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História O escolhido - Capítulo 8


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Notas do Autor


Gente, nem sei o que dizer... Só... Curtam o capítulo e me falem o que acharam nos comentários.

Capítulo 8 - Capítulo 8.


Fanfic / Fanfiction O escolhido - Capítulo 8 - Capítulo 8.

Dois anos.... Sim, esse é tempo que Marco ficou nessa dimensão, que ele apelidou "carinhosamente" de "floresta do vazio". Bird não sabia o porquê de Marco apelidar a floresta assim, mas ele tinha quase certeza de que tinha algo a ver com o fato de ele ter que ficar longe de seus amigos e família durante o tempo em que eles iriam caçar seus perseguidores.

Marco se encontrava na entrada da caverna. Ele estava estático, usando uma postura que Bird chamou de posição de lótus. Se fosse só isso, estaria tudo bem, no entanto, as chamas de três metros que estavam emando do corpo Marco não o deixavam ralaxar.

— Ei, Bird— Marco chamou.

— Diga — disse o pássaro.

— Eu vou ficar nessa posição por mais quanto tempo? — Perguntou o garoto. Já fazia um mês que ele estava nesse treinamento para aperfeiçoar seu controle sobre as chamas e agora que seu corpo estava acostumado, ele finalmente poderia ter uma conversa com Bird sem perder o controle sobre elas.

— Como hoje é nosso último dia aqui... Hum... Deixe-me ver... Mais duas horas e já esta de bom tamanho.

— Ok — Respondeu o garoto calmamente, depois de todo esse tempo que ele tinha passado com Bird ele percebeu que seria melhor aceitar sem reclamar, já que as punições que o pássaro costuma lhe dar são bem severas.

O treinamento de Marco era bem simples na verdade, ele não poderia deixar as chamas que rodeavam seu corpo aumentarem ou diminuirem, enquanto ficava parado naquela posição durante várias horas.

Mesmo com seu corpo acostumado com esse treinamento ele ainda exigia bastante concentração, por isso era estressante o suficiente para fazer várias gostas de suor escorrerem por seu rosto.

Assim que as duas horas se passaram, Marco desativou suas chamas completamente como se naquele local nunca estivesse em chamas, a única coisa que dava uma pista era o calor que emanava do chão.

Devido ao seu treinamento durante esses dois anos, o corpo de Marco sofreu uma mudança drástica. Ele cresceu mais alguns centímetros, suas características faciais estavam mais nítidas e os músculos do seu corpo ficaram mais tonificados e definidos.

Agora que seu treinamento já tinha terminado, Marco, finalmente decidiu perguntar a Bird, algo que sempre esteve em sua mente desde que ele lhe disse que eles iriam embora algumas semanas atrás.

— Ei, Bird. — chamou o garoto.

— Diga. — disse o pássaro.

— Pra onde nós vamos? Já faz um tempo que eu venho querendo te perguntar isso.

Bird hesitou um pouco para responder, mas com constrangimento em sua voz ele disse:

— Ah! É mesmo! Eu esqueci de contar. Hahaha...

Como você esqueceu de contar algo tão importante? Seu pássaro maluco!

Uma veia saltitou da testa de Marco por um momento, mas ele logo se acalmou.

Com uma respiração profunda e agora bem mais calmo, o garoto perguntou mais uma vez:

— E então?

Bird, confuso, perguntou:

— E então, o que?

Irritado e já sem paciência Marco gritou:

— Como assim "o que"?! Você tá de brincadeira comigo?!

Bird respondeu com o mesmo tom de Marco.

— Com quem você acha que está falando? Eu sou o seu mestre!

— Que tipo de mestre deixa de falar as coisas pra um aluno?! Você...

Os reclamações de Marco continuaram por mais alguns minutos antes dele finalmente se cansar.

Dando uma longa respiração, e ja não aguentando mais a curiosidade, Marco perguntou novamente:

— Pra onde nós vamos, Bird?

Sem demorar muito, o pássaro respondeu:

— Dimensão colapso.

Marco travou. Como se não tivesse escutado a resposta de Bird, ele perguntou:

— Você... Poderia repetir?

O pássaro, com um pouco de raiva, respondeu:

— Ora, você está surdo? Dimensão Colapso! Dimensão colapso!

Marco fechou suas mãos, seu corpo inteiro estava tremendo.

