História O Duque e Eu - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Drama, Duque, Festa, Jungkook, Romance, Romance Histórico
Visualizações 99
Palavras 2.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, olá.
Bem, como eu havia dito no comunicado: ainda estou em hiatus, mas sempre que a inspiração batesse eu iria escrever e postar. Pois bem, cá estou.

Apenas relembrando:

1: estou de HIATUS por tempo INDETERMINADO.

2: minha faculdade exige muito de mim e eu estou com alguns outros projetos que também requerem tempo. Esses projetos são exclusivamente para meu crescimento pessoal, então me recuso a abrir mão deles.

3: estou passando por uma fase de amadurecimento, onde estou mudando posições e pensamentos, por isso não consigo escrever fanfics como antes. No momento, eu me encontro extremamente infeliz com as coisas que escrevi/escrevo, portanto gostaria de pedir que compreendessem meu lado de autora e não se chateassem por eu entrar em hiatus. Esse hiatus servirá para que eu consiga continuar escrevendo fics maravilhosas e entregando capítulos com conteúdo e boa escrita para vocês.

4: eu não desisti dessa fanfic. Repito: EU NÃO DESISTI DESSA FANFIC.

5: um de meus projetos pessoais me restringirá ao tempo e uso da internet nesse final de ano, então, provavelmente se eu conseguir escrever alguma coisa (e gostar do que eu escrevi) vou postar, mas não espere que eu mantenha um ritmo ou volte totalmente.

Então é isso. Gostaria que todas vocês tentassem me entender e não se chateassem.

Capítulo 8 - Octo


Paris, 1821

Lorde Tolouse assistia a cena com absoluto encanto. Ver três Bedwyins em ação deixava este tipo de sentimento nos telespectadores. Marie Charlotte estava suja de grama, carregando os sapatos na mão e usando a melhor expressão de piedade que já vira uma garota fazer; Leonie teria chorado se a encarasse naquele momento. Wulfric e Colin pareciam prestes a explodir, e Jungkook provavelmente fora possuído por algum bárbaro, visto o tanto que gesticulava e falava rápido, a veia do pescoço quase saltando. Era realmente magnífico.

-Talvez devêssemos intervir. – Baxter tocou a manga do vestido da irmã. – eles não parecem estar sendo educados com Lottie.

-E pensar que eu estava do lado de Lorde Beaufort. – Viola suspirou. – deveria ter batido nele com mais força aquela vez. – ela maneou a cabeça. – como fazemos para entrar ali?

-É um jardim de inverno, Srta. Groen, portando devemos destrancar a porta... Só que ela está trancada por dentro, então apenas nos resta observar através das janelas. – Vere deu de ombros. – eu tenho certeza que Lady Marie está bem. Jungkook e seus irmãos só estão furiosos por ela ter sumido. É perfeitamente aceitável, hm?!

-Ele não tem esse direito. – Viola cruzou os braços, aborrecida.

-Claro que tem! Ele é o noivo dela.

-Ah milorde, mesmo? O senhor ainda não notou que era tudo uma farsa?!

-Viola! – Baxter arregalou os olhos.

Vere ergueu uma sobrancelha, o único indício que tinha ouvido a confissão de Viola e que estava surpreso com aquilo. Bem, não deveria, já que Lorde Beau tinha sua extensa parcela de escândalos e enrascadas. Mas, usar uma dama de nome para sua bagunça era novidade.

-Se a senhorita for muito amável e me explicar isto melhor... – Vere sorriu educado.

Mas Viola não teve tempo. A porta se abriu e Marie saiu de lá correndo, enquanto Wulfric e Colin pareciam ter lutado com um dragão, e Jungkook parecia exasperado... No mínimo, ofendido. Os irmãos Groen e o conde se limitaram a olhá-los.

-Temos tudo controlado. – Colin forçou um sorriso.

-Milorde, acho que irei fazer companhia à Lottie. – Viola se curvou, desculpando-se.

-É melhor que vá mesmo. – Wulfric assentiu. – consegue trazê-la para o jantar?

-Ele será servido quando desejarem, Riverdale. – Vere deu de ombros. – posso pedir para servir as meninas no salão azul, assim ficarão em privacidade.

-É uma ideia excelente, milorde. – Viola concordou. – com licença, cavalheiros.

Uma vez sozinhos, Vere olhou para o amigo e ergueu uma sobrancelha inquisidora. Se ele achava que comeria e beberia à vontade sem contar o que havia se passado com Marie, bem, ele estava bastante errado. Não é que Vere fosse uma daquelas damas fofoqueiras, mas havia sido enganado nessa história e merecia, no mínimo, alguma explicação.

-Pois bem, Kook, comece a falar. – indicou.

