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História O Dragão dos Pecados - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oolá leitores! Tudo bem? Espero sinceramente que sim, caso não, desejo melhoras.

Olha quem veio com um hentai, confesso que nunca havia conseguido escrever um Hentai bom na vida, mas esse aqui eu sinceramente gostei de como ficou. Espero que vocês também gostem. Tenho dois avisos:

- Essa One se passa antes de toda a luta contra o Randrikson;

- Esse é o meu primeiro hentai de Melizabeth, então mil desculpas se não estiver bom.

É só isso, fiquem com a One!

Capítulo 1 - Único


Fanfic / Fanfiction O Dragão dos Pecados - Capítulo 1 - Único

— O Dragão dos Pecados.

- @Min_Chun.

-★-


O vento gelado de outono entrava pela janela do quarto da princesa de Liones e do Pecado da Ira do Dragão, esvoaçando as belas cortinas do tom azul pastel. Sentada na beirada da cama, a donzela de fios pratas processava tudo o que havia acontecido durante toda aquela semana, tentando inutilmente colocar seus pensamentos em ordem.

Um suspiro saiu dos lábios sedosos. Porque o capitão dos Pecados tinha que ser tão provocante?

Meliodas era realmente um homem e tanto, por cada cidade que passavam, a princesa prateada ouvia as moças suspirando pelo barista, e não foram poucas vezes que isso aconteceu. Além de é claro ter sua melhor amiga entre o grupo, Diane o Pecado da Inveja, apaixonada pelo loiro. Ela não culpava nenhuma dessas garotas, de forma alguma, o único culpado por todo esse encanto das mulheres é unicamente o capitão dos Pecados, ninguém o mandou ser tão atraente aos olhos das pessoas.

Mas durante a semana inteira, Meliodas e Elizabeth haviam ficado bem mais próximos, chegando até a fazerem o seu primeiro amor, retirando a pureza da jovem princesa. Os dois se amaram noite a fora, fazendo com que Elizabeth conhecesse o prazer na pele, ao se encontrarem exaustos na cama de casal o estase e a alegria dos dois eram palpáveis no ar, mesmo depois do momento mágico que tiveram, os dois passaram o resto da noite trocando carícias, sorrisos apaixonados e beijos carinhosos. A princesa de Liones nunca se sentia tão amada do que quando estava perto de Meliodas, depois daquela noite o loiro passou a olhar a prateada com olhares penetrantes e apaixonados, isso a deixava constrangida ao ser feito em público, mas ao se encontrarem a sós, ela retribuía cada olhar com o dobro de amor.

Apesar de tudo isso parecer um sonho que havia se tornado realidade, haviam duas coisas que incomodavam a bela donzela de fios pratas; sua melhor amiga, Diane, e o fato de que ela e Meliodas não estavam exatamente em um relacionamento, ao menos ele nunca mencionou nada sobre.

A questão de Diane a princesa já havia resolvido, conversou com a gigante sobre os seus sentimentos pelo capitão dos Pecados e sobre tudo o que havia acontecido naqueles dias. Ao contrário do que Elizabeth achava, Diane reagiu de maneira positiva, torcendo para que os amantes se tornassem um belo casal, pois os dois se mereciam.

E agora a bela jovem está alí, deitada em sua cama que dividia com o capitão pensando em como poderia pedir o galego para terem um relacionamento. Em todos os livros que havia lido no castelo e no clube de leitura do Gowther — que consistia em Diane, Elizabeth e o boneco lerem diversos livros guardados no porão do bar — nunca havia visto a mulher pedir ao homem, mas se fosse preciso, a princesa quebraria qualquer barreira social para ficar ao lado do capitão dos Pecados.

— Elizabeth, está me ouvindo? — Chamou a voz que tanto assombrava os seus pensamentos. O toque suave na mão da jovem a fez olhá-lo de esgueira, observando seus fios bagunçados e dourados mais escuros do que o natural, sabia que quando eles estivessem totalmente secos estariam macios e sedosos, como sempre foram. O olhar esmeraldino do loiro era direcionados ao safira da mulher, deixando-a hipnotizada por vários segundos, a princesa poderia passar horas apenas observando aquele homem, não se cansaria nem um pouco.

— D-Desculpe, estava viajando no mundo da lua. O que disse? — Perguntou confusa. O barista sorriu ao receber uma resposta clara da mulher, deixando ela com um leve rubor nas bochechas. Meliodas era bonito, muito bonito, quando sorria.

