História O demônio enfeitiçado - Capítulo 8


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Notas do Autor


Não me esqueçam que tenho que escrever e parar um pouco com TF2 kkkkkk

Desculpe a demora para postar, mas a inspiração para escrever aparecia as três da manhã, e eu estava com sono e não conseguia escrever kkkkkkk

Tenham em mente os pequenos detalhes dos capítulos, tanto desses que virão quanto aos que já foram postados.

Capítulo 8 - "A loucura tem seu servo"


Fanfic / Fanfiction O demônio enfeitiçado - Capítulo 8 - "A loucura tem seu servo"

O último grito humano foi escutado, logo em seguida, apenas risadas altas de diversão, a noite tinha acabado, junto com ela, os olhos do demônio abriram. Os pés nus tocaram o chão e o barulho baixo da pele queimando não conseguira chamar a atenção dos ouvidos do que antes era chamado de garoto, após a sola do pé sentir o chão quente do quarto, ele estralava os dedos enquanto se levantava. Ia direto ao espelho, e observava atentamente o reflexo pensando no que vestiria naquele dia. Enquanto vestia de olhos fechados a cartola que tanto usava, observou no espelho novamente o reflexo, viu o rosto limpo das cicatrizes que demoraram para sumir, cicatrizes que o próprio causou.

Com um estalo entre os dedos, vestiu a calça apertada e o casaco preto logo depois da blusa vermelho sangue por último, ficou um pouco mais alto com o pequeno salto do sapato social. Com paciência, colocou a gravata no pescoço e fez o nó, olhando de forma tediosa para fora, suspirando levemente com certo desânimo. Lilith batia na porta do quarto, de forma cuidadosa, ele não respondeu, apenas foi até a cômoda e colocou no olho esquerdo o monóculo que o acompanhou pelos noves anos e meio que se seguiram após o acontecimento.

Lilith bateu na porta novamente, dessa vez um pouco mais forte. Ele abriu e saiu do quarto, fechando rapidamente. Ela levava embaixo do braço uma cópia oficial do contrato para Black Hat, ela sorria enquanto perguntava sobre a noite que teve, ele suspirou enquanto vestias as luvas.

 

-Aqueles demônios comemoram até a perda de alguém, quem diria um futuro casamento.

-Sim, para falar a verdade, a maioria das servas também estão um pouco agitadas.

-Elas sabem que isso só vai acontecer daqui a alguns meses?

-Sim, mas é impressionante ver o reinado passando de uma mão a outra Blacky.

-E você pensa assim também?

 

Ela o encarou por um momento, o silêncio era sufocante com o ar pesado do inferno que piorava a cada dia por conta de Lúcifer. Ela respondeu com a voz mais sincera que possuía, voz essa quase angelical quando voltou a olhar para frente.

 

-Não tenho opinião formada, sou a mais novas das criadas meu pequeno.

 

Ele parou de andar e se abaixou para ficar na altura da amiga e serva. Colocou as mãos de modo que ela entendesse que era para fazer o mesmo, ele as juntou e falou de modo calmo.

 

-Obrigado por tudo Lilith, mas quero que você não cuide mais de meus assuntos, você não precisa cuidar de nada mais. Eu preciso resolver essas questões sozinhos, eu não sou mais o Blacky, sou apenas Black Hat, e já não sou mais o pequeno Lili, já tenho mais de dois metros e você sabe disso.

-Sabe que contar a altura com os vinte e seis centímetros do chapéu não é válido para mim Black.

-Eu não vou admitir os meus um e oitenta.

 

Ele sorriu levemente e deixou uma risada escapar, ela não pode esconder a alegria quando escutou ele brincando depois de tanto tempo, ela sentiu um alívio com a conversa calmante, então ele olhava para as paredes do próprio lar, sentia a péssima sensação de ser observado em momentos como esses, ele continuou a frase falando baixo.

 

-Mas eu quero saiba que eu – a mão dele voltou para o peito dele deixando claro a palavra que usava – eu não me importo se me chamar de querido quando... você sabe, quando as paredes não estiverem me escutando Lili.