-Que tal um pouco de conhaque antes? – Colin se adiantou para o corredor, querendo logo chegar ao salão de jantar e deixar que Jungkook contasse o desfecho do dia.

Baxter, por ser mais novo, disse que preferia jantar na cozinha e deixou os adultos sozinhos para suas conversas. Depois que cada lorde se sentou, um mordomo entrou e conversou rapidamente com Vere, enquanto seu patrão lhe dava algumas instruções.

-Faremos um jantar informal, visto que as senhoritas se ausentaram. Alguém se impõe à servir-se sozinho? – ninguém disse nada. – pois bem, então assim faremos.

O mordomo saiu e eles estavam sozinhos novamente.

-Pode começar, Jungkook. Temos a noite toda. – Vere ergueu seu copo.

Jungkook bufou, sem muita paciência para as ironias de Tolouse. Ele estava um misto de raiva e ultraje. Seu ego masculino fora ferido repetidas vezes em frente a dois homens que muito admirava e a culpada de tudo isso foi uma dama a quem ele esteve ajudando por dias! Ora, havia a livrado de um escândalo com a sociedade inglesa... E ela lhe agradecia sendo uma garota rude e egoísta?! O que diabos queria insinuar com “Não me casarei com ele!”? Obviamente se casaria com ele. Não havia como manter a reputação de Marie intacta caso o rumor se espalhasse que andou por Paris toda na companhia do duque e que ele havia lhe apresentado como sua noiva. Isso Colin e Wulfric entenderam muito bem, mas Marie Charlotte havia dado um escândalo e rechaçado cada comentário dos irmãos.

Por acaso era uma punição se casar com ele?

 

Os salões de Rouergue Maison eram muito bem decorados. O salão azul, onde serviram o jantar para Marie e Viola, não era exceção. Ele possuía móveis amplos e limpos, com belos estofados e uma iluminação excelente. Viola não disse nada até que houvessem se servido do jantar, e Marie agradeceu os segundos de silêncio.

-O que houve? – foi uma pergunta simples, mas coberta de preocupação.

-Novamente querem decidir por mim. – ela suspirou. – estão me obrigando a me casar com Lorde Beaufort mesmo eu tendo dito que me encerraria no campo assim que voltássemos.

-Mas Lottie... – Viola levou uma mão à boca, em surpresa. – se você fosse para o campo, todos saberiam do escândalo e você nunca mais frequentaria um baile!

-Não tenho interesse em bailes, Viola.

-Lorde Beaufort não aceitou se casar com você?

-Ele nem mesmo propôs casamento, Viola. Só usamos essa desculpa para podermos ficar em Paris sem problemas, porém o tiro saiu pela culatra. Eles dizem que se eu não fizer isto e o rumor se espalhar em Londres, aí sim verei minha reputação em pedaços. – Marie se serviu com um pouco de vinho. – estou cansada de ter que viver para uma reputação imaginária, compreende? Ficar em cima de um pedestal sem viver... Essa viagem a Paris foi minha primeira aventura, e mesmo nos piores momentos, eu me senti tão viva!

-Sei que sim, Lottie. Mas, Lorde Beaufort não a proibiria de viver aventuras. Aliás, aposto que pagaria todas suas viagens e a deixaria em lugares luxuosos e seguros por todo o continente!

-Sim, claro, mas... – Marie não queria explicar porque não se casaria com ele.

Como expor que estava se sentindo usada?

Jungkook precisava de uma duquesa. E ela era uma solteirona! A sociedade inteira falaria sobre como eles só se casaram por interesse, que ele provavelmente ainda teria uma dúzia de amantes e Marie acabaria encerrada ao campo de qualquer modo... Que não haveria amor.

Por Deus, sentia-se estúpida.

É claro que queria se casar por amor! Não era esse o real motivo de nunca ter se casado?! Então, por que justo agora queriam lhe forçar a um matrimônio sem paixão?

E provavelmente o amor nunca viria.

Ela sempre se sentiria desconfortável perto de Jungkook. Sempre achando que não seria boa o suficiente, que ele deveria estar se encontrando com outras mulheres... Até mesmo outras aristocratas. Marie continuaria numa vida presa às regras e condições, e teria que se contentar com ter saboreado uma aventura longínqua. Preferia continuar solteira.

-Serei infeliz. – comentou baixo. – serei infeliz do início ao fim.

Viola reconheceu o tom depreciativo na voz da amiga, mas não soube como respondê-la. Já havia ouvido histórias do infame Lorde Beau, e conseguia imaginar umas três ou quatro razões pelas quais Marie abriria mão de um casamento com um duque rico e influente como ele. Isso ia além do orgulho feminino... Tinha mais a ver com o amor próprio.

