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História O Despertar da Justiça - Capítulo 2


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Notas do Autor


Como vocês vão? Mais um capítulo para vocês.

Então, dois capítulos numa semana. Mesmo sendo de fanfics separadas, estou surpreso comigo mesmo.

De qualquer forma, esse cap meio que foi dividido em dois porque eu achei que ia ficar com coisas demais se eu deixasse pra terminar onde eu planejava.

Só pra deixar avisado, eu estava pensando em fazer mais coisas, mas vai ser só essa história de origem e, quem sabe, eu volto nesse universo depois.

Chega de papo e até lá embaixo!

Capítulo 2 - A Grande Ameaça - parte 2


Metrópolis - 21:33

 

Antes que Tsukuyomi respondesse ao herói número um de Metrópolis, o herói número um de Coast City se levantou irritado.

— Morra! — Katsuki grita voando na direção de Deku e desfere uma explosão no rosto do esverdeado.

A explosão arremessou Izuku alguns metros para trás, mas ele logo se recupera numa cambalhota.

— Blackwhip! — Deku grita criando faixas negras de energia e as amarrando em Ground Zero e o arremessando no chão.

— Acha que isso é o suficiente para me derrotar?!  — Bakugou pergunta com um sorriso psicopata — Explode-A-Pult! 

O louro agarra Midoriya e gira com ele, propulsionado pelas explosões, então explode o adversário na direção do prédio em que eles estavam antes.

— Ap Shot: Auto-Cannon! — Ground Zero grita atirando várias vezes na direção de Deku.

— St. Louis Smash Air Force! — Deku responde chutando o ar e atirando ar comprimido com força o suficiente para barrar os tiros de Katsuki.

— Gloom of the Black Arm! — Tokoyami fala, finalmente entrando na briga e fazendo com que Dark Shadow aumentasse o tamanho de seus braços e esmagasse os outros dois heróis contra a parede do prédio — Perdão Deku, não viemos para causar problemas. — ele olha para  Katsuki — Pelo menos eu não vim, mas não me responsabilizo pelas ações de Ground Zero.

— SEU FILHO DA PUTA! — Bakugou grita em resposta.

— Eu vim aqui porque nós dois enfrentamos um monstro estranho carregando essa caixa. — o herói sombrio fala levantando a caixa com seu braço direito — Você era o especialista nesse tipo de coisa mais acessível no momento, então viemos até aqui ver se você sabe o que é. — ele continua enquanto recolhe Dark Shadow e libera os dois heróis.

— Desculpa te ameaçar Tsukuyomi. — Deku fala se aproximando e esticando a mão para o Fumikage apertar, mas é deixado no vácuo — Foi reflexo por ter sido atacado, e também temi que vocês estivessem com o monstro que eu enfrentei hoje de manhã.

— Ele também tinha uma dessas merdas?! — Bakugou pergunta entrando na conversa.

— Sim, mas ela foi destruída na luta. — Deku responde.

— Então perdemos viagem! — Katsuki grita frustrado.

— Se puderem deixar a caixa comigo, vou estudá-la e contatarei vocês quando puder. — o esverdeado fala.

— Pode pegá-la. — Tokoyami fala entregando a caixa.

— Aqui está meu número, — Izuku fala entregando um cartão de visita pra cada — salvem meu número que eu envio uma mensagem se descobrir algo.

— Por que você tem um cartão de visitas se você têm uma identidade secreta? — Katsuki pergunta.

— Eu pintei os do meu trabalho para o caso de encontrar algum colega herói. — Modoriya fala com um sorriso infantil.

— Okay… — Tsukuyomi fala achando aquilo um pouco esquisito e amarrando a capa ao redor da cintura — Preciso vou voltar pra Gotham, até depois.

— Tchau Tsukuyomi, tchau Ground Zero! — Deku fala sorridente, como se estivesse esquecido a luta contra Bakugou, e levantando vôo junto com Tsukuyomi.

— Hunf! — Katsuki funga irritado e levanta vôo também.

 

Cinco dias depois

 

Central City - 18:00

 

— Façam fila, ninguém, vai ficar sem! — Tenya Iida, um dos detetives do Departamento de Polícia de Central City, que possui uma estranha deformidade nas pernas que as tornam meio inchadas na altura das panturrilhas, chega no seu local de trabalho carregando várias sacolas de fast food.

— Se apresse Iida! — Masaki Mizushima, o capitão da polícia, grita para Tenya.

— Sim senhor! — Iida responde se curvando para seu superior.

— Agora se mexa, quero todos trabalhando no caso Ingenium agora! — Misaki grita com seu subordinado, enquanto o mesmo demonstra um olhar sinistro.

 

Metrópolis - 19:00

 

No Museu Nacional de Metrópolis, uma festa ocorre, celebrando uma adição ao museu patrocinada pela milionária Momo Yaoyorozu.

