História O desabar da torre - Capítulo 4


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Categorias The Loud House
Personagens Bobby Santiago, Clyde McBride, Lana Loud, Leni Loud, Lily Loud, Lincoln Loud, Lola Loud, Lori Loud, Lucy Loud, Luna Loud, Lynn Loud, Ronnie Anne Santiago
Tags Luto
Visualizações 58
Palavras 2.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não vou pedir decupas.......
porfavor leitor aguarde por um momento pois a autora*eu* esta procurando por uma desculpa enquanto isso leia este capitulo ah vontade, E! é claro que vai ter o "e"
eu diria para vc escutar a musica:
Avril Lavigne – Slipped Away
Sayōnara

Capítulo 4 - Nossas ações


Lori Loud

P.O. V narradora

Lori estava sentada no banco do ônibus encostou sua cabeça na janela tentando segurar as lagrimas apertando cada vez mais a mochila que estava em seu colo, já se fazia três semanas que não voltava pra casa, mas por algum motivo não sentia nenhuma culpa ou saudade entre tantos pensamentos ela fechou os olhos por alguns segundos quando abriu novamente já tinha chegado ao ponto, ela desceu ainda segurando a mochila, com o tempo começou a garoar o guarda chuva estava pendurados no braço, mas ela nem se quer pensou em pega- ló, ela andava bem devagar sem nem um pingo de pressa nada em Royal Woold a surpreendia mais. A cidade estava cada vez mais pacata quando ela chegou em sua casa conhecida por a mais quieta: era uma casa azul céu, simples mais bem elegante e bonita. Ela entrou encontrou de cara com Bobby seu marido que usava um paletó verde pântano com uma calça cinza social ele a olha nervoso e ao mesmo tempo aliviado então ele disse: a onde você estava?!

Ela passou diretamente e disse: não te interessa

:- como assim não me interessa? Eu fiquei preocupado já fazia três semanas que você desapareceu

:- por acaso você é minha baba. Eu não sou criança

:- realmente você é pior que uma criança

:- se você acha isso então por que fica sempre na minha cola? Ah! Lembrei-me é por que você é um fracassado que precisa demonstrar que pode ser alguma coisa

: - sim eu sou fracasso, mas você é uma estúpida.

:- ah eu sou estúpida, sua irmã te abandonou.

:- como se sua família não tivesse te abandonado, acredite você não tem o que julgar.

:- sabe o que você é pra mim? Um nada e não só pra mim, mas pra todos por que você continua no mesmo lugar e olha só quem é a chefe dá empresa sim eu, então por que não vai a merda espera você já esta!

Jogado tudo que estava na mesa no chão ele desviou o olhar e disse olhando para baixo com um tom decepcionado:

— se é o que você acha... É impossível falar com você eu estou indo embora

Em seguida se dirigindo a porta sem olhar pra trás.

Ela então senta na cadeira apoiando seus cotovelos na mesa começando a chorar, então vem à pergunta que ela sempre estava tentando fugir: - “como você deixou isso acontecer?”.

Ela no momento se virou olhando para mochila sussurrou para ela mesma: - eu não sei.

Então debruçou a cabeça na mesa bruscamente e se lembrou de quando tudo aconteceu do começo ao fim:

P.O. V

 Lori narrando

 27/2/2017

Era 07h00manh eu desci as escadas e vi a família inteira na mesa me sentei em frente a Lincoln que olhava para o prato com desanimo, e também estava cheio de olheiras não disse nada olhei para meu celular onde a via uma mensagem do Bobby que dizia que ele já estava lá fora, comi meu sanduiche peguei minha bolsa e fui sem dizer nada.

 Voltei pra casa exausta olhei para o lado e vi que não tinham chegado, mas para minha surpresa todas as minhas irmãs estavam lá fazendo o que elas fazem de melhor BAGUNÇA, mas desta vez não me importei passei direto indo ao meu quarto onde encontro Leni mexendo em minhas coisas indo até ela e arranco minha caixa das mãos dela enseguida olho com fúria e vou para minha cama Leni como sempre fica sentida até demais e sai correndo chorando eu, no entanto me viro e acabo caindo no sono quando acordo tinha se passado vinte minutos eu olhei para baixo e pra minha surpresa havia um vídeo game jogado no chão, eu respiro fundo e em seguida grito: - Lincoln!

Mas nada me levanto e vou até a sala onde encontro todas as minhas irmãs que por surpresa estavam quietas assistindo um programa qualquer então eu disse com a boca seca:- Onde está o idiota do Lincoln?

Então Lynn se virou e disse passiva:- não sei ele desapareceu, mamãe e papai também não chegaram.

Eu bufei novamente então Lola diz:

— aquele moleque sem classe disse que viria para minha festa do chá e teve a cara de pau de desaparecer sem dizer nada a, mas ele vai ter que me explicar.

