História O diabo mora em casa- Jungkook. - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Exo
Visualizações 76
Palavras 1.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus lindos e lindas, espero que gostem e me desculpem por qualquer coisa, é que essa é minha primeira história.

Capítulo 1 - Capítulo um: Estranho.


Fanfic / Fanfiction O diabo mora em casa- Jungkook. - Capítulo 1 - Capítulo um: Estranho.

05/08/2018

Após meu pai morrer em um acidente de carro, quando eu tinha 9 anos, minha mãe enlouqueceu. Não entendia muito o que estava acontecido na época, mas agora entendo, minha mãe tomava muitos comprimidos e fumava maconha escondida e quando eu via ela dizia ``que era para dor de cabeça´´,``que eu não precisava me preocupar´´, ``o médico que receitou os comprimidos´´ e etc...Como eu queria que fosse verdade.

Alguns meses depois minha mãe conheceu um homem no trabalho, ``Marcos é tão fofo e sincero´´,era o que ela dizia e claro que não demorou muito para eles começarem a namorar. Estava feliz pela mãe, mas triste pelo fato de ele estar pegando o lugar de meu pai, pai é único não dá pra substituir.

Um ano depois, no meu aniversário, ele começou a morar em casa, eu obviamente não queria, mas mãe estava feliz com isso, ela dizia que era o começo de uma nova vida, mas minha vida era a mesma, com pai, mãe e eu juntos brincando pelo jardim da casa, essa era minha verdadeira vida, não aquela.

Minha mãe sai de casa 4:00 da manhã para trabalhar e Marcos cuidava de mim até dar o horário de eu ir para a escola e ele ir trabalhar na delegacia, então toda  vez que eu acordava eu tinha que olhar na cara dele.

Um dia eu acordei mais cedo porque estava com fome, então fui para a cozinha só de pijama. Senti Marcos encarar minhas coxas e foi aí que os abusos começaram. Eu tentava falar com a mãe, mas ele me batia e dizia para eu ficar quieta se eu não quisesse que algo pior acontecesse, então eu nunca falei nada por medo.

4 anos depois, os meus 14 anos, eu arrumei coragem e falei para mãe o que Marcos fazia comigo, mas ela sempre dizia que era mentira pois eu nunca quis que eles ficassem juntos e que eu estava sendo injusta com ele e com ela. Após muitas tentativas eu desisti depois que ela me chamou de louca. Daquele dia em diante eu comecei a achar que minha própria mãe não queria que eu existisse para atrapalhar seus planos de viver feliz, então um ano depois quando eu já tinha 15 anos comecei a me auto mutilar e isso é até hoje, aos meus 18 anos.

Eu ainda pego minha mãe tomando comprimidos e usando maconha escondida, mas não falo nada. E Marcos continua abusando de mim, ele não respeita nem um pouco seu distintivo de policial.

Assinado S/N.

- Ai, chega de escrever.- Fechei meu diário e o escondi embaixo do meu travesseiro.- Bora fazer um lanche.- Sai do meu quarto e fui para a cozinha comer alguma coisa.

Eu tive que reescrever o meu diário todinho por que minha mãe jogou o outro fora, graças a Deus ela não leu o que estava escrito lá, tinha coisas constrangedoras nele. Então como sou preguiçosa só escrevi sobre meu padrasto no novo.

- Oi S/N.

- Ah, oi mãe.- Disse pegando a caixa de Sucrilhos no armário.

-  Oi amor.- Disse Marcos agarrando minha mãe por trás e beijando seu pescoço. Urgh alguém me mata.- Oi S/N.- Me encarou com um sorrisinho malicioso escondido no pescoço de mãe. 

- Tchau.-Voltei para meu quarto e coloquei um casaco preto e uma calça preta, até no verão eu me visto assim para esconder minhas marcas de corte.- To saindo mãe.

- Ok.- Minha mãe nem liga pra onde eu vou, ela só se importa de eu chegar em casa.

...

Fui para uma praça longe de casa respirar um pouco de ar. Me sentei na beirada da ponte e encarei o meu reflexo na água por um tempo.- É agora.- Me levantei e fechei os olhos, quando estava prestes a pular, eu escutei um grito.- O que é isso?- Fui em direção do grito, me levando a um beco, me escondi atrás de uma lixeira e vi um garoto ser espancado por dois homens.

- Aaahhhhhh- O garoto berrava.

Peguei uma garrafa de cerveja do chão e o taquei na parede fazendo todos se assustarem.

- Vamos embora!- Todos sairão correndo deixando o garoto machucado no chão.

- Calma, deixa eu te ajudar.- Me agachei e o segurei pelo braço.

- Aaaaaahhhh.- O levantei do chão e coloquei seu braço em volta do meu ombro.

- Vou te levar pra casa, ok?

- Não... Me leva pra minha casa.

- Tem certeza?

- Sim, é aqui perto.

- Tá bom. Me guia!- Começamos a andar, ou pelo menos tentamos, e ele me levou a sua casa/mansão, aquilo era o que? Um palácio? Devia ser.

...

- Onde fica o quarto?

- Lá em cima.- Subimos a escada com dificuldade e entramos no quarto onde eu o coloquei cuidadosamente sentado na cama.

- Caixa de primeiros socorros, caixa de primeiros socorros...- Disse andando pelo quarto.

- Na gaveta.- Disse com dificuldade.

- Ah.- Abri a gaveta e peguei a caixa.- Tira a roupa!- Ele começou a me encarar com uma cara de ``como é que é?´´.- Aish, eu preciso ver os ferimentos.

- Ah tá.- Ele abriu o zíper do moletão preto e já pude ver o sangue manchar a camisa branca que usava por baixo.

