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História O Criador de Armas - Contenção - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Eai galera, desculpa esse tempo off-line, tive vários problemas, minha mãe foi internada, problemas com a internet e luz em casa. Então decidi postar dois capítulos hoje e mais dois na semana que vem, pode ser?

Boa leitura.

Capítulo 27 - Capítulo 25 A casa caiu parte II


— Bom, agora eu vou te explicar porque o general Gregorious Mantelar é o meu general. Sabe aquela humilhação em que o general babaca do Mark me fez colocar essa porcaria de coleira? — Silver Fox

— Sim, saiu nos jornais. — Elisabeth

— Então… Ele acabou sendo punido, e uma das punições fez ele perder a minha guarda. Então o General Gregorious Mantelar, me apadrinhou, Fui graduado com ele, aliás, foi Melinda que me descobriu, então nada mais justo que o general Mantelar ser meu padrinho e ter a minha guarda. — Silver Fox

— Mas isso não fez essa coleira ser retirada. E porque desde o início não era ele que ia te apadrinhar? — Elisabeth

— Mantelar estava de férias, então não podia apadrinhar ninguém, e o babaca se aproveitou disso para tentar me roubar de Mantelar. Conseguiu a permissão e tals. Mas isso durou pouco. E sobre a coleira, o conselho decidiu manter ela em mim. Caso precisem. Pois eu demonstrei cometer algumas insubordinações. — Silver Fox

— Acho que você deveria obedecer mais seus superiores, mesmo que eles estejam errados. — Elisabeth

— Se eu fizesse isso, eu estaria morto agora. Mas tem mais um detalhe. — Silver Fox

— O que foi… Digamos que eu não gostei nem um pouco dos generais me tratando como um objeto, e hipoteticamente eu acabei gritando com eles… — Silver Fox

— Hipoteticamente falando, no que isso deu? — Elisabeth

— Hipoteticamente falando, eu virei um filho de pais separados, com guarda compartilhada. — Silver Fox

— Como assim? Não entendi? — Elisabeth

— Minha punição foi ter guarda compartilhada, 90 dias eu opero sobre as ordens de Mantelar, e 90 dias eu opero sobre as ordens de Mark. Só que Mark não pode me manter em missões longas, e Mantelar pode me manter em missões que expirem o prazo, que foi o caso de Blauville. Acabei ficando 110 dias sobre as ordens de Mantelar. E em contra partida, Mark não pode pedir para ficar 110 dias comigo, apenas 90. — Silver Fox

Elisabeth riu e falou:

— Você tá brincando comigo, né? — Elisabeth

Silver Fox passou a mão esquerda na coxa dela e beijou o pescoço dela:

— Digamos que eu estou meio livre. — Silver Fox

— Então agora, você está nos 90 dias com Mark? — Elisabeth

— Falando desse jeito, parece que tenho um caso. — Silver Fox

Ela riu e ele foi para cima dela, abraçou e beijou a bochecha dela:

— Então vamos aproveitar a minha liberdade, e a paz nesse lugar e fazer coisa de gente grande. — Silver Fox

— Correção! Meia liberdade, mas se bem que você não está sobre o comando de Mantelar agora, então seria a mesma coisa que dizer que você está meio preso. Certo? Nesse caso… — Elisabeth

— Nesse caso… Então a gente poderia fazer meio sexo? — Silver Fox

— Não existe meio sexo. Ou você transa ou não transa. — Elisabeth

— Nem meia liberdade. Ou você é livre ou não é. — Silver Fox

— Na verdade você pode estar meio livre sim, é como estar livre mas com limitações. — Elisabeth

— Então existe meio sexo, é como fazer sexo, só que com limitações. — Silver Fox

Elisabeth morde os lábios, ri:

— Espertinho. — Elisabeth

— Espertinho? Só isso? Eu fui um gênio, deveria reconhecer minha genialidade. Eu penso muito bem com a cabeça. — Silver Fox

— Só se for genialidade da cabeça de baixo… — Elisabeth

— Pô! Sacanagem isso. — Silver Fox

— Sexo com limitações… Então vamos transar sem tirar as roupas. — Elisabeth

— Mas sexo com roupas não é sexo. — Silver Fox

— Assim como liberdade com limitações não é liberdade. — Elisabeth

— Bom… Então você chegou na mesma conclusão que eu. Não existe meia liberdade. — Silver Fox

— Pera! Errei… Não… Deu nó… Me confundi. — Elisabeth cai na gargalhada.

