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História O dragão de Ciel - Capítulo 6


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Notas do Autor


Tadaima! cá estou eu com o sexto capítulo ehh. Queria agradecer aqueles que favoritaram e comentaram, mui brigada =)

Ah, antes que me esqueça, eu mudei a idade de Ciel agora ele tem dezesseis aninhos e esta no primeiro ano. E esqueçam o que eu disse da quantidade de capítulos, provavelmente vai ser mais de 12, to cheia de ideais para o decorrer da história. Em breve terá bastante ação e conflitos taum se preparem. Sem mais embaçar fiquem com o capítulo.

Boa
leitura

Capítulo 6 - Manhã nublada


Fanfic / Fanfiction O dragão de Ciel - Capítulo 6 - Manhã nublada

A manhã naquela cidade não era a de costumeira. Estava nublada e garoava bem fraquinho. Era o típico de manhã em que qualquer um queria dormir mais um pouquinho.

  Foi o que aconteceu com o pequeno de cabelos azul. Quando acordou viu que já era dez da manhã, tinha acordado muito tarde. Ao se sentar na cama sentiu um resquício de dor nas costas, no local onde fora arremessado. Pelo menos é uma prova de que à noite foi real, sim, às vezes batia uma certa desconfiança, afinal não era uma coisa para qualquer um digerir.

  Seus olhos passaram por todo o quarto a procura de Sebastian, mas não encontrou nada. Na noite passada lera o livro inteiro e só terminou quase quatro da manhã. Encostou a cabeça só um pouquinho na almofada e dormiu ali mesmo. Engraçado que dormiu no chão e acordou na cama, será que foi coisa de Sebastian? Se perguntou o garoto.

  Enfim se levantou e foi fazer sua higiene pessoal. Depois desceu até a cozinha e encontrou um bilhete e o café da manhã tampado em cima da mesa, ao lado uma certa quantia de dinheiro.  No bilhete estava escrito que seus pais haviam saído para trabalhar e que o almoço estava na geladeira, sobre a quantia de dinheiro é para a compra de seus materiais. Lembrando-o que daqui uns dias começaria as aulas. O garoto decidiu deixar para mais tarde.

  Tomou seu café e voltou a seu quarto para sua leitura matinal. Tivera que ir à biblioteca antes escolher outro livro, já que o outro acabou lendo-o inteirinho noite passada.

 

 Depois de ler alguns capítulos marcou a página e fechou o livro. Logo em seguida ouviu a campainha soar pela casa. Desceu e abriu à porta e viu se tratar novamente de Lizzie. Agora virou rotina a garota vir à sua casa esse horário?

 

- Olá Lizzie – Cumprimentou ela. De certa forma já previa que a garota o visitaria todas manhãs.

 

- Bom dia Ciel! – A menina estava toda alegre. Como sempre. – Está livre essa tarde?

 

- Não, vou comprar meus materiais – O azulado falou.

 

- Que coincidência nós vamos também – Falou animada.

 

- Nós vamos? – Indagou o loiro atrás dela – Eu achei que era ama...

 

- Sim vamos hoje é melhor assim – Disse a garota cortando-o.

 

- Bom, já que é assim... Esperem um pouco aí – Disse o garoto, foi pegar a quantia de dinheiro e guardou no bolso. Voltou até eles, saio e trancou à porta. Tá, tinha que admitir que era até bom ir comprar com eles, de qualquer modo não sabia onde tinha uma loja para comprar seus materiais.

 

- Já que é assim vou passar lá em casa também – O loiro disse. A loira disse para ele que apenas iriam fazer uma visitinha a Ciel, e agora vem com essa.

  O trio primeiramente foi a casa da garota que já estava perto. Literalmente ao lado. Ela pegou suas coisas e partiram para a casa do último integrante do grupo. Ao chegarem na casa do loiro Ciel e Lizzie foram convidados para entrarem pela mãe de Alois.

 

  Era uma mulher de longos cabelos prateados, entretanto, não tinha uma aparência velha. Usava um vestido azul escura e por cima um avental de cozinha. Provavelmente antes de chegarem estava fazendo o almoço. Era evidente pois o cheiro de comida estava à solta no ar.

