História O Crush da Minha Irmã - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Taejin
Visualizações 143
Palavras 3.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi cabeças de uva, caralho que saudade mano, eu sei, eu sei, que tenho outra fic, mas gente quero tanto uma vibe comédia que vim com isso aqui.

Essa da foto é a Kim Sejeong, uma nenem, usei as fotos dela pra fic pq eles realmente se parecem, agora contemplem essa historia que estou digitando com muito amor no peito.

To bem, to viva e to feliz, vamos lá; esse taejin promete ♡

Capítulo 1 - A queda


Fanfic / Fanfiction O Crush da Minha Irmã - Capítulo 1 - A queda

Olá, eu sou Kim Taehyung e eu faço muitas merdas, bom eu poderia escrever uma biblia sobre mim e separar os livros pelo nomes das pessoas as quais eu já meti em encrenca sem querer - ou por querer mesmo, mas enfim, hoje eu só vim explicar como eu acabei metendo minha irmãzinha querida que ficava do outro lado do mundo nisso.

Eu tinha 24 anos e morava em Seul com meu pai, particulamente eu prefiria morar com minha mãe - só não deixe ele ler isso -, mas me mudei pra lá por causa da faculdade e, apesar de descendência paterna asiática eu nasci originalmente nos Estados Unidos, onde minha mãe reside até hoje, sendo assim sempre passei minha temporada de férias ali, e foi num desses verões que acabei fazendo algo que eu devia ter deixado quieto, ou talvez não...

Enfim, vejam vocês mesmo e me digam depois.

☆☆☆

Um ano antes

- Tae!!! - Eunjin gritou eufórica. - Mãe, mãe, vem ver quem está aqui! - Falava desesperada enquanto descia pra me abraçar e nessa correria toda, a sonsa tropeçou caindo escadas abaixo.

A primeira coisa que pensei quando vi aquela mocinha foi: Que cabelo é esse?

Segundo: Que pijama é esse?

Terceiro: Que menina é essa?

Mal fazia um ano e minha irmãzinha tinha se tornado adulta, eu não entendi bem mas, o que lembro é que demorei pra ter noção do que estava acontecendo até ver a mais nova segurar o joelho com certa força enquanto gritava de dor pra toda América ouvir.

- Hey, hey... - Joguei minhas mochilas no chão indo até a menina com pressa. - Omma! Anda!

Não demorou muito pra coisa mais graciosa desse universo que é minha mãe, aparecer - por que meu pai a deixou mesmo? -, e ela não sabia se brigava com Eunjin por ser sempre tão desastrada, se a acudia ou se me abraçava.

- A Eunnie primeiro omma. - Pedi notando sua confusão.

- Não me chama de Omma! - Okay, já vimos aqui que minha querida mãe não gosta nenhum pouquinho da nossa cultura, não quero culpá-lo mas meu pai tem um pouco de parcela nisso sim, voltando....

- Isso não é hora pra brigas omma! - Dei ênfase na última palavra.

- Garoto não me provoca...

- Eu acabei de chegar... - Tentei me defender.

- Olaaaá, alguém aqui quebrou a perna! - Eunjin nos trouxe de volta a realidade.

- Certo... Certo, tá! - Disse eufórica enquanto deduzi que estava caçando o celular pra chamar um médico ou algo assim.

- Tá namorando? - Perguntei baixinho pra mais nova ainda no chão.

- Taehyung! - Eunnie repreendeu nervosa pela dor mas abriu um meio sorriso em seguida.

- Mãe... - Chamei baixinho ameaçando contar e ela começou a gritar de dor de novo, bem atriz mesmo.

- Shiii, já estou ligando. - A sra. Minha mãe pediu se afastando.

Enfim, depois disso um doutor lá que já nem lembro o nome atendeu a desastrada, diagnosticando a menina com uma fratura feia no tornozelo.

