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História O diabo veste Prada - Capítulo 26


Escrita por: Shino_Yuzuru

Capítulo 26 - O fim


Hellou, agora sim chegamos ao fim.

Bem eu não me delonguei muito nesse capitulo, então ele é meio um  prologo.

Temos algumas surpresas, mas eu acho que foi um fim bom para a fanfic, me digam o que acharam!

Eu realmente amei e essa é minha maior obra, continue me acompanhando nas outras histórias, obrigada por cada curtida e comentário, vocês fizeram o sucesso dessa história!

 

Estou feliz e triste por ter terminado, vejo vocês na próxima e boa leitura! <3

 

***

 

 

EREN.

— Vamos Eren, quebre o prato — Levi me disse enquanto jogava seu terceiro prato no chão, a música tocava alto e todos dançavam em rodas, como se fossem amigos por muito tempo.

Nós estávamos na Grécia, um lugar lindo posso dizer, quando chegamos e vimos aqueles hotéis brancos e as pequenas vilas, eu me apaixonei, a vista do nosso quarto dava para uma imensidão de água clara e cristalina.

Era realmente uma vista maravilhosa, principalmente quando o sol encontrava a água no seu pôr do sol.

Uma mão me puxou do meu transe enquanto olhava os cabelos de Levi bagunçados pela dança, era um ritual quebrar os pratos em festas de casamento, Levi fez questão de fazer uma pequena festa de casamentos aqui na Grécia, para vivenciarmos a cultura daquela região.

— Porque eu tenho que fazer isso, são pratos lindos — eu disse enquanto ele me puxava para voltar a pular com as outras pessoas.

— É um sinal de desapego e sorte no casamento, é o que eles acreditam — ele sorriu voltando a quebrar seu quarto prato.

Eu olhei para a peça na minha mão, ele era tão bonito e tinha detalhes em azul, eu suspirei e então deixei ele cair da minha mão, todos os que viram gritaram em alegria e a música aumentou o ritmo, minhas mãos se separaram de Levi e eu percebi que um grupo de pessoas me puxou para dançar com eles, tudo era uma grande festa, haviam várias pessoas dançando, quebrando pratos e bebendo.

Eu olhava para Levi que não gostava de ser tocado mas naquele momento, parecia que isso tinha sumido, ele sorria e cantava junto, seu cabelo levemente molhado e ele estava tão lindo, tão maravilhosamente lindo.

Eu suspirei.

No final da noite nós estávamos pisando nos cacos de todos os pratos que estavam no chão, enquanto Levi já estava levemente bêbado.

— Isso foi muito legal , o que achou? — ele sorriu segurando minha mão.

— Espero que não leve esse costume para casa, mas eu gostei muito, foi diferente — eu dei um beijo em sua testa meio molhada.

—Urhg, eu preciso de um banho — ele disse saindo do local, me puxando e descendo as escadas daquela montanha de hotéis, deviam ser algumas centenas de degraus que teríamos que subir depois, mas Levi estava tão feliz que eu não me importava, se eu estivesse com ele, estava tudo bem.

Percebi que ele pegou uma garrafa e duas taças e então caminhamos em direção a imensidão de água cristalina.

— Eu amo a Grécia, é tão quente e diferente que Paris — ele sentou na areia.

— Já pensou em mudar para cá, sabe, eu não me importaria — eu sorri para ele que serviu algumas taças de champagne para nós.

— Paris é a capital da moda, trabalhar com moda e viver na Grécia não me levaria onde estou profissionalmente agora — Ele olhou além.

— Realmente, mas podemos vir com mais frequência para cá, nunca vi você tão feliz. — Eu bebi um pouco a minha bebida.

— Estou feliz porque tenho você e estou com você em um dos meus lugares favoritos, você é meu marido, não tem como ficar triste com isso — ele disse e piscou para mim.

— Eu te amo Levi — Eu disse sentindo meu coração acelerar enquanto me aproximava dele, independente do tempo que passasse, beijar Levi era sempre emocionante.