 

Ela sorriu de modo tímido, mas tranquilizador para o demônio de chapéu, que a abraçou e deixou o papel que ela levava, o olho dele lacrimejou um pouco, ela sentiu o calor do abraço familiar, apesar de ter passado quase vinte cinco anos daquele abraço que a tranquilizou naquele desespero. Ela falou baixo, não queria que aquele calor esfriasse.

 

-Você está preparado? Consegue fazer uma princesa se apaixonar por você?

 

Ele a afastou por um momento para deixá-la ver o sorriso de confiança que ele levava no rosto. Quando ele se levantou pegando o contrato que ela deixou cair, pediu para desejar sorte, pois estaria indo avisar da escolha ao Lúcifer. Assim que ficou de costas para ela, levantou a mão pronta para ir até o mais velho, tirando aquele sorriso confiante e o substituindo por uma expressão séria.

Não era preciso dizer como a relação se deteriorou após aquele dia, e todos daquele inferno sabiam da briga entre pai e filho que estava na casa. Black Hat lembrava como não conseguia fechar o olho direito para dormir, as risadas e fofocas daquele dia foram a mais movimentada que ele sentirá em todos os anos que teve naquele lugar, o olho esquerdo faltante deixava o lugar formigando de uma forma estranha e o corpo dele tremia com a situação. Os dedos dele estalaram rapidamente, quando terminou de piscar, estava na sala do pai, que observava a movimentação agressiva, mas calma da outra parte do Inferno.

Lúcifer olhou para ele e então foram até o que poderia parecer com o escritório de um príncipe das trevas, algumas pinturas infernais estavam nas paredes, sempre de Lúcifer ou dele com sua Molly, algumas tinham Black Hat ainda criança, outras pinturas eram somente de Black Hat, porém sendo pinturas recentes, o monóculos do demônio estava ali pintado. O pai pegou o retrato da própria mesa e se sentou na cadeira virada de costas para o filho, ele observava a pequena pintura que pegou, era uma pintura simples, mas poderosa de Molly.

 

-Eu vou sair, peguei os mapas que o mago me enviou e já sei qual caminho seguir. Preciso que devolva aquela magia.

-Fala como se eu tivesse tirado isso de você.

-Proibir a magia de abrir um portal humano no inferno sem ser o príncipe das trevas foi um modo de tirar isso de mim. Sem contar a quebra do portal principal.

-Não fale tolices sobre o portal quebrado.

-Não vim para discutir, apenas quero resolver isso.

 

Black mostrou o pergaminho e Lúcifer olhou pelo canto do olho. Luci se virou para pegar o papel e ler ele rapidamente. Enquanto lia, falava com o garoto olhando fixamente para o papel.

 

-Entende que precisa ser uma princesa? Uma moça de sangue azul?

-Eu sei sobre o que me assombra.

 

Lúcifer devolveu o papel assim que terminou a leitura ao filho, se levantou da cadeira e bateu o pé no chão. Black deu meia volta para poder voltar para o quarto, mas escutou a voz grossa de seu pai o chamando.

 

-Black!

 

Ele parou e apenas virou o rosto o suficiente para ver aquele que o chamava, o coração de Lúcifer bateu uma vez mais forte.  A garganta se secou quando começou a falar.

 

-Tem apenas alguns meses, boa sorte, filho.

-É Black Hat.

 

O rapaz saiu da sala e andou um pouco até poder suspirar novamente sem que seu pai o sentisse, ele odiava aquela sensação que tinha após os diálogos mesmo que curtos que tinha com ele, era como se o medo que o dono do inferno que dominava aquele lugar estivesse destilado com uma grande dose de tristeza em suas palavras, talvez o medo sempre fosse passado para aqueles que escutavam Luci, mas Black Hat foi capaz de sentir em diversas vezes a energia negativa da tristeza que saia do tom de voz do mais velho.

