História O dia era onze de setembro de dois mil e um - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Visualizações 12
Palavras 502
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


betei na força do ódio espero que não tenha erros. eu nem sei da onde tirei isso, mas quis escrever mesmo assim
ok eu chorei escrevendo admito
e também admito que to sob efeito de remédios que causam alterações de humor então me deixem chorar ok.
eu espero que... gostem? sei la

Capítulo 1 - Único; como as vidas que se perderam


Fanfic / Fanfiction O dia era onze de setembro de dois mil e um - Capítulo 1 - Único; como as vidas que se perderam

O dia era onze de setembro de dois mil e um. Era apenas mais um dia, mas não era de fato tão comum. Anna amanhecera com um mau pressentimento, e seu sexto sentido não falhava, mas naquele dia haveria uma grande apresentação para seus superiores, e ela precisava dessa promoção para poder pagar seu casamento com Will, seu noivo há três anos, e ela não poderia faltar por causa de um mau pressentimento, então apenas ignorou o sentimento e seguiu sua rotina maçante, café da manhã, banho, roupa, carro, trabalho. Era oito e meia da manhã, e ela já estava na sala de reuniões, tremendo e suando frio cm a chance de sua vida. A apresentação estava pronta e repassada várias vezes dentro de sua cabeça, mas o nervosismo insistia em ficar, juntamente à sensação do mal evidente. Às oito e quarenta, os superiores começaram a chegar, tomando seus assentos na mesa comprida de madeira de cedro polido e esperando o horário correto. Às oito e quarenta e cinco, Anna começou a falar. Não houve muito tempo de apresentação antes do primeiro estrondo percorrer o prédio e suas almas, reverberando nos ossos como amplificadores entre seus músculos, e a apresentação ser parada. Fora dois andares abaixo do seu, mas não houve muito tempo para pensar quando o avião explodiu, e os sete andares acima e abaixo foram carregados e reduzidos a pó. Anna não viu muita coisa além do tempo desacelerando. As imagens percorrendo sua memória como um filme de câmera analógica, frame por frame, formando um filme dos seus melhores momentos. Com seus pais, com Will e Mandy, sua pequena maltês branca, com sua irmã e sobrinhos, sozinha em suas férias para a Grécia, e tudo isso se dissipando em meio aos gritos que ainda pôde ouvir, milésimos de segundo antes da explosão chegar ao seu corpo, transformando-o em uma massa disforme de proteínas, organizadas a nível atômico, mas completamente desordenadas a olho nu. Anna agora seria recolhida à pá e incinerada, carregando consigo suas reminiscências, coisas que jamais compartilharia com alguém. Nunca casaria com Will, não poderia ser a madrinha do filho que sua irmã carregava em segredo, e não enterraria seus pais. Levaram três dias para chegar ao lugar onde o corpo de Anna estaria se não fosse apenas um aglomerado de carne com uma pequena aliança prateada coberta com o sangue, presa em meio ao caos.

O dia era onze de setembro de dois mil e um, e às oito e quarenta e seis da manhã, as Torres Gêmeas foram atingidas por dois aviões, em um ato de terrorismo suicida, que foi reivindicado pela Al-Qaeda, tendo sido planejado por Osama Bin Laden.

Hoje é onze de setembro de dois mil e dezenove, e há dezoito anos atrás, quase três milhares de vidas foram perdidas no maior atentado terrorista ocorrido em solo norte-americano, carregando consigo memórias e sentimentos, levando almas e deixando para trás apenas o sofrimento incrustado, nos corações de quem ficou, e no corpo de quem sobreviveu.


Notas Finais


é isso beijos boa noite pra quem vai dormir e é nois
~E. Altair.


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