Passado algumas horas, Eunnie estava deitava assistindo alguma coisa no seu notebook foi quando invadi seu espaço pra jogar conversa fora, estava curioso pra saber sobre a vida dela, pra nos atualizar sobre tudo e mais um pouco, confesso aqui que esse tombo foi até "bom" em partes pra mim... Afinal, toda vez que eu aparecia por aqui, a garota queria me levar pra todo tipo de festas e eu só queria um pouco de solidão, agora teriamos sossego e paz, sou uma pessoa horrível, eu sei.

- E ai? - Cumprimentei sentando na beirada da cama.

- E ai? - Sorriu ainda fitando a tela brilhosa do aparelho. - Você tá morto, por que não vai dormir?

- Eu tenho um pouco de energia pra falar com você... - Me aconcheguei melhor na cama. - O você pretendia fazer nas férias?

Ela sorriu meio sem jeito e pausou aquilo que assistia no notebook pra me encarar.

- Na verdade nada, eu só estava esperando você mesmo... E o papai, como está?

- Não muda de assunto garota... Sei que deve ter uma agenda aqui com várias programações absurdas nas quais você pretendia me levar... - Minha mãe entrou no quarto com uma bandeja cheia de coisas gostosas que a América tinha a oferecer, é claro que levei um tapa na mão quando tentei roubar um pedacinho do bolo ali no meio que parecia delicioso.

- Aish... - Reclamei esfregando a área dolorida.

- Que aish o que, vê se para com esse linguajar aí, ficou me chamando de omma quando chegou, eu não gosto dessas coisas, tá parecendo seu pai.

Eunnie riu da minha desgraça enfiando um pedaço de cookie na boca.

- Já vi que não sou bem vindo aqui. - Fiz drama e minha irmã veio me dar um pedacinho do bolo que eu queria, tentei manter o orgulho mas era tão atrativo, fui falho como sempre.

- Continua dengoso... - Ganhei um apertão na bochecha da mais velha enquanto ela ainda ria com a acamada. - Já avisou o diretor filha? - Perguntou roubando também um pedaço de torta da bandeja.

- Mãe! - Eunnie disse baixinho com os olhos arregalados.

- Iiii, por que estão se olhando assim? Não vem com segredinhos pra perto de mim não ein!

- Não tem segredinho nenhum aqui. - Eunnie me fez franzir o cenho.

- Conta logo então!

- Ela não vai poder participar do teatro e parece que ainda não avisou o diretor da peça. - Minha omma explicou e eu arqueei as sobrancelhas.

- Te pedi pra não contar... - Eunnie balbuciou chateada mas ainda mastigando.

- Não tem segredinhos aqui. - Afinei a voz a imitando o que a fez revirar os olhos.

- Você passou o ano todo esperando por isso, uma hora ou outra Tae descobriria.

- É uma pena, mas, por que não queria me dizer? - Perguntei confuso.

- Eu não queria que se sentisse culpado.

- Mas eu não estou, você caiu de madura. - Ganhei uma travesseirada. - Aish, brincadeira, foi minha culpa. - Ri me defendendo. - Desculpa, desculpa! Mas o que era? Uma peça? Como é isso?

- É uma peça importante, ela conseguiu um ótimo papel e bom... - Minha mãe franziu os lábios decepicionada. - A personagem precisava andar direito. - Apontou pro pé enfaixado da filha.

- Desculpa Eunjinnie... - A abracei sem jeito.

- Tá tudo bem Tae... - Suspirou. - Eu vou ter outras oportunidades. - Minha mãe a encarou de um jeito estranho. - Ok, eu sei que não como essa... Mas não tem problemas, de verdade.

- Por que isso é tão importante? Quer dizer, eu sei que você ama o teatro e etc, mas o que tem de tão especial nessa?

- É só a Elite New, uma das maiores companhias de teatro das americas, e eu consegui um papel pelo meu esforço, é um dos principais, isso é o que vai me jogar no mundo artístico, é incrível, meu corrículo vai bombar, não entende? - Parecia uma propaganda do Youtube.

- Filha, você devia estar conjugando os verbos no passado.

