História O despertar de Elliot - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abuso, Drama, Drogas, Relacionamento Abusivo, Romance, Sangue, Tortura, Violencia
Visualizações 9
Palavras 2.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Caralho! Me descupem pela demora... Mas como esta fanfc surgiu do zero e sem plano algum as ideias demoraram para aparecer em minha mente, mas enfim tive que infelizmente mudar a categoria da fanfic... Não queria, mas como eu sei que seria mais difícil para mim ter ideias com essa categoria eu mudei na ultima hora e.e

Fiquem com essa belezura ai e me digam nos comentários o que acharam ^^
Boa leitura <3

Capítulo 2 - Olhos Hipnotizantes


Fanfic / Fanfiction O despertar de Elliot - Capítulo 2 - Olhos Hipnotizantes

Olhos hipnotizantes - 22h17min

Abriu a porta e deixou o vento entrar vagarosamente pelo grande cômodo. Saiu, e fechou a porta atrás de si com cuidado para não bater e fazer um grande barulho. Quando se virou sentiu um leve vento frio assoprando e beijando-lhe a face com calma. Estava bem agasalhado, trajava um sobretudo anil e por dentro um suéter cinza leve, logo abaixo usava uma simples calça Jogger de moletom cinza e uma bota preta bem fechada.

Não se incomodou nem um pouco com o frio, a bebida havia feito o jovem não sentir frio algum. Ainda enxergando um pouco pelas luzes amareladas da casa pôs a funcionar a pequena lanterna preta com cheiro de nova para iluminar a varanda com o chão de madeira, andou sentindo sua cabeça leve como uma pena enquanto seus passos faziam barulho quando a sola de sua bota batia ao assoalho, chocando-se um no outro. Elliot teria que tomar cuidado a partir de agora para não pisar em falso em uma poça de água que a chuva teria causado, desceu as grandes escadas de madeira bruta segurando-se no corrimão que se encontrava molhado, pingava em pequenas gotinhas geladas conforme Elliot movia as mãos para descer. Sua mão que antes estava quente e seca segundos antes, já se encontrava fria e molhada.

Quando estava no ultimo degrau da escada terminou com um pequeno pulo de diversão, Elliot estava feliz, coisa que a bebida amarelada lhe acarretava. Mas não estava simplesmente alegre por causa dela, estar em contato com a natureza e sair a esta hora da noite o deixou extremamente feliz e distraído. Andou por uma estrada já demarcada por não ter nenhum matinho nela sentindo a maciez do solo molhado pelo jeito que suas botas afundavam levemente nele.

Andou por alguns minutos iluminando todo o percurso com a lanterna que emitia uma luz branca, que era totalmente o oposto do da cabana. Inspirou profundamente o cheiro de terra molhada que emanava do chão, gelou no mesmo instante quando de repente ouviu um ruído vindo da parte esquerda da floresta, algumas samambaias se mexeram um pouco, chacoalhando suas folhas e roçando umas nas outras com os movimentos que deixava a monotonia de lado e tornara se mais sombria a floresta à noite. Olhou envolta assustado, não sabendo se era por causa de sua embriaguez ou por estar absolutamente distraído que não percebera como a floresta era bastante tenebrosa, as arvores eram enormes e com seus galhos retorcidos pareciam como garras prestes a estraçalhar lhe com sagacidade, às vezes parecia que via pequenos olhinhos vermelhos a espreitar no escuro da floresta, afastou esses pensamentos carregados de temor e olhou novamente para as samambaias que voltara a se mexer, iluminou rapidamente com medo e tensão, suas pernas hesitaram em ir se aprofundar perto daquele monte de verde, ficou parado por algum tempo pensando se iria até o barulho ou se seguia a trilha de terra.

Elliot estava atormentado com o barulho que persistia e com medo da enegrecida noite que escureceu a vasta floresta há bastante tempo, mas ao mesmo tempo em que sentia certa curiosidade no chocalhar das samambaias, Elliot era extremamente medroso e curioso isso fazia com que entrasse em constante conflito consigo mesmo.

 — Foda-se essa merda – Exclamou demasiadamente angustiado por não saber qual caminho escolher, decidiu suprir sua curiosidade e saiu da trilha de terra que antes seguia, deixando de lado seus tardios amigos.

