História O Delegado - Bughead - Capítulo 34


Escrita por: e SnowCaitlin

Postado
Categorias Cole Sprouse, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hermione Lodge, Kevin Keller, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Veronica "Ronnie" Lodge, Xerife Keller
Tags Archie Andrews, Betty Cooper, Bughead, Jughead Jones, Riverdale, Romance, Varchie, Veronica Lodge
Visualizações 298
Palavras 2.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 34 - O Pedido


Capítulo 32

 

Elizabeth Cooper



— Então quer dizer que você me viu com a Josie?

Estávamos deitados na cama, na verdade nós não saímos dela desde sexta-feira, amanhã iríamos voltar pra casa. Na verdade eu não quero ir. Eu quero ficar aqui pra sempre juntinho dele e nunca mais o soltar, mas nós temos uma vida no Rio.

Uma chuva fraca cai lá fora, o que ajudava bastante para que não quiséssemos sair da cama nesses últimos dias e eu estou amando isso.

— Sim. Eu estava disposta a ir à sua casa e pedir desculpas por tudo. Eu não estava aguentando mais ficar longe de você. Mas aí eu te vi com ela e imaginei tudo errado.

— Era só ter me perguntado quando eu te liguei. – ele diz e solta uma risadinha.

— Eu não me sentia no direito de te perguntar mais nada naquela altura do campeonato... E outra, a cara dela não era de quem estava em um jantar de amigos, apenas.

— Como assim? – diz sorrindo.

Sentando-me na cama, puxo a coberta para tampar os meus seios e o encaro.

— A cara dela era de quem estava indo á um encontro e que depois do jantar ela seria a sobremesa.

— Claro que não, a

— Claro que sim... Mas agora que você me disse que não rolou nada, eu acredito. Mas mesmo assim, nada me tira da cabeça que essa psicóloga tem segundas, terceiras e até quartas intenções com você.

- Não viaja amor, eu nunca vi nada demais.

— Ah tá, me admira você, um homem esperto nunca ter percebido nada.

— Pois não, eu não percebi e ainda acho que é coisa da sua cabeça. – ele pega na minha cintura e me deita sobre ele novamente roubando-me um beijo. — Mas eu não quero falar sobre isso.

Ele desce os seus beijos pelo meu pescoço e sua mão percorre todo o meu corpo nu sobre o seu.

— Vamos aproveitar, pois amanhã temos que voltar. – diz baixinho no meu ouvido deixando uma mordidinha ali.

— Uhum.

Eu já estava completamente rendida e deixei que ele fizesse o que quisesse comigo... E ele realmente fez.

Estávamos tirando o atraso de alguns meses que ficamos longe. Jughead é tão maravilhoso, ele me faz sentir a mulher mais desejada do mundo quando estou em seus braços... Me faz sentir única e muito amada...

Meus olhos estão quase se fechando e o meu corpo está completamente relaxado em cima do dele. Agora minha respiração já está um pouco mais regular, assim como a dele. Já estava deixando o cansaço tomar conta do meu corpo quando:

— Casa comigo?

Obrigo o meu corpo a reagir e abro lentamente os meus olhos, não acreditando ainda no que ele tinha dito.

— O-o que você disse? – digo ainda um pouco sonolenta e obrigo o meu corpo a levantar.

— Isso mesmo que você ouviu, Betty... Casa comigo?

Abro o maior sorriso do mundo e já posso sentir as lágrimas transbordando dos meus olhos. Não respondo nada e capturo a sua boca em um beijo, ele leva a suas mãos rodeando a minha cintura apertando-me com força em seus braços.

— Isso é um sim? – ele diz com sua boca ainda bem próxima a minha.

Eu só consigo olhá-lo. Eu acaricio o seu rosto e penso o quão sortuda eu fui de ter ido naquele bendito almoço. De ter ido parar na casa de um cara arrogante, mal humorado e muito gostoso. Sorrio com esse último adjetivo. O quão sortuda eu fui de ele ter aparecido na minha vida e ter me mudado tanto, de ter me ensinado a amar, ter me tornado mulher, ter me feito a mulher mais feliz e completa do mundo quando estou ao lado dele. O quão sortuda eu fui de tê-lo ao meu lado. Ele foi o responsável por trazer aquela Elizabeth sonhadora de volta a vida, os meus sonhos e vontades de formar uma família havia morrido alguns anos atrás, mas tudo mudou quando ele apareceu.

