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História O Encanto da Cerejeira - Capítulo 89


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Capítulo 89 - Capítulo 54 - SASORI - Confissão


Com o baixo som do radio, enquanto trocam conversas e risadas, não demora para que a casa da Haruno surja em seu campo de visão, Sasori logo estaciona na garagem como a rosada indica e eles descem do carro.

—        Tenho um vinho ótimo que anda não abri, quer me acompanhar?

—        Que pergunta, vinho com um toque de cerejas, quem rejeitaria uma proposta dessas?

Sakura ri.

—        Concordo, quem rejeitaria?

Eles seguem para dentro da casa e o ruivo vai para o sofá enquanto espera pela rosada que seguiu para a copa.

—        Eu o estava guardando.

Os olhos do ruivo se encaminham em direção à rosada e a veem se aproximar com duas taças nas mãos e uma garrafa de La belle que o surpreende.

—        Pensei que não soubesse onde fabricam esse vinho.

Ele diz enquanto a rosada coloca as taças na mesa de centro e serve o vinho.

—        E não sei.

—        Como então conseguiu a garrafa?

Ela volta a se sentar no sofá sentada sobre uma das pernas e entrega uma taça a ele.

—        Eles agradeceram pelos clientes a quem recomendei o restaurante.

—        Imagino que tenham sido muitos.

—        Além dos meus amigos, não muitos.

Ela bebe o vinho e ele sorri.

Os olhos castanho-avermelhados focam-se atentamente sobre a bela rosada a sua frente e ao perceber isso Sakura baixa a taça e o observa com um sorriso.

—        O que foi?

—        Não posso mais admirar minha linda namorada?

Ela solta uma risada e baixa o rosto ao senti-lo corar sem que possa evitar. Ao perceber isso o ruivo toca seu queixo com o indicador erguendo o rosto outra vez.

—        O gosto do vinho é muito melhor misturado ao seu.

Um sorriso se forma no rosto dela e seus olhos se focam nos dele.

—        É uma nova safra não soube?

O sorriso também nasce no rosto do Akasuna.

—        Uma safra exclusiva, por favor.

Sakura ri e com a mão livre, enlaça seus dedos nos fios avermelhados se erguendo um pouco e parando seus lábios a poucos centímetros do dele.

—        Aproveite bem, você é muito privilegiado por saborear essa safra.

O sorriso dele aumenta.

—        Então tenho que ser grato por isso.

—        Uhum.

O hálito cálido deles se mistura espalhando o aroma do vinho e não demora para que seus lábios se toquem. A troca de seus gostos unidos ao vinho é alucinante, embriagante. Sakura sente o calor tomar conta de seu corpo, Sasori sente a excitação se aproximar simplesmente com esses breves toques.

A mão do ruivo segura a taça que ela leva e se afasta um pouco colocando-as na mesa de centro, Sakura morde o lábio inferior saboreando esse delicioso gosto e sem demora ele volta recomeçando os beijos.

Aos poucos, sem pressa ele a deita no sofá e suas mãos iniciam os toques, mas um lindo vestido o impede de sentir o calor da pele clara é isso o que o faz encaminhar seus dedos ao zíper que é aberto devagar enquanto os beijos descem pelo pescoço dela deixando um rastro de marcas que apenas a excitam mais.

Quando o zíper já não é um problema, as mãos desse artista se preocupam em tirar o vestido da bela obra de arte a sua frente e quando seu lindo corpo já pode ser visto os lábios dele se dedicam a marcá-lo por completo.

Insatisfeita com essa injustiça, Sakura leva suas mãos às roupas do ruivo desejando despi-lo para que assim possa ter mais contato e não demora para que ambos estejam apenas em suas roupas intimas.

Os lábios voltam a se tocar e seus beijos se repetem de novo e de novo enquanto as habilidosas mãos acariciam a tão delicada peça a sua frente. Os dedos alcançam as costas dela, fazendo arrepios deliciosos correrem seu corpo e retirando seu sutiã jogando-o pelo chão onde o resto de suas roupas se encontra.

Os braços de Sakura envolvem as costas de Sasori aproximando-o mais de si, sentindo o calor de sua pele contra a dele. Os dedos do ruivo descem alcançando o abdômen bem definido da Haruno e continuam essa trilha instigando os arrepios ao sentir a pressão que ele faz ainda por cima da lingerie.

Um delicioso gemido escapa dos lábios finos enquanto sente as carícias que lhe excitam e os beijos que lhe marcam.

—        Eu sempre soube que você era muito necessitada de mim.

O sussurro deixa os lábios do ruivo ao sentir o quão molhada a rosada se encontra. Mas ouvi-lo faz com que o rosto desenhado de excitação desapareça aos poucos e os belos olhos jade se voltem a ele.