— Mais uma coisa, se o Mark me designar para uma missão perigosa e minha vida correr riscos, então ele perde a guarda e eu só irei trabalhar para o Mantelar. Legal, né? — Silver Fox

Fox fecha a mão e apoia o rosto nos dedos olhando para ela e fazendo uma carinha como se dissesse que ele era um gênio, ela coloca as mãos sobre a cabeça dele e começa a revirar o cabelo dele com força:

— Ai! Tá doendo. — Silver Fox

— Sacana você… Idiota. — Elisabeth

Silver Fox se joga em cima dela e fala:

— Sim, sou idiota, mas eu posso ser o seu idiota. — Silver Fox

Ela dá um selinho nele e ele diz:

— Wow! Nossa, que saudades da sua boca encostando na minha, é uma sensação tão maravilhosa, como se estivéssemos em sintonia. É algo mágico, lindo. Eu te amo tanto Elisabeth! — Silver Fox falou com olhos brilhando e molhados.

Ele agarra ela com jeito e começa a beijá-la, puxa ela mais para baixo, ajeita os travesseiros e deita sobre ela:

— Espera! Estou esquecendo de algo! — Silver Fox

— Que foi? — Elisabeth

Fox sem sair da cama, apoia as mãos no chão, pega uma caixa debaixo da cama, coloca em cima da cama e fala:

— Lembra aquele artista que disse que a gente formava um belo casal? Eu descobri que ele é daqui da Capital, e eu encontrei com ele. Fiz um pedido para ele hoje mais cedo. E comprei um presentinho para você. Senta na cama e fecha os olhos. — Silver Fox

Ela se senta e fecha os olhos, ele abre a caixa, coloca o colar na boca, passa as mãos pelo pescoço dela e prende o colar, depois com a mão esquerda, ele desce o colar até encostar na pele dela:

— Ai! Que geladinho. — Elisabeth

Silver Fox dá um longo beijo e diz que ela pode abrir, ela abre os olhos, olha para baixo, pega o colar, abre ele, vê o retrato dos dois juntos, ela chora e abraça ele:

— Isso é tão fofo. — Elisabeth

— Hoje fazem 405 dias que a gente se conheceu. Era uma terça feira, 12 do 01 de 210. Hoje é sexta, 18 do 13 de 210. Mais de 19440 horas que a gente se conhece. Faz muito tempo. — Silver Fox

— Eu não acredito… Você está contando? — Elisabeth pergunta sorrindo.

— Eu contando? Neam… Eu não faço essas coisas de cachorrinho apaixonado, eu sou uma raposa de respeito. — Silver Fox brinca.

— Bobinho… — Elisabeth

— Mas eu sou o seu bobinho. — Silver Fox

— Bebê. — Elisabeth

Silver Fox apalpa os seios dela e enfia o rosto neles dizendo:

— Deixa eu mamar, então! — Silver Fox

— Espera! ­— Elisabeth segura o rosto dele, levanta e continua — Bom… Eu não posso sair daqui, senão eu compraria um presentinho para você, mas já que não tem como eu comprar um presentinho, eu tive uma ideia, assim como você, ideia genial. Mas eu quero que você feche os olhos. — Elisabeth

Silver Fox se enfiou debaixo das cobertas e falou:

— Manda V! Eu vou esperar aqui debaixo das cobertas sem enxergar nada. Então pode preparar a surpresa. — Silver Fox fala entusiasmado.

— Não espia, vai estragar a surpresa! — Elisabeth

— Fica tranquila, não vou espiar. — Silver Fox

Elisabeth sai da cama, mexe no armário, demora um tempo, quando ela fica pronta, ela pede para ele sair debaixo das cobertas, mas sem abrir os olhos, ele sai, fica sentado na cama, ela vai até a porta, tranca, e depois caminha até ele:

— Esse barulhinho de sapatinho no chão, o que você está vestindo? Espero que seja algo fofo, ou sexy, ou os dois. Ah! To curioso. — Silver Fox se senta na borda da cama.

