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História O despertar para a vida (malec) - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oi pessoal bom dia voltei com mais um.😊😉

Capítulo 13 - Amor em rodas


Alec acorda com Max pulando em cima dele, o menino está eufórico com a idéia de ir conhecer a empresa de Magnus. 


- Acorda Alec, vamos perder a hora, Magnus não pode ficar esperando, ele diz e Alec abre os olhos.


- Garoto, deixa de ansiedade. Meu despertador nem fez barulho ainda. Magnus deve até estar dormindo nesse momento. Alec diz e vai ao banheiro.


- Mas Alec ele combinou 8 horas, até que você faça tudo dá a hora, eu já estou arrumado, vou te esperar na cozinha. Max diz saindo do quarto.


- Bom dia irmãozinho, Izzy diz entrando na cozinha. Dormiu bem?


- Bom dia Izzy, dormi sim, Alec vai me levar hoje para conhecer a empresa de Magnus, ele me chamou.


- Que legal Max, pelo visto você gostou muito dele né? Ela pergunta bagunçando o cabelo dele.


- Pelo visto não só eu Izzy, acho que Alec está apaixonado. Max diz com carinha de sapeca.


- Pelo anjo Max, não fale isso para Magnus, Alec te mata, ele nos mata, ela diz e eles começam a rir. Mas é sério, nem de brincadeira fale isso ok?


- Pode deixar, eu não vou falar apesar de achar que eles estão perdendo tempo.


- Quem está perdendo tempo? Alec pergunta entrando na cozinha.


- Você maninho que não está pronto aí ainda para a gente sair. Estou ansioso.


- Criança, ansiedade faz mal tá. Eu já disse, estamos no horário. Alec diz pegando uma xícara de café. 


 Eles terminam de se arrumar e saem, o carro que Alec comprou  chegou e ele estava muito feliz. 


- Alec esse carro é massa, Max diz sentando no carona. Só não gostei da cor, bem que você podia ter comprado um branco ao invés de preto.


- Ok Senhor sabichão, o carro é de quem mesmo? Alec pergunta vendo a  de indignação de Max.


- Poxa Alec, você tá muito chato hoje, nem parece que vai ver o Magnus. Alec pensa em responde mais se contém.


Eles chegam na empresa de Magnus e pega o elevador até o andar dele. Quando chegam lá a senhorita Aline já espera por eles.


- Bom dia Srta, gostaria de falar com o  Sr Magnus, Alec diz observando o local, eles estão na recepção, um lugar onde tem uma mesa da atendente, dois sofás de frente para a mesa, uma tv passando um programa qualquer.


- Me acompanhem, ele já está a espera de vocês, ela diz seguindo por um longo corredor, no final, uma placa na porta: Presidência.


 Aline abre a porta e dá espaço para eles passarem. Alec observa rápido o local, uma sala com várias obras de artes, vários quadros na parede, uma mesa de vidro com um notebook em cima, cadeiras de couro pretas e um sofá no canto da parede. Mas o que o impressionou mesmo foi Magnus ali tão perfeito, com uma calça preta, um colete vinho sobre uma blusa branca.


- Oi Magnus, Max diz correndo e se jogando em cima dele.


- Oi amigo, tava com saudades? Ele pergunta sorrindo.


- Sim Magnus, muita saudade. Mas agora iremos passar o dia juntos.


- Que bom, e você Alexander? Tudo bem?


- Oi Magnus, tudo ótimo, tirando que esse  pirralho me acordou de madrugada, o resto está muito bom. Mas tem certeza que quer ficar com ele? 


- Claro Alexander, vou ensinar para Max o meu ofício, quem sabe no futuro ele queira vir trabalhar comigo.


- Bem, eu tentei avisar. Agora preciso ir daqui a pouco tenho pacientes para atender.


Alec saí da sala de Magnus e deixa Max com ele.


- Agora somos só nós Max, vou te mostrar a empresa e depois o meu trabalho, espero que seja uma manhã divertida para você, Magnus diz saindo da sala com ele logo atrás.


- Mags, quantos anos você tem? 


- Eu tenho 26, já sou um velho perto de você, ele diz e Max sorri.


- Bem, Alec tem 24 e daqui uns dias faz 25, vocês têm quase a mesma idade.


- E isso significa alguma coisa criança? Magnus pergunta curioso.


- Significa que você pode pedir ele pra namorar, ele diz e Magnus quase caí da cadeira.


