe… Não é difícil usar a cabeça. — Silver Fox — Usar a cabeça? Isso foi estranho para o papo que estamos tendo.

Anne vira o rosto, coloca a bandeja na escrivaninha do lado da cama e responde:

— Eu não tinha pensado nisso, fora que se eu usasse um esfregão, eu poderia te machucar… Então eu acho mais viável as próprias mãos… — Anne faz bico.

— Você não tem jeito mesmo… — Silver Fox

Anne ajuda Fox a se sentar na cama, ela senta do lado e começa a alimentá-lo. Até que ele decide dizer algo:

— Olha só pra mim… devo ter passado mais tempo em cama do que em ação. Isso é deplorável. —­ Silver Fox

— Oh! Não diga isso, Foxy, você é um forte guerreiro. — Anne

— Já se passaram quase 400 dias desde que conheci Elisabeth, quantos dias eu passei hospitalizado? Quantos comas eu já entrei? Quantas vezes eu desmaiei? E nesse intervalo de 400 dias, eu quebrei mais ossos do que a quantidade de ossos que tenho no meu corpo. Isso porque eu quebrei de novo os mesmos ossos. E olha que eu nunca tinha quebrado um osso antes de tudo isso. Quase morri 3 ou 4 vezes dentro desse período, fora as outras vezes que quase morri. E agora estou com meus músculos totalmente doloridos. Só porque decidimos pagar a punição no mesmo dia. Agora tenho mais 5 dias de descanso. — Silver Fox

— Foxy… Não se puna… 400 dias…  Idaí? À 400 dias atrás, você era mais fraco, seu corpo estava completamente fraco. Você está recuperando o seu forte e esbelto corpo atlético que você tinha. Talvez se você não tivesse parado de praticar esportes, você não teria ficado em condições tão míseras como ficou. Mas agora, você é o raposão gostosão que atraí as gatinhas. Então aproveita essa fase. — Anne

— Aproveita? Acha que eu não percebi o que você quis dizer? — Silver Fox

— Olha… Quer pegar as gurias? Pegue, não quer? Não pegue, mas existem outras coisas que você pode aproveitar. — Anne

— Tipo? — Silver Fox

Anne olha para os lados, procurando uma resposta perfeita para a pergunta quando ela achava não ter resposta ela diz:

— Se divertindo com coisas que você gosta de fazer. — Anne

Fox se esforça consegue com a mão esquerda, aproximar o rosto de Anne, ele dá um beijinho na bochecha, perde as forças, sua mão cai nos seios dela e ela segura o braço, mantendo a mão dele estacionada sobre os seios:

— Éam… Não era para minha mão parar ai. — Silver Fox

Anne ri e retruca:

— Eu sei, mas vai ver, era pra ela cair aqui mesmo que você não queira. — Anne

— Idiota… — Silver Fox ri.

Anne ri, segura a mão dele com as duas mãos, pressionando contra os seios e dá um beijinho no rosto dele, depois ela coloca a mão dele sobre a perna dele e se levanta da cama:

— Onde você vai? — Silver Fox

Anne se agacha e pega um pedacinho de pão que estava no chão, Fox ao ver a calcinha aparecendo por causa da minissaia, desvia o olhar para a parede ao lado dele e escuta ela dizendo:

— Apenas vou limpar a sujeira do seu quarto. — Anne

— Você não está adequadamente vestida para esse tipo de serviço… — Silver Fox

— O que você quer dizer com isso? — Anne se levanta, coloca o pedacinho de pão na bandeja e se vira.

— Dá pra ver sua calcinha quando você se agacha… — Silver Fox

Anne se curva para ele quando ele olha para ela, ele olha pros seios dela e depois para o rosto dela próximo demais:

— Eu não ligo. — Anne fala sorrindo com o rosto avermelhado.

— Você é uma médica muito safada e sem vergonha. — Silver Fox vira de novo para a parede.

Anne coloca o joelho na cama, abraça ele e encosta a cabeça dele nos seios e com muita safadeza replica:

— Eu sou a sua médica, e nesse momento, eu não me importo de ser sua empregada, servente pessoal. Então fique tranquilo, querido, eu vou cuidar muito bem de você. — Anne

— Oferecida demais… — Silver Fox

Anne cochicha na orelha de Fox com uma voz sexy e tendenciosa:

— Se você não conseguir tomar banho sozinho hoje, eu te ajudo com todo o prazer. Pode deixar que eu esfrego bem o seu pau com muito carinho. — Anne passa a mão na virilha dele.

— Assim fica difícil até para mim. — Silver Fox

Anne ri e Fox afirma:

— É mais fácil pedir perdão do que permissão. — Silver Fox

Anne vira a cabeça e indaga:

— Oi? O que você quis dizer? — Anne tira a mão.