Ignorou a sensação para se concentrar em criar o portal, fazia tempo que tinha feito isso, não lembrava corretamente o que precisava fazer, mas quando chegou ao quarto, lembrou exatamente como fazia quando jovem, olhou para o canto vazio do quarto, sem pensar novamente, criou o portal, apesar da pequena dificuldade que temia que sentisse, ele criou a passagem para o outro mundo, a passagem ao mundo humano.

O roxo vivo e as partículas brilhosas fizeram ele se arrepiar por um tolo momento, ele não soube pensar num único motivo, suspirou de forma silenciosa e, antes que alguém o visse, atravessou a parede roxa que criou.

Sentiu uma leve tontura, coisa que pensou que poderia acontecer, mas apenas ignorou a sensação momentânea e olhou ao seu redor. Por um momento, se assustou ao sentir algo em seus ambos olhos, uma sensação que sentia quando novo, mas que, com o tempo que passou, esqueceu e abandonou completamente o que sentia. Balançou a cabeça em negação, e então tirava um pequeno mapa do bolso, mapa desenhado por ele mesmo com o que tinha emprestado do Mago.

Olhou novamente para o céu e para os lados, a sensação que sentia de liberdade não era algo que o encontrava agora, era a mesma coisa que o próprio inferno. Ele piscava rapidamente e estalava os dedos, sentiu uma leve brisa quando tocou o chão, quando olhou estava no beco escuro que apareceu tantas vezes quando menor. Olhou para o castelo, as gigantescas muralhas de troncos de madeira firme que prendiam o reino e para as casas ao redor, estava tão triste e vazio, apesar de alguns humanos ainda estarem nas ruas, a magreza e palidez era evidente, entrou no castelo sem dificuldades, conforme andava pelo local, notou as cores azuis que decoravam o salão, era notório a luxuria que existia no palácio do pequeno reino, mas era evidente que o reino estava em mãos de um rei tirano e narcisista, pode ver nas paredes armas pesadas, foi então que encontrou uma enorme pintura na parede coberta por um tecido pesado, Black puxou o tecido e revelou a pintura escondida, não era mais preciso a busca por provas de que o garoto que via quando jovem realmente estava morto.

O demônio não pode esconder o pequeno fio de esperança escapar no suspiro que deixou sair quando viu a pintura da família com os rostos rasgados, os reis, que aparentavam ser um casal apaixonado e um pequeno menino que Black Hat reconheceu como o pequeno rapaz de anos atrás. Porém, um jovem, que era mais alto que o menino, estava intacto na pintura. Respirando fundo, Black estalou os dedos.

Ele sentiu um enorme cansaço, os pés quando sentiram o chão não foram capazes de suportar o próprio peso, caindo no chão. Se levantou com as mãos tremulas e um peso nas costas. Segurando o contrato, ajeitou a cartola escondendo grande parte do rosto enquanto entrava no reino não muito pequeno.

Ele foi capaz de encontrar humanos baixos demais para serem adulto, porém esses tinham pequenos negócios na feira a céu aberto; humanos com pele mais escura longe do cinza e vermelho do inferno e mais distante que a pele clara que sempre viu dos humanos; além de diversas roupas diferentes que via aqueles seres vestindo.

Conforme andava pelos caminhos de pedra que os morados usavam, crianças passavam por ele brincando e correndo, pessoas riam das monótonas piadas humanas que o demônio não compreendia a graça. Seguindo os caminhos desgastados, se encontrou com um castelo não muito gratificante quanto o anterior que visitará no reino acabado, mas de bom gosto e tamanho para o reino que ali vivia.

Sem dificuldades, foi permitido de adentrar o palácio interior, os guardas ao notarem o papel no interior da roupa do demônio que a mostrava propositalmente, evitavam o olhar para a face do mesmo e voltavam a posição original abrindo o caminho. Sem demoras, Black Hat estava diante ao rei, tinha uma barba longa e meio ruiva com demonstrativos da idade mais avançada por conta dos pelos brancos que surgiam, um sorriso cansado e um olhar de pena diante de tudo, a coroa brilhava de tão limpa e valiosa, diferente do sorriso e do olhar. Black Hat não se curvava diante da realeza, apenas o olhou em posição de respeito com ambos braços nas costas, levantava um pouco o rosto e revelava o sorriso que levava consigo ao tentar esconder o desprezo que sentiu. O rei não se assustou ao notar que o dono do sorriso era um demônio, mas não escondeu o olhar desconfiado.

