História O destino que decide - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Visualizações 10
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gentee :)
Mais um cap pra vocês bbs, não tenho nada pra falar, só que ele tá triste ksksks

Capítulo 5 - A notícia- Capítulo 4


Alice Fontenelle pov's

Eu estou preocupada com Ian, mas não consigo tirar da cabeça a suposta atração que estou tendo por ele, é muito errado isso! Mas ele está me atraindo, não posso negar. O máximo que posso fazer é não contar a ele e ver onde é que isso vai dar, talvez isso acabe com o tempo, talvez não passe, talvez aumente... Talvez, talvez, talvez, nada é certeza mas ainda sim é errado! Ele é meu melhor amigo, poxa! Mas... Ele também não colabora: é lindo, me faz rir, me faz feliz, está comigo desde sempre, me aconselha, só me quer bem, vivemos juntos e tudo que ele faz mexe comigo. Os abraços, as risadas que me tira, os sorrisos que me fazem perder o ar, são simples coisas que mexem tanto comigo... Aaaa não Alice! Para! Chega menina, não se apaixona pelo seu melhor amigo!!

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Ian pov's

Depois que tomamos banho eu fiquei jogando por um tempo, mas quis dar uma volta... A gente tinha saído mais cedo da escola, um professor não foi e perdemos duas aulas. Então eu chamei a Alice para a gente ir tomar sorvete e andar um pouquinho. "Pouquinho". Andamos muito e acabamos indo longe, estávamos conversando sobre alguns momentos de infância, momentos engraçados.

Como uma vez em que eu e Alice tínhamos 4 anos de idade, era natal, estávamos naquela fase que não acreditava muito em papai noel e nossos pais tinham mandado um de uma loja nos entregar os presentes em casa. Quando o homem chegou, Alice e eu começamos a apontar erros nele, como por exemplo, a roupa larga e como ele era magro e não gordo como nas histórias. Nós corremos até ele e puxamos a barba falsa, depois saímos correndo e nos escondemos de baixo da cama com medo de nossos pais brigaram com a gente. Kkkkk bons tempos esses.

Eu sabia onde nós estávamos, era um bairro de classe média da nossa pequena cidade.

Encontramos uma sorveteria e resolvemos que iríamos tomar sorvete ali mesmo. Quando fui pagar a, coloquei a mão no bolso e percebi que perdi minha carteira. Olhei para o lado de fora e disse que ia ver se não caiu na rua. Quando saí da sorveteria, andei duas esquinas e a vi no chão de uma calçada não muito longe dali e fui correndo pegá-la. Quando toquei nela escutei o sinal de uma escola bem perto da sorveteria e saí correndo de volta. Bom, a Alice ia ter que me esperar um pouco, pois acabei esbarrando em uma pessoa, que suponho ser aluna da escola que citei. É uma menina, mas... ALICE? 

???: Ai! Que isso garoto?!?- Disse ela

Devo estar ficando louco. Me desculpei e fui embora, mas antes eu fiquei encarando ela por um tempo e fiquei com vergonha, nem sei se ela viu, espero que não. "Ela"... Será mesmo uma menina? Ou será Alice mesmo? Cheguei na sorveteria e paguei a conta, eu e Alice fomos voltando pra casa.

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Agora são três horas da tarde, eu e ela almoçamos e voltamos pro quarto, ficamos vendo séries a tarde inteira. Adoro fazer isso, passar a tarde inteira com a melhor amiga, vendo séries, comendo pipoca e chocolates, rindo à toa... Coisa simples mas eu amo demais ksksks. Apesar de tudo isso, o que minha mãe me disse mais cedo me torturava, mas faço o máximo pra não demonstrar pra Alice, ela vai querer saber antes da hora e tenho certeza que ela vai sofrer muito com isso, então que seja adiado. Vou fazer de tudo pra ela não ficar tão mal, eu também fico, é minha mãe afinal, amo ela! Eu não sou muito de me abalar, pra não ver as pessoas a minha volta triste, odeio isso. Mas às vezes não dá pra evitar, como esse caso, mais eu cuidarei da Alice. Chamei ela aqui em casa pra poder falar com mais calma. Quando será que eu falo? Depois do jantar?... É pode ser, melhor assim!