- De onde você tirou essa ideia pequeno Lygtwood? 


- Mags está na cara que você é caidinho por ele. Toda vez que está perto dele seu olho brilha.


- Céus, será que é tão óbvio assim? E pelo anjo, será que Alexander percebeu? Como sou patético Magnus pensa.


- Eu não gosto do seu irmão desse jeito Max, ele é um amigo e meu terapeuta. 


- Vai vendo Mags, não sou mais criança,  mas se você prefere se enganar, ok. Mas só vou te falar uma coisa, como amigo tá, se você não se declarar logo pode perder ele, ele é bonitão e tem um monte de homem afim dele.


Magnus sente uma pontinha de ciúmes, ele lembra do dia que o tio do menino ficou babando por Alec no consultório.


Izzy chega no hospital e encontra Catarina no estacionamento.


- Bom dia Cat, tudo bem? Izzy vai ao encontro dela e dá um beijo no rosto.


- Oi Izzy, tudo bem, só a correria que não acaba. Hoje vou dobrar e você?


- Por enquanto está tranquilo, vou fazer só 12h. Mas me conta, como Magnus está? Faz tempo que não o vejo.


- Magnus está ótimo, cada dia melhor. E devemos isso a seu irmão, ele tá jogando pesado com Mags. Acredita que hoje ele vai para uma aula de dança? Ela fala animada.


- Sim, Max tava todo empolgado por Magnus chamar ele pra ir, ele vai passar a manhã na empresa dele. Seu irmão está mimando muito ele.


- Mags adorou o Max, ele precisava dessa alegria na vida, e fora que ele está cada dia mais apaixonado por Alec. 


- Alec tenta ser o mais profissional possível, ele não aceita quando a gente fala, mas ele também está a cada dia mais apaixonado por Magnus. Eu concordo com ele por que ele está fazendo um ótimo trabalho, talvez se eles se relacionarem Alec não terá tanto sucesso com Magnus.


- Você tá certa Izzy, seu irmão está sendo maravilhoso, o trabalho dele é extraordinário. Só não concordo muito porque se eles namorassem eu acho que Magnus iria melhorar muito mais.


 Elas entram no hospital conversando mais um pouco e cada uma vai para o seu posto de trabalho.


Alec chega na clínica e dá bom dia a Maia e depois segue para a sua sala.


- Oi Alec, posso entrar?  Jace diz abrindo um pouco a porta.


- Sim Jace, entra aí. Em que posso ajudar?


- Cara, eu queria saber se você pode atender uma paciente minha a tarde, sei que você não atende nas quartas por ser seu dia de planejamento.  Mas surgiu uma emergência e preciso atender, mas não queria ter que desmarcar. 


- Claro Jace, eu tinha marcado com Magnus, mas eu ligo e explico.


- Não, se você já tinha compromisso não quero atrapalhar, vou pedir Maia para reagendar.


- Hei, não tem problema, eu vou atender, você fez tanto por mim, agora que posso retribuir.


- Valeu Alec, fico te devendo essa. Mas porque você iria sair com um paciente? Cuidado, você sabe que é contra as regras.


- Eu sei Jace, mas eu iria acompanhar ele numa aula de dança, Max tá na empresa dele passando a manhã. Eu nunca me envolveria com ele sendo o seu terapeuta, mas devo confessar que está começando a ficar difícil, eu gosto mais dele a cada dia.


- Então porque você não transfere ele para mim e se declara? 


- Não é tão simples Jace, eu gosto de acompanhar a evolução dele e ainda penso que ele não está preparado para uma relação externa, ele precisa se relacionar com ele mesmo primeiro.


- Tá, mas cuidado, se você perceber que não dá mais é só falar, cuidarei bem dele.


- Obrigado Jace.


Alec atende os pacientes da manhã, ele tinha marcado com Magnus às 13h, depois do almoço. Então ele liga para Magnus.


- Oi Magnus, tudo certo aí com Max?


- Oi Alexander, tudo certo, estamos almoçando e daqui vamos para a academia. Nos encontramos lá?


- Oi Magnus, tive um imprevisto e terei que atender uma paciente do Jace. Assim que eu terminar encontro vocês, tudo bem? Eu lamento muito.


- Claro Alexander, fico tranquilo, eu estou com Max e não vou desistir, te encontramos lá.


- Obrigado Magnus por entender, Alec diz encerrando a ligação. Ele fica um tempinho sentado lembrando da conversa com Jace.