- Mãe! Poxa vida, não dá pra ajudar?

- Só se arrancar esse pé e colocar uma prótese, na verdade eu nem devia sugerir essas coisas, é bem capaz de eu voltar aqui e encontrar essa menina com uma serra na mão.

- Você estava realmente empolgada não é? - Perguntei ressentido.

- Empolgada? Eu já tinha decorado quase todo o roteiro. - Ela ria de nervoso, bem assustador eu diria.

- E qual era seu papel?

Ela desviou o olhar pensativa como se buscasse uma explicação, eu me lembro perfeitamente disso.

- Uma garota que sofria com a opressão da sociedad-

- Uma menina lésbica. - Minha mãe a cortou.

- Mãe, não é só isso! - Eunjin tentando se explicar era o mais engraçado.

- É quase só isso.

- Uma menina lésbica? - Franzi o cenho tentando conter o riso. - É o que há!

- É Tae, é isso mesmo que bomba, são esses tabus que chamam atenção.

Eu sei que não parece mas, aquele dia eu fiquei bem mal pela minha irmã, eu queria achar um jeito de ajudar mas sempre fui tão acomodado com tudo que não sabia a melhor forma de fazer alguma coisa então eu apenas deitei com ela e fui ver a série interessante que a garota estava assistindo.

☆☆☆

- Taehyung, o ovo acabou e eu preciso de mais pra fazer nosso café amanhã. - Minha mãe invadiu o quarto atirando ordens, ah que saudade!

- Mãe... Para de pensar no amanhã. - Resmunguei com preguiça.

- Anda Taehyung! - Eunjin balbuciou pausando a série que eu nem estava  mais prestando atenção.

- Vocês duas já pararam pra pensar que eu voei de lá do outro lado do mundo pra cá e até agora não descansei?

- Descansa depois que o ovo estiver em cima da mesa, certo? - A mais velha mandou com as mãos na cintura e sobrancelhas arquedas.

- Ô mãe, eu nem moro nesse país, esqueceu que eu não sei nada? - Continuei no modo ator.

- Garoto, você cresceu aqui, tá tudo do mesmo jeito, agora anda logo antes que eu esqueça que você tem 23 anos e pegue o chinelo. - Nem me deu oportunidade para mais dramas e saiu batendo porta.

Foi nessa hora que pulei da cama feito um gatinho e corri na tentativa de achar um sapato decente pra sair.

☆☆☆

Enquanto eu procurava onde ficava os ovos, uma senhora procurava o que não tinha perdido na minha cara, aquilo estava me incomodando, bom, não tanto quanto a peça da Eunjin, mas incomodava com uma ferpa no dedão, o que já incomoda muito, entendem?

Forcei um sorriso de olhos arregalados, deixando bem claro minha preocupação com aquela curiosidade repetina.

- A senhora precisa de ajuda?

- Ai meu Deus, você me lembra alguém? - Ela falou com a mão no queixo, ainda mais pensativa, credo.

- E-eu lembro?

- Sim, eu não me lembro quem... - Desviou o olhar, okay, como alguém te lembra alguém, que você não lembra quem?

- Hmmm... - Resmunguei mantendo uma distância segura.

- Qual seu nome rapaz?

- O meu nome? - Apontei pro próprio peito.

- É, seu nome.

- Kim Taehyung... Err, quero dizer, Taehyung Kim. - Estávamos na América e eu me esquecia disso.

- Ai meu Deus, você é a Eunjin sem peitos. - A idosa riu sozinha. - Quer dizer, peitos ela já não tem né?! - Isso é verdade. - É apenas ela de cabelo curto e voz grossa, Jesus, como são parecidos. - Ela se aproximou e começou a apertar as minhas bochechas. - Eu peguei você no colo garoto, como está a sua mãe? Aquela sem vergonha continua linda? - Danou-se a rir ainda mais, e eu não sabia mesmo como reagir. - Meu Deus, eu poderia dizer que você e Eunjin são gêmeos, é muito igual! Seu pai sabia mesmo como fazer filhos...