— Eu te amo pirralho — ele fechou os olhos e me beijou, um beijo que começou calmo e então virou afoito e desejoso.

Eu podia sentir gostos de champanhe e morango e meu baixo ventre fisgou, eu queria beijá-lo cada vez mais, queria suas mãos em mim, seu desejo em mim.

Em pouco tempo eu estava em seu colo, movimentando meus quadris no seu, querendo mais contato, sua mão estava em minha bunda me ajudando a me movimentar, as roupas já atrapalhavam, mas nós estávamos na praia, irônico que a minha primeira vez também foi perto da areia.

— Eu quero te foder, vamos — ele sussurrou em meu ouvido e então com toda a dificuldade do mundo nós subimos todas aquelas escadas até o nosso quarto.

Quando entramos no quarto, ele logo me jogou na cama, eu olhei para a grande janela que dava a vista para o mar e a lua, que iluminava o quarto, Levi começou a tirar minhas roupas, seus dedos eram delicados enquanto passava na minha pele me causando arrepios, como se ele quisesse marcar em suas mãos cada parte do meu corpo, minha pele estava quente e eu só precisava dele, mas seus carinhos me deixavam cada vez mais ofegante, ele sempre seria meu fim.

— Eu preciso de você — eu falei entre gemidos.

— Você terá sempre — ele disse baixo e rouco.

Seus dedos estavam me deixando louco, eu precisava senti-lo dentro de mim, senti seus lábios beijarem todo o meu corpo, eu fechei os olhos e me contorcia sobre aquela sensação deliciosa.

Levi desceu até o meu membro que já escorria pré semen, e então sua boca estava me chupando freneticamente, os gemidos já não paravam da minha boca, minhas mãos passavam pelo corpo do meu marido e eu sentia que estava cada vez mais perto do topo, Levi chupava definitivamente bem demais para minha própria sanidade.

— Merda, eu vou gozar — eu disse então ele diminuía a velocidade me torturando.

— Apenas venha para mim — ele disse e eu senti meus olhos revirarem em sentido ao meu cérebro e a libertação vir direto em sua boca, ele bebeu tudo com facilidade e lambeu os lábios, aquela visão era maravilhosa.

— Agora eu terei você — ele sorriu e subiu enquanto terminava de tirar sua cueca, eu nem me lembro dele tirando sua roupa.

Ele lubrificou o pau dele com um lubrificante que estava na mesinha e então de posicionou entre minhas pernas, eu fechei os olhos sentindo seu grande pau entrar no meu interior, eu senti o meu próprio pau ganhar vida novamente.

Minhas pernas estavam em seus ombros e ele esperava que eu desse okay para que pudesse começar a se mover, eu sentia seu corpo tremer em ansiedade, como um felino eu apenas o arranhei e comecei a me mover, como um despertar ele começou a estocar com velocidade e força, eu gemia e ouvia seus gemidos roucos, uma das sua mão estava segurando a minha bunda enquanto a outra segurava uma das minhas mãos.

Era frenético, forte e intenso, cada estocada era um limite que ia embora, meus gemidos já não tinham sentido e eu pude perceber que os de Levi ficaram presos na garganta, ele estava quase.

Eu já era uma mancha bagunçada nos braços de Levi, que gemia e esperava o segundo orgasmo vir, o que não demorou muito porque Levi bateu fundo na minha próstata e eu liberei o líquido quente entre nós, sentindo ser preenchido pelo leite de Levi.

Ele respirava com dificuldades e caiu do meu lado me abraçando, eu suspirei com dificuldade, sentindo o corpo quente de Levi próximo ao meu.

— Eu quero transar você para sempre — eu disse entre um sorriso.

— Você terá isso sempre, é único para mim — ele falou com a voz sonolenta e eu olhei para a lua e para as nossas mãos unidas, a mão de Levi ficava linda com um anel dourado.

***

Eu acordei com uma música tocando, meio confuso para saber onde estava, abri meus olhos e já era de manhã, senti que Levi não estava do meu lado.

