História O Despertar do Amor - Fillie - Capítulo 30


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Categorias Histórias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


boa leitura!

Capítulo 30 - Capítulo 30 - Penúltimo -.


Eu simplesmente não consegui me conter ao ver Finn espalhado sobre a cama, completamente nu, com seu corpo glorioso à mostra e pulei em cima dele, excitada demais, tomada pela luxúria.

Depois de todos aqueles dias sem ele, mergulhada no mais profundo abismo da solidão, em meio ao inferno da dor, eu encontrava a felicidade no simples ato de perdoá-lo e na certeza de que dali em diante nada nem ninguém nos separaria.

Ele era meu e eu era sua, para o resto de nossas vidas.

Sentindo-me ousada, tomei o comando sobre nossos atos e continuei esfregando meu sexo no dele, enquanto buscava sua boca com a minha e pressionava meus seios no seu peito musculoso, excitando-me mais, excitando-o também.

Deixando meus instintos me guiarem, escorreguei minha boca para seu pescoço, depois para o seu tórax, mordiscando e lambendo seus músculos duros.

Contornei seu mamilo pequeno com a ponta da minha língua e continuei  descendo, ouvindo-o sibilar, seus dedos se enterrando nos meus cabelos.

Seu pau estava deliciosamente duro, ainda lambuzado pelo nosso gozo e foi com uma fome visceral que o coloquei na boca, lambendo a glande antes de enterrá-lo até a raiz, levando-o à minha garganta, trazendo de volta, passando em língua em torno, no saco, sugando devagar.

— Assim bezerrinha, chupa o pau do seu macho, porque já estou viciado nessa sua boquinha.

Era impressionante como aquilo me excitava, fazia me sentir meio devassa, meio puta, mas a sensação era boa, libertadora e me tornava mais íntima do homem que eu amava, como se fôssemos cúmplices de algo ao mesmo tempo pecaminoso e indescritivelmente bom.

— Vira esse rabinho gostoso pra cá, deixe-me te chupar.

Ele não precisou pedir duas vezes, eu adorava sua boca em mim e me virei,  montando seu rosto, uma perna de cada lado, minha intimidade arreganhada diante da sua face.

Finn colocou dois travesseiros sob sua cabeça para ficar mais alto e me lambeu ali atrás, no ânus, tão gostoso que uma violenta corrente de tesão me percorreu inteira, como uma descarga elétrica de mil voltz.

— Ahhh — Gemi alto.

Enlouquecida, eu chupava seu pau com gana, levando-o cada vez mais fundo em minha garganta, deliciando-me com seu líquido salgado, enquanto sua língua maravilhosa passeava em mim, hora na vagina, hora no clitóris, hora no meu ânus, me lambuzando inteira, excitando-me loucamente, levando-me muito perto do orgasmo.

— Vem cá gostosa, deixe-me comer esse cuzinho gostoso... — Suas palavras foram proferidas com um tom de autoridade e meu corpo reagiu de imediato, ondulando em expectativa, enquanto suas mãos fortes me viravam para trocarmos de posição.

Finn me fez ficar de quatro na cama, com o torso inclinado sobre o colchão e a bunda empinada. Posicionou-se atrás de mim e voltou a me agraciar com sua boca gostosa, ali atrás, abrindo passagem no meu canal mais estreito, enviando ondas de prazer que me percorriam inteira, tão intensas que eu precisava morder o lábio para conter os gemidos. Depois, ergueu-se e esfregou seu pau em mim, levando-o da entrada da minha vagina até o ânus, espalhando minha lubrificação até que eu estivesse muito melada.

Posicionou seu pau na minha entrada mais estreita e fez uma leve pressão, meu corpo suplicando por senti-lo inteiro.

— Quer que eu te coma aqui atrás, Millie?

— Ah... sim... — Sibilei excitada.

— Você é mesmo uma putinha muito gostosa.

Com um golpe duro e certeiro ele entrou em mim, seu tamanho me rasgando ao meio, dor e prazer se misturando dentro de mim, um grito agudo me escapando. Puxou os quadris e veio novamente, com toda força, indo muito fundo, tudo em mim implorando por mais.

