História O dia de amanhã - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie, voltei antes como havia dito.

Aqui um pouco do ponto de vista do João, e as coisa vão começar a se esclarecer para Mel.

(Leeia as notas finais)

Capítulo 2 - Lembrança


[João]

- Ah mais um dia aqui, espero que esse novo tratamento dê certo.

- Fique calmo João, foi muito bom você ter aceito participar desse tratamento experimental, estamos notando progressos, quem sabe futuramente você tenha ajudado a salvar muitas outras vidas como a sua! - Disse a enfermeira enquanto injetava mais uma dose em minha veia.

[...]

- Até semana que vem Dr.! Acho que já estou em condições de voltar pra minha cidade.

- Até logo, não se esqueça de continuar com o medicamento oral, e qualquer diferença ou mal estar nos ligue. - Disse o Dr. Robert Aiken.

Coloquei o cinto, liguei o Spotify pelo bluetooth e coloque uma de minhas playlists, dei partida indo em direção a minha cidade. Estava no fim da tarde, começando a anoitecer cerca de 18h, no som tocava “Charlie Brown Jr. - Me encontra”. Até que… faltando poucos km para chegar vi alguém deitado na beira da estrada.

- Uma garota.. - Parei o carro a alguns metros a frente, com um receio, seria alguma nova técnica de assalto? Não sei, mas não posso deixar uma garota nessa situação. “Será que ela está viva?” Esse pensamento me deixou ainda mais preocupado, mas eu tinha que checar.

Desci do carro olhando para os lados, não parecia ter mais ninguém. Apenas a garota que aparentava ter uns 19 anos, desacordada com roupas de materiais um pouco diferentes, não que eu entenda muito de moda, além disso pareciam gastas, até parece que foi atingida por um raio.

Verifiquei o pulso - Ainda está viva! Preciso chamar ajuda.. - Peguei meu celular no bolso da calça jeans e liguei para o socorro. Fiquei ali sentado ao lado da moça até a ambulância chegar.

Não havia nenhum documento com ela, então me pediram para acompanhá-los até o hospital para que pudessem fazer os procedimentos de internação e prestar o boletim de ocorrência, o que é comum para esses casos. Segui a ambulância até o hospital, algo nela despertou minha curiosidade, além disso... ela é linda!

Prestei meu depoimento a polícia, a princípio, questionaram se eu a conhecia e sobre o que aconteceu com ela, mas logo confirmaram que eu estava apenas de passagem vindo da cidade vizinha quando a encontrei já naquele estado. Fizeram também alguns exames na garota mas não conseguiram concluir ao certo o que causou o desmaio. O jeito seria esperar ela acordar.

Eu me senti responsável por ela, alguma coisa me chamou a atenção, além da beleza, tinha algo a mais, algo que não vi em nenhuma mulher antes.

Um, dois, três dias e nada dela acordar, eu estava pagando todos os custos hospitalares, já que minha família tem boas condições financeiras. A visitei todos os dia, indo em todos horários de visitas, passando o tempo só olhando para ela.

- Então Bela misteriosa, como será seu nome?

Eu estava completamente atraído por aquela mulher. Cabelos castanho claro, rosto com traços fortes, pele branca, mais ou menos 1,65m e um corpo muito, MUITO, bonito. Seios fartos mas não exagerados, cintura fina, e quadril largo, o sonho da maioria das mulheres, e agora, aquela que se encontrava em meus sonhos. Sim, comecei a sonhar com uma mulher que nem sequer me viu, e que eu, só a vi dormindo. O que será que tem nela?

[...]

- Ei garoto, ela acordou. - Disse a enfermeira que passou correndo ao ser chamada na emergência.

Era o quarto dia, eu já estava quase indo embora pois já era 21h e o horário de visita já tinha acabado, mas finalmente ela havia acordado, então me liberaram para vê-la. Eu estava ansioso por esse momento, mas agora super nervoso. E se ela não gostar de mim?

Fui andando até parar em frente ao quarto. Além de ansioso para ver a sua reação, eu também estava muito preocupado com o que aconteceu e com como ela estava.

Dei duas batidinhas na porta que estava entreaberta.

- Oi, me disseram que você acordou… Fiquei preocupado ao ver uma garota como você sozinha desmaiada na estrada…

“Qual o meu problema... uma garota como você, o que ela vai pensar disso, que idiota.” Fiquei a encarando enquanto pensava isso, o que foi ainda mais constrangedor. Dei um sorriso sem graça.

- F-Foi você que me-e encontrou? - Disse a garota, percebi que ficou constrangida comigo a encarando.

- Sim.. - Fiquei corado e com mais cara de idiota ainda - Posso? - Dei sinal para uma cadeira que havia perto da cama que ela estava, precisava parar de olhar feito bobo para aqueles olhos cor de mel.

