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História O Encanto da Cerejeira - Capítulo 48


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Capítulo 48 - Capítulo 44 - SASUKE - Nada além de desejo


Sasuke não percebe o caminho que toma até parar em frente a casa de Sakura.

Já faz algum tempo desde que eles ficaram. Por algum tempo, o moreno pensou que ela cederia novamente e o procuraria. Não aconteceu.

Entretanto, mesmo que o fato o instigue a pensar que isso aconteceu porque ela não sentiu falta daquilo, ele sabe que esse não é o caso. Afinal percebeu o quão corrida e exaustiva a semana da rosada foi, os olhares cansados e os bocejos que soltava lhe mostraram isso. Não é uma surpresa, afinal ela é bastante determinada, sem contar que também tem outro projeto além do vilarejo. Ele a entende, sua própria semana havia sido excruciante. Talvez tenha sido essa a razão pela qual ele mesmo não a procurou.

Apesar disso, aqui está ele, em frente a casa da Haruno mais uma vez.

Depois de algum tempo pensando sobre isso ele sai do carro e toca a campainha. Ninguém responde então toca novamente.

—        Já vai.

Um grito é ouvido e ele espera, quando a porta é aberta ele perde o ar.

Sakura está com um shorts fino e curto, sua blusa fina, com alças também finas, está colada ao seu corpo um pouco molhado e algumas gotas escorrem pelas partes desnudas que tem.

Ela para de secar os cabelos molhados ao vê-lo.

—        Sasuke?

Vê-la em todo esse traje que, mesmo sem intenção, a deixa incontestavelmente sexy, o impede de conseguir resistir a isso e antes que tome ciência do que faz a puxa para um beijo. Sakura deixa a toalha cair e se deixa render.

O moreno entra, fecha a porta com o pé e sente as delicadas mãos envolverem sua nuca puxando‑o para mais perto, aprofundando o beijo. Suas mãos descem pela cintura dela, parando na bela bunda a qual aperta fazendo-a arfar.

A blusa já não separa a pele delicada dos toques necessitados, pois Sasuke desliza seus dedos por sob ela enquanto tira a peça, causando arrepios. Ele a encosta na parede sem parar de beija-la e Sakura também começa a despi‑lo, começando por desabotoar a camisa cinza que o moreno veste. Antes porém, que consiga cumprir sua tarefa, sente mais arrepios por todo o corpo os quais a paralisam. Ela está completamente estática.

Enquanto os lábios dele lhe descem o pescoço, sugando sua pele com um desejo ao qual nunca antes presenciou, o sente tocar-lhe os seios. E com esse singelo gesto o calor aumenta tal como os arrepios. Seus olhos se fecham e suas unhas fincam-se no couro cabeludo repleto de fios enegrecidos enquanto um gemido lhe escapa.

É uma loucura, por um simples toque todo seu corpo está em chamas, ele a acaricia envolvendo os delicados seios em suas mãos, massageando a área e fazendo inúmeros arrepios correrem livres pelo corpo sensível.

O Uchiha pressiona os mamilos contra os seios com o polegar, de maneira com que ela sinta cada mísero toque que vem ora lento, ora rápido. E isso a faz gemer de uma maneira nova, tomada de puro êxtase, perdida nessas sensações, inteiramente entregue.

Sim. Nesse momento, Sakura está totalmente entregue a esse homem másculo a sua frente e não se importa, apenas quer mais.

Aparentemente, o moreno consegue ler seus pensamentos, pois se aproxima ainda mais e coloca uma das pernas entre as dela pressionando a área e fazendo-a arfar ao sentir a coxa de Sasuke roçar a frágil região.

Ela está sensível, sensível como nunca antes, não é uma surpresa afinal sua menstruação teve fim naquele mesmo dia, ela ainda sente os efeitos dela, entre eles, a sensibilidade nos mamilos. Entretanto, é o toque do moreno que consegue fazer com que as ondas de prazer sejam ainda mais intensas, fazendo a luxúria se tornar tão palpável quanto suas peles.

Ela une as pernas involuntariamente, fazendo com que ele pressione sua intimidade ainda mais. Suas mãos, emaranhadas nos fios negros, se fecham e o aproximam enquanto contorce seu corpo sentindo cada célula reagir aos toques dele, sentindo uma explosão de prazer envolvê-la.

