História O Demônio do Gelo - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gelo, Guerra, Medieval
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Palavras 1.495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 1 - A ressurreição em Treynia


Após 20 anos do ocorrido a lenda do Demônio do gelo estava perdendo forças e a população estava começando a esquece - lo, mas o mesmo não esqueceu e nunca vai esquecer o que a população fez com ele, trancafiado desde que era um recém - nascido Kôri não aguentava mais, estava da hora de sua ressurreição.

Como era aprisionado apenas por correntes que prendiam suas mãos e pés, e supostamente eram benzidas por Deus não foi difícil para Kôri conseguir se soltar, na sala a frente ficava um soldado muito sonolento e que não fazia um bom trabalho, elimina - lo foi um favor que Kôri fez ao rei.

Como não possuía controle total sobre seus poderes um ataque direto seria suicídio, portando pegou a roupa do falecido soldado e a vestiu, assim se disfarçando e podendo caminhar tranquilamente até o salão real que era aonde estava seu alvo maior: O Rei.

Chegando lá o rei estava dando uma festa e estava com sua esposa e seu pequeno casal de filhos, Kôri vendo aquela cena tão linda estampou um sorriso em seu rosto, não de comoção ou felicidade, mas sim porque sabia que sua vingança seria degustada por muito mais pessoas. Kôri precisava de um plano, porque simplesmente enfiar uma faca na garganta do rei não seria possível, mesmo sendo uma festa o Rei possuía guarda-costas treinados para quaisquer surpresas.

Após alguns minutos pensando Kôri decidiu que a melhor opção seria gerar algum tipo de tumulto fora do salão para que assim uma brecha se abrisse e ele pudesse chegar até o rei. Então com um plano em sua mente Kôri se dirigiu à alguns miseráveis que estavam resmungando, sentados nas escadarias do salão, já que o rei estava dando uma grande festa e gastando todas as economias que deles foram tiradas, ali havia uma oportunidade perfeita: Plebeus nas escadarias do salão que não gostam do rei.

Kôri não perdeu tempo, se aproximou e disse que daria uma moeda de ouro para cada um, se os mesmos conseguissem entrar no salão e encostassem um dedo sequer no rei. Os homens pensaram um pouco, mas no final recusaram e quando estavam descendo as escadas Kôri então segurou um dos homens pelo ombro dizendo: "espere!". No momento Kôri não pensou direito, e quando percebeu o que fez era tarde demais, com seu ombro completamente coberto por cristais de gelo o homem desesperado começou a correr e gritar: "o demônio foi solto! Fujam!".

E depois de alguns segundos todos os moradores do reinos estavam cientes de que "O Demônio do gelo" havia sido liberto, aquele clima feliz e caloroso em questão de segundos desapareceu, e Kôri se viu cercado por todos os soldados que estavam na festa, o rei e a sua família foram escoltados para outro lugar mais seguro e é claro que o padre que também estava na festa logo pegou seu terço e começou a ir em direção à Kôri, e no exato momento em que o padre começou a fazer o exorcismo sob Kôri o mesmo tomado pelo ódio de um plano falho e das lembranças dos tempos que esteve encarcerado partiu para cima do padre e com toda a sua força apunhalou o crânio do maldito com as próprias mãos, com o impacto a parte acertada pelo punho de Kôri foi em milissegundos congelada, assim se quebrando e se espalhando entre o corpo de Kôri, o chão e os soldados, e que pela cena vista muitos se intimidaram e simplesmente largaram sua posição e saíram correndo dali.

Os três corajosos - tolos que ali se mantiveram estavam com seus minutos contados.

O primeiro soldado tentou acertar Kôri pelas costas enquanto ele ainda estava no chão com o punho no que restou do rosto do padre, mas fracassou já que Kôri conseguiu se defender de sua lâmina a segurando com sua mão envolvida por gelo.

