História O destino ou escolhas - Capítulo 23


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Categorias A Rainha Vermelha, A Seleção
Personagens Personagens Originais
Visualizações 34
Palavras 1.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Produto quentimhoooo...
Amem esse Cap. Por que eu ameeei.
😍😍
Ahhh, amei essa capa... hihihi

Capítulo 23 - Quem cala... consente.


Fanfic / Fanfiction O destino ou escolhas - Capítulo 23 - Quem cala... consente.

Eu não conseguia esconder  minha felicidade. A única vez que  tinha saído do chão foi para chegar ao Palácio. E de helicóptero, a sensação é completamente diferente. Neith não escondia o sorriso. E eu, muito menos. Claro que no início me deu um pouco de medo, mais era um medo bom. 

-- Isso é tão legal. Me sinto uma fada. - digo, movendo os braços como o movimento das asas de passarinho. 

-- Não é!!! Sempre que eu posso, dou um passeio nele. Isso sempre me relaxa. - Ele comenta.

-- Sei que já tem umas 10 vezes que pergunto isso, mais para aonde estamos indo? 

-- Já é a décima vez que digo: É uma surpresa. - Ele fala, rindo. - Você é bastante curiosa em mocinha!!

-- Quando te raptam, é óbvio que devemos ter curiosidade de onde será nosso destino final. - Brinco com ele. 

-- E desde quando um sequestrador diz qual é o paradeiro de suas vítimas? - a Ele entra na onda.

Sorrimos da situação.

-- Aaii!! Socorro!! O príncipe me sequestrou!! - finjo desespero. É a deixa para Neith não se segurar na gargalhada.

-- Calma meu anjo, jaja chegaremos. 

-- Como estou no céu, hoje eu aceito você  me chamar de anjo. 

-- Anne, você é uma graça. Fico feliz por você não ter me pedido para sair. - Ele fala com doçura. E sorriu para ele.

-- Eu ainda não tenho motivos para querer ir embora. Precisamos nos tornar BFF antes. - digo piscando. - Eu conversei com minha família essa semana. Obrigada por tudo que tem feito. - o agradeço, e ele já sabe sobre o que se trata. Uma lágrima luta para cair, mais o momento é tão lindo, que não quero lágrimas, e sim, sorrisos. - Você é uma carinha gente boa. - dou um sorriso de gratidão.

-- Não é nada. Eu que fiquei feliz em poder ajudar. - Ele diz. Com simpatia.

-- Agora vamos mudar de assunto, pois não quero chorar na sua frente. - finjo enxugar uma lágrima.

-- Ok! Seu pedido é uma ordem. 

-- Já que meu pedido é uma ordem. Peço que me diga ao menos, se já estamos chegando. 

-- mais você é insistente em... Ok! Chegamos. - Ele diz.

O helicóptero pousa em uma pista de pouso. Entramos em um carro e seguimos pela BR. Eu fico admirando á vista. São muitos carros que passam por  nós, é uma avenida bem movimentada, com bastante prédios, eu reconhecia aquele caminho. Então chegamos. Em um grande parque de diversão. O mesmo que vi quando ia para o Palácio. Eu fiquei boquiaberta com aquilo.

-- NEITH!!! - Eu não confia minha emoção. - Eu sonhava em vir a um desses. 

Eu pulava e girava, como se estivesse banhando na chuva pela primeira vez. Neith apenas me observava, com um sorriso de satisfação no rosto.

-- Eu sabia que você iria amar vir aqui. - Ele disse se aproximando.

-- Você acertou em cheio mauricinho. - falo, e ele não se zanga pelo apelido. - Vamos, o que estamos esperando. - saio puxando-o pelo braço.

-- Estou esperando você se tranquilizar, matraca. - agora ele me apelida, finjo não ligar.

Então entramos.

-- Em qual você deseja ir primeiro? - Ele pergunta. 