— Perguntei se você estava bem, vi que você estava bem avoada hoje no bar. — Comentou ele. Flashbacks do desastre que foi o dia de hoje apareceram de supetão na mente da princesa. Várias canecas de cerveja e bandejas com a comida divina do Pecado da Raposa, Ban, espatifados no chão de madeira da taberna. Se sentia uma tola por ter disperdiçado tanta comida e bebida derrubando tudo de encontro ao chão, mas ela realmente estava muito distraída para ficar remoendo esses erros que cometeu. Passaria essa vergonha uma outra hora.

— Deve ser a enchaqueca que estava mais cedo, já estou melhor. — Formulou a desculpa o mais rápido e convincente que conseguiu. — Obrigada por se preocupar, Sr. Meliodas.

— Sempre irei, Ellie.

Os dois se encaravam com sorrisos fofos grudados nos lábios, aquela parecia a oportunidade perfeita para Elizabeth, mas só parecia mesmo, pois o loiro logo se virou para retirar a camisa de botões que outrora usava. Desde que fizeram amor pela primeira vez, Meliodas havia se desfeito do hábito de dormir com camisa, pois ele diz que se decidirem repetir a dose das outras noites que passaram juntos, irá ser muito mais prático sem aquela peça de roupa. Elizabeth tinha que concordar, era difícil se concentrar em desabotoar a veste quando está tão imersa nos prazeres que o galego lhe proporcionava.

O barista se levantou para pendurar sua camisa em um suporte fixado ao lado da porta de entrada do quarto, que estava devidamente trancada para o casal de amantes não receberem a visita de um certo porquinho falante, que mesmo com os alertas de Elizabeth que não era mais necessário, insistia em querer amarrar o demônio. Apenas por segurança, segundo o rosado. Enquanto o loiro pendurava a camisa, Elizabeth se pôs a analisar mais uma entre milhares de vezes a tatuagem da besta no braço de Meliodas. Aquele símbolo que para muitos do reino era sinal de perigo e alarde, para ela era sinal de paz e salvação.

Percebendo o olhar da Deusa renascida sobre o desenho gravado em seu braço, Meliodas pôs-se a sorrir alegre enquanto se aproximava da cama.

— As vezes penso o que aconteceria se eu a deixá-se visível, provavelmente nunca mais receberia nenhum cliente, nishishi. — Comentou ele, se divertido com o olhar de Elizabeth sobre si.

— Não entendo o do porquê todos sentem medo de quando ela está visível, sei que o reino está sob o controle dos cavaleiros sagrados, mas eles nem se deram ao trabalho de saber como você, ou como os outros Pecado são. — Disserta a princesa, com os olhos já fixos nos olhos de Meliodas novamente. Ele solta um riso nasalado, achando graça na fala da Deusa.

— Nem todos tem a coragem de buscar saber sobre as coisas do mundo, Elizabeth. — Revelou o óbvio. — E também, eu e os outros Pecados somos perigosos quando queremos. Não é atoa que sou chamado de O Dragão dos Pecados.

A branquela riu.

— Mesmo que você seja O Dragão dos Pecados, não acho que você conseguiria fazer algo de mal, mesmo que quisesse. — Opinou Elizabeth entre risos.

— É mesmo? — Perguntou o loiro de forma retórica, fazendo um sorriso com teor malicioso crescer em seus lábios. O barista empurra levemente a princesa, fazendo-a deitar enquanto ficava por cima, apoiando seus antebraços ao lado da cabeça da jovem. As bochechas pálidas da prateada se tornaram rubras pela aproximação exagerada entre seus rostos. — E se eu deixasse a princesa de Liones presa desse jeito, é algo mal o suficiente? — Perguntou enquanto distribuía beijos rápidos e molhados pelo pescoço da princesa, causando-a uma pequena onda de cossegás e uma crise de risos contida.

— Pare! Isso faz cossegás! — Disse procurando alguma forma de escapar dos beijos do galego para conseguir respirar com clareza.

— Prendê-la em meus braços desse jeito, para nunca mais conseguir fugir de mim. — Continuou com seu "ato de maldade" ignorando completamente o desespero cômico da mulher abaixo de si. A abraçou de forma desajeitada, enquanto descansa sua cabeça na curvatura do pescoço de sua princesa, não parando de distribuir seus beijos pelo pescoço branquelo, apenas diminuindo a velocidade, dando assim a permissão para a terceira alteza do reino respirar sem qualquer dificuldade.