E tudo que eu mais quero agora é me casar com ele e juntos, eu ele e o Dylan, formarmos uma família…

— Você ainda pergunta? É claro que eu aceito meu amor. – distribuo beijos por todo o seu rosto e paro especialmente em seus lábios.

— Eu quero que seja o mais rápido possível. – diz assim que separo nossas bocas. — Que tal semana que vem?

— Como assim, semana que vem, Jughead? Não dá pra fazer isso rápido assim, temos que organizar tudo e…

— Como que você sonha o seu casamento?

— Eu sempre sonhei em me casar na praia, eu acho tão lindo e íntimo…

— Então tudo bem. A gente casa na praia.

— Você está falando sério, Jughead?

— Claro que estou. Será que você consegue arrumar tudo em uma semana?

— E-eu não sei... Tem o vestido, a praia, os convidados que da minha parte não são muitos, e... - Suspirei.

— Da minha também não são.

— Tem também o Juiz de Paz e eu sei que isso demora.

— Isso você deixa comigo que eu resolvo e a questão da praia também... Só ficará pra você a responsabilidade do seu vestido e a decoração de tudo.

— Meu Deus Jughead isso é loucura! 

— Você acha que consegue fazer isso em uma semana? Eu peço pra minha mãe e a tia Hermione te ajudarem... Já que a Ronnie eu sei que fará isso de qualquer jeito.

— Bom... Se for assim, eu acho que dá.

— Então está tudo certo... – ele deixa um beijo rápido na minha boca e me faz deitar em seu peito.

Não! Não está tudo certo. Ele não tem noção do quão trabalhoso é arrumar um casamento, seja ele o mais simples possível?

Na verdade nem eu tenho, mas eu imagino. Agora mesmo que eu não vou conseguir dormir pensando em tudo que eu tenho que fazer pra dar tudo certo. Meu Deus! Eu não faço a menor ideia de por onde começar.


[...]


Hoje é terça-feira e acabamos de desembarcar no Rio. A nossa vontade era de ficar no Rio Grande do Sul por uns dois meses mais ou menos, mas não podíamos. Não agora. Mas quem sabe numa próxima.

Assim que Jughead conseguiu pegar as malas dele, nós fomos direto para o ponto de táxi. Assim que chegamos em sua casa, encontramos o Dylan e a minha mãe a nossa espera, assim como o Jughead havia pedido à minha mãe. Quando meu filho percebeu a nossa presença, ele veio correndo de encontro ao Jughead, que o pega nos braços com toda força.

— Oh meu filho, eu senti tanto a sua falta. – ele acaricia os cabelos do Dylan, que não desgruda dele um minuto sequer. — Me perdoa por ter sumido por tanto tempo.

A voz do Jughead falha, mas ele não se entrega ao choro.

— Eu senti muito a sua falta, papai. – diz e leva o seu olhar ao do Jughead. — Você me disse que não ia demorar pra voltar, mas demorou.

— Eu sei, meu filho, me desculpa. Eu prometo que nunca mais faço isso. – ele volta a abraçá-lo fortemente e dessa vez eu vi uma lagrima escorrer. — Me desculpa.

Meu filho levanta o corpo e olha para o pai.

— Tudo bem, papai, não precisa chorar. – diz e passa suas mãos no rosto do Jughead para limpar as suas lágrimas. – Eu sabia que você ia voltar.

Jughead o abraça com mais força e deixa um beijo em seu rosto.

— Você só sentiu falta do papai, filhote? E de mim, não? – digo com uma falsa tristeza.

Dylan levanta o seu corpo, olha para mim e depois olha para o Jughead que ri para ele e diz.

— Eu acho que a mamãe ficou com ciúmes.

Jughead vem até a mim e passa o seu outro braço em volta do meu corpo, levando-me de encontro ao seu. O Dylan leva a sua mão ao meu rosto, acariciando-me com carinho.

— Não fica com ciúmes não, mamãe, eu também senti sua falta. – eu apenas sorrio e o abraço fortemente.

Jug me envolve mais em seu abraço, sinto um beijo sendo deixado no topo da minha cabeça e logo em seguida ele diz…

— Eu amo vocês…


[...]


Por Deus eu não perdi o meu emprego. Eu realmente achei que depois de sair sem dar satisfação e ficar dois dias sem comparecer na loja, eu estaria no olho da rua. Mas a Toni me deu uma bela cobertura, ela disse que ela e Cheryl não foram à loja no fim de semana porque saíram juntas, e na segunda ela não perguntou por mim.. Eu acabei explicando a ela o motivo do meu desaparecimento do trabalho e foi aí mesmo que ela me deu a maior cobertura.