-Pois não se case, então. Venha morar comigo e com Baxter! – Viola tentou animá-la. – Lorde Tolouse nos contou o que ficou resolvido, e assim que juntarmos dinheiro para uma casinha, eu lhe enviarei uma carta e você virá para morar conosco. Que tal?

-Parece-me excelente. – Marie sorriu fraco. – assim posso me despedir de papai e mamãe. E de meus irmãos e de meu sobrinho querido... E de Olivia.

-Podemos pensar nisso mais para frente, sim? Enquanto comemos, que tal me contar quais aventuras viveu hoje?! Por onde andou sozinha? Como foi? – Viola perguntou curiosa, satisfeita por ver um brilho de diversão nos olhos de Marie.

●●●

Londres, 1821

A expressão de Marie ao descer da carruagem e encarar sua casa não acalentou o coração da família, que a esperava na porta. Ela continuava magoada com os irmãos, apesar de eles terem ficado com ela até que os Groen estivessem realmente bem. Até Olivia, que agora morava em sua casa devido ao casamento com Wulfric, pareceu confusa pela carranca de Marie.

-Oh, querida, ficamos todos tão preocupados! – sua mãe a abraçou com força.

-Estou bem, mamãe. – Marie a assegurou.

-Oh, Jungkook, obrigada por tê-la encontrado! Obrigada por tudo! Serei eternamente grata; não sei como agradecê-lo suficientemente! – a marquesa o saudou com um sorriso lindo, que lembrava muito ao de Marie Charlotte. – ao menos aceite jantar conosco hoje.

Kook sabia que o certo era deixá-los sozinhos para curtirem a filha, porém precisava ter aos marqueses do seu lado na história o quão rápido conseguisse. Seria um canalha ao pedir à mão de Marie diretamente para Lorde Riverdale, mas ela não o deixava escolha.

 

Marie notou uma diferença estranha no momento em que os cavalheiros se ausentaram para tomar o Porto. Ninguém seguia para a biblioteca, mas sim para o escritório de seu pai. Ela não pôde ficar para espionar, visto que sua mãe lhe arrastou até o quarto e iniciou um sermão sobre o quão preocupada e desesperada havia ficado. Involuntariamente, Marie sorriu. Sentiria falta da mãe assim que se mudasse para Paris, porque ela não a visitaria lá. Lady Riverdale ficaria em pedaços com a fuga da filha (outra vez). Mas, Marie estava disposta a se livrar de um casamento sem amor. Ela encarou uma vida de solteirona, em quê a ruína poderia ser pior? Em absolutamente nada. Olivia, sua amiga querida, bateu a porta do quarto logo após sua mãe a deixar sozinha, porque estava cansada das grandes emoções que o dia trouxe.

-Acho que podemos conversar de verdade agora. – Olivia tocou sua mão. – tenho tantas perguntas para fazer! É certo que nos trouxe o caos, mas estou curiosíssima!

Marie não levou dois segundos para desatar a falar. Ela contou tudo o que se passou na viagem, desde o momento em que Lorde Volkan a encontrou no baile até o momento em que sua mãe deixou o quarto. Olivia acompanhava a história com pura diversão, fazendo comentários em certas partes e reagindo com surpresa ou graça.

-Supõe-se que devo me casar, então, com Lorde Beaufort.

-Sim, supõe-se. – Olivia assentiu. – o ouvi dizer o mesmo a seu pai no escritório.

-O que disse? – Marie arregalou os olhos.

-Bem, estava subindo para encontrá-la quando passei pela frente e o escutei. É interessante que tenha passado naquele preciso segundo, mas foi o que aconteceu. Seu pai não parecia muito interessado nas razões que ele propôs até ouvir que “a havia comprometido”. Logo após houve um barulho alto e Wulfric brigou com Colin, enquanto Lorde Beaufort dizia “que havia sido apenas um beijo”. – ela riu baixo. – acredito que Colin o acertou no rosto! Depois, eu não pude ouvir mais nada, porque eles começaram a conversar ao mesmo tempo.

Jungkook havia contado que a beijara para seu pai.

Ele havia estragado tudo!

Jungkook Somerset Jeon era o patife mais horrível que tivera o desprazer de conhecer.

E Marie o odiaria para sempre...

Ou tentaria bastante.

-É claro que o canalha o fez! – resmungou se levantando de súbito. – vá, Olivia, dê-me meu chapéu. – pediu enquanto se punha a procurar as botas de cavalgar.

-Para que precisa do chapéu? O que está fazendo?

-O que estou fazendo, Oli? Bom, estou me preparando para matar Lorde Beaufort. Vou a casa dele e farei um escândalo. – ela rosnou. – quem Sua Graça acha que é para estragar minha vida de modo irreparável?! Ele sempre sai com a dele, mas hoje será diferente!