Notando a reação do garoto, Bird perguntou:

— Ei, garoto, não vai me dizer que está com medo.

Com calma, Marco respondeu:

— Não, não é isso.

Com o canto de seus lábios se erguendo formando um sorriso, Marco continuou:

— Eu só... Só estou ansioso.

No momento em que essas palavras foram proferidas, pode-se pequenas chamas brilhando nós olhos de Marco.

Em outro lugar

Star e Tom andavam lado a lado. Star estava bem mais bonita do que dois anos atrás, com seu corpo bem mais desenvolvido e agora ela carregava um ar de maturidade a sua volta, claro, suas roupas não mudaram basicamente nada. Tom também não ficou pra trás, ele também estava mais bonito e carregava um ar de amadurecimento a sua volta.

Os dois continuaram andando, brincando e rindo muito, enquanto subiam uma colina que ficava de frente pro mar.

Assim que chegaram ao topo, Star ficou admirando o por do sol. Ela não sabia o porquê, mas ela adorava olhar o por do sol naquele canto do reino desde que era bem pequena.

— Ehr... Star.

De repente, Tom a chamou. Ela se virou e no mesmo instante, seus olhos se encheram de lágrimas. Ela exclamou:

— Ai... Meu Deu! Aí, meu deus!

Tom estava ajoelhado em sua frente, com uma pequena caixa vermelha amostra. Com uma expressão determinada, Tom abriu a pequena caixa e disse as seguintes palavras:

— Você quer casar comigo?

Star tampou a boca com as duas mãos, lágrimas escorriam de seus lindos olhos azuis. Ela acenou a cabeça em concordância.

— Sim, eu quero! Quero mais do que tudo!

A rosto de tom ficou incrivelmente alegre. Lágrimas ameaçavam sair de seus três olhos. Alegremente, ele tirou o anel da caixa e colocou no dedo de Star. O anel tinha o arco feito de ouro e um diamante vermelho incrustado nele.

Depois de admirar o anel por um tempo, Star tomou os lábios de Tom, em um beijo de ternura. A garota sabia que o garoto a amava, e ela o amava igualmente.

Após ambos se esperarem, Star admirou o anel mais uma vez, reparando no diamante vermelho inserido em seu arco.

— Que jóia bonita! — disse admirada — Onde você comprou esse anel?

Com um sorriso gentil, Tom a explicou.

— Na verdade, eu pedi pra fazerem esse anel. Ela é feita do ouro mais puro. E o diamante, tenho ele há muito tempo. Consegui depois de derrotar uma criatura muito poderosa que apareceu lá no Submundo.

Com uma expressão brincalhona, Star disse:

— Ah! Eu deveria ter agradecido ao monstro então.

O sol tá tinha se posto, mas ambos continuaram conversando mais um pouco, quando Star exclamou de repente.

— Ah! É mesmo! Eu tenho qua falar prós meus pais.

Os dois se levantaram e foram correndo em direção ao castelo.

######

Marco tinha acabado de chegar a "Dimensão Colapso". Ele já estava esperando isso, mas ainda assim ficou surpreso quando descobriu que a guerra entre os dois exercícios estava rolando.

Enquanto olhava os soldados de ambos os exercícios se matando, Marco ouviu a risada fria de Bird em sua mente.

— Hehehe... Bom, ainda está acontecendo.

Marco estranhou um pouco estranha a atitude de Bird.

— Bird, você está tão feliz assim com o meu último teste?

— O que?! Não! É porque, se essa guerra inda está acontecendo, quer dizer que o motivo de termos vindo ainda está aqui.

Marco ficou confuso.

— E esse motivo é treinar, certo?

— Bom, você não está totalmente errado, porém, também não está certo. Na verdade, tem outro motivo pra termos vindo aqui.

— Outro motivo?! E qual esse outro motivo?

Bird respondeu sem rodeios.

— Um membro da "Ordem dos monstros" está aqui.

A ordem do monstro?!

Marco ficou surpreso. Isso quer dizer que a outra vez que ele veio aqui Bird sabia que um membro da "Ordem" estava aqui?

Não! Não é um momento de pensar nisso!

Com ansiedade, Marco perguntou:

— Em qual dos dois lados ele está?

Bird pensou um pouco antes de responder.

— Se eu não estiver errado, ele está no lado dos que estão de azul.