- Claro.. - A voz dela fazia jus a todo resto, era perfeita.

Esperei ela se sentar sobre a cama, completamente desajeitada e fazendo uma careta, o que me fez dar um sorriso fraco. Até depois de 4 dias desacordada em um hospital com soro pendurado no braço ela conseguia ser bonita.

- Está tudo bem com você? Sabe como foi parar naquele lugar? - Perguntei preocupado.

- Acho que estou bem, só me lembro de estar num lugar deserto, ver algumas luzes distantes, ouvir um chiado alto e uma forte dor de cabeça.

- Qual seu nome?

- Mellgy, mas pode me chamar de Mel, e o seu?

- Que nome diferente, nunca tinha ouvido igual, meu nome é João. - Sorri.

- Meu nome não é tão incomum assim, já o seu que não ouço a muito tempo, acho que a última vez que conheci algum João eu tinha uns 7 anos e ele uns 80.

- Arqueei levemente a sobrancelha confuso, “quer um nome mais comum do que João” pensei. Retirei meu celular do bolso da calça para olhar a hora, 22h.

- Nossa já é tarde, tenho que ir, amanhã volto pra te visitar como nos outros dias se você quiser, tudo bem? - Por favor queira, pensei.

- Tudo bem, mas como assim nos outros dias?

- Você dormiu por quase 4 dias, não te falaram?

- Nossa, 4 dias? Ainda não me falaram nada, só consegui falar com uma enfermeira rapidamente mas ela teve que sair.

- Entendi, até amanhã então, fique bem! Boa noite Mel.

- Boa noite… João.

Fui para casa e subi direto para o quarto sem falar com ninguém, a voz dela ecoava em minha mente, fechei os olhos e acabei adormecendo pensando nela.

- Estou a 4 dias deitada nessa cama, preciso de um pouco de… diversão. Você pode me ajudar João? - Disse Mel descendo da cama de hospital. Começou a passar a mão pelo corpo fazendo marcar seu seio, mamilo rígido e cintura. Desceu um pouco mais a mão até alcançar a baixo da camisola hospitalar, retirando a calcinha de um jeito sexy. Começou a subir levemente a barra da camisola me deixando na expectativa e então …

PI-PI-PI-PI!

- NÃO! MALDITO DESPERTADOR! - Peguei o aparelho e o joguei na parede de raiva. Acordei com meu membro extremamente rígido. - É... preciso dar um jeito nisso antes de descer para tomar café.

.

.

.

[Mellgy]

- Outra vez esse chiado, minha cabeça, e-eu n-não aguento, AAAAH - Gritei alto levando as mão as têmporas com expectativa de fazer aquela dor parar, pude ver a enfermeira de quando acordei entrar correndo pela porta, mas novamente apaguei.

 

{flashback on}

Estava na sacada do meu apartamento, a vista não é das melhores, mas aqui é meu lugar preferido para pensar. Moro um pouco longe do centro da cidade, são bem menos prédios por aqui (se é que pode chamar isso de prédio), mas a poluição não é diferente. O céu aqui é sempre cinza, bem diferente das fotos antigas nos livros de história, o teto de alguns prédios e shoppings tentam imitar o céu como era antigamente, mas acho que não deve ser nem de perto como o real. Eu não tive a chance de conhecer esse céu azul, acho que nunca vai voltar a ser como antes, nunca vou conseguir ver.

[...]

Esse novo prédio do governo aqui em frente me incomoda. Às vezes, durante a madrugada, surgem algumas luzes e barulhos estranhos que não me deixam dormir, o mais estranho é que parece incomodar somente a mim. Mesmo assim, tem mais de um ano que estão tentando desabitar a região e nos tirar daqui para poderem fazer sabe-se lá o que, mas para onde iríamos? Chegamos primeiro e não temos mais nada.

- Aqui estou, mais uma noite sem dormir. Esse prédio, minha curiosidade é grande sobre essas luzes e barulhos...esse barulho… ai minha cabeça.. Oh.... o que… está.. a-acontecendo…

 

BAAAAM!

 

Foi quando houve a explosão seguida de um clarão. Um raio de luz verde saiu do prédio em direção a minha sacada. Tentei correr para me proteger mas não fui rápida suficiente, o raio me atingiu em cheio..


{flashback off}


Notas Finais


Primeiramente, quero agradecer a Valsant por ter indicado minha fic <3
Se puder, leiam as histórias dela, pois foi assim que me inspirei a voltar a escrever depois de anos!

https://www.spiritfanfiction.com/perfil/valsant


Espero que estejam gostando, aceito dicas, criticas e etc!
Até o próximo Cap.!


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