Eu observo todo o local, são tantos brinquedos, que não tenho ideia por onde começar. Então vejo algo, que sempre tive vontade de ir. 

-- Na casa de terror!!! - digo. O desafiando. Ele parece gostar da ideia. Então vamos.

Entramos com algumas pessoas. Neith pareceu agradecer pela iluminação, assim ninguém o reconheceria, de cara. 

Já no começo, dava medo, mais eu gostava daquela adrenalina. Na entrada, fomos surpreendidos por uma mulher, que tinha várias facas ao seu corpo. Uma maquiagem perfeita, pois parecia estar realmente machucada. Em quase todas as aparições, Neith me abraçava, achando que eu precisava de proteção. Até que eu gostei da proteção que ele insistia em me dar, mesmo eu não me assustando tanto assim.

Saímos da casa, e para falar a verdade, Neith parecia mais assustado que eu.

-- Calma mocinha, a gente já saiu de lá. - Brinco com ele.

-- Olha o respeito com vosso soberano. - Ele tenta parecer sério, mais falha. Então começamos a rir.

-- Agora eu escolho o próximo. - Ele diz. - Vamos na montanha russa. 

O brinquedo a nossa frente era enorme, com várias subidas e descidas. Sentamos nos bancos, e esperamos até que ele iniciasse. Estávamos  nos bancos da frente. Neith disse que eles proporcionam a maior adrenalina. Quando o brinquedo começa a se movimentar, já sinto meu estômago vibrar. Dou cada grito, que acho já não saber mais o que fazer. Neith grita algumas vezes. Mais não tanto quando eu. Quando saímos, eu me encontro quase sem voz. Neith se acaba em rir da situação.

-- Que bom que não comemos nada antes de ir nele, já imaginou a vergonha que passaria se eu vômitasse em você. - minha voz quase nao sai por conta dos gritos que dei.

-- Nem quero imaginar a cena. E você está muito engraçada com essa voz. - Ele diz. - Vamos comer algo. 

Assinto e o sigo. Ele compra umas batatas fritas e dois algodões doces. Estávamos tão felizes. Neith é sem dúvidas, alguém muito interessante. Jack iria gostar de saber disso. 

-- vamos na roda gigante!!! - proponho. 

-- Claro, ela é a minha preferida. 

Vamos e novamente, aguardamos ela entrar em movimento. Ela é bem gigantesca. Um friu percorria minha barriga quando ela ia subindo. Eu fico encantada eu ver a vista da cidade, muito iluminada, e muitas estrelas no céu. Estava perfeito para um conto de fadas. Neith apenas cadeia entre me observar e olhar a paisagem. Depois de duas voltas, a roda para, nos deixando bem no topo da mesma. Me assusto com a parada repentina, mais volto ao normal rapidamente.

-- Eu gosto muito de estar com você, Anne. - Neith diz, pondo sua não sobre a minha. Aquilo me fica vermelha. 

-- Eu também gosto da sua companhia, Neith. - digo, com sinceridade.

-- Você é uma das poucas pessoas que me fazem sentir algo diferente. Como se eu pudesse ser quem realmente sou. - Ele me dá um sorriso tímido.

-- Eu sei... - finjo me achar. E ele ri. - Eu pensei que seria completamente diferente. Que eu iria querer voltar no mesmo momento em que te conhecesse...

-- Que bom que isso não aconteceu. - Ele me corta.

-- Eu acho que sim. - falo, meio insegura. Ele percebe, e se aproxima. 

-- Por que... Acha?!! - Ele parece meio suspeito.

-- Você é o tipo de garoto que faz qualquer garota cair aos seus pés. E eu não quero ser esse tipo de garota "apaixonadinha" - digo, fazendo aspas no ar. - eu sempre achei isso ridiculo. 

-- E você está com medo de se apaixonar por mim? - Ele me pergunta. 

Assinto com a cabeça.

-- Eu não posso perder a aposta que minha irmã me fez!! - falo, meio constrangida.