—        Aaaahhhhhh.

Sakura estremece e sente seu corpo amolecido.

—        Minha nossa.

Ela sente um sorriso nos lábios dele, enquanto seus beijos ainda correm a pele da rosada em seu pescoço, subindo até alcançar seus lábios mais uma vez devorando-a com desejo.

Sasuke consegue sugar todas as forças da rosada com esse beijo, mas ela é uma mulher determinada e por isso se recupera rápido. Assim, suas mãos se aproximam da camisa do moreno para dar fim ao trabalho iniciado, mas quando termina de desabotoar não tira a camisa, apenas a deixa aberta, já que não é necessário perder mais tempo tocando tecidos se já tem a pele dele a sua disposição.

Os beijos voltam ao pescoço dela em chupadas deliciosas. E, de olhos fechados, suas mãos passam pelo abdômen definido seguindo para as costas do moreno arranhando de leve e causando arrepios.

Sasuke também não fica atrás pois também arranca arrepios e gemidos com os beijos e toques que dá a ela. Ao descer uma das mãos a percebe ensopada, pronta para ele e aproveitando o modelo e tamanho do shorts, a toca fazendo-a gemer ainda mais alto.

Sasuke afasta o shorts e a calcinha e a penetra com dois de seus habilidosos dedos aumentando as sensações da rosada cada vez mais, principalmente quando os movimenta separando-os e socando ora de forma lenta, ora de maneira rápida. Ele toca o interior úmido, quente e pulsante, alcançando um ponto que muitos tomam como mito, ponto esse que Sakura agradece por existir.

Nenhuma palavra é trocada, não é necessário o som que fazem já lhes diz que o prazer ronda o lugar.

Os beijos do moreno a relaxam, seus dedos a excitam e seus toques a enlouquecem. Sakura nunca ficou tão entregue a alguém antes, ela está disposta a aceitar qualquer coisa vinda dele.

A intensidade dos movimentos aumenta e seus gemidos o estimulam.

—        Aa-aahhhh.

Com a mão livre Sasuke abre a calça e libera seu membro ao qual já não consegue conter. Sakura sente todo o seu corpo estremecer e contrai seus músculos contra os dedos do moreno inundando sua mão com o gozo.

—        Estou mais do que preparado e parece que você também.

Sasuke pega a mão de Sakura e a leva até o membro rígido ao qual ela rapidamente começa a acariciar.

—        Consegue ver como você me deixa?

Ele se posiciona e ao senti-lo Sakura afasta a mão.

—        Posso?

—        Como tem coragem… de me perguntar algo assim... depois de me enlouquecer?

Ele ri ao ouvi-la ofegante.

—        Não se preocupe, - ele sussurra ao pé de seu ouvido - sei exatamente como resolver isso.

Sem demorar um segundo mais ele a penetra fazendo-a gemer e arranhar-lhe as costas.

—        Nunca me canso disso - ele sussurra causando arrepios - Você é tão apertada.

—        Me mostre do que é capaz.

Seu sussurro o atiçou fazendo-o iniciar seus movimentos e não demora para que os gemidos dancem pelo cômodo enquanto ele fá prazer a ela. A rosada revira os olhos enquanto as estocadas ficam mais fortes e, ao erguer as pernas dela, Sasuke as faz ficarem mais fundas tocando todo seu interior.

Eles trocam gemidos e beijos, o som e o cheiro do sexo misturado ao aroma de cada um se espalha pela casa. Suas peles estão cobertas de suor, a respiração está falha e seus corpos queimam com um calor incontrolável, tal como o desejo que os ronda. Todas essas sensações, todos esses pequenos detalhes, apenas os excita mais, não demorando a deixá-los perto do clímax. Sem aviso apenas com gritos e gemidos eles liberam o que tem.

Sakura inunda o membro de Sasuke e ele adora a nova sensação, isso é melhor que qualquer coisa que já sentiu. Da mesma forma, a porra dele banha o útero da rosada que fica extasiada ao senti-lo pulsante, inteiro e banhado com seus gozos misturados.

