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História O diário de um ômega apaixonado. - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


alo galera de cowboy 🤠

como estão as coisas nessa quarentena? estão se cuidando direitinho?

me desculpa pela demora, mas aqui estou, trazendo mais um capítulo aleatório para essa fanfic aleatória.

é isso, e boa leitura 🤠

Capítulo 13 - Capítulo 13



 rolê com os losers que eu gosto.


minha cabeça faltava explodir, quando eu vi a senhora ong acrescentando mais fórmulas químicas no quadro negro. não é possível que uma pessoa goste tanto disso ao ponto de saber tudo assim, tão fácil.

acho que ja deu pra notar que eu e química não temos uma boa relação. e como nem metade da turma estava entretido na aula, acho que não sou um único. 

faltava bem pouco, bem pouco mesmo pra deitar minha cabeça na janela e dormir., quando senti uma bolinha de palpel me atingir. olhei para trás, e vi eunwoo apontando para o papel amassado no chão. disfarçadamente peguei o mesmo com o pé, puxando até onde meu braço alcançaria, abrindo de baixo da mesa em seguida.


"percebi que você tá meio :(  por causa de tudo que rolou, então pensei, que tal irmos no shopping sábado? yes or yes

uma da tarde esteja pronto, porque os losers vão sair pra animar o bokkie

woo noona :P".


senti minhas bochechas esquentarem, olhei para trás e lhe lansei um sorriso bobo, e depois um beijinho.

eu realmente não sei como retribuir tudo que os meus amigos fazem por mim. acho que nenhum dinheiro, ação ou qualquer bem material consiga expressar de alguma forma, o como eu quero agradecer a ele por tudo que fizeram por mim. 

então, melhor correrem, porque os losers vão sair no final de semana.


[...]




me olhava no espelho, vendo se alguma combinação de roupa tinha dado certo. e como sempre, não.

hoje é sábado, e como combinado, meus amigos e eu iremos sair. vamos em um parque que inaugurou no estacionamento do shopping aqui da cidade, aproveitamos e vamos comer lá também, e dar uns rolês. e eu tô muito animado, porque eu e meus amigos não somos de sair assim. mas agora que tem o chan e o hyunjin, temos que nos adaptar ao nosso novo estilo de vida.

passo a mão em meu cabelo, acho que eu vou pintar ele. recentemente eu estava de cabelo loiro, mas com tempo ele foi quebrando muito fácil, e ficando ressecado. tenho que fazer uma ultra mega hidratação nele, e com certeza vai ser com os cremes do minho, que são melhores que os meus. mas ele não precisa saber. talvez eu volte pro castanho, ou rosa, não sei ainda. só sei que eu já enjoei da cor que tá agora.

enfim, finalmente consegui escolher a roupa perfeita. ainda bem, porque eu estou muito mais que atrasado. estou usando uma jardineira com uma blusa branca por baixo, que tinha umas manchas coloridas, como se fossem respingos de tinta. eu acho tão bonitinho esse tipo de roupa, muito aesthetic girl do pinterest. e também estava com tênis trocados, um verde e um rosa. você entendeu a referência? espero que sim.


— nossa, eu tô uma gracinha. — amarrei meu cadarço, e coloquei meus brincos, me olhando no espelho e sorrindo. tinha muito tempo que eu não conseguia fazer isso.


ao ouvir a uma buzina meio irritante, olhei pela janela e vi o carro de chan lá em baixo. peguei rapidamente o dinheiro, minha identidade e as chaves de casa. desci as escadas correndo, me despedindo da minha mãe, e saindo da casa.

quem iria levar a gente, era o chan mesmo. o pai dele tem uma caminhonete, e ele disse que não tinha problema se ficássemos naquela parte de trás. e é claro que eu aceitei, não iria ficar de vela pra ele e eunwoo lá na frente, eu não sou nem doido. não nesse ponto.


— oi chan. — tranquei o portão, indo em direção ao carro. — hyung, como que sobe nisso? — só tinha eu ali, acho que eu sou o que mora mais perto da casa dele.


o mesmo saiu do carro, e me ajudou a subir. com um pouco de dificuldade, mas isso acontece com as melhores pessoas.


— eu não vou morrer aqui não, né hyung? — perguntei, segurando em uma das parte dali, como se fosse um cano, sei lá.

— não, pode ficar tranquilo. 

— mas hyung, isso não é meio que proibido?