— Ah! Porra! — O palavrão me escapou.

— Quer mais?

— Ah...sim...

— Então toma.

Ele segurou meus cabelos atrás da minha cabeça e me fez virar o rosto para o lado, enquanto agarrava meu quadril com a outra mão e me fodia com muita pressão, partindo-me em duas com seu pau enorme, abrindo-me inteira, dando-me tanto prazer que eu acabaria ficando viciada naquilo.

Sem sair de dentro de mim, moveu-se com muita agilidade para trocar novamente de posição, deitando-se, colocando-me sobre ele, de costas para o seu rosto, uma perna de cada lado do seus quadris.

— Agora rebola no meu pau, putinha... ahhh

Ele segurou minhas nádegas, abrindo-as para observar o movimento de vai e vem, enquanto eu apoiava as mãos em seus joelhos para ganhar equilíbrio e me mover cada vez mais depressa sobre ele, subindo e descendo, rebolando no seu pau. Naquela posição, seu saco massageava meu clitóris e isso quase me levou à loucura.

Eu estava ensandecida de tanto prazer, movendo-me freneticamente sobre meu marido, a ponto de explodir em gozo, quando ele mudou novamente as posições, sem sair de mim. Desta vez deitou-nos de lado na cama, ficando atrás de mim, seu peito forte grudado nas minhas costas, sua boca tocando minha orelha, proferindo um punhado de palavrões no meu ouvido. Com uma mão, ele suspendeu minha perna no ar e com a outra foi massagear meu clitóris, enquanto estocava com força dentro de mim, entrando e saindo, muito forte e duro.

Puta merda! Como algo que já era bom, podia ficar melhor a cada minuto?

Comecei a me mover junto com ele, buscando-o ainda mais e logo meu corpo exigiu a libertação, se contraindo inteiro, quando então Finn enterrou dois dedos na minha vagina, sem deixar de meter lá atrás. Foi assim que explodi em um orgasmo que parecia me partir em mil pedaços, ao mesmo tempo em que seus espasmos se faziam no meu interior, seu sêmen quente me enchendo, nossos corpos ondulando em sincronia, até que ficamos imóveis e languidos na cama.

Ainda dentro de mim, ele me abraçou apertado com os braços e as pernas, por trás, e ficamos ali imóveis, a paz e a calmaria encontrada apenas nesses momentos nos envolvendo, como uma redoma se formando à nossa volta. 

— Acho que devíamos ir jantar. — Ele falou, depois do longo silêncio, sua boca tocando minha orelha.

— Por mim eu dormia sem comer mesmo. Estou acabada. — Falei, preguiçosamente.

— Mas o Luke não pode dormir sem comer.

— E quem e falou que vai ser um menino?

— Eu sei que vai. Mas se for menina vou amar do mesmo jeito, principalmente se for parecida com a mãe.

Não pude evitar o riso de pura felicidade e satisfação.

Ali, em seus braços, eu concluí que a vida não poderia ficar mais perfeita.

Com muita relutância, deixamos a cama, tomamos um banho rápido e fomos para a sala de jantar, onde a comida já estava servida, na mesa organizada com todo o capricho. Com um arranjo de flores e velas perfumadas.

— Acho que você conseguiu conquistar a velha Melanie. — Finn falou ao observar a mesa.

— Ainda bem. Porque antes ela não ia muito com a minha cara.

— Ela não sabia a importância que você tem na minha vida.

A comida era simples, mas estava tão gostosa que acabei exagerando um pouco e quando não cabia mais nada no meu estomago, o cansaço finalmente me venceu, tão devastadoramente, que Finn precisou me carregar quase adormecida para o quarto.

Eu e Finn passamos uma semana sem deixar o apartamento para nada, apenas nos entregando um ao outro com todo o amor que jazia em nossos corações, como se só agora nos permitíssemos ter nossa lua de mel.

Mas a vida continuava lá fora e precisávamos retomá-la.