 

-Caro rei, creio que já foi conversado com minha criada e serva Lilith sobre minha visita.

 

Black Hat mentia sem mudar a expressão sobre o real relacionamento que possuía de Lilith e o que a considerava.

 

-Sim meu jovem, foi esclarecido e avisado sobre sua visita atual.

 

Black tirava do peito o contrato de maneira confiante e entregava ao rei, que lia atentamente as palavras escritas enquanto o demônio explicava.

 

-Sei que o senhor possui uma filha com certa idade que está quase avançada para encontrar um pretendente e que ainda não teve seu matrimônio, e preciso dessa união de reinos para manter o mundo em harmonia. Não acredito que o senhor consiga outra oportunidade visto que ela possui 19 anos atualmente e ainda não tenha se casado.

-E por isso devo casar uma princesa de sangue azul com o senhor de sangue negro? O que ganharei em troca te oferecendo a mão de minha única filha com um demônio real? Assustarei aqueles que aqui moram com sua presença.

-Sobre o que posso te oferecer pela a mão de sua filha, ouro e joias não são problemas, assim como animais se assim deseja, e sobre os moradores desse reino, apenas não se preocupe, apesar de meu rosto assustador para os pequenos humanos saltitantes, eles não irão se intimidar com meu olhar direto.

 

O rei suspirava ao reler o contrato pela terceira vez, a tentação o consumia, aceitar o contrato o faria entregar a mão da única e amada filha a um demônio em trocas de riquezas, mas poderia então finalmente ter encontrado um pretendente que a amaria e a desejaria, teria então como pai, conseguido casar sua filha apesar das diferenças que ela portava.

 

-Eu reino um lugar onde as pessoas de mais diferentes histórias vivem, elas podem ser livres para ter a opinião que desejam, podem viver aqui em reinos que as expulsaram e tentaram queimar por bruxaria, por estarem possuídas e por terem nascidas com um demônio que as modificou, entende? Meu reinado é assim por conta de uma única alma que aqui existe, por conta de minha filha. Aceitar esse contrato é um grande peso.

 

O de cartola escondeu o rosto com a mão, tentando ajeitar o chapéu que levava na cabeça, estava preparado para voltar ao inferno e tentar encontrar um outro reino, mas então o humano continuou com a fala pesada.

 

-Mas um dos maiores desejos de minha filha é ter um casamento, um amor e ser amada, desejo esse que não posso realizar, porém gostaria que ela fizesse com alguém que ela amasse. Por isso até poderia assinar o contrato com uma única condição, senhor. Faça minha filha se apaixonar por você. Assim você terá a princesa de sangue azul e seu contrato assinado.

 

O demônio pegou o papel e o colocou no interior da roupa novamente, o guardando. O rei se levantou do trono e chamou um guarda qualquer, sussurrando algo que o fez correr pelo castelo. Black Hat esperava atentamente.

 

-Minha filha é diferente de qualquer um que tenha visto, mas acredite em minhas palavras, ela é amável e adorável quando a conhece bem.

 

Depois de alguns minutos torturantes de espera, uma garota de longos cabelos verdes com a franja rosa aparecia, a pele clara e o longo vestido rosa e vermelha cobria as pernas da jovem, os detalhes pretos refletiam a pele brilhante que possuía, o penteado revelava a orelha com uma marca de que parecia a de uma mordida e de brinco um pequeno cristal preto, os braços possuíam parte deles cobertas com luvas, uma das luvas mostravam os dedos delicados da jovem e na outra, a renda preta tinha o acompanhamento da pulseiras com espinhos. A maquiagem preta nas pálpebras acabava por realçar de alguma maneira as cores dos olhos diferentes. No fino pescoço, uma fita preta estava presa de modo que parecia até que poderia enfocar a garota. O demônio olhou a cintura da garota e notou a fita com uma pequena caveira que por um momento, imaginou a rir. Próximo aos pés, viu a barra do vestido e seus detalhes pintados como o fogo. Apesar da vestimenta que usava, vestimenta essa chamativa, a moça tinha uma certa delicadeza escondida por aquilo tudo, um sorriso feminino nos lábios e um olhar penetrante e assustador chegaram ao demônio.

