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História O depressivo - Park Jimin - Capítulo 47


Escrita por: sugarbutterr

Notas do Autor


Oiii amores! Perdão pela demora para postar, mas eu estava meio desanimada e pra piorar entrei na semana de provas... Estava sem vontade de escrever, mas voltei!

Por favor! Olhem as notas finais!

Perdoem qualquer erro e boa leitura!

Playlist no spotify: https://open.spotify.com/playlist/3p3zQSLo6eiZ9RRRmIfJ7T?si=cc46abde1a114eba

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Capítulo 47 - "Ela não morreu!"


Fanfic / Fanfiction O depressivo - Park Jimin - Capítulo 47 - "Ela não morreu!"

Anteriormente… 

Eu estava deitada no colo de Jimin e minhas pernas estavam em cima do meu irmão. O filme fez os três chorarem. Um casal de adolescentes, namorados, descobrem que a garota tem câncer e só tem mais um ano pela frente, fazendo de tudo para que eles consigam aproveitar a vida toda nesse curto período de tempo.

Será que era assim que eu me sentiria quando matassem o Jimin? Eu sabia que se eu ou o Nam não o fizermos, alguém fará. Como vou conseguir?

Olhei para cima. Seu rosto estava vermelho de choro, mas ainda lindo. Sua mão estava repousando sobre a minha barriga, acariciando o local. Derramei mais uma lágrima. 

Me desculpa, Jimin… 

Agora… 

(S/N) P.O.V.s ON - Sábado

Tomei coragem e abri meus olhos, me deparando com a luz do Sol atravessando a janela. Conseguia ver Jimin e Namjoon trabalhando, estavam super concentrados. Me levantei e abracei meu namorado por trás, deixando seu corpo rígido pela surpresa.

(S/N): - Bom dia, amor. - descansei minha cabeça na curvatura de seu pescoço.

JM: - Boa tarde, não é? - meus olhos, que ainda estavam meio fechados pelo sono, se arregalaram com a fala do mais velho.

(S/N): - O que?

RM: - São três da tarde. - os dois riram - Como consegue dormir tanto?

(S/N): - Não sei, talvez sejam os hormônios da gravidez… 

RM: - Provavelmente. - disse, voltando sua atenção às telas.

Jimin me virou de frente para ele e deixou um selar sob meus lábios. Sorri com o ato, assim como ele. Fomos interrompidos por um ser, mais conhecido como Kim Namjoon.

RM: - Olha, vocês são tão lindos juntos, mas assim, tem gente tentando trabalhar. - mostrei a língua para ele.

(S/N): - Chato.

RM: - Sou mesmo. Foda-se. - revirei os olhos. - Não acha que está na hora de levá-lo lá em cima? 

(S/N): - Tem certeza? - estava meio apreensiva.

RM: - Você não tem que fazer essa pergunta para mim, mas para você mesma. - assenti.

(S/N): - Tem razão… 

RM: - Acho que ele precisa saber… 

(S/N): - Também acho.

JM: - O que eu preciso saber? - peguei em sua mão.

(S/N): - Vou te mostrar… 

O guiei até as escadas, nos encaminhando para o andar de cima, mais especificamente para um quarto. A porta era de um tom meio roxo azulado, cheio de estrelas, exatamente como me lembrava. Abri, com todo o cuidado do mundo, e deixei que Jimin entrasse. Seus olhos passeavam por todo o cômodo, apreciando tudo com muito cuidado. As paredes cheias de fotos, como um tipo de papel de parede, e uma cama de casal no canto. 

JM: - É lindo. - apertou mais a minha mão.

(S/N): - Eu costumava ficar aqui quando estava triste. E, depois de uns anos, eu abandonei esse quarto. Passava muito tempo cuidando da minha mãe então… - ele soltou minha mão e parou para olhar cada foto. Seus olhos pararam em uma parte específica da parede, uma parte muito importante para mim.

Sabia que cedo ou tarde ele precisaria saber. Ele direcionou seu olhar para mim, começando a marejar, assim como os meus. 

