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História O Despertar - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bom dia! Pessoal!

Esse é o primeiro capitulo da nossa aventura! Apertem os cintos e embarque comigo nessa história onde descobriremos que o a amizade, o ódio e o amor podem vir de onde menos se espera.

Capítulo 1 - Metrô


Fanfic / Fanfiction O Despertar - Capítulo 1 - Metrô

No jornal a grande manchete chamava a atenção impressa em vermelho vivo.

GRAVE ACIDENTE NAS LINHAS DE METRO QUE LIGAM O CENTRO Á ESTAÇÂO MATA MAIS DE 200 PESSOAS NA NOITE DESSA QUARTA-FEIRA.

“Ao ser questionado sobre o acidente e os processos abertos pelos familiares das vítimas, o diretor da empresa responsável pela manutenção, Sr. Nicolas Menezes, afirmou que a manutenção foi realizada com êxito e que metrô estava em perfeito funcionamento”

No jornal a matéria ocupava duas páginas de entrevistas. O Sr. Nicolas Menezes, afirmava veemente que as máquinas passaram por revisões rigorosas naquele mesmo dia e que garantiu que algo externo causou o acidente.

As pessoas, claro, preferem pensar que o responsável está apenas querendo se isentar do acidente. Pensar em algo externo causando aquela catástrofe era assustador demais para um humano normal absorver.

Lívia, sabia que o pobre Sr. Nicolas estava falando totalmente a verdade. O metrô não descarrilhou por defeitos e sim, devido a carnificina que ocorrera minutos antes.

Ela sabia, pois foi ela que chegou antes dos policiais para averiguar a situação. A cena encontrada no local do crime era, uma verdadeira cena de filme de terror. O metrô estava totalmente virado e fora de seus trilhos, corpos humanos, totalmente secos, se espalhavam para fora dos vagões virados.

Claro que a Organização precisava investigar o caso, as características nunca saiam do padrão. Sempre durante á noite, bairros afastados, linhas de metro, nenhum sobrevivente, corpos secos. Sinal clássico de um ataque.

Possivelmente, após matar todos os passageiros, os responsáveis descarrilharam o trem para não chamar a atenção.

_ Como se um acidente desse não fosse chamar a nossa atenção – Falou Lívia para sí mesma.

Lívia, sentada na grande mesa do refeitório, sobressalta-se ao ouvir o barulho da sirene. Um invasor tentava atravessar os portões da fortaleza.

Deixando metade se seu café da bandeja, ela corre em direção aos portões dando de cara com uma jovem conhecida.

A bela jovem de aproximadamente 16 anos tentava desesperadamente quebrar os jatos de fumaça de Gibraltar Campion sem perceber que são feitos de prata.

Lívia já viu esse rosto antes, no jornal, na noticia que informava o acidente informava também o desaparecimento da que poderia ser a única sobrevivente.

Claro que na foto, a moça não tinha as longas presas e os terríveis olhos vermelhos e também não esteva suja de sangue, sangue de suas primeiras vítimas.

Como alguém transforma essa garota e a deixa solta pela cidade?

Apenas um tiro foi disparado bem no meio de seu peito, fazendo-a cair para trás. Infelizmente, não tinha o que ser feito pela garota.

_ O que foi Lívia? hesitou em matar a aberração? – Dizia Frank ao guardar sua arma no coldre.

O impiedoso Frank era alto e forte seus cabelos eram lisos e ruivos, amarrados em uma trança atrás de sua cabeça. Seu rosto era repleto de sardas e seus grandes olhos verdes derretiam o coração da doce e tímida Rita. Suas roupas eram similares às roupas do exército. Calça de brim grosso cinza, regata branca, coturnos pretos e jaqueta de Brim cinza.

O tiro certeiro fora disparado com sua .40 adaptada para atirar com balas da madeira do carvalho branco. Ele sempre estava com suas armas gêmeas, uma ativara balas de madeira e a outra balas de prata que, nesse momento, estava guardada no coldre em sua perna esquerda.

Frank nunca hesitava, pois, seus pais foram mortos por vampiros diante de seus olhos.

_Ela era praticamente uma criança! Ela era umas das vítimas do descarrilhamento do metrô. – baixa a cabeça

_ Não interessa Lívia! Ela era um dos monstros e estava invadindo nossa fortaleza.

_ Ela parecia desesperada. Como alguém cria um vampiro e o deixa solto por aí? E ainda direciona ela para nosso complexo...

_ Você se importa muito com essas coisas. – Em um ato automático passa a mão na parte da frente de seu cabelo que, sempre, caia em seu rosto.

_ Você que não pensa Frank. Esse é o terceiro vampiro criado “enviado para morrer” – Lívia faz aspas com os dedos. – Você não acha estranho?

_ Um vampiro querendo matar? – Diz com deboche - Não. Agora, mudando de assunto... Estou de folga sexta, vamos sair?

_ Pela milésima vez Frank: Você não faz meu tipo.

Frank era um rapaz extremamente bonito, mas, não opinião de Lívia, o que ele tinha de bonito, tinha de burro também.

Lívia, por sua vez, ela linda e inteligente. Tinha longos cabelos pretos lisos como seda até os ombros. Sua pele branca era o contraste perfeito entre seus fios negros e seus olhos chocolate. Criada na Organização, junto com outros de sua idade, filhos e netos dos últimos membros da sociedade, sob rigoroso treinamento ela sabia como identificar, neutralizar e até mesmo matar um vampiro. De estatura baixa e magra, chamava a atenção por sempre ganhar dos vampiros. Não por sua força física e sim por sua inteligência.

Geralmente, utilizava shorts jeans que cobriam até o meio de suas coxas, camiseta roxa e coturno preto. Suas armas principais eram dois punhais de prata cuidadosamente presos em sua lombar e uma pistola .40 guardada em um coldre em sua perna esquerda. Na perna direita, tinha dois compartimentos para munição. Pentes com balas de madeira e pentes com balas de prata.

Frank fica observando Lívia se afastar imaginando que, um dia, ela seria dele.



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