Ela com um movimento suave, colocou a mão embaixo do queixo dele e falou com uma voz Sexy:

— Pode abrir os seus olhos, mestre! — Elisabeth

Fox quase delira com a voz dela, abre os olhos lentamente e quando enxerga ela próxima dele, abre bem a boca e arregala os olhos, a baba começa a escorrer, ela limpa e fala:

— Mestre, o senhor está babando. — Elisabeth

Ele coloca as mãos na boca com as pontas dos dedos cobrindo todo o nariz:

— Minha nossa, LIS! Você está muito GOSTOSA! Assim você mata o seu mestre. Que fantasia é essa? Não sabia que você era dessas coisas. — Silver Fox fala muito empolgado

— Ah! Se você não gostou disso, eu posso me trocar. — Elisabeth

— Não gostei? Onde eu disse isso? Olha esse decotão, e esse vestido de empregada com minissaia muito curta, mas o batom vermelho e a fita de cetim vermelha amarrada no seu cabelo dão um toque muito especial e erótico. Você não usou esse no seu trabalho né? — Silver Fox — Esse uniforme é mais vulgar que o que ela usou antes.

— Não quer aproveitar? — Elisabeth

— Querer eu quero, mas você está tão magnificamente picante que dá pena só de pensar como eu vou te descabelar e borrar a sua maquiagem. — Silver Fox

— To perdendo a vontade… — Elisabeth

Silver Fox olha para os lados, pega ela pela cintura, e puxa para cima do colo dele, beija ela pelo pescoço enquanto passa as mãos e arranha as costas dela, ela num ato de sintonia e reciprocidade arranha as costas dele com mais força, ele desce as mãos até a cintura e conduz ela a fazer um movimento com a cintura e pernas de vai e vem, as coisas esquentaram muito rapidamente, ele abraça ela, enfia o rosto nos seios dela e aperta as coxas dela, ela morde a orelha dele enquanto acaricia e faz cafuné na cabeça dele. Toda vez que a boca dele fica desocupada por um breve momento, ele aproveita para chamar ela de gostosa, safada e apelidos pejorativos e ela no mesmo ato de reciprocidade rebate os apelidos, apimentando bastante o momento.

Eles se beijam muito enquanto ela tira a bermuda do pijama dele e ele solta os seios do decote e apalpa eles, ela beija o pescoço dele e arranha as costas, depois ele chupa os seios dela enquanto mantém os movimentos de vai e vem lentos. Ele bate na bunda dela e apalpa em sequência, depois dá tapinhas nas coxas dela também e pressiona.

Ela retira a camiseta do pijama dele, e ele vai removendo a calcinha dela por baixo da minissaia, depois ele volta a chupar os seios dela enquanto ela remove a cueca dele, ele tira as luvas dela. Enquanto eles se beijam, ele passa a mão suavemente na vagina dela com cuidado para não machucá-la com suas garras, ele fecha o punho escondendo todas as garras, o dedão passando a garra por baixo do indicador direito, ele massageia com a dobra do dedo a vagina dela enquanto ela com a mão direita, pega o pênis dele e começa a masturbá-lo um pouco. Ela sente a cabeça do pau dele bem molhadinha e fala:

— Acho que tem algo aqui em baixo bem molhado. — Elisabeth

— Sim, eu libero bastante lubrificante natural, mas não é só eu que estou bem lubrificado. — Silver Fox

— Safado! — Elisabeth

— Delícia! Põe pra dentro! — Silver Fox

— Como desejar, mestre! — Elisabeth

— Rebola para mim! ­— Silver Fox

— Me fode a noite inteira, mestre! — Elisabeth

— Ah! Pode apostar que eu vou! — Silver Fox

Elisabeth coloca o pênis dele dentro de sua vagina e os dois começam o movimento de sobe e desce lentamente. Explorando prolongar o prazer numa perfeita sintonia e sincronismo. Ele dá tapas na bunda dela e apalpa, e pede para ela fechar um pouco a perna, fazendo com que a penetração fique um pouco mais difícil, mas em contrapartida, mais prazerosa. Ela geme de prazer, ele aperta os seios dela e ela aperta com força os braços dele:

— Isso é muito bom. — Elisabeth

— E vai ficar cada vez melhor. — Silver Fox

Ele conduz ela, deitando-a na cama e ficando por cima, ele chupa os peitos dela e recoloca a cabecinha do pênis dentro dela, ela esfrega as mãos nos cabelos dele. Ele começa a subir chupando o seios dela, depois beijando, chega no pescoço, ele com as mãos fecha um pouco as pernas dela, e conforme ele subia pelo pescoço para as bochechas e depois beijar a boca dela, ele também penetrava mais fundo. Ela continuava gemendo de prazer, e conforme o prazer aumentava, eles aceleravam gradativamente os movimentos. Ela liberou um pouco as pernas e ele começou a fazer o movimento de vai e vem com mais velocidade:

— Vai, me fode mais! — Elisabeth

Enquanto ele fazia o corpo dela todo balançar com o vai e vem, ele passava as mãos no corpo dela, e ela passava as mãos no corpo dele também:

— Isso! Isso! Vai! Não para! Continua! — Elisabeth

Até que Elisabeth, com as pernas, envolve o corpo dele, reduzindo o espaço que ele poderia fazer o movimento de vai e vem, ela abraça ele, respira fundo e solta um gemido de alívio como se estivesse segurando gemidos mais altos:

— Já chegou no orgasmo? — Silver Fox

— Já! — Elisabeth

— Posso concluir? — Silver Fox

— Pode. — Elisabeth abre as pernas e ele continua mais um pouco e para.

Quando ele para, ela segura ele com as pernas e braços de novo

— Então? — Silver Fox questiona rindo.

— Cala a boca! Gozou? — Elisabeth

— Dentro. Sério que você chegou no orgasmo antes de eu gozar? — Silver Fox

— Falei para calar a boca. — Elisabeth envergonhada.

Ele ri e pergunta se vai ter bis, ela responde que por ela está tudo bem. Ele coloca ela de pé fora da cama com as mãos apoiadas na cama, ele abraça ela por trás, beija as costas e começa remover as roupas dela, só deixa ela com a fita vermelha no cabelo, ele penetra nela e faz movimentos rápidos, depois vão para baixo da coberta, ele envolve ela com sua cauda, ela fica por cima, ele puxa e acaricia os cabelos dela enquanto ela beija o corpo dele, depois ele apalpa os seios dela enquanto ela coloca o pênis dele dentro dela e começa a fazer o movimento de sobe e desce.

Durante o segundo ato, Fox escuta um barulho estranho, como se algo tivesse quebrando, ele pede para ela parar, ela não para e diz que está tão bom, então ele diz:

— Espera! Escutei algo! — Silver Fox

Elisabeth se deitou sobre ele, ele virou o rosto para o lado e escutou barulhos vindo do andar superior, ele conduz ela para ela sair de cima dele:

— Elisabeth, eu vou verificar o que está acontecendo, quando eu sair por essa porta, eu quero que você tranque ela. — Silver Fox coloca a cueca e bermuda.

— O que está acontecendo? — Elisabeth.

— Não sei, é isso que eu vou verificar, se enrola ai na coberta e vem fechar a porta. — Silver Fox vai em direção a porta.

Elisabeth se enrola na coberta, corre até a porta, ele beija ela, destranca a porta, Elisabeth fecha a porta e tranca dizendo:

— Toma cuidado. — Elisabeth

— Não sou eu quem deva ter cuidado. E sim o cara que me fez pular da cama durante o bem bom. — Silver Fox

Fox vai correr em direção a escada dos fundos do corredor em formato de L, mas ele escuta passos vindo de cima do corredor, ele para olha para cima e percebe que os dois homens que estavam em cima pararam um de frente pro outro para conversar cochichando.

Ele envolve suas mãos em magia projetando uma espécie de manopla com garras, dá um salto e com as duas mãos ele atravessa o teto e o piso do andar de cima, deixando seus braços cobertos por quase 40 cm de madeira e concreto, agarra as pernas de um dos homens e puxa com tanta força que o chão dele cede e prende o meliante da cintura para baixo. O outro homem dá dois passos para trás e diz:

— Mas que porra é essa? — Invasor.

