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História O Encanto da Cerejeira - Capítulo 157


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Capítulo 157 - Capítulo 57 - GAARA - Os sentimentos dele


Sakura ainda está estática sem saber se realmente está vendo isso.

—        O-o que está fazendo aqui?

—        Preciso falar com você.

—        Não temos nada para conversar.

Ela fecha a porta, mas o pé do ruivo a impede de ser fechada por completo.

—        Pode fazer o que quiser quando eu acabar, mas só vou sair daqui depois que me ouvir.

—        São quatro horas da manhã, não quero falar com você.

—        Não precisa, apenas me ouça.

Sakura afrouxa a mão e isso faz o ruivo tirar o pé do vão. Ao ver isso Sakura empurra a porta e a tranca. Logo ela ouve uma batida forte que a assusta.

—        Sakura.

—        Vá embora. Não quero ouvir nada que venha de você.

Ela consegue ouvi-lo suspirar.

—        Não estou com a Akemi.

Isso a surpreende, suas mãos ainda estão apoiadas na porta, uma segura a maçaneta, a outra toca a madeira fria. Do outro lado da porta o ruivo toca a testa na superfície amadeirada. Seus olhos estão fechados e ele solta mais um suspiro.

—        Quando Akemi me mandou mensagem eu não queria falar com ela, por isso passei a evitar meu celular. Seria mais fácil se apenas a tivesse bloqueado, mas a conheço bem o suficiente para saber que não desistiria e continuaria me mandando mensagem de números diferentes até conseguir falar comigo, por isso apenas a ignorei. Infelizmente isso também me fazia ignorar você, mas não foi apenas por causa disso que eu estava te evitando. Ela foi o amor da minha vida, eu não sabia o quanto ainda me afetava e a facilidade com que conversávamos me lembrava ela, então apenas evitei contato com você. Naquele dia eu recebi mais uma mensagem dela me dizendo que tinha voltado para Konoha e que queria falar comigo. Sabia que ela não desistiria, então aceitei e a recebi na minha casa. Nós apenas conversamos, eu juro pra você que foi apenas isso. Akemi acabou derrubando um pouco de bebida na roupa e como estava com a mala decidiu se trocar no meu apartamento, ela demorou e quando fui ver o motivo a vi com uma das minhas camisas. Quando você chegou eu estava em uma ligação com a Temari, ela me ligou para perguntar porque eu estava te evitando, mas eu apenas desliguei. Ao voltar para a sala você estava lá. Eu devia ter ido atrás de você sem hesitar para explicar o que estava acontecendo, mas quando sai já era tarde demais.

Ele solta mais um suspiro.

—        Não te procurei depois daquilo porque precisava saber como a presença dela me afetava. Descobri na terça, descobri que já não sentia nada por ela, porque era você que atormentava meus pensamentos, era com você que eu queria estar. Era isso que eu deveria dizer quando vim aqui na última vez, mas depois de te ver sofrendo tanto por minha causa, travei. Quando me recuperei e voltei a falar percebi que nada do que dizia parecia verdade para você, naquele momento qualquer merda que saísse da minha boca era apenas uma forma de te dizer como eu estava com pena de você, porque era assim que você via. Eu deveria ter insistido, eu devia. Mas fui um covarde, sinto muito.

Há silêncio dos dois lados, Gaara não sabe se Sakura ainda está do outro lado da porta, ela poderia simplesmente ter ido dormir, provavelmente está cansada pelo dia que teve, não seria tão surpreendente assim, mas ele quer que ela esteja ali, quer que tenha ouvido cada palavra que disse, mas mais que isso, quer que tenha acreditado.

Ele ouve o barulho da porta sendo destrancada e se surpreende se afastando da madeira.

Uma fresta fina surge e lentamente ela se torna maior. Uma cabeleira rósea aparece na fresta e os olhos jade brilham pelas lágrimas que tem nele.

—        Posso, por favor, entrar?

