História O destino predestinado - Capítulo 86


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Chrollo Lucilfer, Feitan, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Maha Zoldyck, Personagens Originais
Tags Gon, Hunterxhunter, Hxh, Killua, Killua Zoldyck, Killugon, Kurapika, Leopika, Romance
Visualizações 146
Palavras 1.172
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 86 - A proposta


Fanfic / Fanfiction O destino predestinado - Capítulo 86 - A proposta

*Gon on*

         Abro meus olhos devagar. Devo admitir que sinto falta do albino ao meu lado. Faz dois dias que ele sumiu... Hoje é o dia que nós supostamente iriamos naquela cabana que ele falou, mas eu acho bem difícil isso rolar agora. Talvez eu devesse ir atrás dele... Não! Ele que deveria pedir meu perdão! Mas eu ainda o amo e eu deveria estar louco para que ele não me deixasse... Killua. Tomei banho, coloquei uma roupa limpa e desci as escadas para tomar café, mas ao invés disso encontro Killua encostado no sofá usando óculos escuros e com uma pose de impaciência.

Killua: Que demora é essa?!

Gon: O que?

Killua: Eu sei que estamos brigados, mas eu já paguei o lugar e não posso voltar atrás agora e você virá comigo. Cadê suas malas?

Gon: Eu achava que não iriamos mais...

Killua: Vá tomar café que eu arrumo suas coisas, temos que sair logo.

         Ele sobe e eu vou para a cozinha e encontro o resto do pessoal comendo.

Gon: Vocês sabem o que há com ele?

Alluka: O maninho pode ser meio imprevisível às vezes, só vai com ele, tenho certeza que o fará muito feliz.

Gon: Eu não sei...

Canary: Só vai. O local é maravilhoso e nessa época do ano deve estar um friozinho bom para ficar grudadinho um no outro.

Gon: Mas nós estamos brigados.

Amane: Vai logo! Você não quer que fique tudo bem entre vocês? Além do mais esse fim de semana pode ser mais surpreendente do que você imagina.

Gon: O que você quer dizer?

Canary: I-Ignora a coitada. Não dormiu bem, sabe?

          Terminei de comer e volto para a sala vendo Kill descendo com minha mala e já me empurrando para o carro. O começo da viajem foi bem silencioso, vi que Kill estava ansioso por algum motivo, até pararmos para abastecer e aproveitamos para comer algo e irmos ao banheiro. Mesmo em lugar fechado o Killua não tira os óculos. O que será que ele esconde. Enquanto ele atacava o chocorobot que ele comprou eu vi pelo canto que seu olho estava inchado. Ele estava chorando? Será que era por mim?

         Voltamos para o carro e eu tento quebrar o silencio.

Gon: Então... Como foram os últimos dias?

Killua: Corridos, eu acho. Fui resolver tantas coisas que nem vi o tempo passar. E você?

           Nem parecia que existia afeto entre nós...

Gon: Nada demais. Fiquei em casa a maior parte do tempo...

         E uma conversa constrangedora tomou o resto da viajem. Finalmente chegamos, e o local é maravilhoso e muito isolado. Somente se eu e o Kill não estivéssemos brigados... Passamos o resto da tarde explorando o local e quando eram nove horas eu fui deitar de tão cansado desse dia.

         Acordo com barulhos vindos da sala, tento acender a luz, mas ela não funciona, devemos estar sem energia. Saio do quarto de pijama mesmo e vejo o corredor cheio de flores. O que é isso?! Vou seguindo a trilha até a sala onde vejo meu albino com uma roupa elegante e muitas flores e velas ao seu redor. Aproximo-me dele e ele segura minhas mãos com carinho.

Gon: O-O que é isso, Kill?

Killua: Eu não posso fazer uma surpresa ao amor de minha vida?

Gon: Então nós não terminamos?

Killua: Obvio que não. Eu te amo muito. Desde o dia em que te conheci eu sabia que terminaríamos juntos. Eu sou eternamente grato por ter você em minha vida, você me mudou, me fez uma pessoa melhor, me fez enxergar tudo ao meu redor. Mesmo depois de tudo você me ainda me amava, mesmo sabendo de tudo que eu fiz. Tivemos nossos altos e baixos, mas no fim ficávamos juntos como eu queria. Não tem como eu definir o tamanho do amor que eu sinto por você e é por isso...

          Ele solta minhas mãos se ajoelhando e pegando uma caixinha em seu bolso. Minhas mãos vão até minha boca expressando minha surpresa e lagrimas de alegria se formavam em meus olhos. Ele abre a caixinha deixando a mostra um lindo anel.

Killua: Você quer casar comigo, Gon?

Gon: S-Sim!!!

           Ele se levanta e põe o anel em meu dedo e então eu pulo em seu pescoço selando nossos lábios em um beijo muito desejado. A falta de ar nos separa e um lindo sorriso de meu albino vem em meu campo de visão.

Gon: Eu te amo muito, sabia?

Killua: Eu nunca tive duvidas.

           Ele me solta e pega o champanhe que estava em cima da mesa e o abre servindo duas taças. Ele me entrega uma e ele pega a outra e nos sentamos no sofá. Ficamos conversando normalmente dessa vez.

Gon: Desculpe por ter apagado a mensagem do Nog. Eu deveria ter confiado em você...

Killua: Tudo bem... Eu acabei encontrando o Nog nesses dias e ele disse que enviou a mensagem sem querer. O namorado dele ia viajar durante um mês no dia seguinte e ele enviou a mensagem pensando que era ele.

Gon: Acho que o que eu ouvi da conversa de você com a Alluka me afetou a ponto de não pensar racionalmente. O que vocês falavam afinal?

Killua: Sobre nossos anéis e foi quando eu contei para ela que iria te pedir em casamento ainda bem que você é um baka e não entendeu!

       Ele me dá vários selinhos após falar isso e minhas mãos o envolveram.

Gon: Eu tenho medo de te perder, Kill. Eu te amo muito.

Killua: Eu nunca vou te deixar, meu baka. Eu te amo muitíssimo.

       Ele me beija com vontade e desejo que acabo ficando zonzo. Ele tira todas as nossas roupas em um piscar de olhos e foi beijando meu peitoral dando chupões e mordidas que deixariam marcas. Ele vai com mais intensidade que eu não aguento e solto um gemido. Ele olha para meus olhos e lambe os lábios me deixando mais excitado.

       Ele lambe meus lábios e vai descendo até meu mamilo o lambendo e chupando-o. Eu mordia meus lábios evitando o gemido. Ele desce cada vez mais os beijos e vejo que ele sorri ao ver meu membro já ereto. Ele vai beijando cada centímetro perto de meu membro me deixando louco até que um gemido alto sai de minha boca quando ele o abocanha. Ele o chupa ferozmente e faz movimentos rápidos e eu gemo cada vez mais alto.

         Quando ejaculo ele engole tudo e levanta a cabeça para mim e ainda lambe os lábios limpando o resto que ficou em sua boca. Ele me põe de quatro e enfia três dedos em minha entrada. E logo em seguida sinto o seu membro me penetrando e grito de prazer e é então que ele vai mais forte e com mais velocidade, ambos gememos de prazer.

        Gozamos e então ele se deita ao meu lado com um sorriso bobo nos lábios.

Killua: Eu te amo, meu noivo.

Gon: Eu te amo mais, meu futuro marido.

         E então adormecemos no sofá mesmo.



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