Então o mesmo se repete com ele, Fox deixou eles presos, ficou com os pés no teto se segurando no segundo homem que ele prendeu no chão. Ele pula virando o corpo para cair em pé no chão e dá outro impulso, atravessa o teto, dá um mortal de costas e pousa no chão com firmeza atrás do segundo invasor:

— Ora, ora… O que temos aqui? Dois invasores. A pergunta é, como conseguiram chegar tão alto? — Silver Fox

— Isso não é da sua conta! — Invasor de costas para Fox engole a seco.

— Eu estou muito de mal humor, então não sejam mal criados, ou vou rasgar a garganta de vocês. — Silver Fox respirando fundo e fala calmamente.

— Você não parece estar de mal humor. — Invasor de frente para Fox.

— É porque eu estou me segurando. Vocês atrapalharam a minha transa. Não tinha uma outra hora para fazer isso? — Silver Fox

— Dá pra perceber, pelo volume ai. Fora as marcas de batom. — Invasor de frente para Fox.

— Ah! Isso não… Eu já estou meio brochado. — Silver Fox aponta para o volume na bermuda.

— Pera! Quê? — Invasor de costas.

O som de um impulso é escutado por Fox vindo de trás dele, ele pula para a esquerda gira o corpo 180° e vê um punho fechado vindo em direção ao seu rosto, ele rapidamente bloqueia o soco com os dois braços, mas a força do golpe arremessa Fox, ele atravessa uma parede fina de madeira e cai sentado num vaso sanitário:

— Sério… Direto pro troninho? — Silver Fox

Como o terceiro andar estava em obras, estavam reorganizando e refazendo os cômodos, o lugar era escuro, tinha algumas paredes, pilares de sustentação e muita poeira, quando Fox atravessou a parede, levantou tanto pó, o invasor que o atingiu ficou olhando para a direção do Fox esperando ele sair do meio de toda a poeira. E antes da poeira baixar, Fox deu um poderoso impulso que tremeu aquele andar inteiro, Fox tentou atingir o invasor que estava de pé, ele desvia, gira e chuta Fox em direção a janela que estava quebrada, Fox gira o corpo, e com as mãos tenta se segurar na janela, mas a força era tanta que ele atravessou direto deixando a marca de suas garras nas bordas laterais da janela e cai rolando no telhado molhado pela chuva que estava caindo, ele escorrega e desaba do terceiro pavimento até o chão.

— Mandou bem chefe! — Invasor de frente para o chefe.

O chefe dos invasores se aproxima da janela, observa o lado de fora, não encontra Fox e vai em direção dos invasores presos no chão para ajudar a tirá-los. Enquanto isso Fox se levantava e saía de dentro dos arbustos que ele caiu, a bermuda dele engatou no galho do arbusto, ele segurou a parte do tecido engatada e puxou com força quebrando o galho e soltando a bermuda:

— Que droga, estou todo sujo e molhado. — Silver Fox

Fox pula em direção a uma árvore que chegava até o segundo pavimento, e deu outro impulso levando ele até a janela quebrada do terceiro pavimento, ele coloca as mãos nas bordas laterais e os pés bem na quina da borda interna da janela, dá um agressivo impulso em direção aquele invasor grande, fortão que estava de costas, ele se vira e Fox gira seu corpo no ar, acertando com sua cauda molhada no rosto do invasor, depois uma forte cotovelada no rosto, jogando o invasor para trás e para finalizar dá um giro rápido e acerta um chute de calcanhar no peito e abdome do invasor, jogando ele contra os dois bandidos presos no chão. Com o impacto os três atravessam o teto e caem no piso inferior.

Fox se agacha na borda do grande buraco, com os joelhos altos e dobrados, e suas mãos no chão entre os dois pés ele observa atento os bandidos no chão, depois cai para o piso inferior, aterrissa encostando o joelho direito no chão e as duas mãos em sequência. O chefe dos bandidos se levanta ao mesmo tempo que Fox, eles se encaram:

— Eles morreram, mas amorteceram a sua queda. — Silver Fox provoca.