Olhei pelo quarto e percebi que ele estava iluminado, as cortinas meio que voavam pelo vento que entrava pela porta e janela, a música ainda tocava e eu não vi Levi…

Então um dançarino entrou no quarto e meu coração acelerou…

Esse dançarino era o meu marido.

Ele vestia uma saia preta de dança do ventre e seu corpo estava lotado de jóias e pinturas, seu olho azul estava enfumaçado e seu cabelo caindo em seu rosto.

Se eu já achava Levi bonito, é porque nunca o vi tão afrodisíaco assim.

Puta merda.

— Levi… — eu chamei e seus olhos estavam nos meus, nunca deixaram os meus

Ele dançava pela sala, como se flutuasse, seu quadril balançava e os guizos faziam barulho, a cada rebolada que ele dava, eu comecei a sentir meu pau latejar, ele estava sexy e selvagem, ele caminhou lentamente até uma mesa e pegou uma bandeja de frutas e algumas bebidas e veio dançando em minha direção, eu estava paralisado.

Levi era alguém além do que eu imaginei.

Ele se abaixou próximo ao meu ouvido.

— Abra a boca — ele disse baixo e o mesmo eu fiz.

Ele pegou um cacho de uva e colocou sobre minha boca, eu nunca pensei nisso, mas agora estava sendo totalmente sexy e eu sentia meu corpo todo se aquecer, enquanto seus olhos azuis estavam no meu, eu peguei uma uva com a boca e ele sorriu do meu gesto, pegando um morango e colocando lentamente dentro de sua boca.

Meu deus do céu, Levi era uma perdição.

— Eu nunca pensei que diria isso, mas eu quero te foder — eu disse e senti meu rosto esquentar.

— Vamos tentar uma única vez, pense nisso como um presente de casamento — ele sorriu de lado e deixou a bandeja na mesa.

Eu senti meu coração acelerar.

Ele engatinhou pelas cobertas, entre minhas pernas, sua mão tocou meu pau entre a coberta e então foi subindo pelo meu abdômen, até que ele estivesse sentado em meu membro, a única coisa que nos separavam era a coberta que ainda estava no meu colo.

Seus lábios encontraram os meus em um beijo sensual, eu pude sentir o gosto de morango dos lábios de Levi se misturando com o meu próprio gosto, minha cabeça girava e eu podia sentir que Levi me apertava cada vez mais, o desejo era eminente.

Eu subi minhas mãos para pegar em sua bunda, por baixo daquela saia de Voil e percebi que ele estava sem cueca e totalmente duro.

— Assim você vai me matar antes dessa viagem acabar — ele falei entre seus lábios.

— Espero que goste de ir ao céu algumas vezes — ele sorriu e então se levantou para tirar a coberta que impedia de sentir sua pele no meu próprio pau.

Eu o preparei entre gemidos de nós dois, Levi parecia entregue a sensação e eu tremia um pouco, seria a primeira vez que eu seria ativo.

Com muito cuidado eu me posicionei embaixo dele e então fui entrando devagar, ele me arranhava e gemia de dor, mas quando tudo entrou, eu apenas esperei para que ele se movesse e então poucos minutos demais ele estava rebolando no meu pau.

Era tão apertado que eu pensei que fosse explodir em segundos, cada movimento que nós fazíamos e seus gemidos eram melodias para os meus ouvidos, ver Levi se desfazendo para mim, rebolando e gritando quando eu atingi sua próstata, nunca saíra da minha mente.

Ele era perfeito.

Depois de bons momentos transando, nos amando e nos acariciando, nós nos desfazemos ao mesmo tempo, a respiração pesada e o suor em todo o corpo, o olhar nublado de Levi me deixava louco e quando ele caiu do meu lado, meu coração se encheu de felicidades, aquele homem era meu, apenas meu.

— Acho que preciso de um banho — ele sussurrou e eu beijei sua testa.