O segundo soldado aproveitou essa distração e atravessou o braço que Kôri usava para se defender, com sua lâmina, mas o que ele não esperava é que após isso sua espada começasse a congelar, e como ele a segurava o gelo muito rapidamente passou também para suas mãos, Kôri furioso pelo golpe puxou o soldado que o tentara golpear, pela lâmina, acertando o que estava com as mãos congeladas e derrubando um encima do outro. Após nocautear os dois soldados Kôri rapidamente se levantou e arrancou a espada que estava encravada em seu braço, mas foi quando ia cicatrizar a ferida, a congelando, que o terceiro soldado resolveu atacar. Kôri despreparado não conseguiu se defender e foi atingido no rosto, logo após puxou sua espada da bainha e empalou o soldado antes de ser pego em um mata - leão pelo soldado das mãos congeladas e perfurado na barriga pelo outro, mesmo com uma espada perfurando seu estômago, Kôri conseguiu forças suficientes para desferir um chute no rosto do perfurador que com o golpe foi tonteado, lhe dando tempo suficiente para retirar a espada de seu buxo e utiliza - lá, e assim o fez, retirou a espada e com ela atravessou a cabeça do seu segurador e em seguida já livre rasgou a garganta do soldado tonteado. Logo depois de vencer a rápida e árdua batalha Kôri estancou seus ferimentos os congelando, finalizando se dirigiu à o soldado ferido que estava agonizando no chão deitado em uma poça de sangue.

Kôri)- me diga para onde estão levando o rei!?

Soldado)- me de um... me de um motivo para trair meu rei, ser maligno!

Kôri)- só posso lhe dizer que existem coisas piores que a morte...

(O soldado fica em silêncio encarando Kôri)

Kôri)- me responda! (Kôri grita pisando na ferida do soldado)

Soldado)- aargh!... maldito...

(Kôri já perdendo a paciência agarra a mão esquerda do soldado ameaçando quebra - lá)

Soldado)- faça o que quiser... eu não trairei meu rei...

(Kôri então cumpri a sua ameaça)

Soldado)- urgh... você não possui coração... Deus me salve das suas mãos...

Kôri)- suplicar para seu deus não irá te salvar! Me diga aonde está o rei e eu acabarei com sua miséria!

Soldado)- ok... Deus me perdoe... Os guarda-costas do rei sempre nos diziam que o plano caso você conseguisse se libertar seria... Levar o rei para o reino aliado mais próximo e de lá avisar todos os outros

Kôri)- não foi tão difícil, foi?

Soldado)- termine logo com isso desgraçado!

Kôri então puxa sua espada e acaba com o sofrimento do soldado. Kôri agora conhecia o plano do rei, mas seu único problema agora era que não possuía nenhum método para alcançar o rei rápido o suficiente e de jeito nenhum ele podia chegar no próximo reino. Kôri não conhecia o reino muito bem, mesmo assim ele começou a andar por ele procurando alguma montaria para poder utilizar, as ruas estavam vazias, ele via apenas algumas pessoas dentro de suas casas, mas nenhum soldado, Kôri se perguntava aonde eles estariam. Após alguns minutos procurando, Kôri chegou ao portão do reino que estava sendo guardado por dois cavaleiros, possuíam armaduras pesadas, machados que tinham quase o tamanho de uma pessoa e um símbolo no peito nunca antes visto pelos olhos de Kôri, os mesmos impediam a saída dos soldados e de alguns aldeões do reino, e os que se opunham à eles eram mortos sem mais explicações, porém o que Kôri precisava estava do outro lado do portão, dois cavalos com vestes com o mesmo símbolo das armaduras e que provavelmente foram os responsáveis por trazerem os cavaleiros. Kôri novamente precisava de um plano e rápido, pois já avia perdido muito tempo andando pelo reino, ele precisava evitar os cavaleiros, sair do reino, pegar um dos cavalos e alcançar o rei, Kôri pensou em escalar o muro do reino, mas desistiu deste plano, porque seria muito demorado e arriscado, não conseguindo pensar em mais nada Kôri estava confiante em suas habilidades, resolveu então realizar um ataque surpresa aos cavaleiros.

Olhando em sua volta Kôri viu ao seu lado uma carroça tombada que carregava barris, de dentro deles saía um pó negro, Kôri não sabia exatamente o que era, mas suspeitava que fosse Pólvora de Carvão, um explosivo que teria a força duas vezes maior do que a pólvora convencional. Kôri então pegou uma luminária de uma das casas dali por perto e a usou para acender a pólvora, com toda as suas forças arremessou o barril nos cavaleiros.(Cavaleiro)- mas o que é aquilo que...!? (Boom! O barril explode matando os dois cavaleiros e alguns outros infortunados que ali estavam, também destruindo o portão da cidade.)

Kôri rapidamente correu atrás dos cavalos que com a explosão se assustaram, alcançando um deles Kôri fez o pobre cavalo gastar todo o seu fôlego para alcançar o rei, chegando perto da carruagem, Kôri conseguiu visualizar os dois guarda-costas, cada um em seu próprio cavalo escoltando o rei. Os dois que antes eram um temor agora não causavam nenhum tipo de medo à Kôri. (Continua...)


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
(Nota mais genérica possível, mas acreditem, é de coração)


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