Como planejara, ele usou a herança de sua mãe para fundar a Wolfhard Company e em alguns dias os sócios da Increase estavam abandonado o pai para fecharem negócio com ele, de modo que em questão de dias a prosperidade chegou.

Como eu não queria passar minha gravidez estudando, mais uma vez adiei minha matrícula na faculdade e para evitar a ociosidade, decidi dedicar o meu tempo a organizar minha cerimônia de casamento, desta vez em uma igreja, como deveria ser e antes que minha barriga não coubesse dentro um vestido de noiva.

Eu queria que a cerimônia fosse simples e angelical, em uma capela pequena, mas Paige decidiu me ajudar com tudo e quando me dei conta havia uma lista de convidados gigantesca, uma banda contratada para tocar na festa que seria realizada no salão de um grande hotel e um bufê especializado em festas de casamento. Com tudo isto, eu sequer pude usar o vestido simples que tinha escolhido, precisei trocá-lo por um modelo mais sofisticado.

Era nisso que dava pedir a ajuda da minha irmã.

A cerimônia aconteceu na St. Paul’s Chapel, que ganhou uma decoração angelical e romântica para a ocasião, com laços de cetim, flores brancas e tapete vermelho, tudo caro demais para o bolso de Paige, o que me levou a crer que Finn estava sendo cúmplice dela naquilo tudo.

Entre os convidados estavam alguns amigos antigos do colégio, alguns sócios da nova empresa do meu marido, meu pais, os amigos de Paige e por mais inacreditável que pudesse parecer, o pai de Finn estava encolhido no ultimo assento, sem que eu soubesse se tinha sido convidado pelo filho. Perguntaria isso a ele mais tarde.

Era tarde de domingo, com a chegada do outono o clima estava frio e chuvoso,  mas nem isso obstruiu o encanto do momento, um dos mais belos da minha vida, que eu guardaria para sempre na minha memória.

Após a troca de alianças, as juras de fidelidade eterna, os cumprimentos dos convidados e tudo mais, fomos para a festa no Dream Downtown Hotel, onde havia uma suíte reservada para que me trocasse e assim o fiz, substituindo o vestido branco por um modelito de seda rosa bebê, longo e meio folgadinho para disfarçar a barriga que começava a ficar protuberante.

O salão onde acontecia a festa estava muito bem decorado, com flores, mais laços de cetim e muitos garçons circulando com bandejas, todavia, ao descer da suíte, fui direto atacar o bufê, exagerando na comida como vinha fazendo durante aquelas doze semanas de gravidez.

Estava devorando o delicioso risole de camarão quando novamente avistei o pai de Finn, encolhido a um canto, com uma taça de champanhe na mão, ao lado da jovem e elegante esposa. Perguntei-me se ele estaria encolhido por medo de que eu o humilhasse na minha festa, como ele fez comigo na sua.

Definitivamente, ele não me conhecia.

Meu marido driblou alguns dos convidados que o monopolizavam e veio me dar sua atenção.

— A comida está boa? — Ele quis saber.

— Você sabe que ultimamente qualquer comida pra mim está uma delícia.

— Tenho medo de pensar onde esse corpinho vai parar com tanto abastecimento. Não que eu esteja reclamando, você ficaria gostosa mesmo usando quarenta e seis.

— Se eu não engordei até agora, é porque não vou engordar mais, foi minha mãe quem disse. — Gesticulei para o pai dele, que nos observava disfarçadamente. — Você o convidou?

— Não. Nem sei o que ele veio fazer aqui. — Ele ingeriu um gole do seu champanhe, visivelmente consternando. — Estou esperando você expulsá-lo. No seu lugar eu já teria feito isso.

Cogitei a possibilidade e ela não me pareceu atraente. Definitivamente eu não era uma pessoa vingativa.

— Ele foi falar com você?

— Tentou, mas eu deixei claro que não quero assunto.

De súbito comecei a me sentir culpada pela sua desunião com o pai. Apesar de aquele homem ser um verme desprezível, era o pai de Finn e doía vê-lo o odiando daquela maneira, ainda mais sabendo que eu era a causa.