—        Isso é hipocrisia.

Erguendo o rosto ao ouvi-la, Sasori ergue uma sobrancelha, suas mãos voltam a acariciar a pele dela, dessa vez na região entre suas pernas, enquanto sua atenção está dedicada nela.

—        Por quê?

Sakura o afasta erguendo-o e o recostando sob o encosto do sofá, enquanto o ruivo apenas se deixa ser conduzido continuando atento a ela. Em seguida, a rosada se senta em seu colo com as pernas abertas sentindo-o pulsante e ansioso por tê-la, provavelmente tanto quanto ela anseia por ele nesse momento.

O grande volume não pode ser oculto nem que ele desejasse muito e, ao senti-lo abaixo de si, as mãos delicadas acariciam a região que por causa da grande excitação fazem um gemido escapar. Ouvir esse breve som a faz sorrir.

—        Por isso.

Sem dar brecha para uma resposta, ela baixa a cueca boxer expondo seu objeto de prazer e, mesmo que seus olhos não se voltem para ele sabe exatamente o estado no qual se encontra.

—        Não se pode jogar pedras em telhado de vidro.

Sentindo-o em suas mãos, Sakura dá a ele sua devida atenção em movimentos que arrancam mais gemidos do Akasuna. Os olhos do ruivo se fecham enquanto sente essa deliciosa masturbação.

—        Tudo bem, - ele solta em um gemido - admito que também estava com vontade de tê-la outra vez.

Os lábios da rosada se aproximam dos dele e o hálito cálido que recobre seu sussurro aquece a pele do Akasuna.

—        Então acho que não devemos mais desperdiçar nosso tempo.

Os lábios finos se tocam nos dele outra vez e o beijo se intensifica cada vez mais. Sakura se sente pulsante, encharcada de tesão e clama por senti-lo uma vez mais. É isso que a faz afastar sua calcinha de renda, aproximando-se de seu objeto pessoal de prazer sentindo seu contato e, em um delicioso gemido, se senta sobre ele.

As mãos do ruivo apertam a bela bunda que ela possui e controlam parte da intensidade dos movimentos, mas o verdadeiro controle está com a Haruno que rebola e remexe seu quadril sentindo-o em todo seu interior. Com os dedos agarrando os fios ruivos, em um abraço com seus peitos roçando um sobre o outro, Sakura pega impulso tomando o real controle da situação.

Os gemidos dele ao sentir o quão escorregadia e apertada ela se encontra se unem aos sons dela ao experimentar esse homem uma vez mais. Nesse sobe e desce delicioso, com seus corpos suados, sentindo e apreciando esse movimento, eles experimentam um sentimento novo, não apenas prazer, sim há muito, muito prazer envolvido nessa conexão de seus corpos, mas não apenas isso há algo mais, algo que sequer podem descrever.

Os lábios do Akasuna traçam uma trilha de fogo e de marcas pela pele alva ao beijar seu pescoço descendo pelo seu tórax. Sakura o sente tão fundo, tocando-lhe inteira que sequer consegue pensar, apenas aproveitar esse momento delicioso.

—        Sa... sori... a-aahnn, eu estou pronta eu... eu quero tudo... a-ah... goza comigo...

Os olhos semicerrados pelo êxtase se erguem surpresos, ela não pede, nunca, e isso o pegou de surpresa. Os movimentos continuam e Sakura se sente em seu limite, ela está louca para deixar-se vir sobre esse delicioso membro que tanto a satisfaz nesse instante.

—        Eu não estou aguentando mais, por favor...

Sasori a sente apertar seus fios vermelhos e também sente seus braços o envolverem com mais força, ela realmente não consegue mais se conter. Isso é o que o faz aproximar seus lábios do ouvido dela, deixando assim que seu halito cálido lhe cause arrepios ao entrar em contato com a pele no instante que o sussurro escapa.

—        Como desejar.

Apertando a avantajada bunda com um pouco mais de força ele aumenta ainda mais as estocadas, ouvindo-a gemer seu nome em uma melodia que apenas o estimula a continuar, não demorando a senti-la estremecer.

—        A-aaahhh....

Sakura sente seu orgasmo em choques deliciosos a correrem seu corpo e isso a faz abraça-lo com mais força enquanto o aperta dentro de si. É nesse tremor que lhe trás essa deliciosa sensação que ela se derrama no membro rijo do Akasuna.

Sentindo-a contrai-lo com tanta força, ouvindo-a gritar, em mais duas estocadas intensas ele também goza preenchendo-a com sua porra.

