História O diário de um debutante - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Original
Visualizações 5
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem^^
Desculpem se tiver erros e boa leitura.

Capítulo 3 - Cap3 - Desagradável


O título deve combinar bem com o capítulo. Crista havia odiado ter tido aquela surpresa, não estava acreditando no que seus olhos viam. Apertou o braço do primo em claro desconforto, Edgar recebeu seu olhar que pedia ajuda para sair dali. Parece que o destino tem algo contra ela ou era pura falta de sorte, escolha o que preferir. Bem, todos nós temos dias bons e ruins, infelizmente... Faz parte da vida de todos. Mas, pelo menos não ficamos no tédio.

 Ashley Green, a maldita professora estava lá com o seu melhor sorriso falso e cínico estampado em seu belo rosto. A menina sentiu suas mãos arderem repentinamente pelo castigo que ocorreu na escola. Não entendeu bem de primeira, seus olhos procuravam uma outra mulher de feições jovens, que na verdade nem existia. Se aquilo virasse um livro, o capítulo dessa cena seria Desagradável ou Puro azar.

 O que os seus tios estavam pensando? Não sabiam dos benditos boatos? Se não fosse culpa dos dois, seria de um deles. Julgando, fazendo possíveis teorias, chegou a conclusão de que foi Robert. Tinha que ser... Bem, era uma confusão e tanto. 

 Robert era o culpado ou era inocente?

 Se segurou para não bufar e fazer uma cara de tamanha insatisfação, queria causar uma boa impressão ao primo mais velho. Aquela mulher não merecia nem um décimo de sua atenção. Crista podia ser calma na maior parte do tempo, mas não se enganem tanto assim. Sabia soltar insinuações e fazer alguém de idiota, a menina poderia fazer teatro. Era interessante vê-la em ação em alguns momentos, bom, ela não é tão venenosa para a sua idade. Recua com algumas ações, não pode revidar, e não pode falar. Era uma boa garota, mas a maioria das ações tem motivos concretos, não concorda?

 Edgar e Crista cumprimentaram a todos, mesmo que fosse a contra gosto. Se sentaram a uma distancia considerável da Green, a beta em um sofá e o primo em uma poltrona perto de ambas.

  — Como vai senhorita Jackson? - Perguntou com sua voz doce, claramente falsa. Crista não queria trocar nenhuma palavra com a loira, imagine uma letra.

  —  Me encontro bem. - Disse enquanto olhava um ponto qualquer. Não demorou muito para ser cutucada pela mãe, seu olhar já dizia: Pelo amor de Deus, mantenha seus modos.

 Sabia que poderia fazer besteira ali e dar motivos de opiniões desnecessárias que resultariam em um possível castigo mais tarde por parte da mãe da morena, se estressava muito com aquilo. Era tão difícil ignorar e colocá-los em seus - malditos - devidos lugares? Não sabia a resposta daquilo, mas sabia que em discussões a  mãe não a deixava falar sua opinião ou pelo menos tentar o seu lado da história. Tentava e desistia, ficava apenas observando e escutando as reclamações direcionadas a si. 

 Estava se cansando daquilo, mas o pior era que se reclamasse era motivo para falarem besteiras na opinião de Crista. Só faltava decorar as falas, mas não era muito possível já que era pelo fato de serem pronunciadas de formas sempre diferentes. Bem, o importante era o sentido, barra significado. 

Voltando aos acontecimentos na sala de estar, Crista fez um grande esforço para perguntar como a professora de uma figa estava. Sentia pressão em sua cabeça, se distraia com um leque, um chá que não sabia dizer qual era o nome ou do que era e vez ou outra brincava com os dedos de Edgar como se fossem as coisas mais interessantes do mundo. De fato, conversas de adultos na maioria das vezes não são interessantes para adolescentes certo? 

 Os suspiros de Edgar e Crista pareciam conversar entre si, observavam sorrisos falsos, vestidos de moda da época se moviam para lá e para cá nas danças, alguns fofocavam e enfim,  um completo aborrecimento. O mais velho - Edgar - se retirou dali para falar alguma coisa com o pai, entre alguns cochichos olhares discretos rondavam a beta. Edgar foi até lá para dançar com a beta, ele sabia muito bem que a mesma não sabia dançar. Mas, tentaria ensinar a prima. Poderia ser as ordens de seu pai, mas pelo menos tentaria se distrair daquele tédio.

 Crista queria que a maioria das pessoas fossem embora logo, ver aquilo cheio de gente e deixava nervosa. Só queria um pouco de quietude instalada pela casa ou pelo menos em seu próprio quarto.  Queria deitar, abraçar um de suas pelúcias, se cobrir com um lençol e fechar os olhos para tirar um cochilo.

   O casal de primos deslizavam delicadamente para todos os lados, não era nada desastroso e de certa forma a imagem transmitia fofura, delicadeza e inocência.

 A dança tinha tirado os dois daquela porcaria de tédio, agora estavam rindo um para o outro ou de pequenos erros cometidos por Crista. O som do violino e piano tocavam de maneira alegre e simpática, conquistando aos poucos todas as pessoas presentes ali. Uma a uma foram arranjar pares para dançar, seja com seus maridos e esposas ou algum conhecido. Crista pode até se esquecido do clima pesado, mas não esqueceu daquela bruxa loira.

 Sua cabeça trabalhava com várias estatísticas para fazer algo contra Ashley, não se importaria se fosse algo pequeno ou grande, mas sentia que precisava deixar sua marca de despedida dali de algum modo. Mas como? Não poderia se desvencilhar de Edgar enquanto este conduzia a dança. Pensando bem, poderia deixar para fazer a surpresinha mais tarde. Sabia que Robert não recusaria em passar a noite ali, e também que poderiam - infelizmente - se rever. 

 Edgar colocou um pouco de força na cintura da Crista ao reparar que a mesma tentava pegar um chá ou algum petisco no meio da dança, o menino a levou para longe da mesa. Isso resultou em um bico em seus lábios e bufou meio irritada.

  — Por favor, colabore um pouco. - Sussurrou no ouvido da garota. — Que tal depois eu pegar uma quantidade generosa para você, hum? 

 — Como se atreve a me subornar? - Disse fingindo estar ofendida.

 — Certo, entrego depois com uma bandeja cheia. - Riram bastante da cena.

 Engraçado que nem parecia que tinha ódio do primo e também que jogaram água fria em sua cabeça.


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim!
Até a próxima atualização!!


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