— O tempo passou. Talvez esteja na hora de vocês dois se perdoarem.

Finn fitou-me com surpresa.

— Se ele tem que pedir o perdão de alguém aqui, esse alguém é você.

Senti meu corpo estremecer brevemente ao lembrar-me das duas ocasiões em que aquele velho me humilhou, primeiro na festa que deu em sua casa, depois quando foi me oferecer dinheiro para que eu me afastasse de Finn, em ambas deixando claro o quanto me julgava inferior e o quanto julgaria meu filho.

Perdoar era muito fácil na teoria, porque na prática não era.

Falando no maldito, ele veio até nós, hesitante, fazendo cara de coitadinho.

Olhei para sua face de perto e tudo voltou-me à mente. Tentei evitar que a raiva tomasse conta de mim, mas eu era humana.

— Millie, posso falar com você? — Ele perguntou, parecendo outra pessoa, sem aquela arrogância que eu conheci.

— Deixa ela em paz! — Finn esbravejou, se colocando entre mim e ele. — Se tiver o mínimo de dignidade vá embora daqui. Porque nem convidado o senhor foi.

— Deixa ele falar, Finn. — Intervim e meu marido saiu do caminho. — Fala.

— Eu quero te pedir desculpas pela forma como te tratei, por ameaçar não reconhecer o meu neto, por te julgar inferior a mim e espero que você possa me perdoar.

Olhei nos seus olhos enrugados e a raiva pipocou dentro de mim. Eu sabia que ele estava ali sendo falso apenas porque Finn deixara a Increase e sem ele aquilo afundaria como um barco furado. Aquele velho maldito não estava  arrependido de verdade, queria apenas o filho de volta.

Entretanto, eu não podia ficar entre eles dois, eu amava Finn demais para permitir que ele continuasse de relações cortadas com o pai, pois por mais que este o tivesse desprezado durante toda a sua vida, era seu pai, tinha seu sangue e esse laço era importante demais para ser ignorado.

Então, sufoquei minha ira e declarei:

— Por mim o senhor pode se considerar perdoado. Sem problemas.

Vi a surpresa se estampar em seus olhos. Eu podia apostar que por isso ele não esperava.

— Mas por mim não está. — Finn interveio de novo. — O senhor só está aqui porque a Increase está afundando e levando o senhor junto. Mas ponha na sua cabeça de uma vez por todas: nada do que o senhor fizer vai me convencer a voltar. Nada! Então fique longe da minha mulher e do meu filho. 

Sem mais, abraçou-me pela cintura e nos afastou do casal, nos inserindo entre os animados convidados que se divertiam ao som da banda de rock que Paige escolheu.

— Você não está sendo duro demais com ele não? — Perguntei, preocupada com seu bem estar.

— Você não diria isso se conhecesse a cobra com quem estamos lidando. Ele não está arrependido de nada, só veio aqui pra tentar me levar de volta pra sua empresa.

— Mas...

— Vamos esquecer esse assunto. — A música agitada cessou, para que a banda desse início a uma melodia romântica. — Aproveitar nossa festa. — Puxou-me para o centro do salão e me tomou em seus braços para a dança, todos à nossa volta nos aplaudindo, enquanto minha face queimava de vergonha. — Não fique constrangida por estar feliz.

— Eu não sei se mereço tanta felicidade. — Confessei.

— Merece muito mais.

—Obrigada por entrar na minha vida.

— Se alguém aqui precisa agradecer, esse alguém sou eu, pois você me mostrou que o amor verdadeiro existe, quando eu não acreditava e me ensinou que só se pode ser feliz com ele.

— Eu te amo tanto, Finn.

— Eu também te amo e amarei sempre.

Ao som da melodia romântica, nossas bocas se uniram em um beijo suave e apaixonado, quando houve outra enxurrada de palmas dos convidados e desta vez meu organismo não teve espaço para o constrangimento, pois estava transbordando de paixão, amor e do mais perfeito júbilo. 


Notas Finais




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