História O Direito De Ser Amado ( Taekook ) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Taegukk, Taekook
Visualizações 333
Palavras 1.478
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


att de madrugada porque é a minha cara fezer isso

Capítulo 2 - Conversas


 

- Que horas são? - foi a primeira coisa que eu perguntei a Jungkook quando acordei; mas nem fiz questão de abrir os olhos ou me virar para ele. 

- São 6:30. - ele respondeu depois de pegar o meu celular embaixo do meu travesseiro. - E é melhor a gente levantar antes que sua mãe apareça e nos faça levantar a ponta pé. 

Com muita preguiça abri os olhos e me virei de frente á ele. Sorri ao ver seu cabelo todo bagunçado e que ele ainda estava sem camisa, deixando aquela pele branquinha na minha frente. Voltei a olhar seus olhos e vi que aquele descarado estava olhando para minha boca, e bom, eu não podia reclamar já que também olhava para a sua. Aproximei meu rosto do seu bem devagarzinho só para ver ele passar a língua no lábio de baixo, antes de deixar um beijinho simples na sua boca.

- Bom dia Gukkie. 

- Bom dia Tae. 

- Bom dia meninos. - ouvi minha mãe dizer entrando no quarto enquanto pegava umas roupas do chão e deixava dobrada sobre a cadeira que tinha ali. 

- Bom dia dona JiYoon. - Jungkook acenou para ela enquanto colocava um dos braços atrás da cabeça e me puxava mais para perto com o outro. Minha mãe continuava ali no meu quarto, fingindo que não nos via ali presente o que não me incomodava já que eu não fazia nada demais. 

- Hora de levantar crianças, o café já esta na mesa e o SungHan está te esperando na sala filho. - disse e saiu, levando algumas roupas com ela. 

O pai do meu filho tentou se levantar mas eu o impedi abraçando sua cintura com as pernas, impossibilitando a saída dele ali. Estava muito bom ficar na cama com ele e eu nem sabia quando isso podia acontecer de novo já que Jungkook era um garoto de 17 anos com a bipolaridade a flor da pele. Não que eu com os meus 18 à recém fosse diferente. Mas tem dias que é impossível conversa com ele, nem sobre nós e nem sobre o nosso bebezinho. 

Me soltei dele quando minha bexiga pedia por alivio, me fazendo correr para o banheiro igual uma perereca, arrancando risadas do Jeon. Eu estava lavando a mão quando ele entrou para se aliviar também, mas logo minha atenção foi tirada ao ouvir alguém bater na porta do meu quarto. Gritei um ' pode entrar ' vendo que era o meu pai ali presente. 

Fui até ele o abraçando com força, porque desde que ele saiu de casa só tinha o visto uma vez e foi quando eu disse que estava grávido, ou seja, a cinco meses atrás. Meu pai era um homem bonito e bem cuidado, nem aparentava ter a idade que tinha. Ele estava ali para me levar as compras das coisas do meu bebê. 

- Pronto para ficar horas e horas em loja de bebês? 

- Pai, se eu pedir para você deixar eu ir sozinho, vai ficar chateado? - perguntei incerto. 

- Sozinho? Mas Taehyung você pode passar mal, como eu vou ajudar se você quer ir só? 

- Não é que eu vou só... - comecei a falar abaixando meu tom de voz. - É que eu vou tentar chamar o Jungkook para ir comigo, sabe? Quero que ele fique por dentro de tudo que vai acontecer na gravidez do Jisung.

- Jisung? - ele perguntou confuso. 

- É a mistura do seu nome com o nome do pai do Jungkook. - respondi envergonhado 

- Sei, pelo menos você tem consideração comigo e não é igual ao seu irmão que só colocou o sobrenome da KiYoon em homenagem a sua mãe. 

- Ah pai, o Baekhyun é assim mesmo, você deveria perceber isso quando ele saiu de casa só porque estava grávido. Vocês por acaso não aceitava ele com o Chanyeol? - perguntei simples, querendo entender por que o meu irmão mais velho saiu de casa a seis anos atrás. 

- Não filho, não foi nada disso, tanto que eu ainda pago o apartamento em que eles vive sem o seu irmão saber. Acho que na época ele pensou que eu fosse reagir mal e fugiu antes mesmo de falar que estava grávido. - ele respondeu como se tivesse se lembrando de alguma coisa. 

- Como soube que ele estava grávido? 

