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História O diário de um jovem azarado - Capítulo 4


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Notas do Autor


Olá anjinhos, mais uma vez estou aqui atualizando essa fic para vocês!

Desta vez com um capítulo maiorzinho pois irei postar somente um capítulo hoje. Mas enfim, espero que gostem!

Boa leitura

Capítulo 4 - Clube dos nerdões solidão


Meus caros leitores, venho lhes dizer o previsível, hoje foi bem pior!

Como o esperado perder a primeira aula nos fudeu muito, mais ainda do que eu já imaginava. Eu e KyungSoo logo no intervalo acabamos recebendo a bela notícia de que iríamos ser obrigados a participar de aulas extras e adivinhem o por que? Isso mesmo, porque nós dois poderíamos reprovar a qualquer momento e somente as aulas extras poderiam salvar a nós dois naquele momento.

Fomos o obrigados a levar um bilhete assinado pela diretora para casa, tudo isso pelas benditas aulas extras. Estávamos fudidos ao quadrado, não tinha mais saída; pelo menos a gente sabia que poderíamos contar um com o outro para ajudar nos curativos após a surra que levaríamos.

Depois de irmos para casa com o cu trancado de tanto medo, nada do que aconteceu foi uma surpresa. Foi a típica reação que já estávamos acostumados, a famosa surra com o cinto de vaqueiro que ninguém nunca usa mas sempre fica guardado para as surras, um puta castigo que duraria de hoje até nossas mães enjoarem e a pior parte; a junção da minha amada mãezinha com a tia Do, mãe do Soo.

Quando essas mulheres se juntavam até satanás obedecia, eu sinceramente tenho pena de quem ousasse ir contra elas quando estão juntas.

E exatamente pela santíssima trindade— que se consistia na tia Do, minha mãe e o demônio que possuía as duas— eu e o Soo estamos sendo obrigados a depois das aulas extras, comparecer no clube dos nerdões solidão.

Sim isso mesmo, clube dos nerdões solidão. O clube era chamado assim pela escola toda, porém quem participava dele chamava de "clube extracurricular dos melhores" ou simplesmente CEM— trocadilho merda com a nota que todos ali tiravam em todas as provas.

Sinceramente participar de um clube de nerdões tem sido a pior coisa que o azar me fez passar até agora. Ser obrigado a andar com esses garotos me fez ser notado pelo meu crush e pior ainda, ele sentia dó de mim e ainda zoava!

O Soo coitado, está em um estado tão deprimente quanto o meu. Logo no nosso primeiro dia de discórdia naquele clube com participantes de QI relativamente medonho, chegamos atrasados e completamente melecados de tinta. O que gerou um baita sermão dos nerdões— e aquilo foi bizarro, sinceramente, nem queiram saber como foi— e ainda recebemos uma punição.

Fomos obrigados a resolver questões universitárias no quadro! Eu ainda consegui ir mais ou menos porque terminei a conta, porém com os cálculos todos errados, mas o Soo nem isso. E antes que perguntem "como você soube os cálculos?" foi bem simples na verdade, eu como um bom gamer precisava saber o mínimo de física para jogar bem alguns jogos; tudo bem que eu errei, mas eu fiz os cálculos certos!

O Soo como não soube nem fazer os cálculos, foi obrigado pelos líderes dos nerdões— vulgo professor de química e o representante de sala chatinho— a fazer em três dias um fuking folha com 30 exercícios dificílimos de física e química. Naquele momento eu quase chorei por ele, eu pude por um momento sentir uma dor solidária.

E como o dia não poderia acabar somente com isso, quando estávamos voltando para casa, aconteceu tudo tão rápido que não deu nem tempo de gritar "dedo no cu e gritaria".

Estávamos atravessando a rua tranquilamente, quando um carro passou de raspão ao nosso lado, naquele momento minhas pernas tremeram tanto que ser chamado de "bambi" seria pouco— puta piada de gay não assumida, eu sei.

Mas é claro que aquele carro não só passou de raspão em nós dois, ele também tinha que ter passado em cima da ÚNICA poça de lama que havia na rua. Causando a perda da folha com os exercícios e também deixando eu e o Soo encharcados.

E para melhorar a história toda, na hora do susto, eu dei um pulinho para trás— isso tudo no meio da rua— mas eu não sabia que o sinal havia aberto, o que resultou no meu estado de agora.

Sim, eu estou escrevendo essa longa página em um hospital. Já que após aquele pulinho, um carro passou sobre a minha perna. Tudo isso porque nos dois, inteligentes, passamos quando o sinal já estava para abrir tendo em mente aquela seguinte frase "eles não vão me atropelar, eles estam me vendo aqui e não são nem malucos".

Com um gesso na perna, minha mãe gritando por não estar prestando atenção nela e escrevendo em um diário, Soo chorando por ser um baitola e a senhora Do gritando com a enfermeira, eu lhes digo, amanhã tudo irá piorar!





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