História O Diabo veste Armani (Oh Sehun) - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias EXO, O Diabo Veste Prada, Red Velvet
Personagens Chanyeol, Irene, Kai, Personagens Originais, Sehun
Tags Apostas, Armani, Chanyeol, Comedia, Desafio, Exo, Hunrene, Irene, Kai, Moda, Red Velvet, Sehun, Takeachance
Visualizações 245
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje é Terça-feira, dia de que? (The Voice?) Não! Dia de capítulo novo, EEEEE
Wow! 100 favoritos com três capítulos? (É ISSO MESMO, PRODUÇÃO?!) Muito obrigada, gente! Espero que a fic esteja sendo merecedora de todo o apoio de vocês!
Leiam as notas finais, tá?
Are you ready?
Let's go!

Capítulo 4 - Let the game begin!


"Estilo é criar a sua própria moda."

Marcos Fabrício Lopes da Silva

[...]

— Você é maluca, não é?! — Disse Jongin, pela milésima vez, desde que havia lhe contado sobre minha "façanha".

— Maluco é você! Porque diabos você foi coloca-lo como meu assistente?! Você sabia quem ele era, porque..

— Ele pediu isso, Ué. — Respondeu, tentando justificar algo injustificável — Sehun é meu chefe, e eu não sou louco como você, para desafia-lo. É um milagre você ainda estar com o seu emprego. — Sorriu, tomando um gole do suco de laranja que acabara de chegar no escritório. Era hora da "pausa" — Na teoria, já que, na prática, teríamos que trabalhar da mesma forma. — e o Kim tentava me convencer de que eu havia feito uma "burrada".

— Cala a boca, idiota. Termine logo, temos trabalho. — Disse, tentado escapar de seus sermões.

— Você percebe que ele vai fazer da sua vida, um inferno?

— Como se ele já não fizesse isso. — Respondi, enquanto observava o desenho que acabara de fazer.

— Mais um? — Perguntou o moreno, debruçando-se sobre a mesa, para conseguir ver o que eu rabiscava: Um vestido de gala, embora eu nunca fosse usar um.

— Sim. Eu tive essa idéia quando...

— Senhorita Bae? — Perguntou uma voz, de alguém vestido em um terno, parado a minha frente, interrompendo nossa conversa.

Soltei um pequeno palavrão, por já saber de quem se tratava.

O escritório entrou em um total silêncio, exceto pelos murmúrios e "teorias", quanto ao motivo do editor-chefe, que nunca aparecera naquele andar, estar ali. Todos me lançaram um olhar curioso ou de pena e, somado ao silêncio fantasmagórico em que o ambiente entrara, parecia que aquilo era um funeral, e eu, o cadáver a ser honrado.

Ótimo.

— O que você quer? — Disse, sem tirar a atenção dos rabiscos. Se eu era louca por responder daquela forma? Com toda a certeza.

O mais velho suspirou, parecendo absorto no que eu fazia. O encarei, fechando meu caderno, em seguida.

O jogo vai começar.

— Não deveria estar trabalhando, senhorita Bae? — Perguntou, confuso.

- Estou em horário de pausa, mas vou voltar ao trabalho, não se preocupe. — Respondi, de mau humor.

O Oh alternou o olhar entre mim e Jongin, que parecia observar uma partida de tênis, e disse:

— Certo. Me procure no horário de almoço.

— Eu tenho que catalogar as coleções de outono.

— Adie.

O encarei, sem acreditar que ele estava me pedindo aquilo. O Kim, que até então se mantinha distanciado da discussão, disse:

— Não podemos. Temos que tirar as fotografias nessa semana.

Sehun se manteve em silêncio. Quase podia ver as engrenagens em seu cérebro trabalhando, tentando achar uma brecha em meio ao meu trabalho, que com toda a certeza do mundo, eu não deixaria nenhuma.

— Muito bem. Tenham um bom dia. — Ditou, depois de algum tempo.

Observei sua silhueta sumir, sem acreditar que eu havia ganhado aquela discussão, e ainda mais, tão facilmente.

Me virei, vitoriosa, para o Kim, que voltara à sua importante tarefa anterior, de tomar seu suco de laranja, como se nada houvesse acontecido.

— Viu só? Eu ganhei.

— Certo. Eu nunca disse que você não "ganharia". — Falou, com um certo sarcasmo em sua voz.

Algo está me cheirando — muito —mal.

[...]

[Almoço]

— Pela milesima vez, não vamos correr por toda Seul, ao menos não até comermos alguma coisa! — Jongin gritou, comprimindo suas têmporas, enquanto me seguia pelo corredor até o elevador.

— Mas, nós temos que...

— Você vai ficar obesa ou com algum problema de saúde, se continuar comendo só fast-food, Joohyun!

— Eu faço exercícios e sou saudável. Agora, vamos!

— Eu não vou sair daqui até comer alguma coisa, Bae Joohyun!

O encarei, surpresa.

Desde quando Jongin se importa tanto com isso?

[...]

— Eu devia estar trabalhando, mas estou na maior calma, por sua causa! —Disse, enquanto olhava para o cardápio em minhas mãos, sem qualquer ânimo para escolher qualquer uma das inúmeras opções do folheto. — Estou perdendo tempo!