— eu faço minhas próprias regras, meu querido felix. — ele piscou, fazendo biquinho.

— desculpa então, fora da lei.


até que foi divertido ir aqui, tirando a parte dos buracos e quebra mola, mas tudo bem.

aos poucos meus amigos forma aparecendo. primeiro foi o seungmin, depois o casal hyunin, a jennah, e por último, eunwoo.

e eu achei que ia fugir de um casal, esquecendo completamente do hyunjin e o jeongin. todo dia isso mano, não aguento mais ser vela pros meus amigos.

e é claro, como seres nada normais, fomos cantando (berrando) várias músicas da playlist do chan, chamando atenção de todo mundo que tava na rua.


[...]


a primeira coisa que fizemos, foi tirar muitas fotinhas juntos. e tenho que admitir, somos muito lindos, meu pai. o parque era lindo, todo colorido, o que deixava nossas fotos mais lindas. e aqueles efeitos do Instagram também, facilitava tudo.


— não acham que eles estão demorando?


agora estávamos na parte da frente, esperando chan e hyunjin voltarem com os ingressos dos brinquedos. 


— eu acho que a fila deve estar grande noona, mas não vou mentir, eu quero ir logo. — seungmin disse, olhando para os dois lados, vendo se tinha algum sinal deles.

— nossa, esse lugar é mais perfeito que eu imaginava. — jennah ainda tirava fotos do parque. e as vezes gravava vídeos nossos, com seu celular e a enorme capinha da sailor moon. ela gostava de fazer edits de vídeos nossos, e ficavam completamente perfeitos. — eles estão demorando tanto que eu ja editei a maioria das nossas fotos.

— aqui, os ingressos de todos vocês. — o alfa mais velho se aproximou, entregando uma cartelinha pra cada. 

— até que em fim, tava quase plantado aqui. — suspirei, eu tava louco pra ir logo.

— a fila tava enorme, dando voltas. demos sorte em chegar cedo lá. — disse o outro alfa.


olhamos para jeongin, e ele tava de boa comendo um algodão doce rosa.


— quando que você comprou isso, ginnie?

— ah, eles estavam demorando demais, e vocês tavam bastante entretidos nos brinquedos que nem devem ter me visto saindo. aproveitei e deu uma volta no parque, e ja fiz amizade com o moço do cachorro quente. — sorriu, com as bochechas cheias de algodão doce, e a boca suja de açúcar.


meu pai, ele é só um bebê.


— são doze no total. — disse a mais velha. — dá pra ir em vários brinquedos.

— então, o que estamos esperando?


[...]


o primeiro brinquedo que resolvemos ir, foi a montanha russa. fizemos praticamente um sorteio de quase todos os que queríamos e esse, até agora, foi escolhido.

e o lado ruim disso tudo, é que somos um grupo ímpar. e na montanha russa, os assentos eram divididos em dois, então um sempre iria sobrar. 

e dessa vez, quem sobrou foi eu.

e estamos todos nós agora nos preparando pra ir, por sorte, o grupinho todo conseguiu ir na mesma vez. e tinha um cara acertando nossos assentos, e cintos de segurança.


— moço, aperta isso, eu não quero morrer jovem. — eu disse, e o beta apenas riu.


não sei se fico feliz ou triste com isso, mas tudo bem.


— tá com medo? 


mano do céu, que susto. agora que eu vi que tinha um garoto do meu lado, e depois dessa, eu não morro nunca mais.

o garoto provavelmente era um alfa, devia ter a minha idade, ou até mesmo um pocou mais velho, e é bem do bonito por sinal.


— não tenho muitas experiências com brinquedos radicais, então posso dizer que sim. — coloquei minhas duas mãos sobre a trava do assento, segurando com força, fechando os olhos, antes mesmo do brinquedo sair do lugar. ouvindo o garoto ao meu lado rir.


o povo adora rir do desespero alheio, nunca vi.

olhei para tras, e vi os meus amigos completamente animados. e percebi, que eu sou o único com medo de morrer aqui.

e foi só o nosso carrinho começar a andar, que eu senti meu corpo gelar, e minha alma saindo de dentro de mim. é hoje que eu vou conhecer Jesus.

puta que pariu, isso tá muito rápido.