Peguei em meu colo e caminhei para o banheiro, a saia preta voava com o vento.

— Você sabe que eu podia ir andando, não sabe? — ele me olhou divertido.

— Você não sabe a dor da primeira vez, eu te garanto — eu sorri e o enchi de beijos.

***

O banho demorou mais do que o esperado, porque por mais que Levi tivesse sido passivo, ele não queria ser por muito tempo e mesmo com dor ele me empurrou na parede e me fez dele mais uma vez naquele dia.

Quando saímos do banho eu coloquei um roupão e me sentei na varanda, olhando para aquele grande mar e o sol que nos banhava.

— Aqui é tão quente — eu suspirei alegremente

Levi se sentou ao meu lado trazendo o café da manhã junto e então começamos a comer.

— O que pensa em fazer quando voltarmos? Vai continuar sendo assistente do Armin? — Ele perguntou.

— Eu estava pensando sobre isso, sei que tenho muito o que aprender, mas acho que quero criar minha própria marca, poderia me ajudar com isso? — perguntei e senti os olhos de Levi brilharem.

— Quer entrar literalmente pro mundo da moda? — Ele comeu um morango.

— Acredito que sim, com ajuda da minha profissão de jornalista, um pouco de marketing e meu marido sendo dono das maiores revistas de moda, eu acho que tenho condições de ter uma marca boa — eu sorri um pouco.

— Pirralho, se suas roupas forem uma merda, jamais estarão em minha revista — ele disse e eu revirei os olhos.

— Eu sei idiota — eu disse e ele sorriu.

— Eu te apoio, lógico que tem apoio — ele segurou minhas mãos e eu me senti feliz.

— Você já tem um nome? — ele perguntou

E eu assenti.

— Se chamará Hermés — eu disse

— É um belo nome — ele disse e eu suspirei. -- Sinto que será uma grande marca — ele sorriu e eu suspirei.

— Será!

***

LEVI.

Depois de 1 mês passando e cortejando meu lindo marido tivemos que voltar a vida corrida de Paris, a revista VOGUE estava em crescente voo e nada pode nos parar, todas as marcas queriam um espaço em nossa revista e confesso que as ideias de Armin ajudaram a melhorar e evoluir a revista cada vez mais, não havia ninguém melhor para ser meu Vice Diretor.

Jean acabou saindo da Vogue e começou a trabalhar com Eren e Hange na criação da nova marca de Eren, eu dava alguns palpites quando podia, mas percebi que Eren queria ser um pouco independente nisso e me senti orgulhoso por ele, toda vez que o via sorrir por uma peça de roupa nova que lançava, meu coração parecia que ia explodir.

Nesse momento eu estava sentado em uma sofá na pequena galeria que Eren tinha alugado para abrir a sua loja, eles estavam correndo para lá e para cá enquanto terminavam os últimos preparativos, amanhã seria o grande lançamento e como Paris era a capital da moda, Eren era meu marido e Jean era um grande Design de roupas, todos os maiores críticos estariam presente, eu podia ver os olhos de Eren passando por todos os cômodos verificando se estava tudo sob controle.

Eu olhei para ele e assenti.

— É uma bela galeria — eu o acalmei.

— Você diz isso porque é meu marido — ele disse respirando pesadamente antes de cair no sofá ao meu lado.

— Não, eu digo isso como Levi Ackerman, diretor da Vogue, é uma bela galeria e as roupas são fantásticas, os lenços, as bolsas, não apenas os modelos, mas a qualidade do tecido e da matéria prima, acredite em mim — eu apertei seus ombros tensos.

— Obrigado, eu não sei o que faria sem você — ele disse relaxando aos poucos.

***

A inauguração da galeria do Eren foi um sucesso, haviam muitas pessoas envolvidas e que estavam apaixonadas pela marca, Eren e Jean decidiram por criar roupas mais simples e voltadas para equitação, fazendo uma harmonização dos dois mundos, montaria e mundo da moda.