- Pelo Chanyeol, ele foi o único a vim conversar comigo e dizer a real situação, até sua mãe escondeu de mim, por isso quero ser um avó presente na vida do Jisung e um pai que o Baekhyun não quis por perto. 

- Me desculpa pai, eu realmente não sabia. 

- Isso não é problema para você preocupar sua cabeça. - ele acariciou meu cabelo e só pude sorrir em sua direção.

Mesmo sendo clichê meu pai era o melhor pai que eu podia ter, assim como também sabia que ele era um homem de verdade. Tratando todos com respeito e carinho que era merecido. E agradecia a  todo momento por ele se dar bem comigo e com o Jungkook, assim como agradecia por ele aceitar e se preocupar com a minha gravidez.  

- E como você está com o seu namorado? - meu pai cutucou meu ombro me fazendo rir baixinho, me lembrando que o Jungkook ainda estava no banheiro, provavelmente tomando um banho. 

- Ele não é meu namorado, pai. - respondi envergonhado e um pouco triste. 

- Como não? Você está esperando um filho dele e ele vive sempre por perto quando o assunto é você. 

Pela primeira vez, eu não sabia o que responder para o meu pai; eu realmente não sabia o que Jungkook e eu eramos. Por que desde que eu o contei sobre a gravidez ele não se pronunciou em como seria o nosso relacionamento dali pra frente, se iriamos continuar sendo amigos ou se ele ia finalmente dar um passo a mais na nossa ' relação'. Se é que isso podia ser chamado de relação. Mas na minha cabeça, eu continuava sendo o amigo que ele engravidou bêbado. 

- É complicado pai...

- Você gosta dele? - eu respondi com um fraco balançar de cabeça, eu estava acanhado por dizer isso a ele. - E ele gosta de você ? 

- Eu não sei, as vezes eu penso que sim, mas também acho que ele está comigo só por causa do nosso filho. - falei triste e deitei minha cabeça nas pernas do meu pai, sentindo um carinho gostoso no meu cabelo escorrido. Eu gostava de quando podia conversar assim com ele. - Por quê é tão dificil gostar de alguém, pai? 

- Gostar de alguém não é difícil, a gente que complica as coisas. - ele respondeu calmo olhando para a porta do banheiro onde o Jungkook estava, com uma toalha na cintura enquanto secava os cabelos com outra. Ele percebeu a presença do meu pai ali e agiu como se estivesse sozinho. Mexendo no meu guarda-roupa e nas minhas gavetas atrás de alguma roupa que não fosse aqueles panos que ele estava ontem a noite. 

- Jungkook! O meu pai 'tá aqui. - alertei, vendo ele começar a se trocar na frente de nós dois, meu pai riu vendo que eu estava ficando vermelho de vergonha. 

- Mas o que eu tenho ele também tem Taehyung. 

 Já que não precisara de mim, eu vou ver o Taeyong e ir embora,e pense no que conversamos. - assim ele saiu, me deixando sozinho de novo com o Jungkook. 

Com cuidado eu me joguei na cama de novo, olhando pra cima enquanto sentia o Jisung se mexer na minha barriga de forma afoita me fazendo rir, o que não passou despercebido pelo Jeon que logo se aproximou devidamente vestido, curioso.

- Rindo do que? 

- É que o Jisung faz cocegas quando se mexe. - respondi simples me apoiando nos cotovelos para encarar seus olhos. 

- Posso passar a mão? - ele perguntou um pouco incerto. 

Me levantei da cama fazendo ele se sentar, na altura certa para minha barriga ficar frente a frente do seu rosto. Devagar levantei a camisa que eu vestia, mostrando minha barriga pra ele. Ele pareceu meio indeciso no que fazer, então para não o deixar tenso, comecei a fazer um carinho no seu cabelo recebendo um sorriso fofo por sua parte. 

Confesso que me arrepiei todo quando ele segurou nas  laterais do meu corpo para encostar sua bochecha quentinha na elevação do meu abdome. Ficando assim por um bom tempo, até que Jisung se mexesse novamente. O silêncio do meu quarto foi preenchido pela risada alta e gostosa que ele deu ao sentir o próprio filho se manifestando, eu tinha certeza que o nosso filho estava adorando sentir que, não importasse o momento, Jungkook estaria ali pra mim e principalmente para ele. 


Notas Finais


e de pouquinho e pouquinho a galinha enche o papo


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