— Eu quis dizer que é mais fácil cometer erros e depois pedir desculpas do que pedir permissão para fazer as coisas, mesmo que sejam erradas. — Silver Fox

— Ah… Saquei… — Anne

— Recepção! — Silver Fox

— Levantamento! — Anne

— Corte! — Silver Fox

— Bloqueio! — Anne

— Manchete! — Silver Fox

— Levantamento! — Anne

— Corte! — Silver Fox

— Ponto para o Fox! — Anne

Os dois riem e Anne continua:

— E assim Fox vence o jogo, agora que tal receber o seu prêmio? — Anne

— Espertinha… Mas não. — Silver Fox

— Cala a boca, vou fazer massagem nas suas costas mesmo assim. — Anne

Anne vira o Fox com força e o deita na cama dele, começa a fazer massagem:

— A ideia é fazer massagem mesmo ou me quebrar? — Silver Fox

— Shiu! — Anne

Anne faz massagem no Fox, cuida dele e ajuda ele com atividades e necessidades básicas. No dia seguinte ele já consegue se mover bem e no quinto dia, Fox e Anne estavam andando em direção ao castelo quando percebem um nobre entrando apressado:

— O que será que está acontecendo? — Silver Fox

— Não sei, mas era um dos apoiadores de Mark. Ele é um dos nobres que seguem a causa perdida de Thor, dão recursos e coisas do tipo. — Anne

— Vamos investigar? — Silver Fox

— Não, ele vai entrar na sala do general, não podemos invadir. — Anne

— Bom, então eu vou falar com a Melinda e depois vou para a Capital. Quer me acompanhar? — Silver Fox

— Hai! Vou aonde você quiser ir. — Anne

— Até mesmo no puteiro? — Silver Fox questiona debochando dela.

— O que você vai fazer no puteiro? — Anne pergunta com inocência.

— Ah… Sei lá… Pensei muito sobre o que você falou sobre aproveitar, então o que acha que vou fazer no puteiro? Comer putas, ué! — Silver Fox fica rindo.

— Quê? Não foi isso que eu quis dizer… Quer dizer, mais ou menos… Quer dizer… Não precisa se envolver com aquelas mulheres promíscuas… Digo… Bom… Transa comigo! — Anne sem jeito dizendo as coisas com a voz fraca, no final, acaba pedindo com voz alta.

Alguns legionários escutam e encaram os dois, Fox coloca a mão esquerda na boca dela e a direita atrás da cabeça dela:

— Eu só estava brincando, não vou no puteiro. — Silver Fox

Anne fica com vergonha e esconde o rosto com as mãos:

— Foxy malvado! — Anne fala com uma voz fofa e triste.

O nobre chega na sala do general e é recepcionado com um sorriso no rosto:

— Como posso ajudar um dos meus maiores contribuintes? — General Mark Van Thor

— As ameaças não param! Eu quero aumentar minha segurança, ontem à noite recebi uma carta descrevendo como minha segurança seria derrubada. Olhe essa carta! Minha família está desesperada! — Nobre

O general pega a carta e começa a ler, ao terminar ele afirma:

— Não se preocupe, meu caro amigo Marcus, vou providenciar os melhores disponíveis para cuidarem da sua segurança. — General Mark Van Thor

— Os melhores disponíveis? EU QUERO O MELHOR DISPONÍVEL! Não se esqueça que se eu ou minha família formos feridos ou mortos sobre a sua proteção, você perderá todo o apoio da classe nobre. Minha vida está em risco e você tem a obrigação de acabar com isso de uma vez! — Marcus

— Eu sei, Marcus Vinícius Goldman, estamos investigando, mais algo que eu possa fazer por você? Ou é só isso? — General Mark Van Thor

— Thor, eu quero o seu melhor homem, como é o nome dele? Aquele cara que matou os Ninjas de Kuzei. O nome dele era… Silver Fox! Eu quero ele fazendo a minha proteção pessoal. Fiquei sabendo que ele fez um serviço muito bom de escolta, protegendo a família Lemound de Blauville. — Marcus Vinícius Goldman

— Então foi isso que ele fez na última missão, escoltou os Lemound para cá. Deve ter descoberto sobre Elisabeth… Não posso mandar ele para a casa dos Goldman… Preciso realocar… — General Mark Van Thor

— Fox ainda é seu subordinado, não é? — Marcus Vinícius Goldman

— Infelizmente não posso dispor ele para uma missão de risco dessas. O conselho vai me tirar ele se eu… — General Mark Van Thor é interrompido.

— MISSÃO DE RISCO? E A ESCOLTA DE LEMOUND? NÃO FOI UMA MISSÃO PERIGOSA? QUE PORRA VOCÊ ESTÁ QUERENDO ME DIZER? HEIN, GENERAL? — Marcus Vinícius Goldman

— Fique calmo, Marcus, as coisas são muito mais complicadas do que parecem. Eu… — General Mark Van Thor é atravessado de novo.