Fui até ele. Me agachei ao seu lado e o abracei, deixando que as lágrimas caíssem. Jimin fez o mesmo.

JM: - Co… como? Vo… você a conhecia? - fotos de uma garota com o Jimin, ambos crianças.

(S/N): - Ji… - ele segurou meu rosto com as duas mãos.

JM: - Por favor… - sua voz estava falhando - Preciso que me diga.

(S/N): - Ela era sua melhor amiga, não? - seu rosto ganhou uma expressão surpresa.

JM: - Como sabe disso? - fiquei em silêncio - Como? - continuei sem dizer nada - ME DIZ! - ele iria se alterar rápido, já estava gritando.

(S/N): - Você acha que ela morreu, certo? - mais lágrimas desciam por nossos rostos.

JM: - Como assim, acho? Ela se foi pouco antes da minha amizade com o Jungkook acabar e você vem me dizer que… - o interrompi, sem pensar.

(S/N): - Ela não morreu! - sua feição ficou estática.

JM: - O que? - coloquei sua cabeça em meu peito, fazendo carinho para acalmá-lo.

(S/N): - Ela está viva… - ele deu um longo suspiro, prestes a falar algo quando eu continuei - Talvez você ache loucura, mas sou eu… - ele deu um pulo e se levantou.

JM: - (S/N), não diga coisas sem sentido. Ela morreu há muito tempo… 

(S/N): - Sou eu e posso provar. - ele passou as mãos pelos cabelos, claramente irritado e surpreso.

JM: - Vá em frente.

Fiquei de pé e coloquei a mão em um de meus bolsos, pegando um objeto, mas não qualquer um, algo que provaria que eu sou a garota das fotos, sua melhor amiga de infância. Com a mão fechada, deixei em suas mãos.

(S/N): - Abre. - ele estava exitando. Sabia o que era, apenas tocando.

JM: - Não é possível… - ele abriu a mão e suas lágrimas caíram sob o objeto.

(S/N): - Eu guardei por todo esse tempo… - sorri, com a lembrança e Jimin fez o mesmo.

JM: - Eu te amo. - e me abraçou como se não houvesse o amanhã, mas ele estava certo, talvez realmente não tivesse… 

(S/N): - Me desculpa… Não devia ter escondido isso de você e… 

JM: - Está tudo bem… Fico feliz que você esteja aqui, comigo… - nos soltamos do abraço e ele colocou o colar em mim - Eu guardei o meu também. - ele pegou sua carteira e tirou o mesmo colar de lá.

Ele me entregou e eu coloquei nele. Pode parecer brega para algumas pessoas, mas ele acabou de saber que a melhor amiga dele está viva e que sou eu.

JM: - Eu sofri tanto depois que recebi a notícia de que um câncer tinha te tirado de mim… - me sentei no chão e ele deitou em meu colo, abraçando minha cintura - Eu tinha só nove anos e você tinha oito. Só crianças… - podia sentir suas lágrimas molhando minha roupa, mas não me importava - Meu mundo desabou por completo. Eu não tinha vontade de fazer mais nada. Só queria ficar chorando no meu quarto… - fui passando minha mão em suas costas, em uma forma de acalmá-lo - Minha mãe estava ficando cada vez mais preocupada comigo, mas ela sabia como eu estava me sentindo. Ela sabia que você era tudo o que eu tinha. - ele se virou de barriga para cima e olhou em meus olhos, fazendo com que eu secasse as gotas que insistiam em escorrer - Então Jungkook começou a aparecer todos os dias para ficar comigo. Ele estava lá para que eu tentasse voltar a viver como antes, sorrindo e sendo feliz, mas a minha vida só piorava. - eu estava sem o que dizer… - Primeiro você, depois minha mãe e Jungkook… Todos me deixaram… Meu pai me odeia até hoje, então…

Um silêncio se instalou no quarto. Ambos pensando em muitas coisas, mas eu não conseguia deixar de me sentir mal. 

