História O destino predestinado - Capítulo 78


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Chrollo Lucilfer, Feitan, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Maha Zoldyck, Personagens Originais
Tags Gon, Hunterxhunter, Hxh, Killua, Killua Zoldyck, Killugon, Kurapika, Leopika, Romance
Visualizações 94
Palavras 1.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 78 - O que eu faço sem você?


Fanfic / Fanfiction O destino predestinado - Capítulo 78 - O que eu faço sem você?

*Gon on*

        O dia estava sem nuvens, era um dia lindo, mas não combinava com o meu humor. Kurapika dirigia o carro e falava algumas palavras, mas eu não escutava nenhuma. Eu já não sentia mais nada. O carro para e então descemos, caminhamos por um longo caminho que só fez piorar a minha situação. Vejo o local, todos estavam lá e vestidos de preto, eles me veem e me olham com uma cara preocupada que já estava enjoado de ver desde noite passada.

        Killua estava em meus braços e eu gritava seu nome, mas ele não se movia, seu corpo esfriou o seu sangue inundava o quarto e minhas mãos tremiam. Seu corpo cai de meus braços e sinto uma enorme dor. Grito forte e as lagrimas começam a cair, vejo minhas mãos ensanguentadas com o sangue que já pertenceu à pessoa que eu mais amava. Eu não me lembro de mais nada daquela noite.

        O velório começa e ninguém tem coragem de falar comigo, só me dão olharem de preocupação. O local esvaziará e o corpo começava a descer para chegar ao fim do buraco, eu já estava sem forças para chorar mais. O seu sorriso surge em minha memoria e eu me desespero. O que eu vou fazer sem você? Sem o seu carinho, sem o seu amor, sem os seus beijos, sem você.

         Eu te amei como eu nunca amei ninguém e você foi embora. Foi culpa minha. Eu deveria ter chegado mais cedo. Melhor, eu nunca deveria ter te deixado ir. Killua. Killua. Killua. Se eu não tenho você para amar quem mais eu amaria? Eu não me imagino amando alguém além de você. A primeira vez que eu te vi eu pude jurar que eu não queria passar o resto de minha vida com alguém que não fosse você.

        Enquanto seu corpo desce lentamente lembro-me de tudo, de nosso primeiro beijo, de nosso primeiro encontro, da nossa primeira vez... Seu sorriso lindo que combinava com seus olhos e o seu desejo maluco por chocorobots. Desculpe, Killua, desculpe por não entender sua vida e ter te deixado por uma bobeira e ter te traído, não sei onde você criou motivo para voltar para mim. Você me amava do mesmo jeito que eu te amo só poderia ser.

       Lembro-me de suas palavras jurando amor mesmo morto e senti meu coração aquecer sabendo que você ainda me ama. Nossos dias separados me fizeram muito mal eu de certa forma sabia que eu tinha que voltar para você pela minha própria sanidade. Eu deveria ter tomado mais cuidado e não ter deixado aquela vaca nos separar, mas eu deixei. E eu deixei você ir, o meu pior erro... Mas tudo se acertou no final, pois nosso amor é inquebrável.

       Olho minha mão e vejo aquele anel que tu me deste. Lembro-me de suas palavras de amor eterno enquanto você estava ajoelhado. Você lutou tanto somente para que nós não nos separássemos... Nossas brigas, nossos beijos, nossas conversas. Sua voz dizendo “eu te amo”, eu nunca mais a escutaria. O seu doce cheiro que eu acordava todos os dias a delicia-lo, eu não mais o sentiria. Seu cabelo macio, que eu não mais passaria a mão. Seu corpo divinal, que eu não mais apreciaria.

        Eles jogam a ultima pá de terra e o local fica completamente vazio e então começa a chover. A cova com os dizeres “R.I.P. Killua Zoldyck” me encarava como se estivesse se exibindo sobre minha eterna dor. Ajoelhei-me no chão.

Gon: Eu não posso! Eu não consigo! Eu não quero! Eu não quero viver sem você, Killua!

        Lagrimas caiam de meus olhos e somente uma solução me era viável. Corri, corri como se nada mais importasse, e não importava mesmo. Sentia a chuva me encorajar, cada passo meu não me fazia escorregar. Corria. Killua. Killua. Killua. Killua. E então parei. Apoie-me na borda da ponte vendo o lago ao longe e ouvindo o barulho de poucos carros passando. Passei um pé de cada vez para o outro lado e fiquei sentado na ponte. Levante-me com cuidado e encarei meu destino. Esse destino predestinado a ocorrer.

Gon sussurrando: Kill, meu amor, eu estou indo.  Eu te vejo logo. Estou ansioso para ver seu sorriso novamente. Você me chamará de baka pelo o que eu fiz, mas ficará feliz de me ver. Eu te amo, Kill.

       E então pulo. Encaro o céu esperando o impacto. E vejo a face de Killua em meus olhos. E então o impacto veio.

 

 

       Acordo levantando-me de uma vez. Transpirava pesadamente. Olho para o lado vendo Killua ainda em coma, o barulho do aparelho que dizia que seu coração batia ainda apitava. Já se passou uma semana, e Kill não acorda, quando consigo dormir só tenho pesadelos desse gênero. Esse quarto de hospital me causa arrepios, mas eu não sairei do lado do meu amado. Levanto-me e sento na cadeira ao lado de sua cama. Ele parecia tão tranquilo como se estivesse somente dormindo.

       As palavras do medico ecoam em minha cabeça: “não tem previsão para quando ele ira acordar. Sinto lhe em dizer, mas talvez ele nunca o faça”. Seguro a mão do meu albino e a beijo.

Gon: Por favor, acorde. Eu sinto falta do seu sorriso e dos seus olhos azuis que foram o inicio dessa minha paixão louca por sua pessoa.

       Minha outra mão vai até seu rosto e passa levemente por sua bochecha e faz carinho naquele macio cabelo com uma faixa em volta. Eu nem quero imaginar o que ele passou nas duas semanas em que ficou preso com aqueles malucos da trupe. Ele está vivo e é isso que importa. Mesmo que ele esteja nesse estado... Se eu tivesse chegado mais cedo... Lagrimas caiam de meus olhos.

Gon: Acorde... Eu te amo, por isso acorde.

*Alluka on*

       Eu e Kurapika chegamos cedo ao hospital. Quando abrimos a porta do quarto vejo Gon adormecido ao lado da cama do maninho e ainda segurando sua mão. Eu e Kurapika fazemos uma troca preocupada de olhares, ele realmente está sofrendo muito com isso tudo... Eu me ofereci múltiplas vezes para passar a noite com o maninho só que ele não me deixa... Ver o maninho assim me dói e ver Gon desse jeito também causa dor em meu coração...


Notas Finais


A fic vai acabar no 94 cap no dia 17 de novembro e a partir de hoje eu estarei postando dois caps por dia para logo acabar. <3 E desculpa por esse susto... Pf não me matem.


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