Sakura abre a porta abrindo espaço para que ele passe e entre, o ruivo passa por ela, mas não se afasta muito virando para observa-la. A Haruno fecha a porta e apoia as mãos sobre ela por algum tempo, Gaara permanece no mesmo lugar observando-a.

Ela não se move e o silêncio perdura por um longo tempo, o único som audível à rosada é seu pulso que parece latejar em sua mente, mas esse som desaparece com um toque. Todo o seu corpo se arrepia ao sentir o toque dos dedos dele sobre sua pele.

Com a mão no braço dela, ele a vira sem pressa e os deixa frente a frente, mas o olhar esverdeado, que ainda leva o brilho das lágrimas sobre si, permanece baixo assim como o rosto da rosada.

—        Eu sinto muito que minha indecisão tenha te machucado, eu queria não ter hesitado, queria não ter te evitado, queria não ter duvidado do que sinto.

Os dedos do ruivo tocam o queixo da rosada erguendo seu rosto para que seus olhos possam observar os dela.

—        Prometo fazer certo dessa vez, você pode me perdoar?

Os lábios rosados se entreabrem, mas nenhum som passa por eles. As lágrimas que apenas davam brilho às belas jades agora escorrem pelo rosto dela.

O ruivo toca suas testas e fecha os olhos, seus dedos que erguiam o rosto da Haruno, agora acariciam a pele delicada.

—        Pode, por favor, me perdoar?

As mãos da rosada se erguem e seguram a camisa dele apertando o tecido, seus olhos focam no rosto a sua frente e erguendo o próprio rosto seus lábios tocam os dele.

A mão que acariciava o rosto de Sakura se encaminha até sua nuca e os dedos dele se entrelaçam aos fios rosados. Seus lábios se abrem e o ruivo pede passagem que é dada a ele, e assim o gosto da rosada logo é sentido. Ele não havia percebido até esse momento, mas sentia saudade desse gosto, até agora apenas se resolver com ela importava, mas nesse momento ele quer senti-la, quer tê-la, quer que ela seja dele e de mais ninguém.

A mão livre do ruivo toca a cintura dela e as da rosada se erguem lentamente até alcançar seu pescoço enlaçando-se entre os fios vermelhos, isso faz Gaara afastar a mão do rosto dela e a direcionar até as costas da rosada abraçando-a e aproximando-a ainda mais de si.

São beijos calmos, saborosos e que conseguem lembrar a eles o quão bom é o gosto um do outro. Quando se afastam, os pares de olhos esverdeados se encontram mas não permanecem focados um sob o outro por muito mais, pois a rosada baixa o olhar ao soltar um longo suspiro.

—        Você me machucou muito.

Seu sussurro apenas o alcança pela proximidade a qual se encontram e o ruivo consegue perceber o toque entristecido no sussurro embargado. As lágrimas, o tom de voz, o olhar que ela leva, tudo isso mostra a ele o quanto a feriu com sua incerteza e covardia e isso faz seu coração se apertar ainda mais dentro do peito.

—        Essa incerteza, - ela continua - ela me afetou de uma maneira que nem posso descrever.

Sakura para de falar mais uma vez. Aos poucos as lágrimas que caem por seu rosto parecem limpar seu coração, parecem purificar seu peito. Ter as mãos dele em sua cintura, mantendo-a perto, relembrar as palavras as quais ouviu a pouco, tudo isso parece dar a paz a qual buscou nesses últimos dias. Ela tinha se esquecido o quão segura se sente ao estar nos braços dele, e quer permanecer aí pela maior quantidade de tempo que puder. É por isso que seu sussurro escapa um pouco mais alto que os anteriores, mas ainda fraco apenas para que ele a escute, como um poema sussurrado ao vento.

—        Mas... Eu perdoo você.

Ouvi-la faz algumas batidas do coração aflito do Sabaku falharem e um grande sorriso surge em seus lábios. Talvez em algum momento de sua vida teve um pico desses de felicidade, mas ele não se lembra. E, mesmo que tenha tido, esse momento é ainda melhor.