— Eu vou fazer você pagar caro por isso. — Chefe dos Invasores retruca.

— Engraçado, você comete crime de invasão, agride um legionário, que é outro crime e sou eu quem devo ser punido? — Silver Fox o irrita novamente.

O chefe dos invasores grita e corre em direção ao Fox, os dois começam a trocar golpes e bloquear os golpes um do outro, Fox tenta dar uma rasteira, o bandido pula e acerta um chute no rosto dele. Ele rola para pegar distância e reagir, quando as crianças saem assustadas de seus quartos, os guardas aparecem pela porta da escadaria da frente e pela escadaria dos fundos:

— Crianças, corram para o quarto de seus pais! ­— Silver Fox corre em direção ao Chefe dos bandidos.

As crianças correram, mas o chefe alcançou a menina, Fox alcançou eles e o chefe girou o corpo e acertou um chute jogando Fox contra os 3 guardas que estavam na porta da escadaria da frente, os guardas caem rolando da escadaria e Fox atravessa o corrimão e cai no centro do Hall de entrada.

O bandido ordenou que os guardas se afastassem ou ele mataria a menina, o garoto conseguiu entrar correndo no quarto dos pais, o bandido começou a andar em direção ao quarto dos pais, enquanto Fox se levantava dolorido e deu um salto do Hall de entrada até o corredor, passando direto pela porta onde ele tinha atravessado, o vilão se vira e aponta a faca para Fox:

— Se afaste ou eu matarei ela! Eu não estou brincando! — Chefe dos invasores coloca a ponta da faca no pescoço da criança.

Silver Fox balança rapidamente a mão trazendo ela de trás da cabeça para a frente com tanta velocidade enquanto projetava um chicote de energia, o chicote se enrola na faca, Fox puxa a faca, e dá um impulso em direção ao bandido. Ele joga a menina no chão, eles voltam a trocar golpes no corretor, a menina corre em direção a escadaria dos fundos, Fox diz para um dos criados que abraçou a menina para levá-la dali em segurança Fox tenta atrair o bandido para longe do quarto dos Goldman, os dois trocam mais golpes, o criado pega a menina no colo, quando o chefe dos bandidos usa o braço esquerdo para enforcar Fox contra a parede enquanto puxava um objeto metálico com partes de madeira na parte que segura, Fox observa o formato e repara que se parece com uma arma que ele leu num livro, o chefe aponta em direção ao criado e a menina, Fox coloca a mão sobre a arma e aciona a trava de segurança:

— Não no meu turno! — Silver Fox dá uma joelhada e tosse.

Fox recebe um soco no rosto, perde o equilíbrio, o bandido solta a trava, aponta aquela arma para Fox, que tenta projetar um escudo de força, mas o bandido foi mais rápido e dispara contra o abdome de Fox. O som alto do disparo assusta a todos ali presentes, Elisabeth em seu quarto ficou completamente espantada e com medo, após escutar tantos estrondos e sons de pancadaria, esse foi o som que mais a assombrou naquela noite. O projétil atravessou o corpo de Fox, ele geme de dor, coloca as mãos no ferimento de entrada, dá alguns passos para trás e cai no chão, quase sem forças, Silver Fox fala baixinho e pausadamente:

— Me… Melina, traz a Anne, urgente! — Silver Fox.

O chefe dos bandidos vai em direção ao quarto dos Goldman, e quando passa por Fox, ele pisoteia o rosto de Fox dizendo que fez desperdiçar munição, Fox apaga. O bandido entra no quarto e prepara a arma para o segundo tiro, enquanto nos delírios de Fox, ele enxerga Elisabeth:

— Elisabeth? O que faz aqui? — Silver Fox num campo de flores brancas.

