História Ó Encontro - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Crack!fic, Mc Fioti, Mc Kevinho, Mc Livinho, Nine, Para Minhas Amigas
Visualizações 83
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá!
Sim, mais um fanfic, meus queridos! E agradeçam aos céus, meus amores. Meu computador quebrou, meus queridos, mas finalmente foi concertado!
Sim, uma história envolvendo Funk.
Por que sim. Gente, Funk fala sim, pra descer até o chão, mas continua sendo um gênero musical. E eu gosto de tudo um pouco, como podem ver no meu perfil, eu curto K-pop, mas não é por que eu curto K-pop, que eu desrespeitar o Funk. E não é por que eu curto Funk que vou desrespeitar o K-pop.

***************

AVISOS;

– Se não gosta, não leia.
– Contém funk.
– Crack!Fic
– Não ofenda.

Capítulo 1 - Capítulo Um - Mainha não deixa.


Fanfic / Fanfiction Ó Encontro - Capítulo 1 - Capítulo Um - Mainha não deixa.

X – Encontro – X

Capítulo Um - Mainha não deixa.

 

A pele morena, junto com o cabelo solto e cacheado, á deixava com um visual muito lindo.

Porém á garota estava com raiva. Eram cinco e meia da tarde, e o sol ainda estava no meio do céu – Essa é a Bahia, Salvador. – fazendo o suor escorrer pelo seu rosto.

Usava um short Jeans de cintura alta, e uma blusa do Mickey sorrindo junto com um sapa-tênis. Apesar de estar em seu bairro – zona, bairro, local em geral onde você mora. – Ela estava bonita. Afinal, vai que ela encontra o boy que trabalha meio turno lavando carros? Precisava estar linda!

Quando finalmente chegou ao mercado para comprar pão – Por que na padaria não tinha. – Percebeu que o pão havia acabado. Passou a mão no rosto, nervosa.

Cheia de ódio, com um bico, e com uma cara nada boa, foi andando pisando no chão cheio de ódio no coração. Nunca mais, que ela iria comprar pão de novo.

Enquanto caminhava ouvindo uma de suas músicas preferidas, pelo menos naquela semana – É melhor sentando. – Sacudiu o cabelo, quando passou pelo lava jato – Onde o Boy que lavava o carro trabalhava. – e passou sendo  encarada por ele, que lhe piscou o olho.

Passando da parta do lava jato, quase derreteu mais – Já que o calor era muito. – Deu uma pequena balançada no ritmo da música.

Porém passou á andar rápido, quando notou um carro passando bem devagar perto de si. E quase correu, quando o carro parou do seu lado.

 – Garota? – Ouviu a voz masculina, porém nem se atreveu á olhar.

 – Sim? – Sua voz saiu tremula.

 – Eu tenho um show para fazer, será que você me dizer onde fica Itapuã?

A curiosidade falou mais alto – Afinal, ela é de gêmeos. – e encontrou lá, ninguém menos que aquele Mc, que estava bombando; Os cabelos azuis, os olhos escuros...

 – Hã, Mc Fióti? – Ela perguntou com a ligeira lerdeza, ao tentar se lembrar do nome do moço.

 – Sim. – Ele sorriu. – Mas pode me dizer onde fica?

 – Claro. – Ela suspirou. – Bom, você vai fazer a volta, pegar a estrada velha, vai passar pelo estádio de futebol, vai seguir direto, pegar a paralela e vai parar lá.

 – Você parece uma garota legal. – Ele falou. – E eu não entendi, você pode me levar lá?  

A garota, o encarou incrédula. Ela não poderia ir. Ele achava que era fácil assim? Não, não. Ela era uma garota bela, recatada e do lar.

 – Minha mãe não vai deixar, não. – Ela optou por falar a verdade. Era a mais pura verdade; Sua mão deixava nem mesmo a garota ir na Barra, com suas amigas, quem dirás, sair para levar um Mc para um Show.

 – Sua mãe? – Ele perguntou. – Quantos anos você tem, afinal?

 – Não que eu precise lhe responder, mas Mainha me deu uma boa educação. – Sim, ela sabia ser uma naja, quando ela queria. – Tenho quinze anos, moço.

 – Ah, eu tenho dezessete. – Ele respondeu e deu um sorriso. – Liga aé pra sua mãe que eu falo com ela. Eu não posso atrasar pro show, eu que vou abrir.

 – Argh! – Ela resmungou levantando a blusa, e pegando o celular que estava no cós do Short, e desconectou o fone, e ligou rapidamente para sua mãe. – Oi, Mainha. É que... Sabe o Mc Fióti?