- Então você é o garoto novo que se mudou com sua família – Disse a mulher, com um sorriso doce no rosto. – Prazer eu sou Hannah.

 

- Sim, sou Ciel o prazer é todo meu – Cumprimentou educadamente devolvendo o sorriso.

 

- Ah, se meu filho fosse educado como você – Disse, colocando duas xícaras de chá na mesinha da sala em frente do sofá onde Ciel e Lizzie estavam. – Gostariam de ficar para o almoço?

 

- Obrigado, não queremos incomodar – Respondeu. Com as pernas cruzadas, uma mão segurava o pires e outra segurava a xícara, tomava gradualmente goles do chá.

 

- Oh, que nada não seria incomodo algum – Disse ela.

 

- Caralho mãe onde você colocou minhas botas?! – Gritou o garoto no andar de cima. Ser educado realmente não fazia parte da personalidade do loiro.

 

  Embora a garoa já tivesse parado, mas tarde choveria para valer. A televisão estava ligada na previsão do tempo, mostrava fortes bancadas de chuvas pela frente. Ciel pensou em Sebastian. Havia pensado meramente se iria vê-lo. Mas talvez, o que impedia fosse mais o orgulho, afinal não estava mais devendo nada ao dragão. Mas, sentia uma estranha vontade de querer vê-lo. Maldito dragão, praguejou ele.

 

- Alois olha a boca! – Gritou a mulher de volta – Tá atrás da porta do seu quarto! – Gritou ela – Já ajudou seu irmão a se arrumar?!

 

  No fim das contas acabaram almoçando na casa do loiro. O grupo entrou em três e acabou saindo em quatro. Hannah pediu para o loiro levar a criança junto e comprar os materiais dele também. Então partiu os quatro juntos para a loja. Ao entrarem na loja o garotinho logo correu direto para a seção de brinquedos. Ciel foi ver coisas essenciais, Lizzie na seção de ursinhos fofos. Estavam no meio do ano letivo, então todos ali só precisavam retocar os materiais.

 

- Luka! Já disse que nós viemos comprar apenas os materiais. – Alois falava tirando o outro dali e indo para outra seção.

 

- Mas eu quero o boneco do Batman – O menino disse birrento.

 

  Alois pegou um caderno do Batman e deu nas mãos do garoto – Pronto melhor que um boneco que daqui um tempo você nem vai mais brincar – Disse ele – Além do mais depois a mãe passa aqui e te compra vários para você.

 

- É mesmo? Então tá bom – Luka disse, todo sorridente, ingenuamente achando que tal ato aconteceria.

 

  Não passaram muito tempo na loja. Na volta acabaram comprando sorvetes por muita insistência do menor do grupo, e também não fora uma má ideia. Mesmo com a chuva não muito forte nem muito fraca caia sobre eles. Sorte que antes de saírem trouxeram guarda-chuva com eles. E assim o grupo se dispersou, cada um para sua residência.

 

    ~~//~~~

 

  A tarde estava nublosa, o sol se escondia atrás das cinzentas nuvens. A chuva parou em uma fraca e quase imperceptível garoa. Aquela garoa gostosa, onde não se precisa sair de guarda-chuva. Aquela tarde estava longe de terminar. Seus pais não estavam em casa, estava em seu quarto, vendo alguma coisa qualquer no celular. Então passou a observar à janela, precisamente, à floresta. Uma coisa que tem feito bastante ultimamente.

 

  Não achava que o dragão iria botar ali do nada, pensava ele. Ele mesmo teria que ir até o dragão. Agora procurando uma blusa de frio em seu guarda-roupa. Sim, estava decidido que iria até lá novamente. Antes de descer passou na biblioteca e pegou um livro.

  Ao trancar a porta de casa cobriu a cabeça com a toca do casaco e começou a andar rumo à floresta. Andava na calçada sentindo as pequenas e gélidas gotas da garoa cair sobre si, em uma sensação fria e estranhamente aconchegante. Realmente o que tinha na cabeça para sair de casa num tempo desse? E se começasse a chover muito forte? Desta vez consigo não trouxe proteção da chuva. Já estava longe de casa não queria voltar, que seja então, se chovesse daria um jeito.      Enfim depois de atravessar a cidade chegou ao inicio da floresta, hesitantemente entrando. Bom, a primeira vez encontrou o dragão, aparentemente estava no coração da floresta.