Lana:- ele também não foi brincar comigo de ogro

Lucy:- nem foi comigo ao cemitério para falar com os mortos

Luna: - muito menos assistir meu show

Luan: nem me ajudar nas apresentações

Lisa: e também não foi minha cobaia para meu experimento para filtrar no cérebro humano e ver com a mente de outra pessoa, conhecida na ficção como troca de cérebro.

“Ok?” disse todas em uni som. Olhei para Leni que não tinha dito nada a mesma virou de canto ainda encolhida de repente a porta abre e sai de trás de Lá um pai e uma mãe aflitos olhando um para o outro, então gritei assustada e ao mesmo tempo aliviada:

—ONDE VOCES ESTAVAM!

Então no mesmo momento Lincoln entrou e disse:- eu passei mal na escola então fui para o hospital só que não era nada

E em seguida deu um sorriso forçado eu só bufei e disse:- vai tira seu vídeo game do meu quarto

Ele então ficou em posição reta fazendo sinal de continência e disse: SIM SENHOR SENHORA!

E saiu correndo para cima todas nós em seguida fomos para nossos quartos.

Já era 11h40 da noite eu tentava e tentava, mas não conseguia dormir me levantei para ir a cozinha, mas quando estava passando pelo corredor  escutei uma conversa de meus pais fui para mais perto dá porta e fiquei ouvindo palavra por palavra:

Mrs. Loud:- o que devemos fazer. Eu estou em pânico o que Pode acontecer com ele é nossa culpa não é? *ai* eu não quero perde-lo não quero!

Mr. Loud:- se acalme querida, Lincoln vai ficar bem eu prometo vamos ajuda-lo e quando For a hora certa contamos para as meninas sobre a doença nada de mal vai acontecer.

Mrs. Loud:- tem certeza.

 Mr. Loud:- tenho...

Depois que tive certeza que tinha acabado a conversa fui para meu quarto correndo cheguei bem perto da cama de Leni e sussurrei:- desculpa

E em seguida indo para minha cama, não conseguia pregar os olhos e toda hora me vinha à cabeça o que estava acontecendo com Lincoln, de tanto me perguntar há mesma coisa comecei a ficar sonolenta a pergunta já não fazia sentido nem importância.

 Às semanas passaram e Lincoln estava cada vez mais instável ele chorava ele ria insanamente chegava a rançar seus cabelos às vezes não comia por dias ou comia até de mais ele tinha certos tics de vez em quando como ficar andando para um lado e pro outro, ranger os dentes, batendo os dedos na mesa bem rápidos e incontrolavelmente, ele sempre fazia tudo que pedíamos estava sempre ao nosso favor sem nem um problema, mas mesmo com esses certos problemas que estavam mais do que na cara recusava a dizer o que era e nos também não nos importávamos muito, Até que um dia as coisas saíram de controle.

Lincoln estava na sala aparentemente dormindo só de cueca no sofá com uma revistinha na cara eu o chacoalhei e disse há ele para não se esquecer de ir ao show da Luna nem no desfile de miss princesa Lola, da palestra da Lisa, levar a Lana para o parque de divisões, ajudar a Leni com o desfile de moda, ver o jogo de basquete pra Lynn, comprar o livro de espíritos vingativos ou algo assim da Lucy, ver o top show da Luan e arrumar a casa como combinando.

Ele só balançou a cabeça como sim, fui embora e levei todas as minhas irmãs para seus Rubéns e fui sair com o Bobby. Depois de um tempo quando era 12h00 peguei todas as minhas irmãs que estavam mais que mal moradas e eu nem precisava pergunta o porquê deste mau humor quando cheguei, vi que a sala estava bem arrumada, mas quando fui a cozinha vi cacos de louça no chão, os moveis estavam empoeirados e a torneira aberta e deitado no chão um Lincoln rindo incontrolavelmente quase chorando mas quando me viu parou subitamente de rir e ficou sentado olhando sem nem um medo pra mim quando de repente Lola me empurra e diz para Lincoln furiosa:- onde você estava quando desfilando na passarela em Lincoln? a pera ai você estava aqui fazendo absurdamente nada

Lynn:- é valeu mesmo em irmão, você precisa mesmo vacila bem nas finais dos jogos.

Lucy:- nem um pedido de desculpa vai redimir o que você fez Lincoln você realmente não vale nada

Luna:- “eu vou estar lá”, “ relaxa não vou te decepcionar”, “  vou assistir do começo ao fim acredite” Eu acredito Lincoln você nunca me decepcionaria!

Lisa:- realmente você devia ganhar o premio de ser mais estúpido, você inventou um novo tipo de estúpido, fez um dano que não dá pra desfazer de tão estúpido, abriu todo zoológico para ser mais estúpido me diz Lincoln como pode ser tão estúpido?!

