História O Despertar do Amor - Fillie - Capítulo 31


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 920
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


obrigado a todos que leram essa fic!

Capítulo 31 - Epílogo


Cinco anos depois....

Espichada na espreguiçadeira às margens da piscina, sob os raios fracos do sol daquela manhã de domingo, ao lado de Paige, eu não conseguia parar de olhar para ele, admirando seu charme irresistível, naquela bermuda de moletom que deixava suas pernas à mostra e camiseta de algodão, com os cabelos desalinhados pelo vento, o rosto sonolento por termos passado a maior parte da noite fazendo amor.

Estava preparando o churrasco junto com Noah, seu sócio na Wolfhard Company e noivo da minha irmã, com quem conversava animadamente, alheio ao meu olhar de cobiça, enquanto nossos filhos Luke de cinco anos e Thomas de três, corriam em volta deles, atrás do avô com metralhadoras de água.

— Millie, você está me ouvindo? — A voz de Paige me trouxe de volta à realidade, como se me tirasse de uma espécie de hipnose.

— O quê?

— Caraca desse jeito você vai secar o cara. Não tira o olho. Tem até uma babinha escorrendo da boca.

— Cadê? — Passei mão na boca, alarmada.

— É brincadeira. Mas a parte de secar o cara não é. Você parece uma obcecada.

— É porque o amo demais.

— Eu também amo Noah e nem por isso fico hipnotizada toda vez que olho pra ele.

— A primeira vez de vocês já aconteceu?

— Não. Só depois do casamento.

— Então é por isso.

Paige fez uma cara de assustada que me arrancou uma gargalhada.

— Depois da primeira vez a gente vira um zumbi?

— É brincadeira sua boba. Relaxa. Mas do que você estava falando mesmo?

— Ah, sim, eu e Noah estávamos pensando em pedir a vocês que nos deixem fazer nossa festa de casamento aqui. Esse lugar é perfeito.

Era mesmo. O jardim onde estávamos tinha espaço para dezenas de convidados, que se deslumbrariam com a beleza das árvores centenárias, uma verdadeira relíquia em plena Nova Iorque, bem diferente do apartamento onde vivíamos em West Village, o qual, com a chegada de Luke, nosso primeiro filho, eu e Finn decidimos vender para comprar a casa onde estávamos morando, em Old Westbury, a quarenta minutos do seu trabalho em Manhattan.

Era uma mansão de dois andares, com um jardim enorme na frente, fonte e um gazebo às margens de um lago de águas escuras, onde gostávamos de namorar depois que as crianças dormiam.

Eu demorei a me acostumar com o silêncio e a calmaria do lugar, mas com o passar do tempo acabou se tornando nosso mais perfeito ninho de amor.

Ali éramos plenamente felizes. Diferente de como acontecia na cidade, Finn vinha almoçar em casa todos os dias, com tranquilidade, sem pressa, já que seu trabalho exigia muito menos de si agora.

Com a falência da Increse, há dois anos, a esposa do seu pai o deixou sozinho, doente e passando necessidades. Quando vi a situação lastimável em que se encontrava, durante uma ocasião em que, casualmente, o encontrei na Wolfhard Company, pedindo dinheiro ao filho, me compadeci da sua situação e pedi a Finn que o trouxesse para morar conosco, afinal tínhamos uma casa tão grande, com uma dúzia de quartos, três empregadas, para apenas nós quatro.

Não foi fácil convencer meu marido, mas por fim consegui e há um ano e meio meu sogro morava conosco. No início achei que meus filhos seriam desprezados por ele, mas aconteceu exatamente o oposto, o velho se apaixonou pelos netos e desta vez não estava fingindo, eu podia ver o amor refletido em seus olhos cada vez que chegava perto das crianças, que também se apegaram depressa com o avô.

Eu arriscava dizer que finalmente o velho se dava conta de que o amor estava acima do dinheiro.

Ainda havia tensão na sua convivência com Finn, que se recusava a baixar a guarda com facilidade, mas já tinha melhorado bastante e eu acreditava que com o tempo os dois se tornariam grandes amigos.

Por mais incrível que pudesse parecer, o amor que o meu sogro dava aos meus filhos, me parecia tão verdadeiro e puro eu me senti finalmente confiante em deixá-los para ir me matricular na faculdade e há seis meses estava cursando direito, não que eu pretendesse atuar, mas queria o diploma.

— Temos que pedir a Finn, mas tenho certeza que ele vai concordar. — Falei em resposta à Paige, meus olhos buscando as pernas peludas do meu marido, expostas pela bermuda de moletom, o calor da lasciva me percorrendo.  — Aliás acho melhor eu falar logo enquanto estou me lembrando. Dá uma olhadinha nos meninos?

Paige me encarou desconfiada.

— Ta.

Corri para o meu marido, segurei-lhe a mão e o puxei para dentro da casa,  levando-o para a lavanderia, o esconderijo mais próximo.

— O que houve Millie, algum problema?

— Sim. Essa bermudinha está deixando meus hormônios em ebulição.

Ele fitou-me incrédulo.

— Caramba, você me trouxe aqui pra isso? Noah vai deixar a carne queimar. — Enfiei minha mão na sua bermuda e segurei seu pau entre meus dedos, sentindo-o endurecer de imediato. — Caralho! Foda-se a carne. Vem cá gostosa.

Agarrou-me pela cintura, apertando-me forte contra seu corpo, ao mesmo tempo que atacava minha boca de forma animalesca e selvagem, enlouquecendo-me de tesão.

Ali, me fez sua mais uma vez, em pé, apoiados na parede, me proporcionando aquele prazer insaciável, sem o qual eu já me considerava incapaz de viver. E, perdida em seus braços, eu o amei um pouco mais, como acontecia toda vez que me tocava daquele jeito.

                    FIM


Notas Finais


pegaram a referência no nome dos filhos?


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