História O enteado da minha mãe - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Michael Ronda, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Ámbar Benson, Personagens Originais, Silvana, Simón
Visualizações 123
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - O dia seguinte


Ámbar Smith 

- Pode começar. - Simón disse assim que abri os olhos. Tentei raciocinar, lembranças da noite anterior invadiram a minha mente, a chuva, a luz, o desejo e o sexo. Agora estávamos um de frente para o outro deitados no sofá e cobertos por um cobertor, a chuva continuava, então nossos pais ainda não tinham voltado e Reyna demoraria para chegar.

- Começar o que? - Perguntei.

- Os gritos, o " a gente não deveria ter feito isso ". - Ele disse e eu ri.

- Deveríamos ter feito isso antes. - Eu disse.

- Eu ouvi errado?

- Não, deveríamos ter feito isso antes. - Eu disse escondendo o rosto no travesseiro.

- Significa que vai acontecer de novo? - Perguntou.

- Por mim.

- Por mim podia acontecer agora. - Ele disse me puxando mais pra perto. 

- Seu pai também te falou ne?

- " Simón, não tenha relações com Ámbar. " - Ele imitou. 

- Por que não o obedeceu? 

- O que somos agora?

- Somos moradores da mesma casa, com benefícios e escondidos. - Brinquei e ele riu.

- Eu gosto de você Ámbar. - Ele disse. - Não o obedeci, porque minha mãe sempre me falou para eu correr atrás da minha felicidade. Você é minha felicidade.

- Uau! - Suspirei. - Eu acho que sinto só desejo. - Fiquei surpresa com a conversa que estamos tendo.

- Acha?

- Acho. - Eu disse. - Ou é o meu medo de me relacionar com qualquer pessoa. Medo que elas me decepcionem de novo. Como meu pai me decepcionou. Ele e minha mãe se separaram a um ano, uma semana depois ele estava saindo publicamente com uma mulher, era sua amante, descobri que ele traiu minha mãe. Depois que ele saiu de casa nunca mais me procurou e nem Yara. Ela tem medo de quem alguém mais a abandone, e sei isso ainda vai afeta-lá e muito.

- Falando nela, devo um sorvete para ela. - Ele disse. - E eu vou esperar o seu tempo para termos um relacionamento.

- Por que deve um sorvete a ela?

- Os chocolates.

- Sabia que alguém tinha te ajudado. - Eu disse me levantando em um pulo e ficando sentada

- Ainda lembro daquela noite maravilhosa. - Disse Simón se sentando e beijando meu ombro.

- É claro que se lembra. - Disse me virando para ele. - Só foi a dois dias atrás.

- A de ontem é mais memorável e merece ser repetida. - Ele disse e colocou a mão em meu rosto me puxando e me beijando. Quando percebi já estava sendo deitada no sofá recebendo beijos pelo meu corpo, minhas mãos o puxaram mais para mim e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura. Sua boca se encontrou com a minha, mas o nosso belo momento foi interrompido pela campainha.

- Ah não. - Reclamou Simón. Me senti frustrada. - Quem será uma hora dessas?

Nos levantamos e procuramos nossas roupas pela sala e a vestimos. Fui até a porta e a abri encontrando Emma. Minha prima.

- Emmy? - Perguntei.

- Ámbs. - Ela pulou em cima de mim me abraçando e correspondi o abraço. - Ah que saudade da minha prima favorita.

- Achei que era Yara. - Brinquei.

- Ela é uma delas. - Disse Emma. Ela era um ano mais nova que eu, mas as vezes tinha a mentalidade da Yara. - Onde está minha tia.

- Vovó. -Eu disse e dei espaço para ela entrar. Entramos na sala e Simón estava ainda deitado no sofá mas dessa vez vestido. O que era uma pena. 

- Com essa chuva ela não volta tão cedo. - Disse Emma. - Esse ai quem é?

- Emma esse é Simón, filho do Elliot. - Ela conheceu Elliot. - Simón essa é Emma, minha prima.

- Minha tia sabe que vocês estão se pegando? - Perguntou Emma. Eu e Simón nos olhamos. - Ah qual é, vocês não são tão discretos, o sofá ta tá uma bagunça, vocês estão sozinhos, demoraram para abrir a porta, o pescoço da Ámbar ta praticamente roxo e imagino que outras partes do corpo também.

- Ela não sabe e se contar minha tia vai descobrir da festa de ano novo. - Eu disse e me deitei do lado do Simón.

- Festa de ano novo? - Perguntou Simón.

- Ela me ameaça por eu ter ficado com cinco caras, sendo que ela ficou com oito e foi pra cama com um. - Acusou Emma e dei de ombros.

- Oito? Tá agora preciso saber o máximo de caras que você ficou. 

- Quinze, na festa de dezesseis anos da Emília e fui para cama com dois deles nesse dia. - Eu disse.

- Uau! - Ele disse. - o máximo de garotas que já fiquei em um dia foi quinze, mas não fui com nenhuma para a cama.

- Dezoito. - Disse Emma.

- Já perdi as esperanças com você. - Eu disse e ela me jogou uma almofada em mim. A chuva finalmente tinha parado, o que significava que a minha mãe estava chegando. - Temos que arrumar essa sala.