Conforme andava, o vestido acompanhava os passos pacientes da humana, o cabelo comprido e verde balançava para a direita e para esquerda enquanto ela caminhava para Black Hat.

 

-Quem é este papa? Por quais motivos temos um rapaz tão bem vestido está aqui nesta sala? É por ele que me chama?

 

Black tinha bons modos apesar de ser filho de Lúcifer, colocando a perna direita mais para frente, se apoiando nela, levou a esquerda para trás e desceu a cabeça para a cortejar. Se curvou para esconder a face acinzentada e o sorriso que revelava os dentes esverdeados, puxou a mão da jovem e beijou os dedos de modo gentil.

 

-Minhas sinceras condolências, vossa princesa, sou Black Hat, filho do príncipe das trevas, lorde de sangue negro. Venho aqui para conhecer a senhorita, item comentado com vossa majestade, certo?

 

O rosto do demônio virou para o rei de modo rápido e o sorriso assustador convencia com uma certa magia e medo que invadiu o corpo do mais velho o fizeram convencer de que o demônio falava a verdade. Ele concordou com as palavras que Black Hat falava sem mesmo as escutar corretamente.

 

-Sim senhor Black Hat. Está perfeitamente correto.

-E você? Qual o belíssimo nome que deve portar com uma beleza única que possui?

 

Quando saiu do transe, o rei se perdeu em seus pensamentos, a jovem olhava com um sorriso tímido para o demônio, ele voltava para a posição que estava antes de se apresentar.

 

-Sou chamada de Demência, senhor Black.

-É um bom nome.

-E seu chapéu parece maravilhoso, combina com sua vestimenta.

 

O demônio estalou os dedos e num simples piscar de olhos, tinha um pequeno chapéu em mãos, menor que o que usava na cabeça, gentilmente, entregou para Demência.

 

-O chapéu preto é para todos.

 

Ela o colocou sem demora na cabeça e deixou no rosto um gigantesco sorriso. Após alguns minutos de conversas, o rei chamou a atenção do demônio e chamou o guarda.

 

-Senhor Black Hat, sei que por mais que queira a mão de minha filha, só posso oferecer após ela me dizer que o senhor é aquele com ela deseja se casar. Compreende?

 

O demônio concordava com o silêncio e o sorriso sério, o rei então olhou para o guarda e pediu gentilmente para o de armadura.

 

-Pode o chamar.

 

O guarda se retirou e levou a princesa até o quarto dela, o rei olhou paciente a filha sair do cômodo quando voltou a olhar para o demônio, evitou contato direto com os olhos dele. Demência beijou os dedos da mão e assoprou em direção a Black Hat antes de sair. O rei começou a falar.

 

-O que foi?

-É fácil notar que minha filha possui certas diferenças, ela é capaz de se perder facilmente pelo reino, e por isso, ela tem um servo que a acompanha e faz certas coisas para ela, então se desejar fazer qualquer coisa é necessário conversar o garoto.

 

Não demorou muito para um jovem rapaz magro, vestindo um jaleco claro por cima das roupas que usava, as pernas finas eram cobertas por uma calça que parecia resistentes e a cabeça estava coberta por um papel marrom apareceu. O rapaz encarava surpreso para o demônio que estava ali, o rapaz levava a mão até o peito, o rei o chamou, pedindo para se aproximar. O rapaz estava um pouco nervoso, sorrindo por baixo da máscara, encarando o rosto do demônio.

 

-Prazer, sou Black Hat, filho do príncipe das trevas.

 

O jovem tentou falar sem gaguejar.

 

-Oi, eu sou Flug, servo da demência.

 



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