História O diabo mora em casa- Jungkook. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Exo
Visualizações 60
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus docinhos de coco, turo pom com6? Espero que sim.

Me desculpem pelo Cap. chato é que eu estou sem internet e preciso ir ao médico fazer exames.

Capítulo 2 - Capítulo dois:Apenas isso.


Fanfic / Fanfiction O diabo mora em casa- Jungkook. - Capítulo 2 - Capítulo dois:Apenas isso.

Acordei com o barulho do despertador no meu ouvido e quase, quase mesmo, que eu o taco pela janela. Me levantei e corri para o banheiro tomar banho e me aprontar, depois que Marcos se mudou pra casa eu sempre tranco a porta para ele não entrar e me agarrar ou algo assim.

Destranquei a porta e olhei para os dois lados do corredor antes de sair nas pontas dos pés pra sala, que não tinha ninguém, graças a Deus.

- Ufa.- Suspirei aliviada.

- ``Ufa´´ o que senhorita S/N?- Me virei assustada e Marcos me encarava com um sorriso diabólico no rosto sentado no sofá.- Você realmente acha que se livrou do castigo?- Disse se levantando e vindo em minha direção.

- O q-que? E-eu n-não...- Marcos parou em minha frente e pôs uma de suas mãos em meus rosto.

- Você esta merecendo umas palmadas pelo seu mau comportamento. Sabia?...- Suspirou em meu ouvido deslizando suas mãos para minha cintura.

- SAI!- Retirei suas mãos de mim e saí correndo desesperada pela porta. Eu conseguia ouvir sua risada estérica do corredor à saída da casa, esse homem me dá medo.

Fui para escola correndo que nem uma louca. Estava tão frio que meus lábios racharam no caminho, eu não voltaria pra casa de jeito nenhum, então nem liguei.

...

Cheguei na escola e fiquei parada encarando a entrada por um tempo, eu realmente não queria entrar, eu queria era fugir isso sim. Respirei fundo e entrei no enorme corredor que parecia que nunca acabava. Eu estava na metade do corredor quando avistei Mel e Diane vindo em minha direção.

- Oi S/N.- Mel disse escondendo algo atrás de suas costas. Nem respondi, só continuei andando de cabeça baixa para minha sala.

- Ei. Você é surda?- Continuei o meu caminho.- ESTAMOS FALANDO COM VOCÊ!- Diane berrou no meu ouvido, me fazendo ficar surda por alguns segundos.

- Você é louca em ignorar agente? Você irá se arrepender disso!- Mel jogou um balão de água em mim e em seguida Diane jogou um com farinha, me sujando inteira.- KKKKKKK

- KKKKKKK.- Olha ela, tá chorando. Vem gente.- De repente a metade da escola apareceu e começou a tirar foto de mim e rir da minha cara.

Sai correndo e fui para a pracinha poucos quilômetros da escola. Me sentei no banco começando a chorar. ``Por que isso esta acontecendo comigo?´´ eu me perguntava arranhando meus próprios braços de frio, eu estava congelando.

Abri minha mochila e peguei minha faca.- Por que ninguém me quer bem?- Enfiei uma facada em minha coxa.- Por que tudo o que eu faço é motivo de zoação?- Desferi outra facada.- Por que eu NASCI?- Eu ia desferir outra facada, mas uma mão me segurou.

- O QUE SE TÁ FAZENDO? PARA!- Aquela voz... Jeon? Levantei meu rosto e o olhei desesperado. Ele pegou a faca de minha mão e a jogou pra longe.- VOCÊ TÁ SANGRANDO, AI MEU DEUS.

Ele começou a chorar me fazendo chorar mais. Jeon me pegou no colo estilo noiva e começou a caminhar, um tempo depois eu dormi em seus braços másculos e quentes, é incrível como ele consegue me deixar calma.

Eu acordei deitada em sua cama com minha coxa enfaixada. Me levantei e me deparei com ele quando eu fui abrir a porta.

- Nana nina não. Volta pra cama!- Ele mandou e assim fiz, credo que medo que eu fiquei dele.- Eu quero explicações. AGORA!- Engoli seco e ele veio em minha direção sentando-se ao meu lado na cama.

- E-eu eu...- Eu percebi que eu não estava mais suja e que aquelas não eram minhas roupas.-AAAHHHHH.- Gritei me levantando da cama desesperada e corri até a porta, onde cai no chão por causa das bandagens da minha coxa.