Entre os convidados, duas figuras se fazem presentes, sem que um tenha o conhecimento do outro, embora eles já se conheçam.

Em um dos cantos da festa, Midoriya Izuku, sob sua identidade civil, é um dos vários membros da imprensa presentes no local para cobrir o evento, mais precisamente um dos fotógrafos do Planeta Diário. Comicamente, um óculos de grau, um cabelo bem penteado e um terno barato é o suficiente para esconder sua identidade como a pessoa mais famosa da cidade inteira.

A outra figura, é Tokoyami Fumikage, o guitarrista da banda “The Earphone’s Jack”, que estava toda presente no evento porque a vocalista, baixista e líder da banda, Kyouka Jirou, é amiga de Momo e foi convidada com o resto de seu grupo, embora a mesma não tenha ido por estar acamada de doença. Fumikage se disfarça se utilizando de uma máscara especial que gera um holograma que disfarça sua aparência de ave com um rosto humano, com feições genéricas e um cabelo preto arrepiado, assim como suas penas. Apesar do evento ser de gala, ele usa calças pretas, coturnos e uma jaqueta com capuz.

Enquanto comia um dos vários aperitivos de uma das mesas, o fotógrafo nota um homem gordo, careca e baixo, com um proeminente bigode cobrindo sua boca. O homem estava usando um jaleco desses de cientista e um óculos com lentes grossas, e carregava um pote de tamanho considerável, coberto por um pano em suas mãos, que Izuku podia ter certeza de que estava se mexendo. Para coroar, ele olhava para os lados com frequência como se estivesse sendo seguido e não estava se dirigindo nem ao banheiro e nem a saída, e sim na direção que, graças às suas visitas anteriores, o alterego de Deku sabe que leva ao porão.

Deixando seu trabalho de lado, ele começa a se esgueirar atrás do homem, usando as pessoas como cobertura.

O suspeito sai do evento e vai até a porta que esconde as escadas para o porão, mas vira para o lado e anda até um quadro de natureza morta e confere mais uma vez se não têm ninguém a vida, enquanto Midoriya se esconde atrás de uma pilastra.

O homem passa o dedo na moldura, fazendo com que a parede se abra, revelando um painel, onde o homem digita um código. Então a porta se abre mais uma vez, revelando um elevador.

Enquanto o homem entra no elevador e a porta se fecha, se utilizando do máximo de sua velocidade, Izuku vai até o local e coloca um dedo para impedir que a porta se feche, sem que o homem percebesse. Assim que o elevador saiu daquele andar, Midoriya força a porta e pula atrás do elevador, flutuando para impedir o baque contra a cabine, descendo por vários metros.

Quando o elevador para, Izuku espera o homem que ele persegue sair do elevador e entra na cabine, para assim entrar em um andar secreto e extremamente escuro do museu. O homem não estava em nenhum lugar a vista.

Assim que ele adentra o local, o fotógrafo avista milhares de tubos com algum tipo de líquido verde fosforescente cobrindo as paredes, e dentro de cada uma estava um monstro com o cérebro exposto parecido com o que, tanto ele, quanto Ground Zero e Tsukuyomi enfrentaram.

Sem hesitar, ele manda uma mensagem para seus compatriotas heróicos: “Monstros das caixas, embaixo do Museu Nacional de Metrópolis!”

Após mandar seu aviso, Deku estuda melhor o local em que ele se encontra. Vários metros a frente, a caverna termina em uma série de monitores acesos, e no meio do salão, ele avista um gigantescp pilar negro, parecido com algo saído de um filme de ficção científica.

Izuku se aproxima do frasco mais próximo, dentro do qual está um gigantesco monstro cor de piche, com um rosto alongado que lembra muito um bico de pássaro com lábios dourados. E ele abre os olhos.

Antes que Izuku reagisse, a criatura destrói o próprio frasco e agarra o pescoço do esverdeado antes que ele reagisse.

— Mas o quê? — Izuku se questiona surpreso, mas antes que pudesse usar sua individualidade para reagir, o homem de antes entra em seu campo de visão. 

Dessa vez com o pode descoberto, revelando uma criatura negra, com pernas acabando um par de tênis no lugar dos braços, com a parte inferior do corpo completamente ausente. A cabeça da pequena criatura parecia um pato com cérebro exposto e usa um capacete de vidro com quatro agulhas atravessando o vidro e perfurando o cérebro da criatura.

— Não sei exatamente como você entrou aqui. — o homem fala com raiva — Normalmente eu olharia para as câmeras, mas não importa agora, em alguns minutos proteger o plano do meu mestre ou não será irrelevante, então, Nomu, se livre de nosso convidado. — ele fala se virando para os monitores — Na verdade, antes de irem, Nomu, traga pra mim o celular dele, ele pode ter enviado uma mensagem, e não podemos arriscar que, independente de quão baixas sejam as chances, nos impeça a essa altura do campeonato.

