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História O Diário de Lance - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Koe
Primeiramente koe o caralho
Segundamente:

Então gente, nem tenho tanto seguidor assim ou gente q se importe, mas eu desanimei bastante dessa fanfic aqui. Ah, sei lá... Eu fiz mais pela zoeira mesmo, só que ontem minha maturidade fez 102 anos (e a coluna fez 103, triste)

Então declaro essa fanfic oficialmente como........................... tanto faz

Não é piada, é sério. Eu tenho outros projetos (com conteúdo) que são bem mais legais que esse (e tem do mesmo shipper também). Então... Vou escrever essa fanfic aqui só quando estiver com vontade de estravasar sentimentos.

é ISSO

Capítulo 7 - "Tiaaaaaaaaaaa"


Faltavam dez minutos para a noite chegar e eu ainda estava entretido com o diário; batia os meus pés contra o chão e mordiscava a tampa da caneta em ansiedade. Pensar em Keith me deixava muito elétrico. Até acordei às 5h uma vez bem fácil...

Meu celular vibrou e logo pude ouvir a voz de Keith soar na minha orelha.

— Lance! Daqui a pouco eu chego aí.

— Vai trazer o quê?

— Ué, tenho que levar alguma coisa? — eu conseguia imaginar a testa franzida dele.

— Sei lá. Traz algo de bom pra comer. Quem sabe a gente não consegue ver aquele anime a noite toda...

— Quer que eu leve o quê?

— Sei lá. Traz um doce. Um sushi...

— Serve eu?

— Eu posso comer você?

A chamada ficou silenciosa. Foi então que eu percebi a merda que eu tinha dito. A pergunta soou naquele sentido, gente. Porque de fato era naquele sentido. Esse foi o famoso “pensei alto”.

A resposta não veio. Então, inflei meus pulmões e disse:

— Eu estava brincando, cara...

— Sei disso. Mas não é uma má ideia. Se você me levar para fazer um lanche antes... Quem sabe?!

Engoli em seco. Não. Não. Não. Eu não estava ouvindo aquilo. Estava? De repente, uma onda de ansiedade me subiu, meu ficou corpo agitado. Conferi por cima dos ombros se não havia ninguém atrás de mim.

— Quando você chegar, a gente planeja um passeio mais tarde...

Ouvi uma pequena risada. Se não me falta lucidez, era uma risada constrangida.

— Tá bem. Tenho que desligar. Logo, logo eu chego aí. Beijos.

Não deu tempo de responder, ouvi o som de encerramento da chamada.

Pulei na cama no meu ápice de alegria. Eu consegui deixar a “zoiera” de lado e responder seriamente às investidas dele. E consegui investir. Mas como tudo que é bom dura pouco, tive que começar a arrumar meu quarto bem rápido porque minha mãe ia conferir se fiz tudo direito como ela pediu.

Já tinham se passado meia hora assim que a noite chegou, e puta que pariu, que calor do inferno. Arrumar tanta coisa em um local bagunçado era muito difícil, minha camisa já estava grudando no meu corpo. Arremessei-a para longe. Também... com o quarto todo fechado era bem difícil o clima não aumentar.

— Lance!

Ouvi o som lá de baixo. Me apoiei na janela.

— E aí, meu homem! Pode subir.

Logo Keith já estava em meu quarto alongando as contas.

— Cara... que mala pesada.

Sim, pensei merda.

— O seu espaço no guarda-roupa já está limpo.

— Que bom! Eu espero muito que não tenha outra barata igual àquela vez.

— Ridículo isso aí — acusei. — Meu quarto é bem limpo.

— Aham.

— Tô falando sério. Fica difamando minhas coisas...

— É só deixar limpinho que eu não difamo.

— Tá tudo limpinho.

— É. Imagina quando esse suor do seu corpo secar. Vai ficar parecendo o Péricles depois de fumar o maior back do mundo.

— Ah, é?

Agarrei os braços dele e o joguei na minha cama.

— Seu filho da puta — ele xingou.

— A única puta aqui é você. AI! NÃO CHUTA MINHA CARA, NÃO!

— Pois me obrigue!

E lá fomos nós mais uma vez numa briga ridícula. Eu estava vencendo, claro, um “morenão” desses como eu... Entretanto, ele conseguiu inverter as posições e ficou sentado no meu colo. Cruzou meus braços e os prendeu num nó perfeito.

— Pede pra sair.

— Sai fora. Me larga logo.

— Só se você pedir pra sair. E pede com jeitinho.

Nesse momento eu sorri. Eu adorava fazer esses joguinhos de sedução com ele, então dei um jeito de me soltar e de inverter as posições, mas o esperto pegou impulso no meu giro e me colocou por baixo de novo. Dessa vez minhas mãos estavam presas contra o colchão.

— Já falei pra pedir pra sair.

— Senão o quê?

Olhei bem fundo nos olhos dele e senti acender uma chama em mim. Podem rir, mas eu estava “sensualizando” sem nem perceber. Notei que ele umedeceu os lábios após isso, e logo passou a fitar minha boca. Ele alternava o olhar entre meus olhos e meus lábios, e foda-se qualquer coisa. Eu não ia fazer qualquer piada que costumávamos fazer para sair daqueles momentos. Meu coração já não aguentava mais palpitar de ansiedade para beijá-lo.

Em um tom completamente disperso ele repetiu minha pergunta:

— Senão o quê?!

E sim: eu fiquei excitado com aquela voz. Minha excitação aumentou mais ainda quando vi a cabeça dele descer vagarosamente. Vamos, Lance! Dane-se essa merda toda! Dane-se o “e se não for isso...” Olha como ele está em cima de você! Quem diz que ele não quer te beijar tanto quanto você quer beijar ele? Vai, inclina esse pescoço.

— Lance, acabou de arr... Oh, desculpa! Desculpa, meninos. Eu não sabia. Volto depois...

Keith pulou de cima de mim completamente constrangido e ficou de costas para ela.

— Não... É... O seu filho que me puxou. A gente não namora, não.

— Quê? — indaguei.

— Ih, alguém ficou ressentido... — minha mãe disse.

— Claro que fiquei. A gente só não namora porque ele não quer.

— Hm... — Keith balbuciou.

— Bom. Tchauzinho, meninos. Divirtam-se. Com camisinha, claro.

— TIAAAAAAAAAAAAAAAAA.


Notas Finais


Koe
terceiramente koe é o caralho dnv

Até AMANHÃ com nosso lindo SasoDei <3


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