Esse choque de prazer os faz esquecer o que essas sensações significam.

Exausto ele se apoia no ombro dela e por algum tempo, eles não dizem nada ofegantes. Depois de se recuperar, Sasuke se dá conta de algo.

—        Puta que pariu eu esqueci a camisinha.

Ela finalmente se dá conta de que a sensação é nova pois nenhum homem havia gozado sem camisinha dentro dela. Mas ela rapidamente o tranquiliza.

—        Não se preocupe, - ela diz arfante - hoje não tem problema. Mas se tiver me passado alguma coisa eu te mato.

—        Considerando que não é a primeira que transamos sem camisinha não deveria estar preocupada com isso.

Ele diz com um sorriso.

—        É verdade.

Sasuke ergue a cabeça e a observa focando nos lábios atraentes a sua frente.

—        Sempre atende a porta provocante assim?

—        Nunca tive problemas com insaciáveis gostosos que me beijam antes mesmo de me desejar boa noite.

—        Boa noite.

Ela ri e Sasuke se aproxima beijando-a novamente, mas esse é um beijo mais calmo.

—        Ainda não estou saciado.

Sasuke se afasta com um sorriso no rosto deixando o interior dela e ao ver a expressão que o moreno leva ela sorri de volta.

—        Então acho que tenho que fazer algo sobre isso.

—        Concordo.

Ela segura a gola da camisa aberta do moreno puxando-o para um beijo e, dando alguns passos para trás, o encaminha para o quarto. Sasuke continua com os beijos sem a deixar se afastar, mantendo as mãos envolvendo sua cintura.

Eles vão para o quarto e aproveitam mais um pouco um do outro.

 

Deitada de bruços e com a cabeça apoiada nos braços os olhos claros se focam no moreno que tem a respiração lenta e calma enquanto o observa dormir.

Sasuke ficou mais uma noite e ela gostou disso, mas a rosada não sabe exatamente o motivo pelo qual gostou. E apesar de ter ficado contente com isso sabe que o que aconteceu foi puramente carnal, ele não queria nada além de sexo, foi apenas atração. Ter conhecimento desse fato a enche de tristeza e disto, ela não gosta.

Depois de algumas horas, nas quais não consegue dormir por causa dessa sensação que a atormenta ela se dá conta do real problema.

A Haruno quer sair com Sasuke, ir para lugares normais, lugares comuns, Sakura se condena por isso, mas quer mais que sexo, porém sabe que é algo que ele nunca iria querer.

Um suspiro dança pelo quarto. O que posso fazer para que ele queira isso também?

Ela não tem uma resposta, não sabe o que fazer. O engraçado é que quando a situação é com outra pessoa sabe exatamente o que dizer.

Outro suspiro escapa da rosada e, afundada no colchão, finalmente consegue pegar no sono.

 

O quarto não está tão iluminado quanto Sasuke está acostumado e isso o surpreende um pouco. Principalmente porque o fato o fez demorar um pouco para acordar, talvez esteja atrasado.

Não, Sakura teria me acordado.

Ao pensar nisso ele se lembra da rosada e abre os olhos olhando ao seu lado, mas não a encontra ele então se levanta e veste a calça. O celular, que estava no bolso da calça, marca seis horas e trinta minutos o que indica que ainda não está atrasado.

O moreno deixa o quarto e um agradável aroma invade suas narinas atiçando seu paladar. Ao chegar à cozinha um sorriso surge em seu rosto ao ver a imagem a sua frente.

Sakura está de costas fritando algo que agrada o olfato do moreno. Ela não usa nada mais que uma camisa masculina cinza a qual o moreno não vê a hora de tirar. Ele se aproxima sem fazer barulho e abraça a cintura dela surpreendendo-a.

—        Não pode surpreender alguém que está cozinhando eu poderia bater com essa frigideira em você.

—        Hum.

Ele beija o pescoço de Sakura lhe arrancando um arrepio.

—        Sasuke eu tenho que terminar o café da manhã, daqui a pouco temos que ir trabalhar.

—        Eu sei.

Ele a vira deixando-a de frente para ele.

—        Mas você fica muito sexy com a minha camisa.