Foi aí que a salvação brotou do chão e uma garota de cabelos azuis gritou do fim do corredor.

- Vó, eu achei! - Levantou um rodinho de pia e a senhora deu um beijo na minha cabeça e saiu andando como se não tivesse feito eu passar um pouquinho de vergonha e medo.

Depois de mais alguma caminhada, com um pouco mais de cautela agora né, claro, eu consegui finalmente encontrar os ovos.

E na volta pra casa pensei em como contaria sobre aquela pessoa discreta que topei no mercado, só que uma frase acabou invadindo meu cerébro pequeno me fazendo pensar coisas que eu não devia ter pensado.

"Você é a Eunjin de cabelo curto e voz grossa"

Eu parei em frente a uma loja e encarei meu reflexo, ali eu sorri, fiz cara de bravo de choro e etc... Peguei meu celular do bolso e abri uma foto recente da minha irmã e bem, éramos mesmo meio parecidos e ela faria papel de lésbica, no fim... sei lá poderia dar certo o que eu estava pensando. Pode até parecer mentira mas a loja na qual eu estava me apreciando era uma loja extremamente feminina, e eu pensei, "por que não?", e essa pergunta sem respostas me fez entrar ali.

- Precisa de ajuda senhor? - Foi o que ouvi assim que coloquei o primeiro pé na porta, quase recuei com o susto mas fingi que não fui afetado.

- Não, não precisa viu, obrigado. - Respondi tentando me acostumar com o tamanho daquilo quando senti minha mão sendo segurada coisa que fez meus olhos se arregalarem caçando o/a assediador/a.

- Eu vi o senhor fazendo umas caretas lá fora, tem certeza que esta bém? - Tá, eu meio que ruborizei com a observação da vendedora, mas puxei minha mão mais rápido do que eu realmente queria e reforcei que estava bem, indo para o mais longe possível daquela mulher que estava louca pra me fazer esvaziar a carteira e encher a dela, só que não ia rolar.

Foi o que pensei.

Peguei mais uma saia enfiando na cesta tentando ainda me esconder da vendedora insistente, que parecia estar em todos os lugares para onde eu olhava. 

Unipresente que fala?

- O senhor vai presentear a namorada? - Eu juro que a xinguei mentalmente pelo susto.

- Eu não preciso de ajuda moça. - Tentei soar calmo, juro que tentei.

- Olha, sua namorada é cristã? Se for tem mais peças compridas assim por aqui. - Só porque eu estava pegando umas saias mais decentes, se ela não sabia, garotas coreanas se vestem assim nos colégios.

- Não é pra minha namorada senhora. - Me afastei nervoso despistando a moça de vez.

Vi mais alguns vestidos legais e peguei também me assustando ao dar de cara com a vendedora....

 De novo.

- É pra sua mãe então?

- Não senhora... com licença? - Ela estava tampando o corredor.

- Pra avó?

- Meu Deus moça!

Foi ai que ela abriu a boca num O perfeito.

- Entendi tudo... - Completou me olhando de cima abaixo com um olhar sacana.

- O QUE? - Saí assustado de perto dela.

- Isso aí não vai servir! - Pude ouví-la gritar. - Ah! E eu não tenho preconceito viu...

Bem depois disso corri pro caixa, quase caí de costas quando vi o quanto aquilo ali tinha totalizado, agradeci mentalmente por ter nascido homem e saí dali.

Em seguida eu passei numa outra lojinha e peguei uma peruca meio parecida com o cabelo da Eunjin e corri pra casa antes que minha mãe mandasse o Governo atrás de mim.

☆☆☆

- Caramba, o Taehyung deve ter ido botar o ovo pra demorar assim. - Foi o que eu ouvi de dentro do banheiro enquanto estava terminando de colocar a peruca, eu devia ter deixado os ovos na mesa né, mas tudo bem.

