História O dia de amanhã - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 8
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Minha primeira Fic desde os tempos de web-novelas do Orkut, vou tentando melhorar aos poucos! :)
Aceito críticas construtivas para melhorar <3

Capítulo 1 - Onde estou?


Fanfic / Fanfiction O dia de amanhã - Capítulo 1 - Onde estou?

[...]

"- Existem algumas coisas na vida que me deixam completamente estressada/frustrada, uma delas é não saber onde estou.

- E dessa vez eu estou realmente perdida."

[...]

    - Que lugar é esse? - pensou Mellgy ao ver que não estava mais em seu apartamento. Estava anoitecendo e ela se encontrava no meio do nada. Tudo parecia-lhe muito rústico. Olhou para os lados e viu algumas luzes distantes no horizonte, uma estrada, árvores (mais do que estava acostumada), algumas montanhas verdes e o céu limpo de fim de tarde começando a deixar brilhar algumas estrelas. Enquanto procurava por algum sinal de vida, escutou um chiado alto e logo uma forte dor de cabeça tomou conta de si fazendo-a desmaiar.

.

[Mellgy]

Acordei ainda atordoa com uma forte luz branca acima de meu rosto, comecei a recuperar um pouco meus sentidos e pude ouvir uma voz.

- A pressão se normalizou, ainda não encontramos nenhum problema aparente, precisaremos fazer novos exames e assim que ela acordar … - Interrompi a voz com um resmungo, eu ainda não conseguia identificar quem estava falando devido a luz em meu rosto.

- Onde estou? Que lugar é esse? - Comecei a tentar me levantar, levei a mão ao rosto para esfregar os olhos, quando vi algo estranho pendurado em meu braço.

- Se acalme, você ainda não está forte o suficiente para sair da maca. - disse a mulher que colocava sua mão em meu ombro fazendo-me voltar a encostar naquela estranha espécie de cama, que agora tinha uma parte um pouco inclinada. - Permaneça deitada enquanto o soro acaba, você está no hospital.

A mulher estava vestindo roupas largas, cor azul bebê, cabelos castanhos presos em coque com uma fina touca e uma máscara branca em seu rosto.

- Hospital? Precisei fazer alguma cirurgia? Por que eu precisaria de vir ao hospital? - Falei assustada olhando e tocando meu corpo tentando achar alguma coisa fora do normal.

- Hospital não é só para cirurgias! - riu a moça a meu lado. - Você desmaiou, um rapaz te encontrou na beira da estrada ligou para a ambulância e te trouxeram aqui para você se recuperar e fazer alguns exames.

- Quem precisa vir ao hospital para fazer exames hoje em dia... - Falei coçando os olhos fazendo um leve bico estranhando toda aquela situação.

- Ué todo mundo, ainda não inventamos tecnologia que dê diagnósticos via wi-fi - Deu mais uma gargalhada, saindo do meu lado ao ser chamada na emergência. - Logo alguém virá para pegar seus dados e fazer algumas perguntas, preciso ir agora.

- Como assim não inventaram!?? - Exclamei confusa em um tom mais alto, mas sem obter resposta, ela rapidamente já havia saído da sala.

Olhei todo aquele lugar e vi que não era como os hospitais que eu conhecia, tudo aquilo me parecia ultrapassado. Era tudo tão branco e limpo, tanto a tinta das parede quanto as cerâmicas do chão. As portas da sala onde eu estava como nas outras em que eu conseguia ver no corredor, era feitas de madeira ou vidro, nada ali parecia ter muita tecnologia, me lembrava um pouco a casa de meus avós. - Preciso entender o que está acontecendo, como vim parar aqui. - Pensei.

- Oi, me disseram que você acordou… - Ouvi duas leves batidas na porta de madeira, seguidas da voz masculina. - Fiquei preocupado ao ver uma garota como você sozinha desmaiada na estrada...

Me desliguei de meus pensamentos preocupados ao virar meu olhar para a porta. “Ual” pensei ao ver aquele garoto que aparentava ter cerca de 25 anos, com cabelos pretos, olhos verdes e sorriso envergonhado.

- F-Foi você que me-e encontrou? - Falei um pouco sem graça ainda sendo encarada por aqueles olhos verdes.

- Sim.. - disse ele também meio sem graça ao perceber que estava me encarando. - Posso? - Dando sinal para uma cadeira que havia perto da cama que eu estava.

- Claro..

Ajeitei meu corpo tentando me sentar sobre a cama, meio desajeitada já que ainda havia um tubo de soro enfiado em meu braço. Fiz uma careta e ele riu fraco.

- Está tudo bem com você? Sabe como foi parar naquele lugar? - Perguntou ele com olhar preocupado.

- Acho que estou bem, só me lembro de estar num lugar deserto, ver algumas luzes distantes, ouvir um chiado alto e uma forte dor de cabeça.

- Qual seu nome? - Disse o rapaz.

- Mellgy, mas pode me chamar de Mel, e o seu?

- Que nome diferente, nunca tinha ouvido igual, meu nome é João. - Sorriu.

- Meu nome não é tão incomum assim, já o seu que não ouço a muito tempo, acho que a última vez que conheci algum João eu tinha uns 7 anos e ele uns 80.

O rapaz me olhou confuso arqueando levemente a sobrancelha, o que o deixava bem bonito, mas não falou nada, retirou um aparelho estranho do bolso da calça olhando a hora que aparecia na tela.

- Nossa já é tarde, tenho que ir, amanhã volto pra te visitar como nos outros dias se você quiser, tudo bem?

- Tudo bem, mas como assim nos outros dias?

- Você dormiu por quase 4 dias, não te falaram?

- Nossa, 4 dias? Ainda não me falaram nada, só consegui falar com uma enfermeira rapidamente mas ela teve que sair.

- Entendi, até amanhã então, fique bem! Boa noite Mel.

- Boa noite… João.

Ele saiu e eu continuei a observar o quarto em cada detalhe, enfim, reparei que ao lado da cama que eu estava havia uma mesinha com um objeto cheio de botões, o peguei, e um desses botões tinha um simbolo parecido com o de “ligar”. O apertei vendo uma tela na parede em frente da cama se acender. “Ah sim, uma televisão, quanto tempo não vejo uma dessas” pensei.. Achei engraçado e dei um riso fraco, até ver o programa que estava passando:

“Estamos perto do ano novo! Então nada melhor do que vermos o que aconteceu neste ano, vamos à Retrospectiva 2018.”

Retrospectiva 2018
Retrospectiva 2018
Retrospectiva 2018

- Aquelas palavras fizeram meu coração acelerar e meus olhos se arregalaram. Exclamei confusa - Como assim 2018?!

 


Notas Finais


Logo escrevo mais, por enquanto é certo que 1 vez por semana, vou tentar ajustar meus horários pra postar com mais frequência.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...