Sakura percebe o sorriso nos lábios do ruivo e isso a tranquiliza, porque ele realmente parece estar sendo sincero. Mordendo o lábio inferior, ela fecha os olhos sentindo seu aroma. A rosada não sabe descrever o quanto sentiu falta desse cheiro, do cheiro dele.

Ela volta a focar os olhos jade sobre os dele e recebe um beijo do Sabaku. Seus lábios se tocam em uma delicadeza encantadora, mas aproveitando cada pedaço dos lábios, da língua, do gosto. Aproveitando tudo.

As mãos do ruivo descem até o quadril da rosada e, envolvendo-a em um abraço Gaara a ergue do chão. Sakura ainda o abraça forte, talvez com medo de que isso possa ser um sonho, mas principalmente, para que ele não se afaste. Seus rostos se mantêm próximos e seus beijos não se interrompem em momento algum.

Os passos do ruivo o direcionam até o quarto escuro e ele não demora a deita-la no colchão macio. Por cima dela, Gaara aprofunda o beijo sem pressa, saboreando o gosto em um beijo repleto de amor. Sim, amor não paixão. Não é algo fogoso, algo efêmero, não. Apenas um sentimento puro os envolve, um sentimento bom que preenche seus peitos e arrepia seus corpos.

Sakura leva a mão às costas do Sabaku se agarrando ao tecido ao sentir os beijos dele descerem por seu pescoço. As mãos firmes descem pelo corpo sensual, tocando-a e pressionando seus dedos sobre o tecido, mas logo se encaminham até o zíper responsável por criar essa barreira entre suas mãos e a alva pele.

Gaara desce o zíper devagar ainda beijando a curva do pescoço dela, suas mãos logo iniciam sua tarefa despindo-a de seu lindo vestido e continuam a desnudá-la tirando-lhe seu sutiã, lançando-o para algum canto do quarto.

Com suas pernas entrelaçadas, seus corpos unidos e sentindo os beijos descerem por seu corpo, Sakura arfa. Mas não demora para que algo mais vocalizado ronde o quarto e ele vem em som de gemido quando as mãos dele lhe tocam os seios.

Gaara os acaricia, os estimula enquanto ainda deposita beijos na pele leitosa. Não demora para que, entre suas carícias, ele os sinta endurecer e a pressão que faz sobre eles provoca mais baixos gemidos.

É injusto ser a única a vestir nada mais que sua calcinha, por isso, voltando suas mãos ao peito dele, Sakura também começa a despi-lo e faz os arrepios correrem no corpo do ruivo que sente as unhas arranharem-lhe a pele.

Os beijos descem alcançando o vale dos seios e, no momento em que seus lábios alcançam um dos bicos sugando-o enquanto pressiona o mamilo adjacente, ouve um gemido mais alto que os últimos.

As pernas de Sakura se unem um pouco ainda engrenhadas nas dele e o calor entre suas pernas, assim como a umidade, já se fazem presentes.

Continuando sua tarefa a rosada retira o terno jogando-o para longe, mas ao invés de tirar-lhe a camisa, adentra suas mãos entre o tecido e a pele arrancando mais arrepios dele.

O ruivo também não para e encaminha a mão livre até o tecido fino de sua calcinha afastando-as de sua zona úmida e delicada.

Em movimentos circulares ele a excita e consegue arrancar mais gemidos, enquanto ainda roda sua língua e suga o mamilo esquerdo e dedica a atenção de uma de suas mãos ao direito.

As unhas dela o arranham com mais força ao sentir seus dedos tocarem-lhe os lábios molhados. Ele a sente quente, molhada, ansiosa e isso o faz pulsar também. Um alto e rouco gemido escapa e outros o seguem rondando o quarto, dançando até seus ouvidos, excitando-o um pouco mais a cada segundo.

Os dedos do ruivo sabem exatamente onde tocar, eles acariciam a região úmida e pulsante que clama por seus habilidosos dedos e esses excitantes toques são responsáveis pelos gemidos que rondam o quarto, pelo som excitante que escapa dos sedutores lábios rosados.