 

  Apenas basta andar por aí, pensou o garoto. E foi o que fez, sem rumo ou direção alguma se andou pela floresta. Não sabia exatamente o que estava fazendo ali, apenas usava a desculpa de que o dragão ainda não lhe contou que truque usou para invadir seu quarto. Depois de um tempo chegou à parte onde as folhas das árvores cobriam o céu, sendo essa a parte mais escura da floresta.

  O garoto olhou ao redor, andou até o meio e se pronunciou:

- Sebastian? – O garoto chamou baixinho. Não gostava de sair por aí gritando, então chamou mais uma vez em um tom mais normal e esperou.

 

- Hhm sou um tanto surdo – Disse- Poderia chamar mais alto? – Indagou Sebastian, cuja presença estava camuflada.

 

  Ciel olhou para cima. A voz vinha do alto, tinha certeza que ele estava acima de si.

- Eu sei que você está aí- O azulado disse – Apareça.

 

- Eu ainda não ouvi – Insistia o dragão.

 

  Tá bom, estava começando a se arrepender de ter vindo.

 

- Dragão idiota apareça! – Gritou Ciel já sem paciência com o outro. O que dizer, paciência não fazia parte de sua personalidade. Pavio curto, ah, isso sim fazia parte de sua personalidade.

 

- Esse não é meu nome – O dragão disse pousando em sua frente, agora tangível.

 

- Tanto faz – Disse Ciel cruzando os braços e desviando o olhar.

 

- Ah, vejo que sentiu minha falta – Sebastian provocou o garoto.

 

- N-não é nada disso – Disse ele, o praguejando por gaguejar – Apenas por que você não me contou como invadiu meu quarto, sem ser percebido.

 

- Oh, sim, acreditarei que veio a mim somente por isso – Sebastian disse, em um tom fingido. – Está me vendo- Agora com sua presença camuflada se pronunciou:

- Agora não me vê mais – Disse o de olhos escarlates.

 

  Por que fosse a segunda vez que visse ainda ficava impressionado. E novamente o garoto não o via, só o escutava. Agora que parou para pensar, o dragão tinha a habilidade de ficar invisível. Sentiu sua cabeça pesar, olhou para cima e novamente tangível e com o tamanho três vezes reduzido, Sebastian pousou em sua cabeça. Deixando o garoto impressionado.

 

- E como pode ver, também diminuo o tamanho – Disse Sebastian, com um tamanho de um gato só que maior.

 

- Hahaha – O garoto começou a rir – E eu achando que você cuspia fogo ou veneno e essas coisas de filme. - Por mais que tenha falado isso realmente ficou impressionado, só não quis demonstrar.

 

  Com a cauda pousada no ombro do garoto Sebastian lhe cutucou. Em seu tamanho original aquela cauda se tornava uma grande arma para o dragão, podendo até decepar a cabeça de alguém com um único movimento.

 

- Ai! Isso doeu – Disse o garoto, tentando tirar o dragão de cima de si. Quando o de olhos escarlates saio de cima do outro, acabou tirando a toca que usava.

 

 Agora com seu tamanha verdadeiro Sebastian pousou em frente a Ciel.

 

- Pois bem, já que está aqui irei lhe mostrar um lugar – Pronunciou-se o dragão.

 

- Que lugar? É muito longe? – Indagou o garoto. Já estava cansado de andar, não conseguiria aguentar andar mais um pouco sequer. Além do mais seus sapatos estavam encharcados de lama, nem sabia como explicaria isso a mãe.

 

- Você verá – Respondeu a primeira pergunta – Quanto a isso não se preocupe, permitirei que desta vez voe comigo.

  Ciel se surpreendeu com a última resposta. Seria essa a primeira vez que voaria com o dragão, claro que com o consentimento do azulado. Na primeira vez não fora nada agradável. Seria incrível montar em um dragão, seria a pessoa mais incrível do mundo. Como poderia ele negar?


Notas Finais


Na vida eu era o Luka quando pequena, faz oito anos que estou esperando minha mãe voltar na loja e comprar a casa da polly ;-;
Mas é isso, té o próximo capítulo :')


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