Seguiu até as samambaias com passos ligeiros sem fazer quase nenhum barulho; apenas pelos pequenos sons da grama sendo amassada pelos seus pés conforme se movia, chegou perto das plantas e as mesmas continuaram a se mexer, parecia uma espécie de choramingo que vinha de entre as longas folhas das samambaias que pingavam gotinhas e reluziram como cristais com a luz da lanterna. Abaixou-se quase caindo para o lado, se apoiou com a mão nas folhas molhadas do chão que estavam bastante escorregadias, felizmente não caiu, mas sua mão ficou manchada de terra; fez uma expressão de nojo para a mão e a sacudiu para tirar todo o barro que ficou entranhado em suas mãos. Já praticamente livre da sujeira Elliot afasta as samambaias que escondiam a coisa chorona.

Surpreendeu-se quando deu de cara com um pequeno amontoado de pelos pretos e vastos, era um miúdo cachorrinho que tremia e choramingava pausadamente ao mesmo tempo em que lambia as patas traseiras, ele estava sangrando, porem não muito para ficar sem andar.

— Coitadinho... – O loiro levou as mãos até a pequena e redonda cabecinha do animal para lhe fazer um afago, os pelos sujos e negros estavam encardidos de terra e com algumas folhas grudadas no pequeno animal, o pequeno que ainda não notara a chegada de Elliot tremeu com o carinho que recebeu e o olhou com seus pequenos olhinhos e em seguida lambeu sua mão com ternura.

Pegou com cuidado o animalzinho encharcado e aconchegou em seus braços, trazendo pelo menos um pouco de calor para o pequeno que parecia desconfortável em seus braços, molhou o casaco e o sujou de terra e folhas velhas das arvores por consequência. Mas no fim era melhor do que deixar o pequeno morrer de frio e no chão sujo, mesmo com uma péssima aparência ele parecia bem alimentado, pôs-se a andar de maneira distraída e com um sorriso no rosto enquanto olhava o filhote com doçura e bondade.

Elliot estava tão distraído com o pequeno animal que enquanto andava acabou por passar do ponto sem grama, seguindo direto enquanto segurava a lanterna de maneira bastante desajeitada por estar com o filhote em seus braços, tentou iluminar a sua frente, mas por a lanterna estar torta em suas mãos o que fez que a luz fizesse uma linha para o lado; dificultando sua visibilidade.

Quando despertou de sua fase de distração olhou envolta e tamanha confusão entrou em sua mente, ficou imóvel olhando envolta tentando enxergar algo, olhou para os lados e para o caminho que já cortara não avistando nem sequer a trilha que o fez chegar a tal cabana. Incomodou-se percebendo que estava ao meio de um matagal enorme que lhe cobria até a cintura, pinicando o espaço em que ficava o tornozelo descoberto fazendo-o querer coçar, mas não conseguiria; o peso que carregava não deixaria Elliot se abaixar.

— Então pequenino... Estamos bem perdidos – disse exibindo uma face preocupada para o animal, o pequeno com as pequenas orbes negras como a noite o fitou e apenas deslocou de leve a pequena cabeça para o lado tentando entender o que o loiro falava com afligimento.

Elliot se deslocou pelo extenso matagal que o engolia, seguiu em frente tentando se lembrar de como conseguiu chegar ali, mas não conseguia pensar em nada, o negrume da noite fez com que se sentisse novamente desconfortável e com os passos trêmulos, olhou para o véu da noite acima de sua cabeça rodeada de nuvens em montes negros que perto da grande lua cheia se destacavam, ficando brancas meio acinzentadas. Entre as grandiosas arvores persistiam os olhinhos avermelhados espreitando, os galhos desta parte da floresta ficavam mais acima, felizmente fazendo com que Elliot se sentisse mais a vontade e sem criar fantasias em sua mente.

Andou por muito tempo dentro daquela parte da floresta e começou a questionasse se ela não acabava nunca, as arvores enormes e o matagal grandioso não colaborava e trazia a sensação de engolimento; começara a se sentir intimidado e vigiado por entre as arvores a sua volta, engoliu em seco e começou a apressar os passos, fazendo os pelinhos da nuca eriçarem quando ouviu o som de galhos sendo quebrados com brutalidade: como o som de alerta para correr. Pôs-se a correr enquanto sentia a sensação de algo vindo entre as densas arvores lhe caçando para abater-lhe e arrancar-lhe a carne ferozmente, sentia os músculos ficarem tensos e o medo correndo em suas veias, os barulhos de Elliot correndo entre o mato eram rápidos e repetitivos, mas os da criatura correndo atrás de si entre as arvores era alarido e quebrava galhos conforme corria com uma velocidade extrema.