Eu causei a depressão do Jimin. Fui eu. A razão pela qual ele sofreu todos esses anos, os choros, inseguranças, medos e cortes, a culpa é toda minha. 

Me levantei, tirando sua cabeça do meu colo. Ele me olhou confuso, mas não podia explicar, não queria. 

Fui em direção à porta na intenção de sair, mas ele segurou meu pulso.

JM: - Onde você vai? - não era uma pergunta com autoridade, mas preocupação.

Não o respondi, apenas me soltei de seu aperto e corri para fora do quarto. Estava desesperada, com o coração à mil. Fui ao armário e peguei a chave de um carro qualquer. Entrei e dei a partida, sem pensar no que poderia acontecer.

Pude ouvir o som dos pneus patinando no asfalto. Aumentei o som do rádio e continuei chorando desesperadamente. Eu não estava mais aguentando todo esse sentimento de culpa. Como pude ser tão insensível? 

Não sabia onde estava. Dirigi sem rumo por horas e já estava cansada. Parei o carro e tentei respirar fundo, caso contrário eu poderia colocar a vida do bebê em risco. 

Passei as mãos em meus cabelos e peguei meu celular. Inúmeras ligações do Jimin e do Namjoon, mas eu não queria falar com nenhum deles, queria ficar sozinha, mesmo que fosse uma escolha ruim. Estava no meio do mato, não era seguro, vou pedir ajuda, mas não por mim. Disquei o número do meu irmão e ele atendeu em questão de segundos.

LIGAÇÃO ON:

RM: - (S/N)? Meu Deus! Onde você está? O que aconteceu? E… - o interrompi.

(S/N): - Nam… - minha voz falhou, ele saberia que eu estava chorando.

RM: - Só me diz onde você está e depois conversamos com calma. - assenti, mesmo que ele não pudesse me ver.

(S/N): - Esse é o problema, eu não sei onde estou. - ele suspirou.

RM: - Tudo bem. Posso rastrear o carro. Só um minuto. - pude ouvi-lo digitando coisas no computador, me procurando.

Olhei à minha volta, um lugar totalmente escuro. Estava com medo.

(S/N): - Estou com medo.

RM: - Estou quase lá. - parecia que estava vendo vultos, mas decidi tentar ignorar para o meu próprio bem.

(S/N): - Nam… Parece que estou vendo vultos… 

RM: - Deixa as portas trancadas. - ele fez uma pausa - Te achei.

(S/N): - Vem me buscar, por favor. - não houve resposta - Nam?

RM: - (S/A)?

(S/N): - O que foi?

RM: - Sa… sai daí! - o que estava acontecendo?

(S/N): - Por que? Vem me buscar e… - ele me interrompeu.

RM: - Não dá tempo. Sai logo daí! - assenti.

(S/N): - Estou saindo.

RM: - Vou tentar te alcançar, mas vá para longe dessa floresta.

(S/N): - Já estou indo, mas para onde eu tenho que ir?

RM: - Vou colocar no GPS para você. - e em poucos segundos a imagem do trajeto já estava na tela - Segue esse caminho rosa que você vai voltar para cá.

(S/N): - Tudo bem.

RM: - E não ouse desligar a chamada, preciso saber que você está bem.

(S/N): - Ok, senhor! - fiz uma voz de deboche, só para irritá-lo um pouco.

Perdi a conta de quanto tempo eu já estava dirigindo. Meus olhos ameaçaram fechar, mesmo não podendo dormir em uma situação como essa.

(S/N): - Nam, eu estou com sono. Meus olhos não aguentam mais ficar abertos… 

RM: - Aish! Você não pode parar o carro e… 

(S/N): - Por que não posso parar?

RM: - Porque é perigoso!

(S/N): - Não vai me contar o que está acontecendo?

RM: - Vou te contar tudo, eu prometo. Mas preciso que continue dirigindo.

(S/N): - Que seja.