— eu quero a minha mãe. — gritei, assim que o brinquedo foi subindo devagar para a parte mais alta, logo descendo com tudo.


quem foi o louco que me convenceu a ir nesse troco? eu não sei nem o que estou fazendo aqui. aí cara, o que eu não faço pelos meus amigos.

esse negócio deu tantas voltas, que eu me senti uma roupa dentro de uma máquina de lavar, ainda bem que não tinha a parte de água. aí eu morria afogado de brinde.


o brinquedo parou, e por algum milagre divino, eu continuei vivo.

agora eu só quero sair daqui, e ficar no solo terrestre. não vou em mais nenhum brinquedo desse tipo.


— já pode soltar a minha mão, se quiser.


se eu não morri aquela hora, eu vou morrer, e vai ser agora.

quando o garoto falou isso, me toquei que eu passei o brinquedo INTEIRO, segurando a mão dele, enquanto gritava feito um louco pela minha mãe.

meu pai, que vergonha.


— m-me desculpa. — eu quero literalmente enfiar a minha cada em um buraco, e não sair de lá nunca mais. cadê aquele moço pra me tirar desse cinto? eu não to aguentando nem olhar pro rosto desse alfa.

— tá tudo bem. — ele sorriu, mas isso não me confortou bem um pouco. mesmo o seu sorriso sendo lindo, meu caro.


assim quando o tio do brinquedo me desamarrou daqui, e eu sai o mais rápido possível, sem mesmo falar mais alguma coisa pro garoto.

e cada coisa que eu passo, viu.

fiquei do lado de fora, esperando os meus amigos saírem também, antes que eu tenha um treco aqui no meio do parque.


[...]


depois desse rolê vergonhoso, fomos em quase todos os brinquedos do parque, amando cada um. e eu acho que de todos, o carrinho de bate bate foi o melhor. foi muito engraçado ver um monte de adolescentes surtados, correndo um atrás do outro, no meio de várias crianças.

a cara dos pais deles eram impagáveis, sério. foi tudo.

fomos na maioria juntos. alguns foram só eu, jennah, e o minnie, deixando os casais indo sozinhos naquele que eles queriam. eles fizeram aquelas típicas cenas de filme, de derrubar os copos com uma bolinha, ou dar alguns tirou com arminhas no alvo, pra ganhar uma pelúcia pra seu querido namorado. o típico clichê das fanfic.

o chan deu um lobinho de pelúcia pra eunwoo, o hyunjin deu uma raposa pra jeongin. tipo assim, nem tem haver com eles, nem tem.

talvez, só talvez, pagamos o tio do brinquedo, pra que todos fossemos na cabine da roda gigante. foi o último brinquedo que fomos. ela não era como aquela comum, de ir sentado. essa era bem maior mesmo, com várias cabines. que eu acho que máximo de pessoas eram cinco, mas fomos em sete mesmo. porque como diz o chan, nós criamos nossas regras.

tiramos fotos lá dentro também. demos sorte do brinquedo parar enquanto estávamos bem no alto, tendo a vista completa do parque, e pelo horário, o céu estava meio laranja, meio rosado, por causa que ja estava escurecendo. ficou perfeito.

pra vocês entenderem que tiramos realmente muitas fotos, lá também tinham cabines especiais pra fotos, e dava pra se enfeitar com as coisas que estavam ali. realmente, marcamos cada coisa que aconteceu com a gente, um dia que eu nunca vou esquecer.

depois de irmos em todos os brinquedos. também nos divertimos nas lojas do shopping, porque somos bem idiotas. por sorte, alguns provadores eram unissex, ficamos pegando roupas completamente aleatórias, e fizemos desfiles nos corredores, nem aí para os pessoas que nos olhavam.

além do mais, que eu aproveitei pra comprar umas roupinhas pra mim. tinha um moletom do twice, literalmente implorando pra ser comprado por mim. ele era rosa, e estava escrito 'you make me feel special' com gliter dourado, com a letra que nem do álbum, eu quase desmaiei quando vi. comprei também uns brincos, aproveitei né, minha mãe me emprestou o cartão dela, então eu fui a loucura.

e a parte mais bonitinha do rolê, foi quando fomos a uma lojinha de artesanato e compramos pulseiras da amizade. eu sei que isso é meio cafona e tal, mas eu achei muito fofo. mesmo que nada no mundo consiga expressar o meu amor e carinho pelos meus amigos, eu achei tão lindinho. 

ela era preta e tinha uma bolinha branca, que quando elas ficam muito próximas as bolinhas grudam feito ímã, e elas brilham. eu achei tão conceito.

agora estamos no shopping comendo, já que não comemos muita coisa no parque com medo de passar mal, ou algo do tipo. cada um com seu hamburguer, e com sua barriguinha cheia.