— Normalmente nos contos de fadas, o dragão sempre prende a princesa no topo de uma torre, não em seus braços. — Debochou retribuindo o abraço que lhe era dado. Nessa semana, além de ficar bem mais próxima de Meliodas, pereceu ter deixado de lado um pouco da sua timidez de lado quando estava a sós com o loiro, mas só um pouco mesmo.

— Não confio em torres para guardar o que é precioso para mim, é por isso que o dragão sempre se ferra no fim. — Rebateu o demônio, voltando a sua posição anterior, com os antebraços ao lado da cabeça da princesa, assim a encarando no fundo dos olhos. O coração da jovem pulava contra o seu peito, parecia dançar de alegria, as bochechas mais uma vez foram tomadas pelo rubor, mas um sorriso convencido se apossou dos lábios da donzela.

— De qualquer forma, alguma hora um príncipe virá me resgatar. É o que contam as histórias.

— Realmente, mas você pode fazer a sua própria história, minha princesa. Quer que um príncipe venha e te salve? — Perguntou com um olhar debochado sob a faceta da mulher. Sabia que ela provavelmente iria querer um príncipe encantado direto dos contos de fadas, e nem que custasse sua vida, ele se tornaria esse príncipe.

A terceira princesa colocou o indicador em seu queixo, fingindo pensar.

— Não, eu realmente vou querer ficar com o dragão. — Respondeu-o entre risos.

Era aquilo que ele mais amava nela; ela não julgava as pessoas por seus títulos, mesmo o mais alto e honravél dos príncipes poderia ser rebaixado as sobras do Hawk por ela se seu coração não fosse bom. Elizabeth julgava os outros pelas atitudes, e isso era um de seus intermináveis charmes.

De forma breve e apaixonada, os lábios do casal de amantes se juntaram, causando um atrito elétrico pela diferença de temperatura. Elizabeth segurou nos ombros do barista e o puxou para mais perto de si, colando os corpos na medida do possível. O selinho casto se tornou um beijo completamente lascivo ao Dragão dos Pecados pedir passagem com a língua e ela permitir. As línguas batalhavam por espaço com pressa, deixando a branquela um pouco desnorteada com aquela intensidade. As mãos pálidas da princesa foram de encontro com o rosto um tanto bronzeado do loiro, fazendo um leve carinho que ocasionou em um loiro sorrir bobo entre o beijo.

Desconectando-se dos lábios de sua princesa, Meliodas passou a distribuir beijos e chupões pelo pescoço delgado da mulher. Ao chegar próximo ao ouvido da princesa, sussurrou de forma rouca:

— Em diversas histórias o dragão acaba por comer a princesa, e pelo o que parece, isso irá se repetir aqui.

A prateada não conseguiu encontrar palavras para responder o loiro, apenas conseguiu suspirar pesarosamente ao sentir um leve aperto em seu seio direito coberto pela sua camisola cor-de-rosa. O barista começou a trilhar beijos e chupões pelo o pescoço pálido da Deusa renascida, fazendo-o ficar com algumas marcas avermelhadas bem nítidas pelo tom de pele leitoso dela, as mãos fortes do Pecado acariciavam as costas, a cintura, os seios, os ombros, o pescoço e as bochechas, causando arrepios gostosos pelo corpo da princesa, mais uma vez ela estava se sentindo amada.

O Dragão dos Pecados ajudou a donzela a se sentar na cama, facilitando a retirada da bela camisola que ela outrora usava, deixando o corpo da princesa quase que completamente nú, se não fosse pela calcinha de rendas branca. O galego se encontrava admirando mais uma vez o corpo curvíneo da filha renegada da Suprema Divindade, aquela por quem se apaixonou a três mil anos atrás e por quem até hoje cultivava esse amor proibido.

Fixou seus olhos esmeraldinos naqueles olhos oceânicos dela, que permanecia observando atentamente seu torço desnudo, principalmente a tatuagem da fera em seu braço. Uma risada gostosa saiu de seus lábios e se pôs novamente contra o corpo da princesa, sentindo os mamilos róseos criarem atrito com o seu peito, acarretando em arrepios em ambos os corpos.

Os lábios outra vez se chocaram de forma carinhosa para a alegria dos oito corações palpitantes, os sete dele apenas batendo para ela e o único que ela tinha o amando incondicionalmente. O amor que os dois sentiam era palpável no ar, e isso ninguém poderia negar, nem mesmo o próprio Rei Demônio e a Divindade Suprema, aqueles que amaldiçoaram os amantes apaixonados a aquelas cruéis maldições.