Ontem já chegamos jogando a notícia do nosso casamento para todos, eles lógico acharam meio louco esse casamento tão rápido assim. Só tínhamos quatro dias para organizar tudo e por sorte, Hermione e Maia tem uma amiga dona de buffet e a parte da comida e a arrumação já estava praticamente resolvidos. Veronica também fez questão de participar dessa parte e eu super confiei nela pra isso, pois ela conhece o meu gosto.

Só faltava o meu vestido.

— Então Betty, já foi passado pra mim que o casamento é no sábado agora e que você está desesperada atrás de um vestido. Deixou o principal pra última hora, foi mocinha? – diz a estilista que vai fazer o meu vestido.

A dona Maia, minha futura sogra, e a minha mãe vieram comigo para me ajudar a escolher o vestido.

— Não... – digo sorrindo. – O que acontece é que o noivo é um pouco apressadinho e não quer esperar mais nenhum dia pra se casar. – digo divertida.

— É que o meu filho é um pouquinho impaciente. – completa Maia nos fazendo rir.

— Nossa! Isso sim é amor e muita vontade de te ter ao lado dele.

— Põe vontade nisso. – diz minha mãe.

A mulher à nossa frente sorri.

— Então vamos lá, o que você tem em mente? – pergunta a mim.

— Bom, o casamento será na praia. Então, eu não queria aqueles vestidos extravagantes, sabe? Eu queria algo praiano, mas ao mesmo tempo não muito.

— Huum entendi... – ela diz pensativa e pega um papel, um lápis e começa a fazer traços e mais traços nele.

Conforme ela ia desenhando, ela me perguntava o meu gosto, se eu queria decote ou não e por aí vai.

No final, o resultado ficou lindo... Pelo menos no papel.

— O que você achou?

— Eu amei. – digo sorrindo.

— Aqui no caso eu não exageraria no decote da frente, pois já terá o de trás. – diz me mostrando os dois lados do vestido.

— Não. Está ótimo! Perfeito. Eu acho que nunca imaginaria um vestido assim.

— Ah que bom que gostou. Vamos tirar as medidas, então?

— Vamos.

Levanto-me e ela abriu uma gaveta da sua mesa, tirou uma fita métrica. Ela mediu o meu busto, cintura e quadril. Eu estou muito nervosa e ainda não acredito que isso está acontecendo. Nervosa por achar que não vou conseguir fazer todas as coisas até sábado, que o buffet não vai conseguir chegar em Arraial do Cabo, pois é lá que será o casamento. Jughead tem uma casa lá também. E sem pretensão nenhuma, ele vai conseguir realizar dois dos meus sonhos de uma vez só: o casamento na praia e conhecer aquela cidade, pois o meu sonho sempre foi ir pra lá, onde pra mim, tem as praias mais lindas do Rio.

— Então Betty, eu preciso que você venha aqui amanhã pra fazer a prova do vestido.

— Nossa, mas ele já vai estar pronto amanhã? – pergunto espantada.

Eu sei que o casamento é só daqui a quatro dias, mas eu não esperava que ela deixasse o vestido pronto em um dia.

— Sim, eu já vou mandar as suas medidas e o desenho agora mesmo para as costureiras começarem o trabalho. E se tiver algum ajuste pra fazer nós fazemos amanhã mesmo para que na sexta-feira ele já esteja em suas mãos.

— Tudo bem, amanhã eu estou aqui novamente.

Levanto-me, me despeço dela e me retiro do seu ateliê. A sorte é que ele é localizado no Shopping, então eu ainda posso aproveitar essa meia horinha do meu horário de almoço e comer algo, pois estou morta de fome.

— Minha querida, agora eu tenho que ir, pois tem algumas coisas do buffet que nós temos que acertar com os organizadores. Mas não se esqueça que amanhã eu passo aqui de novo para a gente ir fazer a prova do bolo e escolher as comidas.

— Tudo bem, Maia, qualquer coisa, me liga.

— Okay. – ela me dá um beijo no rosto e fala antes de sair. — Fica bem.

— Fica com Deus, minha filha. – diz a minha mãe e me abraça, deixando um beijo no meu rosto.

Elas se foram e me deixaram louca no meio desse Shopping, sem saber o que fazer. Não tenho muito tempo pra comer, então não vou em nenhum restaurante, pois eu sei que vai demorar muito. O que eu queria mesmo era comer um hambúrguer do McDonalds, mas eu não quero engordar se não eu não entrarei no vestido... Mas... Se eu comer um só não vai fazer diferença, né?
Vou até o McDonalds mais próximo, peço, como, e volto para a loja.