 – Aquele que canta bum bum tam tam?

 – É, esse mesmo. – Respirou fundo. – Mainha, ele vai fazer um show aqui em Salvador, em Itapuã, pra ser mais exata. E ele está aqui na minha frente, e pediu pra eu levar ele lá.

 – Deixa de palhaçada, Nine, e desce agora pra casa!

A garota não respondeu, afinal, Fióti conseguiu tomar o celular de sua mão;

 – Tia, por favor, deixa ela me levar pro show! – Ele falou. – Prometo que trago ela de volta, sã e salva.

Depois de mais cinco minutos de discussões, a mãe da garota acabou deixando após fazer uma chamada de vídeo, para confirmar mesmo com seus olhos se era o Mc.

 

...

 

Já estavam no local do show, e as pessoas começavam a chegar. Enquanto isso, Fióti estava no camarim todo pronto.

Enquanto isso, a garota estava sentada na cadeira, olhando o Mc, que terminou de ajeitar seus cabelos azulados, e o mesmo então trocou o olhar do espelho para a garota.

 – Qual é seu nome, mesmo? – Ele perguntou.

 – Jênifer. – Ela respondeu e se concentrou em seu celular. – Mas meus amigos, me chamam de Nine.

 – Sua mãe não deixa você sair com muita frequência, não é? – Ele perguntou se aproximando dela.

 – É, que não tem muitos lugares para sair. – Ela respondeu, ainda concentrada no celular. – Eu só saio as vezes, quando ela deixa. O que é bem raro. E também, eu não tenho dinheiro pra ficar saindo, sempre. – Suspirou. – Sou dependente, sabe?

 – Sei, sim. – Ele bagunçou os cabelos dela.

 – Véi, brinque com tudo, menos com meu cabelo. – Ela falou brava. – Agora vai lá, que já está quase na hora do show.

 – Então vamos. – Ele falou, pegando a mão dela,  e começando a andar puxando ela consigo em sequência.

 – Como assim, parça? – Ela perguntou. – Você tem que ir, o show é seu!

   – Amanhã você deve ter aula, então vamos mostrar pra seus amigos, que você estava comigo. – Ele parou quando já estava bem perto do palco, e as pessoas gritavam. – Quando estiver perto deu terminar a abertura, Mc Pedrinho vai entrar, e vamos chamar seu nome, e você entra.

 – Mas eu estou horrível!

 – Não tá não. – Ele falou e começou a se afastar. – Acho bom você saber mexer essa Raba, aí.

 

...

 

 – ENTÃO EU CHAMO AGORA, MC PEDRINHO! – Gritou Fióti, vendo o povo aplaudir e gritar.

 – BOA NOITE, MEUS LINDOS! – Gritou Pedrinho. – E aí, Fióti?

 – Uma plateia, linda, não é não?! – Ele sorriu abraçando o loiro.

 – Com certeza. – Mc Pedrinho respondeu. – Mas eu tô sabendo, que você trouxe uma convidada. Já podemos chamar ela?

 – Com certeza. – Ele respondeu. – VEM PRA CÁ, JÊNIFER!

A garota apareceu. Estava um pouco mais maquiada, com um leve delineador nos olhos, e um batom matte, na cor roxa nos lábios e os cabelos cacheados completamente volumoso. Ficou um pouco atrás dos dois Mc’s, que a puxaram para ficar no meio deles.

 – Eu quero apresentar á vocês, Jênifer! – Fióti falou. – Minha nova acompanhante em alguns Shows, que farei daqui para frente.

Alguns aplausos foram ouvidos, junto com alguns assobios e gritos.

 – Para você encerrar o Show dessa noite, Fióti. – Pedrinho riu. – Que tal você cantar aquela música? Jênifer pode dançar, que tal?  

Fióti e Pedrinho se afastaram um pouco de Nine, que arregalou os olhos, e sentiu a barriga ficar fria.

 

 

 – Vai, treme o bum bum, tam tam tam

Tam tam tam tam tam tam tam

Tam tam tam tam tam tam tam

Tam tam tam tam tam tam tam

 

Quando essa batida começou, Jênifer não aguentou;

Seu bumbum tremeu, com vontade. 

Fechou os olhos, e fez como a flauta envolvente, falou;

Vai, treme o bum bum.

 

...

 

Jênifer já estava em casa, e como foi prometido, Fióti a levou até em casa, e se despediu dando um abraço e um beijo casto, na bochecha na garota.

Mas agora, Jênifer só queria dormir.

 

{...}

 


Notas Finais


Obrigada aos que leram!
Não ofendem, se não gostam de Funk.

~Beijos.


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