Continuei o caminho por mais uns minutos e avistei um carro branco. O carro preferido do meu irmão, então tive a certeza de que era ele. Desliguei a chamada e parei o carro.

LIGAÇÃO OFF

Descemos do carro por minutos. Corri para abraçá-lo. Eu estava com muito medo e precisava me sentir protegida.

RM: - Ei, calma. - fez carinho em minhas costas - Eu te conforto depois. Precisamos ir agora. - assenti.

(S/N): - Vamos. - puxei sua mão, mas ele a soltou.

RM: - Eu vou dirigir o meu carro. 

(S/N): - Mas eu estou com muito sono. Se continuar dirigindo posso sofrer um acidente.

RM: - Eu sei, sua bobinha. Por isso trouxe o Jimin. - arregalei os olhos quando o vi descer do carro.

JM: - Oi (S/N)... - ele estava olhando para o chão e eu olhando para seus pés.

(S/N): - Oi… 

RM: - Ok, ok. Vamos indo. - assenti e entrei no carro, me sentando no banco do passageiro.

Pude ouvir Jimin dar a partida, mas não me importei. Fiquei um bom tempo encolhida, olhando para a janela, vendo as gotas da recente chuva caírem.

A música da rádio me tocou e me deixou mais sensível do que eu já estava. Nothing like us, jura? Não podia ser qualquer outra música? Tinha que ser especificamente essa? Eu comecei a reclamar baixo. Estava irritada e com medo e chateada. Estava uma confusão de sentimentos.

(S/N): - Mas que merda. Até o rádio está me importunando. - e desliguei o aparelho.

O silêncio se tornou presente, sufocante até. Eu estava incomodada com isso, não estava aguentando esse silêncio tenso.

JM: - O que você tem? - Jimin se pronunciou.

(S/N): - Nada. - respondi meio seca, eu sei, mas estou sem paciência.

JM: - Me diz. Sabe que pode contar comigo, assim como eu sei que posso contar com você. 

(S/N): - Não é nada Jimin. - me virei de volta para a janela.

JM: - Quando chegarmos no galpão, vamos conversar. Me machuca te ver assim. - queria beijá-lo ali mesmo. Queria dizer tudo o que estava sentindo. Queria dizer que ele não tem culpa de nada, mas não tinha coragem. 

Eu estava o tratando mal, quando ele não merecia. Pude ver seu rostinho cabisbaixo e seus olhos ameaçaram a marejar. Odiava vê-lo desse jeito, ainda mais quando sua depressão poderia piorar cada vez mais.

Meus olhos pesaram e, dessa vez, não consegui lutar contra o sono. 

Não sei quanto tempo se passou, mas quando abri os olhos o carro estava parado e eu estava coberta. Olhei para o meu lado direito e vi Jimin. Ele estava mandando mensagens para alguém, provavelmente meu irmão, então nem notou que eu tinha acordado.

Me mexi e ele me olhou. Aqueles olhos cheios de tristeza, grande parte causada por mim, eram como facas em meu coração.

Ele saiu do carro, dando a volta para me carregar no colo. Me carregou até o quarto, deitando na cama comigo. Eu virei de costas para ele, não queria chorar mais.

JM: - Ei… - me abraçou por trás, ficando de conchinha comigo - O que você tem? Estou preocupado.

(S/N): - Eu quero te contar, mas não consigo… - tentativa falha de conter as lágrimas.

Ele fez com que eu me virasse de frente para ele, o olhando no fundo dos meus olhos.

JM: - Não vou te forçar a contar, mas gostaria de entender o que se passa nessa cabecinha. - ele foi secando minhas lágrimas, uma por uma.

(S/N): - É culpa minha… 

JM: - O que?

(S/N): - Sua depressão… - ele ia falar, mas eu cortei sua fala - Se eu não tivesse ido embora, você não teria desenvolvido isso e… 

JM: - Amor, não é culpa sua. - ele me puxou para mais perto - Você não tem nada haver com isso.