— COMPLICADAS? ENTÃO DESCOMPLIQUE, EU QUERO ELE NA MINHA CASA O MAIS BREVE POSSÍVEL OU IREMOS RETIRAR SEUS RECURSOS! HÁ 3 DIAS, NÓS PERDEMOS UM CARREGAMENTO! SUAS INVESTIGAÇÕES NÃO ESTÃO INDO A LUGAR NENHUM! MAS A MINHA PROTEÇÃO É SUA PRIORIDADE! — Marcus Vinícius Goldman se vira, sai da sala batendo à porta:

O general segue ele e grita ao abrir a porta:

— Em dois dias ele estará na sua casa! — General Mark Van Thor

General volta para sua cadeira e pensa:

— Merda! Esse bossal vem aqui exigindo ordens como se fosse dono da legião… Eu espero que essa missão de proteção não tenha riscos até eu convencer que tenho homens melhores para essa missão. Se Fox não se machucar, eu poderei continuar com ele. Vou ter que torcer para que nada de ruim aconteça. Puta que pariu, Goldman, vai toma no meio do olho do seu cu! Eu sempre cuidei bem de sua família e agora você me trata assim por causa de malditos terroristas! — General Mark Van Thor

Gwen entra na sala e diz que está pronta para reportar algumas coisas que descobriu sobre Fox, mas eram poucas informações, ela diz o que sabe, mas guarda algumas informações:

— O que está escondendo? — General Mark Van Thor

— Informações irrelevantes para o senhor, nada demais. — Gwen

— Toda informação é importante! Informação é poder, como Klo dizia. Então me diga, o que você sabe. — General Mark Van Thor

— Tudo bem… Depois não venha reclamar… — Gwen ri e continua — Silver Fox tem um corpo firme e gostoso, e um pau grande.

— Quê? — General Mark Van Thor

— Esses dias eu e Anne demos banho nele depois dele desmaiar de exaustão após mais de 35 horas fazendo flexões com pequenos intervalos de descanso. — Gwen

— Para! Para! Para! Me poupe desses detalhes! Isso foi informação irrelevante. Não me importa se você viu, tocou no pau dele, e nem se você deu pra ele, nem quantas horas vocês transaram ou quantas vezes ele te comeu. Chega! — General Mark Van Thor

Gwen riu e contestou:

— Eu só vi, nunca transei com ele e eu tinha avisado que era irrelevante. Por isso, confie em mim quando eu digo que são informações inúteis, desnecessárias, irrelevantes. — Gwen cai na gargalhada.

— Eu não esperava que era esse tipo de informação. Agora o que é tão engraçado para você? — General Mark Van Thor

— Nada — Gwen ficou séria.

— A família Lemound ainda está aqui? — General Mark Van Thor

— Sim, eles estão numa conferência aqui na Capital, vão ficar ainda mais 15 dias, por quê? — Gwen

— Descubra tudo sobre a missão de escolta da família Lemound. Acredito que foi Silver Fox que escoltou eles. — General Mark Van Thor

— Como você sabe disso? Não costumam manter esse tipo de informação sigilosa? — Gwen

— Foi Marcus Goldman que me falou. Sabe como esses nobres gostam de se mostrar uns pros outros. E falam sobre coisas que não deveriam falar para a própria segurança deles. — General Mark Van Thor

— Bom… Se foi Fox que escoltou a família Lemound, isso explica como ele pode ter descoberto sobre Elisabeth, mas acredito que ele não vai fazer a escolta de volta. Pois agora ele vai fazer missões com o senhor. ­— Gwen

— Esse é o problema, Goldman exigiu que eu colocasse o Fox para cuidar da segurança da família dele contra aquelas ameaças que ele começou a receber a mais de 20 dias. — General Mark Van Thor

— Mas isso é um problema, se ele for para a família Goldman, ele vai acabar descobrindo tudo. O que você pretende fazer? — Gwen

— Tentar realocar. É a solução. Convencer ele que outros legionários são mais qualificados para isso, antes que ele descubra tudo. Vou passar esses dois dias tentando resolver isso antes de mandar o Fox. — General Mark Van Thor

— Fox tem um bom jeito com crianças, e isso vai ajudar ele a descobrir coisas que não deveria. Sabe disso né? Crianças contam coisas que não deveriam. — Gwen

— Além de que ele pode acabar bisbilhotando os documentos do escritório de Goldman. Agora faça o que eu te pedi, se aproxime dos Lemound e faça eles contarem tudo sobre a escolta. — General Mark Van Thor

— Claro, vou me passar de oficial da corregedoria, para pegar os depoimentos para comparar com o relatório. — Gwen

— Sempre com ideias inteligentes. Faça isso. — General Mark Van Thor


Notas Finais


E chegamos ao final de mais um capítulo, desta vez, um capitulo caliente, picante hehehe

E não percam na próxima semana, Capítulo 24 - A casa caiu parte 1

Até a próxima, com carinho:
Ninetales Raposo


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