 

Será que vou ter que me afastar de Magnus? Será que vou conseguir ir até o fim no seu atendimento? Céus, que homem maravilhoso ele é, aquela boquinha, aqueles olhinhos puxados. Alex pensa e suspira apaixonado.


Magnus e Max seguem em direção a academia de dança, ela não fica muito longe e é no caminho da casa de Magnus.


Eles entram e Magnus fica admirado com o tamanho do local. Da recepção dá para ver o grande salão pelo enorme vidro  que separa os locais. A aula já tinha começado e ele observa vários bailarinos cadeirantes fazendo suas danças. 


- Olá, boa tarde, uma moça muito bonita diz se aproximando deles, ela é morena de cabelos negros, aparentando ter uns 30 anos.


- Boa tarde, Magnus responde e Max apenas sorri. Eu liguei marcando um horário para conhecer a academia.


- Ah sim, meu nome é Camille, minha mãe é a fundadora do local. Hoje ela não pode vir, mas espero poder atendê-lo tão bem quanto ela.


- Você já praticou algum tipo de dança sentado na cadeira? Camille pergunta observando ele.


- Não, eu já dancei muito antes do acidente, mas depois nunca mais me arrisquei com nenhum passo.


- Ótimo, o Sr não vai se arrepender de ter vindo. Agora podem me seguir. Ela diz entrando no grande salão.


- Elias, por favor pode vir aqui, ela diz chamando um homem moreno, cabelos e olhos pretos, de uns 40 anos.


- Boa tarde Srta Camille. Ele responde educadamente.


- Elias esse é o Sr Magnus, ele veio para uma aula esperimental e esse é? Ela faz cara de indagação.


- Esse é o Max, meu amigo. Magnus diz e Max se enche todo.


-  Que bom que vieram, espero que goste da aula Magnus, Elias fala indo em direção ao grande salão. Eles entram e Elias busca uma cadeira própria para dançar.


- Essa cadeira será as suas pernas. Ela te dará mais mobilidade. Você vai sentir que está flutuando.


- Hum, acho pouco provável, mas vamos tentar, prometi isso a uma pessoa, ele diz piscando para Max.


Magnus senta na cadeira e é acompanhado por Elias, que também tem paraplegia. Ele explica  os movimentos básicos e Magnus começa a rir de nervoso, Max que está do lado dele começa a rir também.


- Você tá brincando né Mags? Medo de um tombinho? Vai lá e mostra o que sabe fazer.


- Muito legal Sr Max, um tombo não seria nada legal, ainda bem que seu irmão não está aqui para ver eu pagando esse mico.


- E qual seria o problema? Vocês são só amigos, agora, se por acaso, só por acaso você estiver gostando dele, bem, aí seria vergonhoso. Max diz e sai correndo para sentar em uma mini arquibancada no canto especialmente criada para os acompanhantes ficar assistindo as aulas.


- Ah seu pirralho, eu te pego na saída, Magnus sussurra em direção a ele.


A aula começa, Magnus presta atenção em cada movimento do seu instrutor. Após algumas demonstrações, ele começa a se movimentar também. São movimentos suaves mais ao mesmo tempo ritmado.  Magnus se deixa envolver pela música. Ele arrisca alguns movimentos mais ousados.


Alec termina de atender a paciente de Jace e corre para a escola de dança. Ele não quer perder nada. Ao chegar, da recepção ele avista Max que está de costas para ele e vê Magnus, lindo, se movendo ao som da música. Ele sente a sua pulsação acelerada e pode jurar que nunca viu nada tão gracioso como Magnus na vida.


Ele permanece ali vários minutos e depois vai se sentar ao lado de Max.


- Oi Alec, você demorou, a aula já está quase acabando. Max diz fazendo carinha de tristeza.


- Não se preocupe irmão, eu vi o suficiente, ele diz babando por Magnus ali dançando. Ele ainda não tinha percebido a presença de Alec, estava tão concentrado em fazer os movimentos certos que nem para os lados ele olhou.


- Tá bom maninho, mas acho que você está precisando de um babador. 


- Ah sua criança insolente, eu só estou admirando a capacidade do meu amigo, ele vai conquistar muitas coisas ainda.


- Sei Alec, quem não te conhece que te compre, você tá caindo por ele. Sua sorte é que ele está tão apaixonado por você que ainda nem percebeu que é correspondido.


Alec ignora Max e se concentra em observar Magnus que a essa altura já tinha visto ele e se retraiu um pouco na dança.