Sem paciência para esperar o chapéu, Marie Charlotte trocou seus sapatos pelas botas (Luke havia lhe dito que chutes com elas doíam bem mais) e saiu do quarto, trovejando. A casa de Lorde Beaufort não era tão longe da sua, então não havia necessidade de buscar um cavalo, mas, para não ser interrompida, Marie correu com toda sua energia e raiva. Muita raiva. Estava cansada das pessoas tomarem decisões por ela, como se vivessem por ela! Se estava condenada à ruína, a abraçaria com força. Que ao menos fosse arruinada por vontade própria.

Ao virar a esquina, Marie se deparou com o cabriolé de Jungkook. Sem perder tempo, ela se enfiou na frente do veículo e engoliu todo o medo quando os cavalos empinaram.

-Você enlouqueceu?! – Kook rosnou enquanto tentava acalmar os baios.

-Eu sou quem necessito perguntá-lo! Está tentando me provar que deseja viver em um manicômio? – ela ofegou. – com que direito achou possuir para ter contado ao meu pai de Paris?!

-O que disse? – ele desceu do cabriolé, indignado. A maldita garota quase se matava para tirar satisfações de algo que ambos sabiam ser necessário?!

-Sua Graça ouviu bem o que eu disse! – Marie cuspiu.

-Qual é seu problema, Marie Charlotte? O ar de Londres a está deixando sensível, milady?

Irritada pela ironia, Marie começou a estapeá-lo, murmurando os mais variados palavrões e xingamentos a uma pessoa. Jungkook perdeu as contas de quantos “canalha”, “cafajeste”, “patife” e “monstro horrível” ele ouviu.

-Eu não acredito que fez isso! – outro tapa. – não concebo o quão desagradável Sua Graça pode ser! É realmente a pior pessoa que tive o desprazer de conhecer!

-Se não fizesse, você estaria arruinada. – Kook arregalou os olhos, exasperado.

-Já havia dito que me encerraria no campo, milorde!

-É tão mal que seja minha duquesa? – ele pareceu ofendido.

Marie Charlotte controlou as batidas de seu coração. Em outro momento, quem sabe outra vida, aquelas palavras seriam tudo o que desejaria ouvir. Ver Jungkook brigando por sua mão, parecendo desesperado para fazê-la sua... Mas isto ficaria apenas em seus sonhos. Jungkook estava agindo daquele modo para se proteger e para honrar com uma mentira ridícula que inventara. O real problema é que ele não notava o quão fundo a magoava com tal assunto.

Estava ali, então, o que superava sua raiva. Mágoa. Acima de tudo, Marie sentia-se extremamente magoada. Gostava de Jungkook fazia tempos, e, mesmo quando poderia tê-lo, ela nunca o teria de verdade. E isso a magoava como nada a magoara antes.

Três palavras eram o suficiente para afastá-lo para sempre, e Marie necessitou de toda sua coragem para dizê-las, pois, assim que soassem altas, perderia Jungkook.

“Mas como é que se perde alguém que nunca teve, não é mesmo?” Ela pensou.

Suspirando alto, Marie desistiu.

-Não haveria amor. – sua voz cortou o ar.

De todas as desculpas que ele já ouvira, aquela era a mais dolorosa. Ela era a pior, porque era a verdade. Marie Charlotte queria amor; deixara-o explícito diversas vezes. E Jungkook não poderia lhe dar amor. Jungkook não queria lhe dar amor, porque não queria se casar absolutamente. Entretanto, ele jamais saberia explicar porque seu coração doera tanto quando a ouvira dizer o óbvio. Por um momento, ele desejou mentir que tudo se ajeitaria, mas sabia que deveria ser o mínimo cavalheiro e não iludi-la daquele modo.

●●●

The Nobility, Londres, 1821

Londres respira novamente! Lorde Beau foi visto em Riverdale House noite passada. Isto implica que nosso duque favorito está de volta à cidade... E esperamos que seja para ficar (ao menos até o fim da temporada)! Será que atenderá ao baile dos Southwest? Confesso estar com saudades de suas roupas impecavelmente pretas e de sua aparência devastadora.

Entretanto, um mistério ainda permanece: Onde está Lady Riverdale? Ainda não se curou da tuberculose? E por que Sua Majestade Valtersen não a esperou?

Bem, queridos leitores, nós teremos que esperar mais alguns dias para descobrir.

Marie Charlotte sorriu sem humor, não podendo dar atenção alguma ao folhetim. O barulho da carruagem do correio preencheu a manhã nublada e Marie amassou o jornal, preparando-se para entrar nela. Dessa vez, ela iria para a Itália. E de lá, para o resto do mundo.


Notas Finais


Beijos e desejo à vocês um ótimo final de ano (provavelmente não aparecerei mais nessa fanfic até 2018).
Obrigada <3


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