“Não!” Midoriya pensa, desesperado para impedir que o cientista visse as mensagens para seus companheiros heróis.

Usando o Blackwhip por debaixo da roupa, Deku alcança e destrói seu celular.

Quando o Nomu pega o celular, só encontra os pedaços.

— Tsc, você o tratou com muita força Nomu, — o homem fala balançando a cabeça em negação — espero que não gere problemas para o mestre. — ele se vira para os monitores — Finalize ele Nomu.

“Andem logo gente!” Izuku pensa enquanto é arrastado para uma sala latera.

 

Estrada que liga Gotham e Metrópolis - 19:26

 

Bakugo está de férias de seu emprego como piloto de testes e alojado em Gotham desde então, já que Coast City fica na Califórnia enquanto a cidade de Tsukuyomi fica em Nova Jersey.

Assim que recebeu a notícia do, segundo ele, nerd, ele entrou em seu carro e está dirigindo em máxima velocidade para chegar em Metrópolis.

— Morram! — ele grita para os carros na frente dele enquanto aperta a buzina descontroladamente.

O louro usa uma jaqueta de aviador sobre o uniforme, enquanto deixa os braceletes em forma de granada no porta-malas e com a máscara no bolso.

 

Metrópolis - 19:30

 

Tokoyami, para a própria infelicidade deixou o celular em sua casa, ficando totalmente alheio sobre o que está ocorrendo sob os próprios pés.

Nesse exato momento, Momo Yaoyorozu, utilizando um vestido vermelho longo com um decote considerável e com os cabelos lisos bem escovados, sobe no palco, acompanhada por um homem alto com cabelos brancos e arrepiados utilizando um terno completamente negro, o nome deste é Shigaraki Akunoshocho, o curador do museu.

— Agradeço a todos por terem vindo aqui hoje… — Momo começa o seu discurso.

 

Ao mesmo tempo…

 

Assim que entram na sala, o monstro coloca as mãos ao redor do pescoço do esverdeado para tentar quebrar o pescoço do mesmo. O que o mesmo não contava é que uma corda negra de energia se enrolaria ao redor de sua garganta.

Nomu perde seu ar, soltando o fotógrafo que se joga para frente com um salto para ganhar distância.

Aproveitando a chance, Deku retira seus óculos, rasga a roupa que está por cima de seu uniforme e calça as luvas que estavam em seu cinto.

— Detroit Smash! — o dito por muitos como herói mais forte desfere um soco no peito do Nomu que acaba por não surtir efeito — Absorção de Impacto?!

Izuku não tem tempo para pensar no assunto por ser recebido com direto da criatura, do qual ele agilmente desvia.

— Deixa eu ver, — Midoriya pensa enquanto se evade dos sucessivos golpes do Nomu — essa individualidade normalmente torna o usuário imune a ataques físicos e diretos… mas existe um limite.

Deku se volta ao Nomu e desfere meia dúzia de socos rápidos e potentes no monstro que só consegue retribuir dois no herói antes de ser arremessado pela porta após atingir o limite da individualidade.

— O quê?! — o cientista grita amedrontado enquanto mexe nas agulhas da criatura do pote.

 

No museu…

 

— ...E agora vou passar a palavra para o doutor Shigaraki. — Momo fala passando o microfone para o curador.

— Obrigado Momo, é uma honra para mim anunciar que… — de repente o homem começa a tossir incontrolavelmente.

— Você está bem? — Yaoyorozu pergunta preocupada.

— Eu… — de repente ele começa a vomitar um líquido negro que lhe cobre o corpo inteiro.

Tão repentinamente quanto quando começou, o líquido cai no chão. Não há nenhum sinal do doutor.

Sem entender exatamente o que aconteceu, a maioria dos presentes começa a se desesperar.

— Não há motivo para pânico! — Momo grita no microfone para que todos possam a ouvir — Vamos organizar buscas atrás do…

De repente o chão começa a tremer como se estivesse ocorrendo um terremoto, aumentando ainda mais o desespero de todos, até que…

Deku irrompem do chão, aparentemente sendo lançado de baixo, enquanto luta contra doze nomus, dos quais quatro são negros e oito brancos, todos com tamanhos, formatos e aparências diferentes.

— Deku?! — Yaoyorozu e Tokoyami gritam em surpresa com o chegado.

 

Continua...

 


Notas Finais


E aí, o que acharam? Espero que esteja bom.

Só pra evitar decepções, embora em saiba q ninguém vê as Notas Finais, a Jirou não vai fazer parte da equipe

Favoritem e comentem se puderem que isso ajuda. E também me digam suas teorias se vcs tiverem.

Tchau e até não faço ideia de quando!


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