História O Diário De Um Prostituto - Capítulo 1


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Categorias Originais
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Palavras 852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - João Carlos, o Empresário


Meu nome é Eric, Eric Martins Reis, irei contar um pouco da minha vida nesses últimos dias.
Minha família é diferente, minha mãe aparece uma vez por mês na casa de minha avó, que é onde eu moro. Minha mãe costuma viajar muito com seu marido, ele é rico, e velho, o sustento dela... Quando ela me visita, costuma vir sozinha, pra ser sincero, ela vem visitar apenas o nosso cachorro, Doc, pois ela não aguenta ao mínimo olhar para minha cara... Mas a pergunta é, o que houve de importante no meu dia? Minha mãe me visitou hoje, no meu aniversário, com o seu marido velho, ela me deu uma camisa junto a cem reais, como presente, como sempre, brigamos, e ela saiu logo cedo, minha avó é uma das poucas pessoas para quem eu daria a minha vida, na verdade uma das três, eu daria também para a minha melhor amiga, Flávia, e um primo, Antony, do qual me distanciei muito nesse último ano. Não tenho muitos amigos, nunca tive, isso é normal, mas continuando a história sobre meu dia, minha avó fez uma pequena festinha para mim, um bolo, refrigerante, e alguns balões, ela convidou Flávia, a vizinha, que é bem amiga de minha avó e costuma ser gentil comigo, e ela aproveitou essa noite para apresentar seu novo namorado para mim e todos presentes na festa, o nome dele era João Carlos, alto, empresário, parecia ter uns dez anos a menos que minha avó, por mais que parecia fazer bem a ela, me senti desconfortável aquela tarde, ele fazia contatos visuais pequenos e discretos para mim.
A tarde chegou no fim, foi divertido, Flávia me deu um tênis novo, disse à ela que estava precisando de um, Flávia sempre foi uma boa amiga para mim, ela tinha mais amigos que eu, mas eu sentia que de uma forma, eu era o com que ela mais se preocupava.
Todos foram embora, menos João Carlos, ele passou a noite lá em casa naquele dia, não me importei, afinal, qual o problema? Eu fui dormir, acordei na madrugada de domingo, o carro dele não estava mais na garagem, havia ido embora depois que eu fui dormir, passei pelo quarto de minha avó, e ela estava dormindo normalmente, voltei a dormir, assim continuei minha vida, indo para a escola, sendo zoado, ficando sozinho sempre, pois Flávia estudava em outra escola da cidade, nunca tive amigos na minha escola, no máximo colegas, mas isso não afeta tanto a minha vida, continuando de onde parei, os dias se passaram, depois de uma semana, no sábado da outra semana, João Carlos voltou, e junto à minha avó, decidiu me contar a grande novidade, ele estava se mudando para cá, minha reação foi de espanto, perguntei o porquê, e se ele não tinha casa, foi a primeira vez que falei diretamente a ele, como costumo falar com todo mundo, ele me disse que iria vender a sua casa, pois adorou o convite de minha avó, nesse momento, uma pequena raiva de minha avó me veio à mente, não sabia porque, mas aquele homem me deixava desconfortável. Eu tive que aceitar isso, três dias depois ele já estava na casa de minha avó, pra ser sincero, eu não entendo, ele era bonito, empresário, ele era único, oque queria com uma senhora humilde como minha avó, aquilo não batia pra mim. Mais dias se passaram, a convivência com ele, ao invés de se tornar mais natural de acordo com o tempo passando, ficava mais estranha, pelo menos ele trabalhava pelo dia, mas oque eu queria era que trabalhasse para sempre, quatro dias depois, foi aí que tudo mudou... Era sexta feira, à noite, minha avó costuma ir na casa de sua amiga, se reunir com outras, para conversar sobre livros, tomar chá, João Carlos estava em casa, e eu também, primeira vez que fiquei sozinho com ele, quando percebi já eram onze da noite, já era pra minha avó estar em casa, ela deve estar se divertindo, e logo estará de volta, eu pensei, então fui dormir, estava quase cochilando quando ouvi minha porta abrindo, senti um peso amais na minha cama, eu sabia exatamente oque era, não precisava me virar, e mesmo que tentasse, não conseguiria, eu estava paralisado, então senti minha coberta se levantando, ele estava se cobrindo, chegou mais perto, então encostou em mim, eu senti sua mão descendo na minha bermudo, na minha cueca, e então senti sua mão apalpando a minha bunda, eu não conseguia fazer nada, nem falar, eu era virgem, porém não tinha opção sexual, eu sempre me achei novo demais para isso, nem sequer havia beijado alguém na minha vida, ou sabia fazer isso, senti o dedo dele penetrando a minha bunda, não me aguentei, fiz um barulho, me segurando pra não gemer, então ele se ajoelhou na minha cama, segurou minha cabeça e virou para a dele, foi um contato visual intenso que durou bastante tempo, então ele foi em direção ao meu rosto, e me beijou, eu senti algo, algo tão diferente, algo que nunca tinha sentido antes...


Notas Finais


Aceito críticas e opiniões, logo estarei postando a continuação desse capítulo...


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