- É melhor você tomar banho.- O levantei da cama e o levei ao banheiro retirando e camiseta encharcada de sangue, mostrando seu maravilhoso corpo definido, seus sapatos e meias. Fui para o seu guarda-roupas e peguei uma roupa limpa, abri a porta do banheiro para entrega-las, só que ele só estava de cueca, alguém me segura.- De-desculpa.- Fechei os olhos e estendi minhas mãos com as roupas e sai do banheiro. Com certeza devo estar vermelha.

...

- PRONTO.- Ele berrou do banheiro e eu fui lá ajuda-lo...- Aaaiiii.

- Calma.- Disse passando o remédio na ferida.

- Ai, isso dói.

- Eu sei.- Disse o encarando. Só agora eu olhei em seus olhos negros que me encaravam sem pudor, olhei para seus lábios e voltei a encara-lo...- Qual é o seu nome?- Perguntei saindo do transe e voltando a encarar suas feridas.

- Jeon Jungkook. E o seu?

- S/N... Bela casa.

- Obrigada.

- ... Como isso aconteceu?- Encarei seus machucados.

- Eles queriam me assaltar.

- Hum... Pronto.- Me levantei da cama e guardei a caixa de primeiros socorros na gaveta.

- Obrigado.

- Nada.- Olhei o relógio e já era uma da manhã.- Preciso ir.

- Eu te levo até a porta...

- Não senhor. Não é para você ficar perambulando por aí!

- Você é minha mãe por acaso?- Disse cruzando os braços e erguendo uma sobrancelha.

- Talvez.- Dei um pequeno sorriso e estendi minha mão.- Tchau.

- Tch..- Ele olhou para minha mão e viu os meus cortes e logo começo a me encarar confuso.

Abaixei a manga do meu moletão e encarei o chão- Tchau.- Sai correndo e desci as escadas olhando para meus pés. Que droga, agora ele deve me achar louca.

...

Entrei em casa nas pontas dos pés para não acordar ninguém, mas o Marcos e mãe estavam na sala.

- ONDE SE TAVA?- Marcos gritou vindo em minha direção.- RESPONDA! VOCÊ ESTAVA COM ALGUÉM?

- Eu eu... - Respirei fundo.- Não é da sua conta.

- Como é? Caryn, você não a educou?- Encarou a mãe severo.

- Calma filha, ele só esta preocupado.

- SE EU DESCOBRIR QUE VOCÊ ESTAVA DE GRACINHA COM ALGUÉM EU...

- VOCÊ O QUE?- O interrompi.-Se eu estava de gracinha com alguém isso é problema meu não seu.

- Como ousa falar assim com seu pai?- Mãe me indagou.

- Ele não é meu pai.- Cochichei.

- O que?

- ELE NÃO É MEU PAI!- Corri para meu quarto e tranquei a porta. Por que que aquele garoto apareceu na hora que eu ia me matar? Me livrar disso? Me sentei na cama e peguei meu diário debaixo do travesseiro.- Que merda.- Comecei a escrever...

26/08/2018

Nessa madrugada eu ia pular de uma ponte, sim eu não sou muito eficiente, mas antes que eu pulasse eu encontrei um garoto sendo espancado por 2 homens, que covardia. Eu confesso que eu ia o deixar lá, mas alguma coisa me fez pensar que eu deveria o ajudar, então eu taquei uma garrafa de cerveja na parede e os caras sairão correndo, como eu disse, não sou muito eficiente.

Eu o levei para sua casa e o ajudei, o que me custou o ketchup ficar com inveja de mim,porque eu não parava de corar, ainda mais quando eu o vi só de cueca, meu Deus eu quase tive um treco por causa daquele corpinho.

Ri para mim mesma me lembrando da cena.

FLESH BACK ON

Fui para o seu guarda-roupas e peguei uma roupa limpa, abri a porta do banheiro para entrega-las, só que ele só estava de cueca, alguém me segura.- De-desculpa.- Fechei meus olhos e estendi minhas mãos com a roupa e sai do banheiro...

FLASH BACK OFF

- Aish.- Dei um pequeno sorriso e voltei a escrever.

Seu nome era jeon jungkook, além de ter um nome maravilhoso, ele era maravilhoso. Dei uma de enfermeira e passei o remédio em suas feridas, tinha algumas vezes que minha mão encostava em seu abdômen definido me fazendo perder o ar, mas tentei não transparecer, tirando minas bochechas que ficaram muito quentes.

Estava tudo de boas até eu me despedir e ele acabar vendo meus cortes, ele deve ter me achado doida ou algo assim. Sai correndo e vim pra casa e já dei de cara com o capeta, e além de escutar sua voz irritante me enchendo o saco perguntando com quem eu tava, minha mãe vei dizer que ele só estava preocupado e que eu não deveria gritar com o seu ``pai´´. Pai o caralho.

vim correndo para meu quarto e comecei a escrever, mas é melhor eu ir dormir agora, amanhã vai ser uma longa e chata segunda feira, sem contar que o Marcos vai me bater pelo meu mal comportamento de hoje. Aff

assinado S/N.

Bocejo.- É melhor eu ir dormir. Amanhã é segunda e é sempre do caralho.- Me levantei, escondi meu diário, peguei meu pijama e fui para o banheiro me banhar e escovar os dentes. Arrumei minha cama e me deitei.

Virei de um lado para o outro na cama e nada de dormir, olhei para o relógio e já eram 2:30. Saí do meu quarto em silêncio e fui para o banheiro da mãe, abri a última gaveta da pia, peguei cinco pílulas e virei na boca logo em seguida as engolindo. Voltei para o quarto e 15 minutos depois eu dormi tranquilamente.

Nessa noite eu sonhei com aquele menino, eu confesso que eu o conheço de algum lugar, mas quem poderia ser?

Continua?


Notas Finais


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