Não demorou muito pra minha mãe nos chamar para o mesmo, já eram 19 horas, passamos muito tempo vendo series. Coloquei uma camiseta e descemos, nos sentamos na mesa, comemos e conversamos com meus pais, tudo ocorria normalmente. Quando subimos pro quarto eu respirei fundo e deitei novamente na cama e esperei um tempo. Minutos depois, com ela do meu lado, eu comecei a falar:

Ian: Alice...

Alice: Ian, sem enrolação, fala logo o que você tanto pensa, o que tanto te preocupa?

Ian: É um assunto complicado, pequena... Quer mesmo que eu fale direto?

Alice: Sim!

Alice pov's

Eu já estou ficando irritada por ele não falar de uma vez! Ta bom, eu sei que não devo pressionar ele e blá blá blá mas eu quero que ele fale pra nós resolvermos isso logo, ele quase nunca fica com essa cara, ele normalmente leva os problemas numa boa...bom vou deixá-lo falar no tempo dele. Ficamos em silêncio por uns segundos, ele ficou pensando e eu também, na verdade eu estava me preparando para o que estava por vir e tentando adivinhar o que era também. Eu olho pro rosto dele e fico observando-o até que ele repara e se pronuncia:

Ian: Hoje, minha mãe me acordou cedo, e quando eu estava tomando meu café ela disse que queria falar comigo. Fiquei preocupado porque ela disse isso com uma cara triste. Depois do meu pai sair, sentei na sofá da sala com ela e a mesma me disse:

Mãe: Filho... Fui fazer meu exame.

Ian: ... E o que o médico disse?

Mãe: Que o meu câncer já é terminal, os tratamentos já não adiantam mais.

Ian: ... Quanto tempo de vida?

Mãe: Alguns meses.

Ian: Falou com o pai sobre isso?

Mãe: Ainda não. Falo ainda hoje.

Ian: Ok... Vou dar uma volta, ainda falta bastante tempo pra ir pra escola.

Mãe: Tudo bem, só não vá muito longe e não se atrase

Não acredito... Isso não pode estar acontecendo! Não! Não! Ela não pode morrer, ela não merece isso!!! Desde que descobriu o câncer há um ano atrás ela luta pela vida, paga caro e sofre com os tratamentos! Como assim? Não!!

Ian pov's

Ela começa a chorar e eu a abraço forte. Começo a me sentir mal por ter dito isso pra ela agora, mas também se não dissesse ela iria saber de outra forma, a pior. Odeio vê-la assim, o que será que posso fazer?... Será que contar do esbarrão e da loucura da minha mente iria distraí-la um pouco?

Ian: Alice...-ela olha pra mim e eu continuo- sabe, aconteceu uma coisa hoje quando eu fui buscar minha carteira...

Alice: O que?- disse tentando parar de chorar.

Ian: Mas acho que deve ser loucura da minha cabeça, seria impossível...

Alice: O que seria impossível?

Ian: Você ficou na sorveteria?

Alice: Sim!- disse ela como se fosse óbvio, e era, eu só queria confirmar.

Ian: Então deve ser coisa da minha cabeça mesmo.

Alice: Mas me fala, o que deve ser coisa da sua cabeça?

Ian: Eu ouvi o sinal de uma escola perto de lá e preocupado com você, eu comecei a correr, então eu esbarrei em uma menina.

Alice: E o que tem isso?

Ian: É que ela parecia muito com você.

Alice: Como assim?

Ian: Sei lá! Ela tinha seus olhos, cabelos um pouco mais rebeldes que os seus, mas cacheados e da mesma cor.- disse acariciando seu rosto e limpando suas lágrimas-deve ser porque eu estava muito preocupado mesmo com você e como iria se sentir com a notícia, que acabei vendo seu rosto em outras pessoas.

Alice: Você preocupado comigo Ian?!? Até parece kkk- disse ela rindo.

Consegui pelo menos uma risada.

Ian: Eu me preocupo muito com você sim, senhorita Alice! - disse sorrindo.

Ela riu ainda mais, a abracei e depois com seu rosto em minhas mãos disse:

Ian: Esse sorriso tá bem melhor!- disse também sorrindo.


Notas Finais


Não me matem pfvr, eu também fiquei triste por isso mas fazer o que 😂💔💔

Tchau bbs até o próximo sábado


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