- Magnus, Elias chama sua atenção. Vamos fazer um intervalo de 5 mim e depois retomamos, pode ser?


- Claro, para mim está ótimo. Ele diz e vai em direção aos meninos que estão sentados.


- Oi Alexander, chegou faz muito tempo? 


- Não Magnus, mas com o pouco que vi, parece que você está gostando da aula.


- Estou sim, ele diz soltando o ar. Muito inteligente a proposta dessa escola, estou encantado. Valeu por ter me obrigado a fazer a aula.


- Hei, eu não te obriguei a nada.


- Obrigou sim, Magnus e Max falam juntos e começam a rir da cara de indignação de Alec.


A aula continua, eles se divertem juntos. Depois eles se despedem e cada um vão para a sua casa.


Os dias passam depressa, os pais de Max aceitaram deixar ele morar com Alec por 1 ano. Izzy ficou radiante com a notícia e pegou a tarefa de encontrar uma escola para ele.


No apartamento, eles transformam um cômodo em quarto para o menino. No dia da notícia, eles estavam tão alegres que saíram para comemorar, e Max quase que obrigou Alec a chamar o Magnus, como se Alec não quisesse isso.


Os dias foram passando e o Dr Alec estava cada vez mais lutando com seu conflito interior. Ele estava se apegando demais a Magnus e seu desejo carnal por ele estava quase explodindo. Todas as vezes que eles se viam, fora ou dentro do consultório, ele tinha que se masturbar para aliviar a tensão. Com Magnus as coisas eram diferentes.


Alec passou várias tarefas para Magnus que realiza com êxito todas eles. Natação, musculação, mais idas ao cinema e ao teatro. Mas contatos com os amigos do passado e deu a tarefa dele conhecer pessoas novas. 


Magnus estava tão apaixonado que começou a ficar deprimido. Ele não sabia o que fazer, tinha medo de se declarar e acabar perdendo o amigo e o terapeuta e isso era algo que ele não estava disposto a perder, porém a proximidade com Alec começou a afetar o seu psicológico.


 Um dia ele convidou os amigos para irem no apartamento dele para passarem um tempo juntos. Rafael sabia fazer um churrasco como ninguém. Alec, Max e Izzy também foram convidados.


- Que bom que vocês todos vieram, ele diz olhando para Alec principalmente.


- Ah Magnus Bane, comida de graça não dá para recusar, Rafael diz e todos começam a rir.


 Eles estão na varanda do apartamento, uma enorme, porcelanato branco, uma churrasqueira no canto direito. Várias cadeiras coloridas.


Em certo momento eles estão conversando descontraídos e Dot faz uma pergunta a Magnus, Alec tinha ido na cozinha junto de Catarina para buscar mais cerveja.


- Mags, porque você não se declara para o Alec, dá pra ver na sua cara que é apaixonado por ele.


- Dot, fala baixo, ele não sabe disso. Eu não posso me declarar para o meu terapeuta. Eu estou perdidamente apaixonado por ele. 


Nesse momento Alec já estava próxima saída para a varanda e ouviu tudo. Ele congela. Ele amava o Magnus, ele queria muito os beijos e carícias daquele homem, mas ouvir assim o pegou de surpresa.


Alec entra na varanda e disfarça, porém Magnus percebe que ele ouviu e fica sem jeito.


Alguns dias se passam e Magnus começa a evitar Alec, perde algumas sessões com a desculpa de estar trabalhando muito.


 Cat percebe a mudança do irmão que voltou a se fechar, passou a ficar mais no quarto e no escuro.


- Alec, boa noite, desculpe incomodar.


- Você nunca incomoda e eu estava precisando mesmo falar com você. Magnus tem faltado às sessões com a desculpa de estar muito ocupado. Você confirma essa informação.


- Não Alec e é por isso que estou ligando, Magnus está trancado no quarto, por favor vem aqui agora.


- Estou indo Catarina, Alec diz pegando a chave e a carteira.


Quando ele chega ao apartamento Catarina mostra a porta do quarto dele.


Alec se aproxima e dá 3 batidas na porta.


- Cat eu já disse que quero ficar sozinho, por favor.


- Sou eu Magnus, posso entrar?


- Alexander?


Notas Finais


Esperando vcs nos comentários, espero que gostem do capítulo. Me falem oq acharam do capítulo, o que tão achando da história se tá boa ou não, me falem suas opiniões crítica teorias. 😊😉😁


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