-- Ela disse que você iria se apaixonar por mim, não é!? 

-- Isso. E eu disse que isso jamais aconteceria. Eu tenho meu orgulho próprio para perder uma aposta com ela. - digo, sendo brincalhona.

-- Sabe de  uma coisa... - olho em seus olhos. - Eu não tenho um pingo de medo de me apaixonar por você. - Ele diz, seguro de si. Minha cara deve estar engraçada, pois minhas órbitas parecem querer saltar fora. Ele sorri e continua. - Se você não quiser que eu me apaixone por você, acho que você deveria ser diferente. - engulo em seco essas palavras. - E eu sou do tipo que se me apaixono por alguém, faço de tudo para que seja recíproco. 

Sem mais nem menos, Neith se aproxima de mim. E me BEIJA. isso mesmo Breziz. Ele me beija. E... é mágico. Ele segura minha pintura com uma das mãos e a outra repousa em minha bochecha. E o mais intrigante de tudo é que eu o correspondo. Depois de um tempo, ele para, e com a testa na minha, me encara. Um sorriso nasse em sua face, ele parece como um atleta que vence uma disputa. Eu permanesso intacta. 

-- Isso foi magnífico. E estou disposto a fazer vice se apaixonar por mim. - Ele diz isso, na lata. E eu não movo um músculo se quer. - Quem cala, consente. 

A roda gigante volta a se movimentar. Neith permanece com a mão repousada  na minha. "Por que é tão difícil para você entender que não consegue mais. Que esse mauricinho já te conquistou. Por que não diz isso a ele???" - penso. Mais não consigo, nenhuma palavra sai da minha boca. Apesar de querer dizer algo, nada sai. Apenas o encaro. E ele continua da mesma maneira, um sonhador. O que ele queria dizer com: me fazer apaixonar por ele?!!. Eu sempre tive medo de me apaixonar. Pois ouvia sempre minha irmã se lamentando pelo fracasso de cada relacionamento que ela tinha. Quando eu me apaixonei por Gabriel, também tive medo. Demorei muito até conseguir dizer isso em voz alta para ele ouvir. E no final, não deu certo. Não que eu lamente por isso, somos bons amigos, mais era aterrorizante sentir algo por alguém e acabar dando em nada. E nessa situação, era bem mais complicada, eu estava em uma Seleção.

A roda gigante para. Então descemos. Neith ainda segura minha mão. Precisamos dois namorados daquela dorma. Isso me fez soltar um riso tenso. Então Neith volta seu olhar para mim. 

-- Apenas me diga que eu tenho chance de conquistar esse seu coração de gelo. - Ele me pergunta. Seus lábios estão em meu ouvido. O que me faz arrepiar. - só me dê uma esperança. Por que essa é a única certeza que tenho. E tive essa certeza, hoje. 

Eu já quase me entregava a suas palavras. Quando nenhuma palavra saia de minha boca, meu corpo respondeu. Lhe puchei e te travei um beijo. Dessa vez, foi intenso. " danisse reputação, orgulho, o seja lá o que eu queria inventar para não sentir o que eu sentia. Eu estava disposta a viver esse romance, e seja o que Deus quiser." - penso. Após perder o ar, o olho. Então digo.

-- Quem cala, consente. 



Notas Finais


Iiihhh num é que engatou... para quem estava esperando, TA AII. Um romance fresquinho, acabado de sair do forno. Espero que tenha gostado. 😎😍

Não vou revisar por que estou muito cansada... trabalhei pra lascar hoje. Então, desculpe qualquer erro (culpa do corretor) kkk. Trouxe dois num dia só, por que foi o tempo que encontrei, então aproveitei. (Para verem como eu me importo com vcs, leitores). Rsrs
Provavelmente, irá demorar um pouquinho até o próximo, mais não desistam de mim, ok!! Eu não desisti de vcs.
Fiquem com Deus e até o próximo embarque.
Bjs de Neith... Ahr (suspiros)
😍😍


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