História O enteado da minha mãe - Capítulo 5


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Categorias Michael Ronda, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Ámbar Benson, Personagens Originais, Silvana, Simón
Visualizações 126
Palavras 1.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Sem marcas


Ámbar Smith

- O que é isso Simón? - Ouvi Elliot perguntar para ele assim que pisei os pés do lado de fora. 

- Talvez eu tenha saído ontem. - Ele disse. O assunto era suas costas arranhadas e eu sabia como aquilo tinha aparecido ali.

- Certeza que você saiu? - Perguntou minha mãe olhando diretamente pra mim. Ótimo, ela desconfia.

- Sim, era de madrugada. - Ele assumiu. - Ia falar com vocês mas já estavam dormindo.

Ainda bem que ele sabia inventar mentiras.

- Então, o dia hoje é em família? - Perguntei.

- É sim, onde está Emília? - Perguntou minha mãe. Me sentei na beira da piscina do lado oposto de onde Simón estava.

- Ela teve que ir embora, sua mãe ligou. - Eu disse. Me levantei e dei impulso pulando na piscina logo em seguida.

- Podiamos brincar de alguma coisa. - Disse Arya.

- A gente podia jogar vôlei. - Eu disse.

- Eu pego a rede. - Disse Elliot.

- Meninos vs meninas. - Eu disse e fiz um toque com a Arya.

- Eu prefiro olhar. - Disse minha mãe. 

Logo a rede foi montada e a partida se iniciou, o primeiro ponto foi deles, depois dois nosso, mais um deles e assim foi indo, até que vencemos de dois setes a zero. Teve mais algumas partidas, até que Elliot resolveu parar. As crianças já tinham saído da piscina e deviam estar lanchando e eu já estava ficando cansada. Minha mãe e Elliot entraram e Arya alegou estar cansada, mas saiu com um sorrisinho malicioso no rosto.

Me encostei na "parede" da piscina e logo Simón nadou até mim, colocando os braços na borda da piscina, me impossibilitando de fugir.

- Você deixou marcas em mim loirinha. - Ele disse.

- Como se você fosse discreto. - Eu disse e tirei o cabelo do meu pescoço mostrando as marcas roxas  por ele.

- Na hora ninguém reclamou. - Ele disse.

- Na hora ninguém raciocinou. - Eu disse soltando meu cabelo.

- Na próxima, será sem marcas. - Ele disse.

- Você diz como se fosse ter próxima. - Eu disse. 

- Tem certeza que não vai ter? - Ele perguntou colocando sua mão na minha cintura.

- Nosso pais. - Alertei. 

- Estão tomando banho, as crianças lanchando e Arya saiu daqui jutamente pra deixar a gente só. - Ele disse me puxando e colando nossos corpos. Um choque percorreu todo meu corpo. É só desejo o que você sente por ele Ámbar. 

Simón deu impulso e fez eu entrelaçar as pernas em sua cintura.

- Quinze minutos. - Ele disse indo direto ao meu pescoço. Acabei me arrepiando ao sentir sua boca puxando minha pele. Mordi meus lábios para abafar qualquer barulho que poderia sair da minha boca. 

Segurei em seu ombro com uma mão, a outra estava puxando seus cabelos levemente. Colei nossas bocas em um beijo intenso e urgente. Segundo nossos pais isso era errados e proibido. Por que o errado é tão gostoso?

Tivemos que nos separar quando escutamos passos rápidos. Era as crianças correndo. Simón piscou pra mim enquanto nadava para o outro lado da piscina. Respirei fundo tentando normalizar minha respiração.

(***)

- Vai ser rápido, voltamos em meia hora. - Disse minha mãe. Depois do episódio na piscina eu entrei para dentro e dormi um pouco. Agora minha mãe iria na minha vó e eu ficaria em casa.

- Mãe já são oito da noite e amanhã temos aula. - Eu a lembrei. - E parece que vai chover, e se não der tempo de vocês voltarem?

- Vai dar tempo Ámbar, vamos deixar Arya na casa de uma amiga, Simón vai a uma festa, as crianças vão com a gente, então ficará sozinha. - Ela disse. - Não queria sair no domingo a noite, mas sua vó disse que era importante.

Ela entrou no carro e logo deu partida, minutos depois uma chuva forte se iniciou. Eu avisei! Eles não voltariam essa noite, minha mãe nunca volta da minha vó na chuva, não depois do acidente que ela se envolveu quando eu tinha cinco anos, eu estava no carro e ela tem trauma até hoje.

Entrei para dentro de casa e encontrei Simón.

- Já vi que não tem como eu sair. - Ele disse.

- Eu não ia a lugar nenhum mesmo. - Eu disse e me joguei no sofá.

- Eu não queria ir, mas se eu não falasse que ia sair, eles não iriam me deixar ficar. - Ele disse.

- Por quê? - Perguntei.

- Eles não confiam na gente sozinhos. - Ele disse e o telefone da casa tocou.

- Alô. - Atendi.

- Não vamos voltar hoje, ainda não chegamos na sua vó, mas não vou confiar na pista molhada. - Disse minha mãe.

- Imaginei. - Eu disse. - Simón não vai a festa, está chovendo demais.

- Se cuidem Ámbar, voltamos amanhã de manhã, não se atrase para a escola! - Ela disse. 

- Não vou me atrasar!

- Nem faça nada com o Simón. - Ela disse em um tom mais baixo.

- Mãe! Não vou transar com o Simón. - Eu disse e vi ele segurar o riso. - Fica tranquila.

- Boa noite! - Ela desejou.

- Boa noite! - Desejei.

- Quer dizer que não vai transar comigo? - Perguntou ele.

- Não vou. - Afirmei.

No mesmo momento que eu disse isso um trovão soou e as luzes da casa se apagaram.

- Olha só não temos nada para fazer agora. - Ele disse. - Na verdade temos.

Levantei do sofá com a intenção de achar um caminho para o meu quarto e me trancar lá. Mas isso não aconteceu, no momento em que levantei nosso corpos se chocaram e eu quase cai, mas Simón me segurou pela cintura e me beijou. O beijo não tinha nada de calmo, ele era urgente, intenso e era como se nossas línguas estivessem batalhando por espaço.

Me segurei em seu pescoço e dei adeus a minha sanidade. Simón me deitou no sofá e mais que rapidamente se livrou da minha blusa, puxei a sua e joguei em qualquer canto da sala escura, ele desceu seus beijos para o meu pescoço e puxou o short do meu pijama, me deixando semi nua. Foi quase impossível não deixar um gemido escapar quando senti sua boca passando pela minha barriga, céus, meu corpo estava quente, como se um vulcão estivesse me dominado. Arranhei seu abdômen chegando no cós da sua calça. Ele me ajudou a me livrar da mesma e me beijou novamente.

- Sabe o que estamos prestes a fazer ne? - Ele perguntou.

- Sei, minha sanidade me abandonou agora e se já começamos não vou parar. - Eu disse. - Vamos fazer isso na sala mesmo?

- Se formos para o quarto é capaz de não encontramos ele. - Disse Simón mordendo meu ombro. Nos virei, ficando por cima dele.

- Não tem como voltar agora. - Eu disse atacando sua boca enquanto ele descia as alças do meu sutiã.

Talvez eu me arrependa na manhã seguinte, ou não. Talvez eu esteja louca, ou não. Talvez isso seja só desejo, ou talvez eu esteja escondendo o que estou sentindo de verdade.


Notas Finais


Eai o que vcs acharam?


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