Até que eu não tinha ficado nada mal e caramba, como me parecia com a bruxa velha da minha irmã, meu Deus.

Foi então que abri a porta feliz e empolgado, minha mãe que estava secando um copo, paralisou quando me viu, bem, ela deixou o copo cair mas ficou parada uns vinte segundos e quando gritei o nome dela pela terceira vez ela piscou várias vezes soltando algo que tenho certeza que devia ter sido algum palavrão.

- E aí? - Dei uma volta.

- Então você é gay mesmo? - Puxou uma cadeira e sentou apoiando o cotovelo na mesa. - Não, tudo bem, é que, podia ter tido mais cautela né, eu não imaginava que você se transformava e tudo, isso é muita informaç-

- Mãe, hey, eu não me transformo, eu não sou gay, não viaja. - Comecei a rir que nem um maluco, lembro que quase me faltou ar. - Você é hilária dona Kim!

- Que dona Kim o que! Não carrego esse sobrenome já faz dez anos, graças ao meu advogado bonitão!

- Para de finjir que esqueceu o papai, isso não cola comigo.

- Garoto, para de conversa fiada e me explica logo essa... - Me olhou estranho. - Essa coisa que você fez consigo mesmo, me diga pelo amor de Deus o nome do mercado que você foi, Jesus, se seu pai te ver assim vai odiar ainda mais a América.

- Ué, não tá vendo? Eu sou Eunjin Kim e tenho uma peça para apresentar. - Expliquei dando uma voltinha.

Lembra quando eu disse que perdi o ar rindo? Pois é, agora imaginem minha mãe assim...

- Você quer ser a Eunjin depois de Chernobyl, é isso filho?

É claro que eu fiquei triste, mas ninguém precisava saber então eu ri com ela.

- Eu só quero ajudar, não quero que ela perca essa bendita oportunidade por minha causa, eu amo minha irmã mãe... - Sentei decepcionado.

- Ai meu Deus do céu garoto, você acha que a sua irmã se veste assim? - Apontou pra mim com uma cara estranha, nojo talvez, senti deboche ali. - A sua irmã tem 18 anos.

- Não entendi, o que tem de errado? - Perguntei olhando meu próprio corpo.

- Não teria nada errado se tivesse tentando imitar sua avó paterna.

- Mãe!!! - Cruzei os braços. - Mas é assim que as meninas se vestem em Daegu e eu não vou colocar umas roupas curtas, tá louca?! - Cruzei os braços sobre a mesa. - Mas confesso que foi uma ideia bem idiota, e dinheiro jogado fora. - Ri sozinho. - Até parece que alguém cairia nessa.

- Ah Taehyung... - Senti um carinho gostoso no meu cabelo. - Não fica assim filho, mas se bem que, pelo amor de Deus, se Eunjin te ver vestido assim e você ainda por cima dizer que está imitando ela, a menina vai quebrar o outro pé de desgosto!

- Nossa mãe... - Reclamei triste mas no fim ri com ela, pra falar a verdade eu estava mesmo uma vergonha.

- Eu não vou me desculpar, não adianta fazer essa cara, agora levanta daí, se quer ajudar a sua irmã devia ter falado comigo primeiro, eu vou te deixar tão igual que até eu vou confundir.

- Sério? - Perguntei já animadíssimo, como se fosse algo legal ser uma garota.

- Bom, enquanto você estiver de boca fechada pelo menos, porque com essa voz de locutor do Paraguai vai ficar meio tenso, mas enfim, tira logo essas roupas e vamos lá na loja trocar porque isso não serve nem pra sua avó.

- Aish Omma!

- Olha você não me vem falar essa língua estranha aí perto de mim. - Ela ditou enquanto me dava alguns tapas nas costas.

É a minha mãe nunca teve vontade de aprender coreano, sempre teve algo meio que comparado ao ranço no que se refere a Asia, mas enfim, a história é sobre mim aqui.

E esse foi o início do que chamamos de meu pior vacilo, ou não.


Notas Finais


Espero que gostem


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...