Ele só ficou olhando para elas sem mover um músculo com uma cara de pastel

Então ele se levantou e disse:

— já acabaram? *ai, ai* deve ter sido uma delicia ficar reclamando e me julgando, mas vocês nunca perguntaram como eu me sentia, eu fiquei a semana inteira ao favor de vocês deixei de lado tudo para ajudada- lás, á! Pera ai eu sei que vocês vão dizer “á grande coisa” vocês reclamam e reclamam, mas já estou fardo de ter que aguentar vocês cério eu estou ficando louco! Nunca estão satisfeitas com nada, eu cansei de ter que sempre pedir desculpa quando quero parar por um tempo, já que vocês tem que serem primeiro do que tudo, sinceramente às vezes eu gostaria que por pelo menos um minuto parassem de ficar colocando tudo em cima de mim!...

 Então todas elas ficaram no começo espantado, mas depois se viraram de costas e foram embora então eu disse a Lincoln de canto:- você não consegue mudar mesmo?

E depois indo em borá deixando Lincoln sozinho que estava de cabeça abaixada.

Foram duas semanas assim ninguém falava com ninguém um ignorava o outro Lincoln começou a comer sozinho e os tics ficaram cada vez mais frequentes o quarto dele sempre estava com a luz acesa.

Em uma segunda de verão já tínhamos ido achei melhor levar as minhas irmãs a pé daquela vez, mas der repente Lincoln vem correndo e grita:- Ei meninas! Tenho uma surpresa para vocês

Elas o ignoram e mudam subitamente o plano e entram no ônibus e eu fui atrás sem nem se quer olhar para trás quando der repente escutamos uma batida de carro, mas não dava para ver o que tinha acontecido, pois varias pessoas se juntaram em cima e o ônibus começou a andar quando cheguei em casa junto com minhas irmãs vi meus pais aflitos sentados no sofá então meu pai levantou a cabeça bruscamente e me perguntou apavorado:- querida, você viu o Lincoln?

Eu o respondi um pouco envergonhado:- ... Não... Não o vi, desde manha.

Minha mãe começou a chorar então Lynn o perguntou:- o que o senhor quer com ele?

Então ele a respondeu:- a escola nos ligou perguntando se havia acontecido algo com ele já que ele não foi há escola, eu procurei em todos os lugares, mas não o encontrei.

E em seguida começou a chorar junto com há mãe se passaram uma semana, apenas uma semana de aflição e pavor toda hora me vinha o barulho daquela batida de carro, eu me negava a acreditar que Lincoln tinha sido a vítima que todos olhavam.

Quando der repente o telefone toca eu vou correndo atender e então um homem do outro lado da linha diz:- ola eu sou o Dr. Charlie, gostaria de falar com o senhor e a senhora Loud sobre Lincoln pessoalmente no hospital Emergency Medical Center, em Boston amanhã. No dia seguinte saímos correndo para lá na esperança de dar uma bronca, coloca-lo de castigo e sufocado de tanto abraça-lo, até que enfim chegamos e o medico chamou nossos pais e as meninas e eu ficamos de fora escutando pela porta até que o medico disse num tom triste:- eu sinto muito, mas quando o encontramos, ele estava num estado critico e dois dias atrás, ele tinha desaparecido nos procuramos por ele, mas, não adiantaria nada. Ele estava num estado péssimo e já deve estar morto me desculpe. Aqui estão os pertences que encontramos

   Meus pais saíram com lagrimas no rosto, minha mãe segurava bem firme a bolsa minhas irmãs e eu que tínhamos escutado a conversa e não nos contemos ao chorar Luna saiu correndo para fora e fomos atrás dela, ela subiu em cima de um banco e começou a gritar:

— Por favor, quero um momento dá atenção de vocês, MEU IRMÃO LINCOLN LOUD, ele este desaparecido se alguém viu um garoto de onze anos e cabelos brancos e sabe de seu paradeiro, por favor, nos diga, o numero é...

E enquanto ela dizia o numero de telefone eu a chamava, mas ela me ignorava até que eu gritei:

— LUNA! Pare...

Luna:- Lori ele tá ai e precisamos ir atrás dele, ele... Ele não pode ter morrido Estamos falando do LINCOLN!

Lori:- mas ele morreu Luna, ele morreu e não há nada que podemos fazer!!!

Então a mãe falou bem baixo ainda agarrada na mochila:- venham meninas temos que ir pra casa...

Quando chegamos minha mãe correu para cima e guardou há mochila depois trancou o quarto e disse que ninguém devera abrir aquela porta, o tempo passava e passava e cada vez ficávamos mais distantes uma do outro e cada um suportava há dor de uma forma diferente e isso fez com que meu relacionamento com Bobby evoluísse de uma forma instável e cada dia a torre se destruía, apenas falando em negócios e poucas me reencontrava com uma irmã quem dirá toda.

 Não era isso que eu queria, não era isso que Lincoln queria.


Notas Finais


tchau...
O que? esperava que eu fizesse algum escanda-lo e pedisse par que você entendesse meu lado?
não eu sou só uma vagabunda meso...
(mas é serio eu espero que você compreenda o lado de todos)


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