Em uma rápida curva se escondeu atrás de uma arvore com um tronco grosso, lhe tampando quase por inteiro, sua respiração estava descompassada e por incrível que parecesse suava e as pequenas gotículas escorriam pela pele que se esquentara com a corrida que realizara, trancou a respiração dentro da boca quando ouviu a criatura quebrando mais galhos com brutalidade; escutou a mesma quando parou, mas não se daria o luxo de tentar espiar a criatura, ficou inerte contendo sua respiração com os olhos terrivelmente arregalados, atento a qualquer barulho.

Tudo ficou em absoluto silencio exceto pelo cricrilar dos grilos pela floresta, o filhote em seus braços estava em estado de alerta com as curtas orelhas levantadas; conseguiu relaxar parcialmente, aos poucos foi soltando a respiração que estava confinada em seus pulmões respirando baixinho, foi com um grande receio que tomou coragem para espiar na curva que a arvore fazia, olhou envolta com dificuldade por não conseguir enxergar direto com todos os galhos e arbustos a sua frente. Gelou e sentiu o frio descer até sua espinha, Elliot tremeu e arregalou os olhos ainda mais quando percebeu que oculto entre uma grande moita havia grandes olhos cor de avelã brilhando de um modo anormal mesmo com toda a escuridão o envolvendo, a criatura ficou a encarar Elliot de um jeito estranho; não o atacou e nem se mexeu, os dois ficaram imóveis se encarando até que o miúdo filhote começasse a se mexer nos braços do loiro e choramingar abaixando as orelhas.

Assustou-se com as lamurias do animal agitado, o garoto mexeu os braços a fim de fazer o animal se calar, mas não teve tempo para correr quando um gigantesco lobo acinzentado pulou das sombras fazendo apenas a grande lua iluminar seus grandes e grossos pelos brilharem ao luar, seus olhos se encontraram e se encararam por um breve momento até o magnifico animal quebrar o contato e ir a sua direção olhando fixamente para o filhote em seus braços, o pequeno em seus braços queria a todo custo sair de seus braços e ir em direção à fera; Elliot segurou firmemente o animalzinho e se afastou com a respiração acelerada do lobo, atrás de si tinha uma grande parede de pedras que serviu para encurrala-lo ainda mais e para possivelmente o lobo devorar lhe junto com o filhote.

O grande animal acinzentado mais perto parecia do seu exato tamanho, se sentindo intimidado tentou se afastar mais, mas a parede não deixava; e foi neste momento em que Elliot aceitou que iria morrer por um grande lobo anormalmente grande. Quando o lobo chegou frente a frente com ele ignorou o loiro e ficou a observar possivelmente o filhote que Elliot havia “sequestrado” de sua mãe ou pai, cheirou o miúdo e lambeu a cabeça arredondada com sua grande língua, o filhote por outro lado balançava de um lado para o outro o rabinho peludo enquanto praticamente implorava para o lobo leva-lo consigo, mas aquela atitude apenas parecia extremamente estranha ao ver do garoto. Após o acinzentado parar com as caricias olhou novamente para Elliot que se encontrava extremamente confuso e assustado, tremendo. O animal então deu um rosnado para o loiro que fechou os olhos por instinto esperando ser ferozmente destroçado com os dentes afiados do lobo, nada veio e Elliot não experimentara  dor alguma, abriu lentamente os olhos com medo enquanto o grande lobo apenas olhava com seus grandes olhos brilhante para si.

Sentiu se se perdendo dentro daquele vasto castanho claro, sendo hipnotizado e entrando em um estranho transe que trouxe consigo uma calma que pairou em sua mente, era como se com aquele simples olhar lhe falasse para ficar calmo e que a enorme fera não o feriria. O lobo quebrou o contato que seus olhos faziam e correu entre os arbustos escurecidos, sumindo da visão do loiro.

Elliot ficou confuso com tudo que acontecera e percebeu que até deixara a lanterna de Kate despencar no chão, enxergava com dificuldade. A luz da lua estava se ocultando atrás das nuvens carregadas fazendo o lugar ficar parcialmente escuro como antes, olhou envolta estreitando os olhos para tentar enxergar algo, sem sucesso Elliot então se vira indo em direção do caminho que veio antes, o filhote em seus braços não parava de uivar; chorando em seus braços.

Caminhou por horas pensando no lobo dentro da floresta pelo mesmo caminho que correra quando fora perseguido pelo misterioso animal, o garoto estava cansado e seus pés doíam, sua boca estava seca e pedia por água, seus olhos já tinham se acostumado com as trevas e enxergava apenas algumas coisas, vez ou outra seu rosto se encontrava com os galhos afiados de uma arvore que o machucavam lhe, quando isso acontecia lançava xingamentos por todo o lado, fazendo o animal (que já parara de chorar) o olhar com curiosidade.