Sakura já adorou a sensação que esse orgasmo lhe causou, se satisfez ao gozar intensamente e não sabia que isso poderia melhorar, isso até sentir o choque da porra dele contra a parede de seu útero. Nesse momento a encantadora cerejeira se sente completa e inteira, enquanto suas contrações ainda a concedem prazer.

Sakura desfalece sobre o ruivo que tenta se recuperar com a respiração descompensada assim como a dela. Em silêncio, com suor por todo o corpo e ofegantes os olhares deles voltam a se encontrar quando a rosada afasta um pouco seus rostos e mira suas lindas íris sobre ele.

Admirando cada traço do rosto da bela mulher a sua frente uma certeza alcança o Akasuna e ele percebe que precisa dizer a ela o que está guardado em seu peito a tanto tempo. Sasori nunca teve duvidas do sentimento e sabe que nunca terá.

Durante muito tempo a rosada não o correspondeu, mas não é mais assim e é por isso que ele já não quer mais esconder. Com isso em mente, o ruivo toca o rosto da Haruno mantendo o olhar repleto de carinho ao admirá-la.

—        Eu te amo Sakura.

Os belos olhos jade se arregalam com a confissão e Sakura não pode esconder sua surpresa, nem que tentasse muito fazê-lo. No entanto, ela não deixa essa surpresa durar muito e com suas mãos ainda tocando-o na nuca, enlaçando seus dedos entre os fios avermelhados, o aproxima ficando perto o suficiente para que a respiração deles se entrelace.

Os olhos jade dedicam toda a sua atenção aos olhos castanho-avermelhados dele e sua voz não passa de um sussurro quando volta a falar.

—        Eu também te amo.

Sasori sequer tem tempo para se surpreender, pois ela o puxa para um beijo, diferente de qualquer outro o qual já deram antes. Ele segura a nuca da rosada e Sakura abraça o pescoço dele com uma das mãos no cabelo de Sasori aprofundando essa troca de sabores um pouco mais.

O calor de seus corpos e o contato de suas peles, unidos aos beijos e arrepios tornam esse momento único e deliciosamente encantador.

Quando o ar se torna estritamente necessário ao ponto de nenhum dos dois conseguir resistir, seus lábios se afastam. Ainda assim, seus rostos permanecem próximos e uma troca de olhares repleta de carinho acontece. Um belo sorriso não demora a surgir no rosto do Akasuna e o calor de seu sussurro acaricia a pele da rosada causando mais alguns arrepios.

—        Acho que sua cama sente minha falta.

Uma risada é solta e ela afasta seu rosto do dele observando-o com um lindo sorriso desenhado em seus lábios.

—        O que posso fazer, se ela sente sua falta então temos que resolver isso.

O sorriso dele aumenta e, com as mãos nas torneadas pernas que envolvem sua cintura, ele a ergue levando-a para o quarto onde por uma longa noite aproveitarão algumas rodadas um do outro.

 

O dia chega calmo e cálido, exatamente como o peito de Sasori e Sakura nesse momento. Seus corpos desnudos se tocam nessa troca de calor agradável e aconchegante.

O relógio marca algo perto das onze, mas é domingo e eles não se importam em acordar tarde, até porque aproveitaram toda a noite e estão cansados.

A primeira a acordar é Sakura e um sorriso é desenhado em seus lábios ao ver o ruivo. Ela nunca se sentiu tão feliz em toda sua vida, afinal acaba de acordar ao lado do homem que ama e ninguém pode roubar isso dela.

Um desconforto no estômago indica a que precisa se erguer para preparar o café da manhã, e seu sorriso aumenta ao pensar em trazer um café na cama para o Akasuna.

Contrariando-a no entanto, assim que se prepara para deixar a cama sente um abraço em sua cintura que a puxa de volta para o peito do ruivo.

—        Onde pensa que vai?

A voz rouca e sonolenta do ruivo a surpreende tanto quanto ser puxada para a cama outra vez. Ela ergue o olhar, mas os olhos dele ainda permanecem fechados enquanto a mantém perto de si.

—        Estava indo preparar o café da manhã.

—        Hum.

Sakura o observa por algum tempo e percebe que ele já voltou a dormir, mais uma vez tenta se erguer, mas o abraço do ruivo ainda a impede.

—        Sasori preciso fazer o café da manhã.

Ela diz ainda mantendo seu olhar sobre ele.

—        Você é meu café da manhã.

O murmúrio sonolento a faz rir.

—        Primeiro eu preciso de energia para depois gastá-la.

Os olhos dele se abrem aos poucos e observam o lindo sorriso que ela leva no rosto.

—        Posso ir preparar o café da manhã?

—        Antes me pague a fiança pra que eu te liberte.