- Ei, calma eu...

- SAI, SEU TARADO!

- Eu o que?- Jeon perguntou confuso.

- Agora você que me deve explicações!- O encarei raivosa e ele soltou um suspiro.

- Vem, senta.- Disse me levantando do chão e batendo a mão na cama. Apenas o encarei desconfiada e me sentei.

- Você me deu banho?

- Não.

- Então quem foi?

- Minha empregada.

- Como você me achou?

- Eu estava dando uma volta pela praça e te encontrei...- Jeon abaixou a cabeça e suspirou.

- Eu sou pesada?

- QUE? kkkkkkk

- kkkkkk, mais é sério eu sou mó gorda, é difícil me levantar, se bem que você é todo musculoso então deve ser fácil.-  Ele parou de rir e me encarou de olhos arregalados com uma cara de ``como é que é?´´.- Hã, que-quer dizer, hã, você é forte e...

- Ok...- Ai meu Deus ele tá me encarando.- Então quer dizer que você me acha forte?- Disse em um tom sacana.

- Aish.- Fiz bico e ele caiu na gargalhada.

- Mais que história é essa de gorda? Você é tão magrinha.

- As pessoas da minha escola dizem que eu sou gorda e que se eu engordar um pouco mais é capaz de eu explodir.- Disse em um tom triste.

- Então eles são segos.- Eu o encarei surpresa.- Você é tão linda, como podem dizer isso?- Arregalei os olhos e fiquei corada e ele também. O quarto ficou silencioso.

- Pergunta...- Ele quebrou o silencio. Amém.- Por que você estava suja.

- Ha...- Contei a história e ele ficou boquiaberto.

- Nossa, que idiotas.

- Né, e é assim desde que eu entrei na escola.

- Fala pro seus pais.

- Eu não tenho pai.

- Ah sinto muito.

- Não é culpa sua...- Será que? Não deixa pra lá.

...

Ficamos conversando e comendo até o horário da minha saída (6:00).

- Preciso ir.

- Eu te acompanho.- Corou.- Se você quiser.

Sorri.- Mais é claro que eu quero.- Ele sorrio pra mim e saímos de sua casa/mansão, indo em direção a minha.

...

- Kkkkkk, ai que coisa.- Estávamos conversando até eu chegar em casa.- Bem, é aqui... Tchau.

- Tchau, hoje foi legal, espero repetir.- Ele sorrio e eu corei dando um pequeno sorrisinho de volta.

Entrei em casa e me encostei na porta.- Ai ai.- Fui para meu quarto e tranquei a porta.- Eu também Kook, eu também.- Peguei o meu diário e comecei a escrever o ocorrido sem parar de sorrir.

...

- PARAAAA!- Gritei desesperada.

- Cala a boca! Cala a boca!- Mandou me dando mais uma cintada.- Será que os tapas que eu te dou não são o suficiente?- Perguntou depositando mais uma cintada em meu braço.

- PARA, POR FAVOR PARA EU IMPLORO!- Berrei para que ele escutasse minhas palavras entre o choro.

- Agora quer mandar em mim?- Depositou mais uma cintada em minha coxa.

- NÃO, não.- Lágrimas escorriam de meus olhos sem parar.

- Seu grito é musica pra mim.- Bateu novamente o cinto em minha outra coxa e soltou uma gargalhada diabólica após eu berrar de dor.

Marcos ficou me batendo por umas meia hora, que para mim pareciam 30 anos. Minhas pernas ardem com o toque de um papel sobre ela, meus braços estão vermelhos e doloridos e parece que estou segurando o mundo sobre minhas costas.

- Lembre-se que vai ser pior se você contar.

- Sim senhor.

Me encolhi no canto do quarto chorando. ``Por que isso esta acontecendo comigo?´´ eu repetia sem parar em minha mente. 

Me levantei do chão com dificuldade e sai correndo de casa sem me importar com a tempestade que caia. Marcos me chamava, mas nem prestei atenção, só continuei correndo.

Fui para o cemitério e me agachei em frente de um dos túmulos.

- Me desculpa.- Disse chorando.- Me desculpa por não ser forte o suficiente. Me desculpe por não fazer a mãe feliz. ME DESCULPA POR SER SUA FILHA.- Berrei as últimas palavras sentindo a água da chuva me encharcar cada vez mais.- ME DESCULPA, ME DESCULPA.- Me curvei diante da sepultura  de meu pai e comecei a chorar mais.- Me desculpa, me desculpa, me des...culpa.- Senti meus olhos pesarem e acabei dormindo ali mesmo, diante de meu pai, no meio do cemitério e na tempestade.