Ele se aproxima, mas ela coloca as mãos em seu peito impedindo-o de avançar.

—        Calma lá, senhor Uchiha. Precisamos nos apressar, você ainda precisa ir na sua casa trocar de roupa.

Ele sorri.

—        E qual é o problema com a minha?

—        Você não está falando sério.

Ele ri e se afasta observando-a. Sakura volta ao café da manhã.

—        Como não sei o que você come fiz algumas coisas.

—        Como qualquer coisa que tenha tomate.

Ela acha estranha a forma como ele fala, como se não se importasse com o que comesse desde que tenha tomate no meio. Para uma apreciadora de doces isso não é comum.

Sakura coloca a panqueca no prato ao lado do fogão e o leva a mesa, ela revira a geladeira e encontra algo a qual já tinha se esquecido. Sasuke se senta e a Haruno não demora a acompanhá-lo colocando um pote de vidro na mesa. Dentro do pote há uma geleia vermelha.

—        Não como doces.

—        Pensei que comece qualquer coisa que tivesse tomate.

Ele a observa vendo-a pegar uma torrada passando a geleia no pão, mordendo-o logo depois de olhos fechados enquanto aproveita o sabor. Depois de apreciar a torrada as brilhantes jades o observam.

—        Geleia de tomate.

Ele se surpreende ao ouvi-la. Sasuke nunca comeu geleia de tomate, nem mesmo ouviu falar sobre isso.

Hesitante, ele pega uma torrada e passa geleia. O moreno observa o pão por algum tempo, mas logo dá sua primeira mordida. O gosto é melhor do que imaginou, assim como qualquer coisa que tenha tomate.

Ele não demora a terminar a torrada e logo pega outra. Sakura ri ao vê-lo.

—        Onde compra isso?

—        Existem vários lugares que vendem, mas esse é caseiro.

Ele a observa.

—        É uma receita antiga, minha mãe fazia quando eu era menor, aprendi a fazê-lo e sempre tenho algum pote na geladeira.

O moreno não consegue esconder a surpresa.

—        Você fez isso?

—        O que, só porque sou uma mulher bem sucedida não posso ser boa na cozinha?

—        Ei calma, eu não disse nada.

—        Sei cozinhar muito bem para sua informação.

—        Posso ver.

Ele foca na nova torrada em suas mãos e eles terminam de tomar café.

Assim que Sakura coloca toda a louça na pia Sasuke se aproxima dela.

—        Eu meio que preciso da minha camisa.

—        Acho que você fica bem melhor assim.

Ele sorri.

—        Vão me prender por atentado ao pudor se eu sair assim.

Ela ri.

—        Acho mais fácil atentarem contra você. Mas tudo bem, se quer sua camisa aqui está.

Ela desabotoar a camisa e Sasuke se vira evitando olhar para ela.

Depois de tirar a camisa ela se aproxima do moreno encostando em suas costas quando estende a camisa a ele.

—        O que aconteceu Sasuke?

—        Você gosta de me provocar, não é?

Ela ri.

—        Um pouco.

—        Até.

Ele se afasta sem olhar para trás, deixando uma rosada sorridente. Ambos sabem o motivo pelo qual o moreno se virou, se eles começassem mais uma rodada ninguém trabalhava hoje.

Depois de ouvir a porta ser fechada ela vai para o quarto tomar seu banho e se preparar para o trabalho.

 

Algumas dúvidas, da parte dos operários, são tiradas com a rosada a deixando bem mais ocupada do que o normal. Com as últimas coisas a serem terminadas está sendo bem requisitada, isso porque a finalização de uma obra é ainda mais trabalhosa do que ergue-la, afinal são vários detalhes que fazem com que o lugar seja agradável aos olhos.

Sasuke a vê ao longe, mas tenta manter os olhos longe dela. Ainda assim ele não consegue se concentrar tanto quanto o normal o que o incomoda. Mas mais ainda que a concentração, o fato de ter dirigido inconscientemente para a casa da rosada o incomoda imensamente.

O horário do almoço dos operários se aproxima e, por acaso, Sasuke vê Sakura entrar no prédio destinado a pequena escola do vilarejo, sendo assim também segue para lá.