— Você tem uma missão, então cumpra! — Elisabeth

Fox acorda, puxa muito ar, e sai andando com o braço direito apoiado na parede, ele entra no quarto. A primeira parte do quarto é como uma salinha pequena, a direita tem um banheiro, e para frente o quarto, ele pega um vaso da salinha e vai andando até passar a parede fina que separa a salinha do quarto com o ambiente próprio do quarto, onde estava os Goldman junto com seu filho abraçados e com medo em cima da cama, olhando o bandido terminando de ajeitar a arma. Fox não consegue escutar a conversa dos dois, estava recobrando seus sentidos, Fox grita:

— Hey! — Silver Fox

O bandido se vira apontando a arma junto, e um vaso atinge a cabeça do Chefe, ele derruba a arma e cambaleia atordoado para trás:

— Meu vaso valioso! — Marcus Vinícius Goldman

Vitória Goldman dá um soco no braço dele encara e fala:

— Poderia ser sua vida! — Vitória Goldman fala irritada.

O chefe dos bandidos recobra os sentidos, corre para pegar a arma, Fox apoiando o ombro direito na porta, aponta a mão direita como se fizesse uma arma com os dedos, o bandido pega a arma e aponta para Fox, Fox dispara energia mágica pela ponta do dedo indicador, atingindo o ombro, o bandido vira o corpo e perde a mira derrubando a arma no chão e disparando contra um quadro do quarto:

— Precisa de muito mais do que um disparo de arma de fogo para me parar. Agora será o seu fim — Silver Fox cambaleia em direção ao bandido.

Enquanto Fox disparava contra o bandido ele dizia bang, deu três disparos no peito e um na cabeça. Fox se vira para a família Goldman, os guardas se aproximam do quarto:

— Estão a salvo. — Silver Fox cai de joelhos e depois cai no chão.

Melinda e Anne se teleportam para próximo de Fox, Anne vira o corpo de Fox e começa a prestar os primeiros socorros, depois Elisabeth entra no quarto, vê Fox naquele estado corre até ele e fica de joelhos segurando as mãos dele:

— Qual é o estado dele? — Elisabeth pergunta chorando.

— Grave, vamos ter que levá-lo direto para a cirurgia, nunca vi um ferimento desses, além de reconstruir o rim esquerdo dele e parte do intestino, vamos ter que parar a hemorragia. Melinda, nos teleporte! — Anne

— Eu quero ir junto! — Elisabeth

Melinda teleporta Anne e Fox para a sala de cirurgia e ela própria com Elisabeth para a sala de espera:

— Que surpresa, ele encontrou você. — Melinda

— Tudo o que ele queria essa noite era aproveitar o tempo comigo. E na primeira noite da missão dele, na primeira noite, finalmente juntos, acontece tudo isso. Parece que alguém lá em cima não quer ver a gente juntos nunca. — Anne

— Você deixou muitas marcas de batom no corpo dele. Transaram? — Melinda

— Sério? Ele em risco de vida e você preocupada se a gente fez sexo? Você é desumana! — Elisabeth

— Desculpa… Bom, eu fiquei curiosa, marcas de batom, marcas de arranhões, você também está bem marcada, suas coxas e costas estão arranhadas. Blusinha fofa essa sua. Mas só mais uma perguntinha, dentro ou fora? — Melinda

— Quê? — Elisabeth

— Ele gozou dentro ou fora? — Melinda

— Eu entendi a pergunta, mas por que você quer saber? — Elisabeth

— Se você engravidar, você nunca mais vai precisar servir ninguém a mando de Mark, e vai poder morar junto com ele. Então o Mark vai ter que engolir e aceitar que vocês dois ficarão juntos. Claro que serão obrigados a casar. Mas isso não parece um destino ruim. E se ele gozou dentro, as chances de você engravidar, são maiores. Isso se você estiver em período fértil. O ato da penetração já tem riscos de engravidar, mas são baixos. Agora se ele gozar dentro, as chances se multiplicam! — Melinda fala animada.

— Não importa, eu não estou no período fértil. — Elisabeth

— Que pena… — Melinda desanima.

Enquanto isso, Anne estava tendo dificuldades na cirurgia de Fox, ele já tinha perdido muito sangue e o tempo não estava a favor dela e dos médicos. Eles precisavam parar o sangramento para poder prosseguir com a cirurgia, além de que poderiam enfrentar problemas sérios de infecções.


Notas Finais


E chegamos ao final de mais um capítulo, mas calma ai que já já eu posto mais um., até daqui a pouco

Com carinho
Ninetales Raposo


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