Dos que estão de azul? Se eu não me engano, o nome deles era País Mar Azul

Marco riu interiormente. Pra ele, se isso não fosse o destino, nada mais era.

— Então, eu já posso ir né?

Bird suspirou.

— Sim, pode.

Marco avançou em direção aos exércitos. Ele sabia que que o exército amarelo poderia ser tão ruim quanto o azul, mas, como o objetivo estava no lado azul, ele achou se eles se "ajudassem" seria bem mais fácil.

Marco correu em direção a duas pessoas lutando. Assim que ele ficou próximo o bastante, ele sacou sua espada. A atenção de ambos os soldados foram para Marco. Assim que eles viram marco com suas espada, eles preparam seus escudos.

Vamos ver o quanto eu melhorei!

Marco pulou por cima do soldado azul, o soldado se virou rápido para bloquear o ataque de Marco, mas...

*Perfura*

A espada de Marco atravessou a garganta do soldado, o matando.

O soldado de amarelo olhou chocado para Marco.

— Quem... Quem é você?

Marco respondeu de forma seca.

— Vou ajudar. É só isso que você precisa saber.

Marco avançou em direção a mais soldados de azul, enquanto o soldado de amarelo o olhava surpreso.

*Corte**corte**clork*

Todo a vez que Marco balançava sua espada, alguém era morto. Seus ataques eram sempre cortes ou perfurações no pescoço. Claro, as vezes Marco se deparava com três ou quarta inimiga de uma vez, mas, devido a sua agilidade e força superiores, ele conseguia dar um jeito.

*Corte*corte**perfura*

Marco estava abrindo caminho, pela zona onde estava, seu poder fazia muito diferença na batalha. Bom, pelo menos na parte em que estava.

*Corte*corte*

Ele continuou atacando os soldados com cada vez mais velocidade, quando...

*Clang*

Marco não conseguiu cortar esse soldado. A razão era bem simples.

Esse lança...

A lança do soldado era feita inteiramente de ferro. Ele também parecia ter uma armadura mais resistente. O soldado atacou Marco, mas ele se afastou rápido. No entanto, os outros soldados azuis cercaram Marco, mas não avançaram

O soldado com a lança riu alto.

— Kukuku! Você achou que iria continuar matando esses soldados sem mais nem menos? Kukuku!

Marco deu um um sorriso frio.

— Eu não acho, eu sei que vou continuar matando esses soldados um por um.

O soldado com a lança para de rir. Sua voz estava fria quando ele disse:

— É mesmo? E como é que você vai...

*Vosh*

Antes que o soldado da lança terminasse, Marco avançou sobre ele. Pego de surpresa, o soldado atacou Marco. Porém, com um giro para a direita, Marco desviou da lança. O soldado tentou se esquivar, mas Marco estava muito perto e tudo que ele viu foi o punho de Marco indo em sua direção.

Um soco?! Kuku! Que idiota! Todo que ele vai fazer é eu me...

*Soco*

Assim que o soco de Marco atingiu o rosto do soldado, sua cabeça girou três vezes. Logo o soldado caiu no chão, morto.

É claro, aquele não tinha sido um soco normal, aqueles que olhassem bem, poderiam vez um pouco de fogo nas mãos de Marco.

Os soldados que cercaram Marco deram um passo para trás.

Olhando para o cadáver no chão, Marco disse:

— Se você vai ficar tanto tempo falando, pelo menos fique com a guarda alta.

Todos os soldados estavam com medo de Marco. Ele tinha acabado de derrotar um comandante, mas mesmo assim, parecia que ele estava falando com um soldado qualquer.

Marco se virou para os soldados e deu um sorriso de ironia.

— O que foi? Desistiram?

Os soldados permaneceram imóveis.

Os olhos de Marco se tornaram frios.

— Bom, eu não desisti.

Marco avançou contra os soldados mais uma vez, ele estava cem por cento confiante no treinamento que tinha feito agora.

Vamos ver quanto tempo eu demoro até achar um comandante!

##########

Sob uma tenda, um homem com um uniforme azul, que aparentava estar na meia idade, estava assinando algumas coisas quando...

— Mestre! Mestre!

Um homem que também aparentava estar na meia idade, entrou correndo na tenda.

O homem de uniforme azuis se levantou, com um olhar frio.

— O que eu disse sobre me chamar assim aqui, Minak?

Minak logo se ajoelhou.

— Me desculpe! Marechal Baladikis!



Continua...



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