Outra risada escapa da rosada e se erguendo um pouco ficando com seu rosto acima do dele, o sorriso brilha em seu rosto.

—        E qual é o preço?

Ele respira fundo pensativo.

—        Por enquanto um beijo basta, mas terá cobranças extras.

O sorriso aumenta um pouco e a rosada se aproxima do Akasuna depositando seus lábios sobre os dele, é um beijo casto se considerar todos os seus beijos anteriores, um beijo lento e proveitoso onde um gosto agradável dança sob o paladar de ambos. Mesmo ao se afastar Sakura mantém suas belas íris jade sobre os olhos castanho-avermelhados admirando-os por alguns poucos segundos.

—        Não se esqueça das taxas extras.

Ainda com um sorriso ela não demora a dar uma resposta ao ruivo.

—        Pagarei o que quiser depois do meu café da manhã.

O grande sorriso que se forma no rosto do ruivo demonstra que suas palavras foram exatamente o que ele queria ouvir e, antes que tenha noção do que acontece, ela sente suas costas contra o colchão e o corpo másculo e desnudo de Sasori acima do seu.

—        Não vá se arrepender do que acaba de dizer. Saiba que com essas palavras acaba de me dar controle total sobre você.

Mordendo o lábio inferior ainda com um sorriso, os olhos da rosada banhados de malícia observam o Akasuna atentamente.

—        É uma chance de realizar suas fantasias, não desperdice.

O sorriso dele aumenta e o ruivo balança a cabeça negativamente.

—        Apenas não se arrependa disso senhorita.

—        Estou preparada para pagar as taxas.

O sorriso maroto que ela abre o surpreende, pois sabe que quando ele surge no rosto da bela Haruno, ela certamente planeja algo.

—        Lembre-se, por favor, meu caro carcereiro, que eu já paguei minha fiança e ainda assim você continua me prendendo. Não pagarei mais nada se tentar me extorquir.

Ele se surpreende ao ouvi-la.

—        Então seu café da manhã é mais importante que eu?

Sakura ri.

—        Depende da minha fome. Então?

Sasori suspira irritado por ter sido impedido de aproveitá-la, mas sai de cima dela sentando-se sob o colchão.

Ainda com o sorriso adornando os lábios Sakura se senta e, se aproximando do ruivo, dá um breve selinho nele se erguendo enquanto se espreguiça e o deixa apreciar suas belas curvas.

Sasori balança a cabeça mais uma vez, tem que se manter firme pelo menos até o café da manhã, mas depois disso terá a linda rosada inteiramente para seu bel prazer.

 

O dia passa rápido, com ambos aninhados no sofá colocando suas séries em dia e aproveitando a presença um do outro. Eles almoçaram e jantaram juntos, depois de pedir comida em um delivery e assistiram mais um pouco.

O fim do domingo chega de mansinho, assim como o sono da rosada. Ela dançou tanto na noite passada, teve uma semana tão cheia que não é surpresa que esteja cansada. Os olhos castanho-avermelhados se focam nela e um pequeno sorriso se forma no rosto do Akasuna.

Sem pressa e com certa delicadeza, Sasori a pega no colo e a leva para o quarto deitando-a no colchão macio. Depois de cobri-la ele se afasta para desligar a televisão e fechar a porta, mas é impedido por uma mão em seu pulso. Olhando por cima do ombro a vê a observa-lo.

—        Vai embora?

A fraca voz deixa os lábios finos e fazem o sorriso dele voltar ao seu rosto.

—        Quer que eu vá?

—        Não.

O sorriso aumenta e ele se senta ao lado dela.

—        Estava mesmo pensando em praticar ficar na mesma cama que você sem ceder a tentação de te fazer minha uma vez mais.

Um pequeno sorriso surge nos lábios rosados.

—        Você nunca foi bom em autocontrole.

—        É por isso que tenho que praticar.

Ela ri e solta um curto suspiro.

—        Vou trancar as portas, mas não se preocupe não sou homem de deixar uma linda mulher sem companhia.

Sasori deposita um beijo nos fios róseos fazendo-a sorrir e logo se afasta. Sakura observa a porta com os olhos pesados relembrando o agradável dia que teve e da incrível noite que viveu.

O ruivo volta e fecha a porta ao passar seguindo para a cama logo depois. Assim que se deita, sente a aproximação de Sakura que se aninha em seu peito. Os dedos dele acariciam a pele clara da rosada, que se aconchega em seu peito sentindo a respiração tranquila do ruivo.

Sakura nunca esteve tão feliz em toda a sua vida, deitada ao lado do homem que ama sentido seu calor e seu aroma, ela não consegue definir momento em sua vida que esteve mais feliz do que esse e é com esse sentimento que o sono a alcança.



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