Ao entrar no lugar a vê inclinada arrumando alguns papéis em cima da mesa, a cena o faz sorrir. Ele se aproxima devagar sem fazer qualquer barulho.

Sakura apoia as mãos na mesa e observa o papel a sua frente como se isso fosse fazer o problema se resolver sozinho. Ela precisa de concentração para trabalhar direito e resolver o que lhe foi imposto mas não consegue, a noite passada não lhe sai da cabeça.

—        Você faz isso de propósito, não é?

Um arrepio corre o corpo da rosada ao ouvi-lo e ela se endireita virando para ele.

—        Está me perseguindo ou o que?

Ele sorri.

—        Puro acaso.

—        Ah claro, - ela cruza os braços em frente ao peito - entrar em uma construção vazia sem nenhum motivo é super normal.

—        Não disse que foi acaso eu entrar aqui.

Ele se aproxima com um sorriso e o coração da rosada dispara.

—        O acaso aconteceu por que te vi entrar aqui.

Eles estão a poucos centímetros de distância, Sakura sente as pernas trêmulas com a aproximação. Sasuke foca o olhar nos lábios rosados, que lhe parecem tão apetitosos que torna quase impossível resistir a eles.

Sakura tenta se recuperar e toca a gola da camisa dele focando no tecido.

—        Parece que resolveu trocar de camisa.

Ela vê um pouco de pele do moreno e com o dorso do indicador acaricia a área desnuda, o corpo se arrepia ao simples toque.

—        Não me provoque senhorita Haruno.

Ele aproxima os lábios do ouvido dela e Sakura para de acariciar-lhe a pele.

—        Se continuar assim não vou conseguir me controlar e todos aqui ouvirão seus gritos.

A voz rouca do moreno, suas palavras e o hálito cálido que lhe tocam a pele, a fazem umedecer. Isso é completamente novo, ela nunca ficou excitada com tão pouco, mas sente que deve parar com isso e deve parar agora.

Ela afasta Sasuke que a observa com um sorriso.

—        Ficou preocupada?

—        Estamos no trabalho, não podemos nos distrair assim.

O sorriso dele se alarga.

—        Então eu a distraio.

Eles ouvem passos e Sakura afasta a mão do peito do moreno.

—        Senhorita Haruno, - um dos homens responsáveis pela obra da escola se aproxima - meus trabalhadores estão prontos para terminar a escola.

Ele foca em Sasuke.

—        Senhor Uchiha.

—        Já estou de saída. Até logo senhorita Haruno.

Ele lhe lança um sorriso que apenas faz com que arrepios voltem a correr seu corpo.

—        Então, vamos começar?

Ela é afastada do pensamento.

—        Sim, sim, vamos.

 

Sakura foca no seu trabalho, mas ele não é tão eficiente como de costume. Ela não voltou a falar com Sasuke e deu graças por isso, afinal ainda não está recuperada do que aconteceu.

Os pensamentos que lhe rondam a mente no entanto vão além dessa sensação carnal, ela se recordou durante o dia, da manhã que teve. Do café da manhã com o moreno e que aquilo a agradou, e muito.

Nesse momento segue para casa ainda trêmula, a sensação que teve naquele instante, no esqueleto da escola, jamais rondou seu corpo antes. Ela o deseja, de todas as formas, a todo o momento, mas é mais que desejo e isso a assusta. Sakura nunca se apaixonou antes então não sabe como isso funciona, porém acha que é o que está acontecendo.

Assim que chega em casa ela segue para o banho e se joga na cama pensativa. Os últimos dias lhe rondam a mente, mas a noite passada é a que mais a atormenta. Isso porque ficou bem visível que ele não quer nada além de sexo, nada mais que o carnal e era isso que Sakura temia desde o começo.

A rosada prepara um jantar rápido e vai para o quarto. Não está com cabeça pra assistir nada e tem muita coisa com o que se preocupar, com isso decide que irá esquecer do moreno por enquanto, afinal tem um chá de lingerie para organizar no dia seguinte, ou seja, terá um dia bem cheio.

Depois de enviar uma mensagem a Naruto confirmando tudo segue para a cama e apaga quase que instantaneamente.



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