2 semanas depois

Não preciso nem dizer que peguei uma gripe do caralho, né? E mesmo assim resolvi vir pra escola, eu heim, eu não fico em casa nem fodendo, sem contar que o Kook esta cuidando de mim, aish que homem maravilhoso. 

Faltava 30 min para acabar a aula e alguém bate na porta.

- Licença...- Essa voz...JUNGKOOK? Olhei para a porta da sala e era ele, meu Deus.-...S/N?

- A sim... S/N?- A professora me chamou.

- Sim?

- Você o conhece?

- Sim.

-  Vocês tem cinco minutos! E enquanto isso eu vou para a diretoria e o resto da sala continua a lição!- Ela saiu da sala

Me levantei da carteira e fui em sua direção. É impressão minha ou todas as meninas estão babando olhando pra ele?

- O que se tá fazendo aqui?

- Eu vim te buscar.

- Como assim? Falta 30 min pra aula acabar e não tem ninguém em casa.

- Eu não disse que era sua casa- Disse levantando uma das sobrancelhas.- Topa?

- Que? E-eu...- Olhei para pra trás e me dei conta que teria que ficar mais 30 min olhando pra cara das vacas e voltei a encara-lo.- Topo.

...

Ficamos conversando por um tempo na casa dele tomando uma sopa maravilhosa que ele havia feito. Aish que marido dos sonhos.

- Opa sujou a boca.- Jeon passou o polegar no canto de minha boca e chupo o seu dedo. O Good, o ketchup deve estar com inveja de minhas bochechas agora.

- Por que você esta sendo tão fofo comigo?- Disse escondendo minha cara nas mãos

- Não posso tratar uma amiga assim?

- Pode, mas é que é estranho.

- Por que?

- Aish, dicha pra lá.

...

Fomos jogar videogame. O Kook realmente é muito bom nisso então não iria se importar se eu ``trapaceasse´´

- EI.- Kook gritou depois que peguei minha fita de cabelo e a enrolei em seu pescoço o desconcentrando da TV.

- Kkkkk ai que cachorrinho mais fofinho.- Disse apertando suas bochechas.

- Não xo cachorro.- disse fazendo bico e voz de bebê.

- Kkkkkkkk.- Eu estava me matando de rir até olhar pro relógio.- Ai meu Deus, são 11:00 da noite. Preciso ir.

- Eu te levo.- Disse retirando a fita do pescoço.

- Ok.

...

- Esta entregue.

- Brigado.

Kook ficou encarando os próprios pés por um tempo.- S/N eu...

- Sim?

- E eu eu... Eu espero te ver de novo.- Disse apreensivo.

- Eu também Kook.- Eu confesso que eu não entendi muito bem o que ele quis dizer.

- S/N?- Mãe gritou de dentro da casa.

- TO INDO MÃE. Tchau Kook.

- Tchau.- Ela fechou a porta e eu segui caminho pra casa.

...

- DROGA.- Me joguei na cama apreensivo.- Ai S/N, se você soubesse o que eu realmente quis dizer...- Vi a fita de S/N jogada no chão do quarto.- Aish. Esquecida.- Peguei a fita do chão e a campanhinha toca.

- Oi meninos.- Disse desanimado.

- Oi.- Disseram em coro.

- Que foi?

- Nada Chin, eu só não queria ir embora daqui, só isso.

- Oxe, você que não queria vir agora não quer ir?

- Pois é né.

Os meninos começaram a cochichar algo que eu não entendia, minha cabeça estava em outro lugar e esse lugar era a praça em que eu e S/N nos conhecemos.

FLASH BACK ON

- Calma deixa eu te ajudar.

- Aaaaaahhhhhh.

- Vou te levar pra casa, ok?

- Não... me leva pra minha casa.

- Tem certeza?

- Sim, é aqui perto.

- Ta bom. Me guia.

FLASH BACK OF

É S/N, eu tenho apenas 1 mês despedir. 1 mês é tão pouco pra mim, 1 mês apenas. Eu fico pensando o que será que pode acontecer nesse 1 mês que teremos juntos?

Continua?

 


Notas Finais


Comentem e digam se estão gostando. E desculpa pelo cap. chato é que eu estou doente e sem internet.


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