História O cristal de uma raposa - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Continuação, Deocoelhoeolobo
Visualizações 9
Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltando aqui com cap novo pra vocês. Acho q tó muito inspirada pq slk to desenhando muito cenas da fic. (Essa bem q n é uma cena desse cap mas nhe...)
Bem, aproveitem o cap.

Boa leitura

Capítulo 6 - As memórias de Kazicks part-1


Fanfic / Fanfiction O cristal de uma raposa - Capítulo 6 - As memórias de Kazicks part-1

 Kazicks on


Ultimamente minha vida tem sido tão cansativa, sempre me sentindo culpado por ve-lo novamente. É meio complicado mas dá pra entender.

*1 ano atrás*


Me pergunto há quantos anos eu vivo nessa vila, acho que desde que nasci... Ou seja, eu diria que uns 16 anos. Em 16 anos acho que sempre fui tratado da mesma forma, com preconceito por não culpar os lobos. Tá eu sei que a nossa espécie diz que todas as espécies vivem em paz e que todos se amam, mas isso não passa de fachada.

Desde muito tempo raposas não gostam de lobos, há uma rivalidade entre eles que eu não sei explicar. Desde criança nos ensinam a não gostar de lobos, mas nunca consegui ve-los como inimigos.

Pra falar a verdade já tinham problemas comigo por meu pensamento aparentemente "deformado" para a sociedade. Mas tudo piorou quando um lobo machucado chegou nas divisas e clamou por ajuda. Claro que eu não pensei duas vezes em abrigar ele na minha casa. 

Logo todos ficaram sabendo, eu teria muito mais problemas se eu morasse com meus pais, mas eles meio que me abandonaram eu já não os via há anos. Eles tinham saído da aldeia e me deixaram por conta de Hope.

Após aquele lobo gentil melhorar ele me agradeceu e voltou à aldeia dele, disse que nunca esqueceria da gentileza, eu fiquei feliz de ajudar alguém, e acho que por causa desse lobo comecei a pensar que lobos não eram tão ruins o quanto diziam.

Mas logo depois todos da aldeia começaram a me tratar com nojo, "aquele que abriga as pragas". Foi bem difícil pra mim conviver daquele jeito, ninguém me queria por perto e conforme às coisas iam acontecendo meus pensamentos começavam a machucar, eu estava tendo sérios problemas para me socializar com as pessoas e compreender a mim mesmo. Eu já não era uma pessoa tão sociável, e depois disso só fui piorando.

Como eu sabia que todos ali iam me ignorar ou me tratar com desprezo sai para dentro da floresta, bem longe dali, perto de árvores grandes aonde o brilho do sol iluminavam de uma forma calma e tranquilizante. Era o melhor lugar que eu tinha encontrado, livre de pessoas aonde só eu poderia ficar por lá.

Por pouco tempo aquele lugar tinha virado a minha válvula de escape de tudo. Eu passava a maior parte do dia por lá e só costumava voltar após o por-do-sol. Era lá aonde eu pensava sobre como eu tinha posto tudo a perder só por causa da minha gentileza, e por muitas vezes eu não conseguia fazer nada a não ser chorar com todos esses pensamentos na cabeça.

Até ele aparecer...

-parece que alguém achou meu lugar secreto...~escutei uma voz atrás da árvore aonde eu estava encostado.

-ah... Bem.. desculpe.~enchuguei minhas lágrimas e me levantei dali.

-o que está fazendo? Não me importo de dividir esse lugar com alguem que quer se esconder das pessoas assim como eu.~ele falou num tom de voz calmo.

-me desculpe por invadir seu lugar mesmo assim.~terminei de enxugar minhas lágrimas.

-meu nome é Amano Sollei~ele sentou-se encostado na árvore em que eu estava.

-Yamino Kazicks...

-prazer~ele fala sorrindo e olhando para um caderno que ele havia trazido consigo~ não vai sentar? Ou também tem nojo de lobos como todas as raposas por aí?

-é por causa disso que estou aqui...

-ah é!? Como aconteceu?~falou ele concentrado no desenho que estava fazendo.

-eu abriguei um lobo ferido em minha casa, e agora sou tratado como uma praga.

-não devia, foi muito gentil de sua parte...

-eu sei... 

-se quiser vir para conversar eu estarei por aqui~finalmente ele me olhou nos olhos.

Ao olhar para aquele verde profundo dos olhos dele senti como se eu estivesse mais calmo, senti que estava tranquilo com tudo. Desviamos o olhar, ele voltou a desenhar e eu fiquei olhando para a paisagem em volta. Foi um completo silêncio até o final daquela tarde.

-preciso ir... Já vai anoitecer..

-lembre-se do que eu disse Kazicks.

Como eu esqueceria da pessoa que me tratou tão gentilmente após me tratarem com tanto desprezo?







Notas Finais


Claro que o titiu Houpi e titiu Uxirru não trata o Kaziquiz com desprezo né, mas titiu Houpi é ocupado :v

E Yaquiz era meio cuzão nessa época, então eles não se falavam todo dia como atualmente


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