História O destino dos deuses - A história de Kishan - Capítulo 17


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Categorias A Maldição do Tigre
Personagens Durga, Personagens Originais, Sohan Kishan Rajaram (Tigre Negro)
Tags Anamika, Damon, Durga, Kishan, Phet, Shiva, Tigre, Yesubai
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Palavras 524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Epílogo


Abri meus olhos e os reconheci. A deusa e seu tigre, meus pais. 

 

Eu tive uma vida longa e de sacrifícios. Eu não me casei, nem tive filhos, tornei-me um asceta. Mas eu fui recompensado tornando-me um sábio. 

 

Eu soube que precisaria renascer quando o mal surgisse. Então eu os escolhi para serem meus pais. Eu os conhecia e os amava. Eles já tinham sido deuses, e por isso, entenderiam a minha missão. 

 

Antes de partir, minha mãe me pediu para escolher um caminho mais fácil na minha próxima vida. Eu ainda me lembrava das minhas vidas anteriores. Mas eu sabia que quando eu ficasse mais velho, eu me esqueceria. Ainda assim, eu esperava seguir um caminho com menos sacrifícios desta vez.

 

Eu amara tanto a minha mãe na outra vida, que escolhi voltar como seu filho mais uma vez. Ela foi a escolhida, porque tinha uma alma pura. Ela se tornou Durga, venceu o mal, então abriu mão de sua divindade para se tornar uma pessoa comum. Mas Kelsey nunca seria uma pessoas comum. Ela era especial e geraria a próxima deusa. 

 

Meus pais me deram o nome de Anik Kishan, em homenagem às pessoas queridas que eles haviam perdido. Eles achavam curioso o fato de eu ter nascido com os olhos dourados, como os de Kishan. Mas eles sabiam que os Rajaram eram a sua linhagem. E os olhos de Kishan continha todas as cores.

 

Quando a minha irmã nasceu, minha missão nesta vida começou. Eu não me lembrava mais, mas eu soube que eu tinha que protegê-la.  

 

Kamala era a luz dos olhos de meu pai. Ela era muito bonita e inteligente. Mas tinha uma personalidade forte, digna da deusa que ela era. 

 

A medida em que crescíamos, Kamala foi mostrando muita aptidão para os negócios. Ela era inteligente, forte e carismática. Era óbvio que ela, e não eu, assumiria as empresas Rajaram quando papai resolvesse se aposentar. 

 

Eu gostava de estudar. Os livros, as histórias, o conhecimento, eram o que me encantava. Minha mãe era historiadora e professora universitária. Eu adorava acompanhá-la em suas pesquisas e pretendia seguir seus passos. Mas minha irmã não ficaria sozinha nos negócios. 

 

Sohan era filho de Nilima e Sunil. Ele também levava jeito para os negócios e tinha a mesma força que minha irmã. Na infância, Kamala e ele eram inseparáveis. Mesmo morando tão distantes, ele na Índia e nós nos Estados Unidos, eles viviam se falando por telefone ou através da internet, e quando íamos para a Índia ou eles vinham para os Estados Unidos, ficávamos na casa uns dos outros e os dois não se desgrudavam. 

 

Mas durante a adolescência, a amizade deles foi esfriando até tornar-se praticamente inexistente. E quando Sohan veio para os Estados Unidos cursar a universidade, eles se desentenderam e a amizade virou antipatia. 

 

Mas há algo entre os dois. Quando eles se olham, os olhos azuis de minha irmã brilham e os olhos castanhos de Sohan queimam nos dela. Eles são especiais. Eu sinto, eu sei. De alguma forma, eu sei que a minha missão está ligada à deles. E quando chegar a hora, eu estarei pronto.

 



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