—        A-aahh… Ga… Gaara… - ela geme - eu q-quero mais...

Os movimentos que os dedos dele realizam a deixa em êxtase. O toque dele a deixa tão entregue que mesmo que tentasse não conseguiria conter seu corpo, não seria capaz de calar sua voz.

Dedicando sua atenção ao ponto rosa que trás tanto prazer a mulher a sua frente, ele causa mais reações a esse corpo que se contorce ao senti-lo rondando-a. Mas não é apenas nesse ponto que os arrepios se originam, pois os beijos dele voltam a descer. Ele sente seu interior contraí-lo enquanto avança devagar, da mesma forma como a trilha na pele alva é deixada.

Sakura sente o calor crescer e os arrepios se intensificam, principalmente quando os lábios alcançam seu ponto delicado. A língua do ruivo pressiona o ponto estimulando-a enquanto seus dedos ainda dedicam a atenção que ela merece.

Sakura sente a contração e os choques e com eles o gemido se espalha pelo quarto. Os dedos finos se emaranham nos fios avermelhados quando a língua dele desce e lhe beija os lábios. A Haruno estremece ao simples toque e ao sentir a deliciosa língua penetra-la e saborear seu gosto perde o que resta de controle de seu corpo.

Gaara se delícia do aroma e gosto únicos que a rosada tem, ele se viciou nesse sabor desde a primeira vez que o sentiu, até então não sabia que seria tão fascinante. Ouvi-la gemer e gritar enquanto contorce seu corpo devido ao prazer é excitante e o estimula a continuar sendo o responsável por deixá-la dessa forma. Ele é a razão pela qual a enlouquece e adora isso.

Disposto a fazê-la liberar todo esse prazer o ruivo a suga com desejo e volúpia, acariciando sua perna com uma das mãos enquanto o polegar da outra estimula o ponto róseo que faz os arrepios correrem soltos.

—        Ah… Ah… I-iss… isso é taaahn… tão booommm….. AAAAAAAAHHHH.

O grito sensual preenche o quarto exatamente como seu aroma quando seu corpo estremece com o gozo e revirando os olhos a Haruno libera todo o seu prazer na boca do Sabaku. Uma última lambida é dada na região avermelhada antes do ruivo se afastar dela e aproximar seu rosto do dela observando-a com atenção.

—        Saborosa como sempre.

Ainda ofegante, se recuperando, ela abre os olhos devagar e envolvendo sua nuca o puxa para um beijo. Não é um beijo delicado, é sedento, repleto de desejo e luxúria.

Sem hesitação ou vergonha, a mão livre de dedos habilidosos e delicados alcança a calça social sentindo o volume que quase não pode ser contido. Ele inclusive incomoda o rapaz a algum tempo.

Pulsante e excitado o ruivo sente as carícias ainda por cima do tecido e solta um gemido abafado pelos beijos. A Haruno não demora a libertá-lo e senti-lo rijo e ansioso por seus toques que se iniciam sem demora. Os habilidosos dedos se encontram ao tocá-lo enquanto os beijos continuam, ela é boa variando entre movimentos rápidos e lentos, apertando-o e excitando-o como ninguém.

As mãos do ruivo também não param e correm o corpo desnudo e atraente causando novas sensações à bela flor de cerejeira que corresponde a esses toques com gemidos abafados. Os beijos dele deixam os saborosos lábios e trilhando um caminho cálido e instigante alcançando o lobo da orelha dela onde deixa uma leve mordida, seguida de um sussurro rouco.

—        Está pronta?

O hálito cálido faz os pelos claros do pescoço delicado se eriçarem e ela se sente ainda mais úmida, ela está sedenta e necessitada, anseia por ele, anseia por senti-lo. E por isso, a voz suave escapa por entre seus lábios.

—        Me faça sua.

Atendendo ao pedido sussurrado Gaara se posiciona e sem demora a penetra sentindo-a apertá-lo a medida que avança enquanto seu pequeno grito deixa seus lábios. Sakura o sente inteiro, ele a sente entregue. E envolvidos pelo prazer eles se unem completando um ao outro.