(S/N): - Claro que tenho. Primeiro eu sumo, depois sua mãe foi morta pelo meu pai e o Jungkook se afastou de você por minha causa… Me desculpa… Eu não queria… 

JM: - Calma. Você não tem culpa das ações dos outros. Você foi embora porque te levaram, minha mãe morreu porque seu pai a matou e o Jungkook se afastou porque… bem, não tenho certeza, mas não é culpa sua. Entenda isso.

(S/N): - Eu estou me sentindo tão mal… 

JM: - Sei como se sente… - e sabia, ele realmente me entendia.

(S/N): - Eu sei… 

JM: - Mas preciso que seja forte, por mim, por nós, nós três. Sei o quanto é difícil, você achar que a culpa de tudo o que acontece é sua, a pressão de todos sobre nós e ter medo. Temos medo porque somos inseguros, mas mesmo quando você achar que a vida não tem mais sentido eu estarei lá para colorir tudo, assim como você fez comigo.

Eu estava sem palavras. Como ele era tão gentil e carinhoso quando eu havia arruinado a vida dele? Minha luz nos meus momentos mais escuros. Eu o amo e ele me ama, só queria que tudo tivesse sido diferente… 

JM: - Eu te amo e, por mais que acabemos machucados, amar é assim. Não podemos evitar. - respirei fundo. Ele tinha razão. Amar é algo no qual você encontra a felicidade e se machuca ao mesmo tempo.

(S/N): - Eu te amo. Demais. 

Me sentei na cama e coloquei uma perna de cada lado do seu corpo, me deitando sobre ele. Seus olhinhos puxadinhos ficaram surpresos e seu rosto ganhou um tom avermelhado, igual ao meu. Nos encaramos e o beijei.

Selei nossos lábios com certo desespero. Não com malícia, mas com medo, medo de que o mundo acabasse. Nossas línguas já se misturavam de uma maneira inexplicável. Amor, carinho, saudade, era tudo o que tinha ali. Nossos medos e inseguranças também. Muitos sentimentos ao mesmo tempo, o que nos fez derramar lágrimas durante o ato.

Suas mãos estavam ao redor da minha cintura, me segurando, como se estivesse com medo que eu fosse embora e eu não estava diferente. Minhas mãos estavam em seu pescoço, o puxando para mais perto. 

O mundo pareceu parar, mesmo que por apenas alguns minutos. Eu o amava, o amava demais para fazê-lo sofrer, mas assim é o amor, nós nos machucamos, choramos, sorrimos. Faz parte da vida, são aprendizados.

Nos separamos pela falta de ar e colamos nossas testas. Não conseguimos parar de sorrir e chorar, era uma mistura louca de emoções.

(S/N): - Eu te amo, Park Jimin.

JM: - Eu te amo, Kim (S/N). - sorrimos bobos - Mesmo quando o mundo for um sussurro de terra, eu vou te amar.

E ficamos ali, aproveitando a companhia tranquila um do outro. Os próximos dias seriam tensos, sabíamos disso. Armas, perseguição, tiros, mortes, era o que nos aguardava.

?? P.O.V.s ON

SR. PARK: - O que vai fazer?

??: - Vou matá-los. Já cansei dessa palhaçada.

SR. PARK: - Eu imploro, não faça nada com eles.

??: - Implora? Jungkook é um inútil, levou um tiro e perdeu a memória. Pelo menos eles não desconfiam de mim.

SR. PARK: - Não vou deixar que mate meu filho. Já matou minha esposa.

??: - Park Jimin que me aguarde. Ele e aquela namoradinha dele vão se arrepender de ter mexido comigo.

SR. PARK: - Por que você é assim? Egocêntrica, cheia de ódio… Eu perdi o amor do meu filho por sua causa!

??: - Pouco me importo com o que você perdeu. Só me importo com o que estou prestes a fazer.

Continua?

 


Notas Finais


Muito obrigada por lerem!

E queria pedir para irem dar uma olhadinha na fic que a minha melhor amiga começou:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/even-the-dark-stars-to-shine-22043898


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