Jongin não respondeu, apoiando a mão sobre o queixo, provavelmente fingindo não ouvir minhas reclamações.

Suspirei, lhe dirigindo um olhar assassino,  que foi completamente ignorado. 

Droga.

— Eu vou querer um...— Comecei, sabendo que não conseguiria escapar, mas logo uma espécie de "sombra" pairou sobre mim.  —Ah, não.

"A sombra" — vulgo "demônio", meu chefe, também conhecido como Oh Sehun — acomodou-se na cadeira vaga entre mim e o Kim, que não se movera um único milímetro, ainda concentrado no que pediria para o almoço. 

Olhei para ele, no intuito de que me salvasse mais uma vez, mas parece que o mesmo não queria fazer isso.

— Senhor Kim, poderia nos dar licença? Tenho um assunto a tratar com a senhorita.

Lancei um olhar de advertência para Jongin, que se limitou a suspirar e a levantar da mesa, como um robô.

— Ah, não! — O segurei pelo braço, impedindo que se retirasse. — Você não vai me deixar aqui!

— Negócios são negócios, senhorita Joohyun. E eu, tenho um a tratar com você. — Disse Sehun, conferindo o cardápio que estava sobre a mesa, lendo-o como a um livro.

Contei até dez, tentando não perder o auto-controle e acertar um tapa em seu rosto.

— Certo. Mas, Jongin fica.

Este me olhou como se eu fosse uma louca, mas Sehun pareceu curioso.

— Que seja. Sente-se, senhor Kim.

O moreno o obedeceu, de mau gosto, me olhando como se quisesse pisar em minhas cinzas, mas se manteve em silêncio.

O Oh enlaçou os dedos e me encarou, como se esta fosse uma partida de xadrez prestes a começar.

Primeiro movimento pode ser em falso. Não se esqueça, derrube o rei. É o objetivo, certo?

— Você quer ser estilista, correto?

Engasguei com o refrigerante que tomava, quase cuspindo-o na mesa. Como diabos ele sabia disso?!

— Perdão?

— Você quer ser estilista. —Repetiu, a me fitar.

"Merda".

Engoli seco, sem saber o que responder. Aquele homem poderia acabar com a minha carreira — que nem havia começado.

— E daí? — Disse.

— Eu tenho uma proposta para você, Bae Joohyun. — Ditou, direto.

— Proposta? O que você quer? —Perguntei, desconfiada.

— Eu? Nada. Apenas um desafio. Disse.

- Ah, claro. Um desafio. Você é louco. - Ditei, tentando segurar o riso.

— Pense o que quiser. — Respondeu, sem tirar os olhos de minha expressão, como se esperasse por um deslize. — De qualquer forma, vamos ter uma pequena "competição", Ok?

Franzi a testa. Do que ele estava falando?

— O que? Eu trabalho em uma revista, do que você...

Ele fez um gesto com a mão e continuou:

— Você desenhará uma coleção, e eu também. Pode conseguir assistentes e tudo o mais, mas os modelos e desenhos, terá que fazer sozinha, assim como eu. Meu pai não é sócio apenas da Run Far, mas também é um "caça-talentos". Aquele que se sair melhor, ganha. — Disse, simplista.

— O que? E qual seria o sentido disso?! A sua diversão? — Bufei, irritada.

"O que ele acha que eu sou?"

— Claro que não. Eu quero provar que sou melhor que você.

Franzi a testa, sem entender.

— E que importância isso tem?!

— Simples. Eu era o "melhor", até você aparecer.

Sorri, sem acreditar. Até parece uma birra de criança.

Mas, se ele queria me desafiar..

"Só isso? Ok, tem alguma pegadinha"

— Mas, isso não é justo! — Bati forte na mesa, após pensar na proposta e em seus "prós e contras". Seria interessante, principalmente quando eu ganhasse.  — Você é Oh Sehun e eu, uma produtora de moda. Não é justo, todos saberão quem é você!

— Já ouviu falar em "pseudônimo?" — Falou, apoiando-se sobre o queixo. — Ninguém vai saber quem sou eu, até sabermos quem ganhará.

O encarei. Havia uma pegadinha naquilo. Eu teria reconhecimento pelo meu trabalho, se ganhasse, mas, e ele, o que ganharia?

— E o que você ganharia com isso? — Perguntei, desconfiada.

— Você se demite, então, terá que começar sua carreira completamente do zero.

Pensei nos prós e contras. Eu não tinha nenhuma carreira, então não perderia nada. Mas, se eu ganhasse, poderia provar que era melhor do que aquele idiota, finalmente. 

O Oh me estendeu sua mão, e eu a apertei, pela segunda vez, e eu não perderia.

Negócio fechado.

Peças prontas? Que o jogo comece!


Notas Finais


Tô sentindo cheiro de treta?!
Não sei vocês, mas eu tô kkkkkk
Então, galera, vamo lá:
A fic chegou a 100 favoritos e eu, como um costume, sempre que alguma fic minha chega a essa marca, eu costumo fazer um especial.
MAS
Como a fic é uma short, eu decidi deixar os especiais para quando a mesma já estiver acabado, Ok?
Nos vemos na semana que vem!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...