Os movimentos se iniciam primeiro devagar, mas logo ganham força e velocidade e com isso calor cresce. Os gemidos roucos são a trilha sonora desse momento a dois e os arrepios prazerosos o lembrete de que tudo isso é real. Sakura adora a maneira como ele se movimenta em seu interior, Gaara é apaixonado pela forma como ela o suga.

Suas intimidades se chocam em movimentos cada vez mais excitantes, ela sente os toques de mãos bobas, ele aprecia as delicadas mãos puxando-o para perto trabalhando em conjunto com as pernas que o envolvem pelo quadril. Entrar e sair dela é provavelmente uma das melhores coisas que já sentiu, perde apenas para os outros momentos em que está ao lado dela. E senti-la tão perto, ouvir sua voz rouca gemer por ele, o faz perceber que quer repetir isso de novo e de novo, não é possível que qualquer outra possa dar a ele essa sensação. Apenas Sakura é capaz de satisfazê-lo dessa forma apenas ele é capaz de ama-la assim.

Sakura o sente inteiro e intenso, seus quadris não estão mais em seu controle e dançam ao redor dele sem que consiga pensar em parar. Não que queira, não. Muito pelo contrário, ela quer sentir mais, cada vez mais, quer senti-lo mais fundo, mais rápido, mais intenso e clama por isso. Geme por ele como nunca antes, apenas ele é capaz de fazê-la se sentir assim, somente ele pode fazê-la sentir-se amada.

Com toda luxúria e desejo presentes, a bela e sensual Haruno já não é mais capaz de conter o prazer que toma conta de seu corpo, ela delira com os movimentos ritmados que ele faz e com a excitante sensação que a proporciona. Ouvi-la chamar por ele, clamar por mais, gemer seu nome são apenas novos estímulos que o impulsionam a fazer o seu melhor para dar a ela exatamente o que quer, prazer pleno e felicidade total, conseguindo assim também essa mesma onda de prazer e satisfação por estar entre suas pernas e tê-la novamente em sua vida.

As unhas bem feitas da rosada arranham com força a pele clara do Sabaku estimulando-o e fazendo com que a intensidade dos movimentos aumente levando-a a loucura. E, em meio a esse momento de luxúria, com o som de suas intimidades se chocando fazendo o aroma de seu sexo preencher o quarto, um alto grito repleto de sensualidade ressoa pelo cômodo.

Sentir a forma como os músculos dela o apertam, com a sensação de calor e dor que as unhas deixaram em sua pele e o fascinante som que escapa desses lábios, sentindo-se no ápice de seu prazer ele não pode conter mais a excitação e o tesão e se deixa liberar tudo o que tem banhando-a por inteiro.

Caindo sobre o corpo desnudo da rosada ofegante e suado apreciando o aroma que ronda o lugar, uma mistura do sexo e dela, ele se afasta da rosada deixando seu interior e se deixa relaxar. Sakura também está ofegante, satisfeita, repleta de suor, ainda é capaz de deleitar-se com as sensações que ele lhe causou e adora senti-las. Seus dedos se emaranham nos fios avermelhados e o remexem enquanto ainda se recupera. Perante essa carícia o ruivo se permite sorrir e sente seu peito preencher-se de uma felicidade genuína.

Algum tempo depois, ainda envolvidos por esse sentimento único, Gaara se afasta deitando-se sob os lençóis bagunçados a puxando para perto, ele a deixa com suas peles coladas uma na outra, abraçando-a para que não escape nunca mais. O Sabaku não quer passar pelo desespero de perdê-la, de ficar longe dela outra vez, ele não deixará que ela se afaste nunca.

Aninhada em seu peito, com o calor da pele dele a aquecer a sua, Sakura se sente feliz, sente seu peito repleto de uma paz completa, uma felicidade plena e com esse caloroso sentimento em seu peito adormece nos braços do homem que ama.



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