— que tal tomarmos sorvete antes de ir embora?

— claro, mas antes.. — parei todos ficando na frente deles, sorrindo envergonhado. — eu sei que todos nos divertimos hoje, mas nada me faz esquecer que isso tudo é pra me animar. então muito obrigada gente, eu amei e amo muito vocês. — olhei para chan e hyunjin. — vocês ainda não, mas tão quase lá. — os dois me olharam indignados, fazendo todos nós rir das caras deles.

— m-mas por quê?

— o que te fizemos de tão ruim assim pra você não nos amar? somos adoráveis! — o alfa mais velho fez uma carinha triste, acompanhado do hwang.

— você fazia bullying comigo. — apontei para o bang, e logo depois olhei pro hwang— e você tirou a pureza do meu maknae.

— achei justo.

— vocês vão ficar nisso, ou vamos tomar sorvete? — seungmin perguntou, revirando os olhos com força.

— já estamos indo, princesinha.




estávamos na fila, já prevendo qual vai ser a nossa próxima saída juntos, e até agora marcamos de festa do pijama na casa da eunwoo. foi quando o celular do chan tocou, chamando atenção de todos nós.

— oi pai.. sim.. sério? — ele olhou pra gente, fazendo uma carinha triste, o olhamos sem enteder. —ok, eu já tô indo.. tchau.

—o que foi bae?

— meu pai vai precisar do carro, então meio que eu tenho que ir embora agora.

— sério? não vai nem da tempo pra tomar sorvete? — perguntei, e ele negou com a cabeça.

— não, eu tenho que ir agora. queria ficar mais, mas eu realmente preciso ir.

— tudo bem, hyung. obrigada por ter vindo hoje. — o abracei, e ele logo me retribui.


depois cada um se despediu do chan, e obviamente tinhamos que ver ele beijando a minha noona, como se ele não fizesse isso na minha frente todos os dias nas escola.


[...]


após o chan ir embora, compramos nossos sorvetes, resolvemos ficar mais um pouco e voltar pra casa de ônibus. e aqui estamos, todos nós, no ponto esperando o nosso ônibus, ja que também resolvemos de imediato ir pra casa do jeongin.

eu estava em pé, enquanto meus amigos estavam sentados naqueles banquinhos do ponto. estava prestando atenção na rua, que nem percebi a aproximação de um alfa pra perto de mim.

e não é que era o mesmo alfa do parque? o da montanha russa. 

— oi? — ele praticamente sussurou, tocando no meu braço, pra chamar minha atenção.

— olá. — sorri tímido. é óbvio que eu não esqueci o que rolou.

— poderia me dizer que horas são?

— claro. — virei meu pulso, olhando em meu relógio. — são sete e trinta e oito.

— muito obrigado. — sorri, e ele sorriu de volta, se afastando um pouco.

— desculpa a curiosidade, mas você não é daqui, né? — perguntei, após perceber a pequena mala em suas mãos.

— na verdade eu sou, mas eu moro nos estados unidos. 

— primeira vez aqui? 


sim, eu sou bastante curioso, como descobriu? 


— é a segunda vez que venho pra cá, mas a primeira sozinho. marquei de encontrar um amigo, mas até agora ele não chegou. — suspirou, olhando para a rua. — sou na jaemin

— lee felix. — sorri. — seu amigo vai demorar muito? — sussurrei. ok felix, ja ta passando do limite.

— o que disse?

— nada, é que eu fiquei curioso.

— não tem problema, eu sou assim também. — menos mal né, to passando mó vergonha aqui querendo saber da vida de um cara que eu nem conheço. vai me enteder.


minha atenção foi tirada, ao ver o nosso ônibus virando a esquina, vindo em nossa direção. 


— foi um prazer em lhe conhecer, mas tenho que ir agora.

— tchau então.


chamei meus amigos, e logo entendemos os braços, chamando a atenção do motorista, e parar o veículo.

sentei no banco da janela, e acenei para o garoto do lado de fora, que retribuiu.


— quem era? — jennah perguntou, após sentar ao meu lado.

— um turista perdido.

— e você ja foi dar em cima dele né safado.

— para com isso jennah, eu não sou assim. — olhei bravo pra garota, que riu do meu semblante. — doida.


Notas Finais


olha quem voltou 🤠


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