 — velho... Eu to cansado pra caralho... – Elliot disse olhando para frente com cansaço em sua voz – Sem falar que eu não entendi o porquê daquele lobo maluco me perseguir e não me matar de uma vez – reclamou desviando o olhar do caminho para o filhote enquanto andava de maneira despreocupada.

O pequeno em seus braços estava agitado e mordiscava a manga do sobretudo do rapaz, enquanto mexia as orelhas quando ouvia o som que os morcegos faziam enquanto voejavam cortando os céus na escuridão, Elliot ficou divagando sobre o grande lobo e por que diabos o havia deixado vivo com o possível filhote, pensou em como os olhos do animal eram hipnotizantes e nas sensações que lhe acarretou com um simples olhar, seus olhos eram de uma cor tão acastanhada e brilhante; diferente de qualquer um que já tivesse visto em sua vida. O filhote em seus braços parecia um filhote de cachorro comum, mas então por que o lobo então teria lhe lambido daquela forma tão amorosa?

Questionamentos e pensamentos confusos circulavam a mente do garoto loiro que por sua vez já se esquecera dos pés que minutos antes doíam, lembrou-se dos amigos que tinham saído para comprar bebidas e nunca mais voltaram, talvez tivessem ficado perdidos na vasta floresta como Elliot ou apenas acharam na estrada para a mercearia um puteiro qualquer para vadiarem.

Acabou por andar por mais horas pensando em tudo, já se acostumara com a densa floresta e os ruídos que às vezes ouvia; lebres, dizia para si mesmo, o sono e o cansaço haviam ficado maior com o tempo, seus olhos ficaram pesados e suas pálpebras teimavam para fechar, não poderia deitar-se no chão, morreria de frio sem contar que a grama estava molhada. Foi quando avistou uma luz atravessando o céu negro com uma forma irregular e em zigue-zague, ouviu o som dele parecendo que estava rachando o chão ao meio, como o som do começo do fim do mundo.

Aquilo foi inesperado e fez Elliot soltar um grito agudo de susto ao mesmo tempo em que se encolheu com o filhote em seus braços assustado, quando reparou que era um simples relâmpago se recompôs rindo para o pequeno.

— Foi só um relâmpago – O loiro disse olhando e gargalhando de vergonha para o filhote, que o olhou extremamente assustado com o barulho, o loiro fez um afago em suas patinhas dianteiras. De repente sentiu grossas gotículas de agua caindo do céu e molhando seus cabelos loiros, uma a uma o molhavam conforme começara a andar mais rápido no matagal.

Elliot era extremamente azarado e sentiu isso na pele nesta noite, quando começara a cair praticamente um diluvio do céu correu com muita pressa pelo caminho coberto de mato, correu curvado para frente defendendo o filhote da chuva, fazendo com que o filhote pulasse de seus braços quando dava pequenos pulos desviando de alguns troncos de arvores mortas, já estava encharcado e suas roupas pesavam em seu corpo, sentia o frio bater em sua pele pela primeira vez após sair bêbado da cabana.

Avistou de longe uma longa e estreita trilha de terra, quando foi correr ainda mais seu pé acabou se atolando em uma poça e sujou completamente sua bota de marrom, que antes era preta, gritou injurias e amaldiçoou os deuses por toda aquela onda de azar. Estava praticamente perto da escada de madeira e correu até ela subindo com um dos pés lhe incomodando pela quantidade de barro preso a sola de sua bota, o filhote em seus braços estava tão ensopado quanto Elliot, o esforço do loiro para mantê-lo seco não surtira efeito algum.

Quando estava chegando perto da porta ouviu burburinhos e risadas vindos de dentro da casa de madeira, foi até a porta e entrou e a fechou sem alguma cerimonia, a porta fez um grande barulho quando se fechou, acabou molhando o chão de dentro da casa por as roupas estarem encharcadas e suas botas também.

— Caralho! Onde você tava Elliot?! – perguntou um de seus amigos que o olhou incrédulo junto com os outros, que estavam bem agasalhados e com banho tomado. Kate e Louise já tinham acabado com as “brincadeiras” e já estavam lá o olhando com surpresa.

— Longa historia caras... – O loiro falou fazendo suspense enquanto colocava o pequeno e possivelmente filhote de lobo no assoalho da casa, em seguida o animal olhou para todos curioso e observou todo o local com estranheza – Eu preciso urgentemente de um banho... To com cheiro de cachorro molhado...


Notas Finais


Os dias em que eu atualizarei a fic eu ainda não sei... Depende muito do meu humor e da minha preciosa criatividade.
enfim... Comentem! se desejarem...

E MDS QUE SONO!!


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