Aos poucos a Marca Hermés se tornou a terceira maior marca de luxo de Paris, ficando atrás apenas de Louis Vuitton e Gucci, seu patrimônio hoje daria um valor de 11,7 bilhões de euros.

E Eren parecia radiante, não só ele como todos os meus outros amigos.

Armin e Jean moravam no andar de baixo no nosso apartamento e os finais de semana ficavam mais na nossa casa do que na deles, eles decidiram depois de 5 anos adotar uma criança de 6 anos, que se chamava Marcel e já era apaixonado por moda, Marcel lembrava muito a minha paixão quando eu era menor.

Eren e eu não pensamos em ter filhos, então adotamos Marcel como nosso sobrinho e Eren o mimava como se fosse nosso filho também, Hange acabou conhecendo um rapaz chamado Moblit e eles estavam em um relacionamento aberto, ele era um bom rapaz e aceitava todas as loucuras dela.

Kenny e Zeke viviam viajando o mundo e às vezes apareciam em casa com algum presente e Eren parecia uma criança que ganhou um doce quando via as coisas mais variadas que eles traziam, nem parecia o grande empresário que ele tinha se tornado.

Me lembro até hoje quando ele comprou um carro para o seu pai, a alegria que ele estava, ele queria que Grisha viesse morar perto de nós e por mim não teria problema, mas o homem disse que queria ficar na casa onde morou com sua mulher até ela falecer e eu me certifiquei que ele receberia flores todos os dias para que alegrasse a casa.

— Eu estou exausto — Eren caiu no sofá de casa alargando a gravata.

— Bem vindo ao mundo da moda — eu dei um beijo em seu rosto.

— Parece que não tenho tempo para mais nada, estou com saudades de passar um tempo com você — ele sussurrou e eu sorri para ele.

— Então falando sobre isso, eu preciso ir para o Japão em um desfile lá, quer me acompanhar? Assim podemos conhecer um lugar novo e ficarmos juntos um pouco — eu segurei Raviolli no colo enquanto Valentina dormia no meu pé.

— Posso pensar sobre isso, vejo se Hange fica a frente da loja, mas com uma condição… — ele sorriu diabolicamente para mim e eu revirei os olhos já sabendo o que era.

— Fale rapidamente — eu bufei.

— Quero você de Yukata na minha cama, igual quando dançou para mim na Grécia — ele sorriu e eu me levantei..

— Só nos seus sonhos — eu pisquei para ele e ele se levantou atrás.

— Eu sei que você vai — ele me abraçou e então fomos até o quarto, eu precisava de um banho demorado.

***

Um dia antes de ir para o japão eu fui cedo para a mepresa, pois precisava arrumar  as coisas antes de ir viajar, Sasha tinha assumido o cargo de Assistente chefe, História tinha virado modelo, Petra tinha virado uma assistente do meu andar e outro rapaz iria começar hoje no lugar que um dia foi de Eren.

Quando eu entrei todos se levantaram como de costume, ou nem tanto assim, eu já não me importava mais com isso.

Meus saltos soavam no piso do escritório, eu tirei o casaco e pendurei no devido lugar e então olhei para o rapaz mais novo que estava esperando ansiosamente para ser apresentado.

— Esse é Falco, o novo assistente — Sasha falou apontando para o rapaz, tinha cabelos loiros e me lembravam Reiner.

Percebi que o mesmo usava uma blusa da Hermés e sorri discretamente.

— Meu chá deve ser entregue às 10:00, seja bem vindo ao inferno — eu sorri de lado e entrei na sala.

Me lembrando de como Eren me chamava de pequeno diabo.

Eu olhei para o anel dourado no meu dedo o acariciando, eu amava aquele filhote de urso.

Ao fundo eu ouvi Petra se aproximar de Falco que estava assustado.

— Nunca haverá um assistente como o Eren, então apenas tente se acostumar com o jeito de Levi e boa sorte — ela sorriu e eu sorri em minha sala.

Realmente Eren Jaeger era único.

FIM.

 



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