- Só guardar o cobertor. - Disse Simón.

- Eu preciso de saber o meu quarto. - Disse Emma apontando para sua mala.

- Simón leva ela e a mala. - Eu disse.

- Nem é folgada. - Ele disse se levantando e subindo com Emma. Meu estômago fez um barulho alto. Estou com fome.

Fui até a cozinha a procura de comida e na mesma hora a porta dos se abriu revelando Reyna.

- Finalmente. - Comemorei. - Pode fazer um café da manhã pra mim, com muita comida. 

- Posso, é meu trabalho. - Ela disse. - Para quantos?

- Três. - Respondeu Simón. Ele e Emma Ela se sentaram nas cadeiras que tinham no balcão da cozinha, me sentei no meio deles e meu estômago roncou de novo.

- O que raios tem ai dentro? - Perguntou Emma.

- Comida pra cinco. - Eu disse.

- Seis então. - Disse Simón. - To com muita fome.

Reyna pegou algumas frutas na geladeira e colocou na mesa, ela fez sanduíches, café, suco e tinha comprado um bolo no caminho. Devorei o que pude. Não demorou para a comida acabar. Ainda mais com três adolescentes com fome.

(***)

Duas semanas se passaram, Emma iria passar mais um tempo com a gente, o que era bom, não tanto para minha mãe, a bagunça da casa multiplicou, pior quando juntava Emma, Arya e eu. As noites das garotas eram divertidas, Yara sempre tentava participar mas era a primeira a dormir. Tudo estava calmo, minha relação com Simón era a de moradores da mesma casa, amigos e com benefícios que poderiam evoluir para uma relação escondida. A gente continuava do mesmo jeito, sempre fugindo dos quartos na madrugada, demorando um pouco para voltar pra casa depois da escola e tendo a cobertura de Emma e Arya, ela tinha descobrindo depois de ver a gente se beijando em um corredor vazio da escola.

Agora eu estava na escola, aula de educação física. Professor pediu dez voltas na quadra e estava tudo bem na primeira, na segunda, na terceira, na quarta, na quinta eu senti uma tontura, mas continuei andando, quase no início da sexta não aguentei e tive que me segurar na primeira pessoa que passou ao meu lado. Simón.

- Ámbar você ta bem? - Ele perguntou e eu não consegui responder, me apoiei mais nele e ele me segurou pela cintura. - Ámbar.

- Senti uma tontura. - Eu disse.

- Professor! - Chamou Simón. - Ámbar está passando mal.

- O que está sentindo Smith?

- Tontura. Acho que não tomei café direito. - Eu respondi devagar.

- Leve ela na direção Alvaréz. - Disse o professor.

- Posso ir junto? - Perguntou Emília.

- Vai!

Os dois me ajudaram a ir até a direção onde eles falaram por mim. 

- Diretora, eu a levo para casa. - Disse Emília. - Não tem ninguém na casa dela e ela não pode ficar sozinha.

- Ou eu posso ir. - Disse Simón preocupado.

- Emília a acompanhe. Simón volte para a aula. - Disse a diretora.

- Vai. - Eu disse a ele. - Vou ficar bem.

Ele beijou minha testa antes de sair e logo depois estávamos no carro de Emília que ela tinha ganhado dos avós recentemente. 

- Para onde estamos indo? - Perguntei quando vi ela indo ao lado contrário da minha casa.

- Ao hospital. - Ela disse. - Você vai fazer um exame de sangue.

- Por quê!?

- Para saber se está grávida. - Ela disse.

- Isso é...

- Você tá comendo horrores, tontura e vomitou semana passada. - Disse Emília. - Quem é?

- Simón. - Eu disse. - Mas minha vó trabalha lá. Mas acho que a folga dela é hoje.

- Ótimo. - Disse Emília estacionando.

Entramos no hospital e fomos a recepção.

- Ámbar o que faz aqui? - Ouvi a voz da minha vó. A sorte não está ao meu favor.

- Achei que a senhora estava de folga hoje. - Eu disse.

- Não, vim trabalhar, está sentindo alguma coisa? - Ela me olhou preocupada. - Por que está no hospital?

- Vó, preciso da sua ajuda. - Eu disse. - Mas minha mãe não pode saber.

- Quantas vezes já não guardei um segredo seu menina. - Ela disse.

- Preciso fazer um exame de sangue. - Eu disse. - Preciso saber se estou grávida.

- Helen. - Ela disse a recepcionista. - Ela será minha última paciente hoje. Vamos querida. Emília como está?

- Estou bem vovó. - Emília é minha Vó tem uma relação de vó e neta.

Entramos no laboratório e minha vó me fez sentar em uma cadeira.

- Está em jejum? 

- Estou, não tomei café. - Eu disse. - Deve ser isso o motivo da tontura. Não precisa de exame.

- Precisa, se não desistiu ainda é porque sente que tem essa possibilidade. - Disse minha vó colocando o elástico no meu braço e o apertando, odeio agulhas então Emília me distraiu enquanto minha vó tirava meu sangue. - O resultado sai em meia hora.

- Vamos esperar aqui então. - Eu disse. O que eu faria se desse positivo?


Notas Finais


O que vcs acharam!?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...