A donzela prateada estava sentada sob o colo do seu amado Pecado Capital, o culpado por seu batimento cardiaco acelerado e o constante rubor em suas bochechas. Beijava-o tentando transpassar todo o amor de dentro do seu coração, e ele fazia o mesmo, eles se abraçavam e se amassavam com agilidade, ocasionando em reboladas involuntárias da parte de Elizabeth, revertendo em excitação para ambos os dois. Os dedos finos de Elizabeth se afundaram nos fios loiros agora secos, provando de sua maciez e os puxando leve e delicadamente fazendo Meliodas suspirar entre o beijo fogoso.

Os lábios do galego se encontravam novamente rente ao pescoço da princesa, que puxou com um pouco mais de força os cabelos do Pecado ao sentir o forte chupão que ele deixava em si. Sabia que, ao fim de noite, estaria completamente marcada pelos lábios de Meliodas, e não reclamaria de nenhum jeito.

— S-Sr Meliodas! — Exclamou surpresa ao sentir as mãos fortes do barista descerem pela sua barriga e chegarem até a sua intimidade, que ainda era protegida pela calcinha de rendas. Os movimentos repetidos e circulares começaram a serem feitos pelo loiro na intimidade molhada da bela princesa, que se encontrava envolvida pelo prazer que aquele estimulo lhe dava.

— Shh. Não queremos acordar os outros Pecados, não? — Perguntou retórico com um sorriso estampado no rosto enquanto encarava a imensidão azul nos olhos de Elizabeth.

A donzela não tardou para provocar o barista também, assim como ele fazia consigo. Começou a rebolar em seu colo, onde sentia nitidamente o membro do demônio loiro pulsar "animado" por debaixo do fino tecido da bermuda e da box negra. Os olhos azuis explodiam em sentimentos, assim como os esmeraldas do homem abaixo de si, os amantes novamente se abraçaram, colando as testas com pequenos vestígios de suor não parando em nenhum momento de se encararem.

Rapidamente o rapaz segurou os glúteos fartos da moça, ditando os movimentos que ela outrora fazia independentemente. A mulher suspirou e fechou os olhos para aproveitar melhor das sensações.

Os dois amantes suspiravam estaseados pelo desejo e o amor que os dois sentiam um pelo outro. Meliodas foi ligeiro ao segurar pelas laterais do tecido rendado da calcinha de Elizabeth e rasgar, deixando a bela calcinha destruída. A princesa soltou um "ahh" em frustração e o Pecado só pôde rir.

O barista segurou na cintura fina da moça nua outrora rebolando em seu colo e a colocou sentada na cama, logo ele se colocou de joelhos sob o colchão e começou a desabotoar os botões de sua bermuda, assim a retirando junto a peça intima, deixando seu corpo totalmente nú para o deleite da donzela a sua frente, que praticamente babava ao encarar o Pecado nú a sua frente.

— Apreciando a vista, minha princesa? — Perguntou rouco com um sorriso sacana em seus lábios finos. A prateada, percebendo que tarava demais o corpo atlético do barista, corou um pouco, fazendo o belo Pecado dar uma gargalhada gostosa.

Sem mais esperar, a princesa voltou para o colo do amante, ainda um pouco constrangida. Os dois se encaravam com as pupilas dos olhos dilatadas, explodindo em sentimentos, a marca demoníaca já ameaçava a aparecer no rosto esbelto do barista, mas nem por isso ela teve medo. Ela o amava. Já não importava se ele fosse um cavaleiro, um dragão ou um demônio, ela apenas queria o seu tão amado Meliodas junto a si.

Ela levantou um pouco o quadril para eles finalmente se unirem em um mais uma vez, o loiro pincelou seu membro na intimidade rosada de Elizabeth, fazendo-a ter espasmos naquela região. Lentamente, Meliodas foi se empurrando para dentro da princesa, que apertava o membro do barista com sua intimidade. Ao estarem totalmente conectados a donzela e o barista gemeram em coro, deixando seus desejos um pelo outro transparecerem.

A princesa se apoiou nos ombros do demônio loiro e começou a se movimentar de cima para baixo, deixando o membro dotado dele deslizar pelas suas paredes internas. Já ele segurou a cintura delgada da mulher, a encorajando de continuar aqueles movimento enlouquecedores para ambos.