[...]


Meu Deus! É amanhã, eu nem estou acreditando que isso realmente vai acontecer. Eu vou me casar!
Já estávamos todos na casa do Jughead aqui em Arraial. As praias são ainda mais lindas do que nas fotos. A casa dele é realmente na praia, você abre a porta da sala e o seu quintal é a areia branquinha, logo em seguida vem o mar com águas incrivelmente azuis. Mas aqui é um pouco mais abandonado, digamos assim, pois não fica quase ninguém nessa área da praia.

Tínhamos acabado de chegar e ao invés de ver a casa, eu preferi dar uma volta na praia com essa vista maravilhosa para ver se eu consigo me acalmar. Chego bem perto da água e deixo que a mesma molhe os meus pés.

Só de pensar que eu quase perdi tudo isso, chega me dar um aperto no peito.

— Está nervosa, amor?

Assusto-me com a voz do Jughead e dou um pequeno pulo, mas logo sinto seus braços envolvendo a minha cintura e seu rosto bem próximo ao meu pescoço cheirando-o e como sempre, me provocando arrepios.

— Um pouco. – digo abraçando os seus braços e me aconchegando mais neles.

— Está pensando em que?

— No quão tola eu fui por ter te tirado da minha vida por algo que, na verdade, nenhum de nós dois tivemos realmente culpa. – me viro e beijo sua boca. — Não me perdoaria nunca se tivesse te perdido pra sempre.

— Esquece isso, querida. – diz e tenta inutilmente tirar os meus cabelos do meu rosto, que são insistentemente bagunçados pelo vento. — Qual a parte do recomeçar do zero e esquecer o passado, você não entendeu? – deixa um selinho rápido em minha boca e sorri de lado.

— Desculpa, mas é que é inevitável.

— Tá, mas vamos prometer que a partir de hoje, não vamos mais falar ou pensar sobre isso.

— Tudo bem... Já até me esqueci. Do que estávamos falando mesmo? – digo soltando uma gargalhada e ele me acompanha.

— Estávamos falando do quanto eu estou ansioso para ficarmos só nós dois, pois com essa casa cheia eu não posso fazer o que eu quero fazer com você. – ele diz e morde a minha orelha de leve.

— E o que você quer fazer comigo, hein? – passo os meus braços pelo seu pescoço e busco o seu olhar pra mim.

— Não vou falar. Surpresa para a Lua de Mel. – ele leva as suas mãos e aperta de leve a minha bunda fazendo-me soltar um leve gemido.

— Huuum... Não faz isso, Jug.

— Aaah faço. Faço sim... – sinto sua língua passando lentamente pelo meu pescoço e um beijo de leve sendo deixado ali. Fiquei ainda mais arrepiada.

— Jug... – gemo de leve o seu nome e ele solta uma gargalhada rouca no pé do meu ouvido, que piora mais ainda a situação. — Eu vou mandar todo mundo embora e você faz logo o que tem que fazer.

— Que isso, amor! Não se apresse, nós temos todo o tempo do mundo.

— Mas você já me deixou excitada e eu quero que você me mostre tudo que quer fazer comigo, agora.

— Não mesmo... – ele diz e nega com a cabeça.

— Não acredito que você vai fazer isso.

— Eu quero esperar até termos nós dois apenas em casa. Eu não quero você poupando gemidos…

Ele dizia tudo no modo: “Jughead sensual e molha calcinha” ligado. Isso dificultava mais ainda a minha situação.

Eu já apertava as minhas pernas uma na outra tentando me aliviar de alguma forma, o que devo dizer, foi inútil. E pra acabar mais ainda comigo, ele me beija. Suas mãos sobem novamente para a minha cintura, levando-me para mais próximo dele e a sua outra mão segura a minha nuca. Ele passa a sua língua de leve na minha boca fazendo com que eu a abra, dando espaço para que ele me invadisse com a mesma. Nossas línguas se enroscam uma na outra e pra piorar mais a situação entre minhas pernas, ele começa a fazer um tipo de dança erótica com elas o que me faz soltar um leve gemido entre o beijo. Aproveito mais alguns segundos e antes de nos separarmos ele morde o meu lábio inferior de leve e logo em seguida dá uma leve chupada no mesmo.

— Eu te amo, minha loirinha…

— E eu nesse momento te odeio.

Ele solta uma gargalhada, joga a cabeça pra trás e depois toma a minha boca na sua novamente.



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