Quem estava do lado de fora do quarto não conseguiria ouvir nada, nem imaginaria que ao adentrar o quarto do capitão dos Pecados e a princesa de Liones encontraria os dois se envolvendo daquela forma tão íntima e prazerosa. Os movimentos de Elizabeth iam aumentando a medida que a excitação dos dois crescia, o som dos dois corpos se chocando apenas esquentava o clima do quarto, mesmo com o vento gélido que passava pela janela presente no quarto, os dois estavam com seus corpos escorrendo de suor e os corações derretendo em amor.

De uma forma um tanto bruta, o loiro a jogou contra o colchão, ficando por cima dela distribuindo beijos e chupões em seu pescoço, voltando a se enterrar na donzela depois de pouco tempo. A princesa abraçava o pescoço do barista desajeitadamente, trazendo-o para mais perto de si enquanto desfrutava do prazer que era ter ele se afundando em seu interior.

Minutos se passaram voando para os amantes apaixonados, nem mesmo ligavam mais para se o resto dos Pecados hospedados no bar ouviriam os gemidos e o barulho da cama batendo contra a parede, para eles estavam totalmente a sós no mundo, não existia Pecados, clãs, guerras, apenas os dois se amando e deixando juras de amor sussurradas no pé do ouvido um do outro.

Os dois, já inertes pelo prazer, finalmente chegaram ao seu estado de exaustão assim que se derramaram, o Pecado tomou todo o cuidado do mundo para não gozar dentro da vagina da moça, e acabou por se derramar na coxa torneada da princesa de Liones. Não poderia arriscar, não podia ser pai naquele momento, havia as maldições para serem quebradas, apesar de desejar ter sua vida com Elizabeth, experimentando cada experiência do casório e da paternidade, precisava ter a certeza de que nada acontecesse com ela, para poder ficar finalmente em paz.

Ele se deitou ao lado da princesa de barriga para cima, sorrindo como um bobo vendo ela se virando para ficar de bruços no colchão. Havia reparado nessa mania dela.

Ela o olhou com um sorriso radiante preso nos lábios, segurou a mão dele que descansava atirada ao lado da cabeça de ambos. Ele apertou a mão dela com um carinho descomunal para ter a certeza de que tudo aquilo era real, que ela estava alí e bem. A princesa retribuiu o aperto, como um apelo aos céus para que aquele homem ficasse ao seu lado.

Derrepente, a mente da donzela é tomada pelo pensamento de ter se esquecido de seu objetivo principal; perguntar ao loiro sobre o relacionamento que teriam. Os olhos azuis se arregalaram em descrença de si mesma, como era distraída.

— O que aconteceu? Ficou pálida derrepente. — Questionou ele. A princesa já não sabia como despistar a pergunta do Pecado, então ela escondeu seu rosto atrás das mãos unidas e se preparou para dizer o que andava atormentando a sua mente.

— O que nós somos, Meliodas? Amantes ou um possível casal? Eu não faço ideia do que somos agora e o que seremos depois dessa conversa. — O barista iria dizer algo, mas foi interrompido por mais uma revelação vinda da princesa: — E eu não estava com enxaqueca hoje cedo como disse antes, estava com a mente lotada de perguntas como essas que eu te fiz. — Disse envergonhada por admitir que mentiu para ele, alguns segundos se passaram em silêncio e ela decidiu retirar as mãos entrelaçados da frente de seu rosto, revelando um Pecado com um sorriso apaixonado nis lábios, o que a fez corar um pouco.

Ele se virou de lado e se aproximou do rosto corado.

— Por mim nós já somos um casal, e por você minha princesa?

Um sorriso leve se apossou do rosto delicado da terceira alteza de Liones, por fora ela parecia feliz pela resposta vinda do barista, mas por dentro ela parecia fogos de artifícios explodindo em felicidade. Se virou de lado e o abraçou com ternura.

— Por mim eu vou ser a garota mais feliz ao seu lado. — Disse selando os lábios aos dele, sentindo-o sorrir terno. Derrepente, o terno se tornou malicioso, a virando de costas para o colchão novamente e ficando por cima.

— Odeio estragar esse momento fofo entre nós, mas o seu dragão aqui ainda não ficou totalmente satisfeito. — Disse rouco acompanhando pelo sorriso e olhar malicioso passando pelo corpo da princesa, a deixando acesa novamente.

E aquela seria mais uma longa noite de amores entre a terceira princesa de Liones e o Dragão dos Pecados.


Notas Finais


3520 palavras, acho que nuncaescrevi algo tão grande. :0


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